História Pieces Of A Broken Heart - Norminah - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Dinah Jane, Normani, Norminah
Exibições 153
Palavras 1.323
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


O surto foi geral com o capítulo anterior, e com esse não vai ser diferente. Só peço que preparem as música bad e os lenços, por que o que vem a seguir, é doloroso.

O ministério das fanfics adverte, prepare-se para a dor extrema e seguimos me frente.

Ana e Claudia, capítulo feito especialmente para vocês, cretinas.

Capítulo 10 - It's Dangerous


“Para você ver, não existe mocinho e bandido nesse enredo. Você errou, eu errei também. Mas vai ver a gente estava tentando ser feliz, e felicidade é um patamar complicado de alcançar.”

A dança estava sensual demais, e percebi no último instante da música, a presença de Normani na boate. Aquela presença que se tornou constante em menos de um mês, que perseguia meus pensamentos, minhas atitudes e palavras.

Ela me olhava fixamente, com os olhos queimando, mas por sorte, Zendaya estava alheia a tudo, apenas segurava minha cintura de encontro a sua, fazendo a mesma se movimentar, como se tivesse vida própria. Mas em um acerta batida da música, quando já havia começado outra, e nessa ocasião já tocava Kiss It Better – Rihanna, e nela eu podia sentir cada passo, cada rebolada e cada pegada que ela dava. Mas como eu estava de frente para Normani, a morena atrás de mim não conseguia ver se eu estava com os olhos fechados ou não.

- Você dança muito bem, e para falar a verdade, me desculpe a indelicadeza das palavras, fiquei excitada. – Ela falou contra meu ouvido, e aquele maldito arrepio percorreu minha espinha novamente.

- Você também, e não precisa ser delicada com as palavras, já sou bem adulta para ouvi-las. – Consegui finalmente dar uma resposta completa, sem sentir medo das palavras que saíssem, sem medo das consequências.

Fiquei meu olhar na morena parada sobre a pilastra, e pude ver ali, o ciúme estampado, a raiva que estava guardada por anos, mas para ser sincera, aquele olhar em nada me afetou, só serviu para que virasse de frente para Zendaya, e encaixasse nossos corpos, onde encaixei minhas pernas sob a perna direita dela. A pressão estava grande, e a perna que antes estava relaxada, fazia força contra a minha intimidade, e isso me enlouqueceu. Seguimos o ritmo, lento e eletrizante, fazia minha cabeça dar voltas. E não queria que aquilo acabasse.

Ela segurou meu rosto com carinho, e como se fosse em câmera lenta, vi ela se aproximar e me beijar, era terno, doce e queria dizer alguma coisa, mas eu não consegui identificar o que era. Retribui na mesma medida, e por alguns segundos, meros segundos, esqueci do mundo ao meu redor.

- Sabe que os acasos do destino acontecem quando a gente menos espera?

- Sei, mas por que está me dizendo isso?

- Você me fez sentir algo que eu não posso comparar a nada.

- Mas por que ela tinha que falar aquilo? – Perguntei para mim mesma. Minha alma ia diretamente para ela, por que era com essas palavras que eu descrevia meus sentimentos por Normani, e era assim que conseguia. – Apenas um conto de fadas moderno, sem nenhum vento soprando sobre nossas velas.

Em segundos meu coração errou as batidas, e senti uma mão tocando meu ombro. Me virei para ver quem estava ali, e não era nenhuma surpresa em ser Normani, ela estava olhando a dança o tempo todo, e não demoraria para tomar uma atitude, se bem a conhecia, esse momento chegou.

- Posso falar com você, um minutinho? – Ela perguntou calma, mas eu sabia que um milhão de coisas se passava pela sua cabeça.

- Falar o que? – Eu relutei em sair da pista, e nem queria, para falar a verdade.

- Por favor, é apenas alguns minutos.

- Pode ir, eu te espero na mesa. – Zendaya falou, e para que não houvesse dúvidas de que eu voltaria, beijei a mesma, na frente de Normani, pois eu era assim, gostava de afrontar, provocar e par isso, usava qualquer um. Porém, era injusto com a morena mais alta, e dispersei os pensamentos de “usa-la”, não faria isso.

- Eu volto logo, avise Ally que estarei conversando com Normani. Ela sabe do que se trata.

- Tudo bem.

Ela andou até a mesa, e acompanhei seus passos.

- E então, quer conversar sobre o que?

- Vamos em algum lugar menos barulhento.

Andamos até o banheiro, o lugar menos barulhento que eu consegui pensar naquele momento. Ela fechou a porta arás de si, e enquanto estava de costas para ela, indo em direção a parede, a mesma gritou:

- O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTA FAZENDO DINAH? SE ESFREGANDO COM AQUELAZINHA?

- Primeiro, vamos estabelecer algumas regrinhas aqui. Você, sim VOCÊ, não é minha dona, não temos nenhum tipo de relacionamento e muito menos te devo algum tipo de explicação. – Ela apenas me observava e eu poderia sentir o seu ódio, era capaz de ouvir os seus pensamentos, e para falar a verdade, eu amei deixa-la assim.

- Deve sim, caralho, e a Rose? Onde você deixou ela?

- Está com Camila e Lauren, e por que quer saber?

- Aqui não é lugar para você ficar, tendo uma filha em casa.

- Opa, reveja bem seus conceitos, estão velhos. Eu tenho todo o direito de estar aqui, quanto você. Não me venha com lições de moral, você é a pessoa que menos tem direito de fazê-lo.

- Não se esqueça, você ainda é minha. E mesmo que não queira, ainda vamos voltar e terminar o que começamos.

- Mas que porra, será que não entra na sua cabeça que eu não, NÃO, quero você de volta? E aliás, a filha também é sua, caso tenha se esquecido.

- Eu não me esqueci.

- E o que você está fazendo aqui?

- Vim respirar, preciso de um tempo. Preciso pensar em tudo o que aconteceu.

- E achou que em uma boate ia conseguir?

- Estava tudo bem, até te ver agarrada com uma azinha.

- Ah cai na realidade, o “nós” nunca existiu e para com esse ciúme, que aliás, você não tem.

- Não tenho? Vejamos então.

Em um curto período de tempo, e o que esse curto me permitiu processar, ela se aproximou e segurou meu rosto com certa força, me permitindo sentir suas unhas serem cravadas perto das minhas orelhas. Doeu, de certa forma, mas foi algo extremamente sexy e ao mesmo tempo, nenhuma das duas pensou nas consequências daquilo. Meu cérebro lutava contra a minha vontade de me agarrar a ela, mas de toda maneira, as que eu encontrei, lutei até o fim. Mas a força que ela fez nas mãos ao me segurar, foi maior, e se aproximou daminha boca, deixando a sua a centímetros de distância, onde consegui sentir o cheiro de whisky, cheiro de medo e de algo que eu não tinha conseguido identificar no momento. Foi chegando mais perto, e minhas pernas fraquejaram, essas malditas, estava tudo bem, até ela ter a brilhante ideia de me beijar. Mas aqueles lábios continuavam macios, quentes e gostosos, era um beijo urgente, mas que causou sensações extremas, de ambas as partes. Aquela morena me beijou com tanta vontade, explorando minha boca, como se nunca tivesse estado ali, e não consegui não retribuir, ou não queria negar aquilo. Não sei.

Foi terno, doce e sensacional, como sempre. Nossas línguas se envolvendo em uma dança que apenas ambas sabiam do que se tratava, minhas mãos, que antes eu relutava em deixar para trás, segurou a cintura dela e puxou-a para perto. Continuamos o beijo, até o ar se fazer necessário. Ficamos um longo tempo se encarando e o que era dito, não era preciso palavras. Meu cérebro avisou de súbito o perigo que estava instalado naquele local, e imediatamente me afastei dela, falando:

- A gente ia ser feliz, a gente ia ser uma da outra, a gente ia. E não foi.

Sai do banheiro em direção a Ally, e minha cabeça rodava, um milhão de coisas se passava por ela. E eu apenas queria deitar na minha cama e dormir, me afundar em algo que ainda não descobri o que era.

“Eu achei que me apaixonar e depois me decepcionar doía.

E na verdade, dói.

Mas nada doeu mais do que amar você e ver que você nunca mereceu meu amor.”


Notas Finais


O próximo POV é da Normani. Preparem-se. E se acostumem, por que os capítulos vão ser grandes.

OBS; Amanha vou atualizar SBM, com um capítulo super especial. Que eu particularmente to amando escrever.

MÚSICA: https://youtu.be/49lY0HqqUVc

Twitter: @norminahdate


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