História Pierrette - Capítulo 12


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Categorias Batman
Personagens Alfred Pennyworth, Barbara Gordon, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Harvey Dent (Duas-Caras), Pamela Lillian Isley
Tags Arlequina, Batman, Coringa, Drama, Duas Caras, Fantasia, Romance
Visualizações 3
Palavras 787
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii pessoal! Rafaela volta a narrar a história.
Espero que gostem de mais um capítulo!!!
Boa leitura!!!
*--*

Capítulo 12 - Mando Harley e Hera para uma Lua-de-Mel


Eu nem percebi quando fomos parar na casa do Coringa, mas o fato é que estávamos lá em companhia dos quadros tortos nas paredes roxas. Do nada, sem mais nem menos, Coringa começa a assobiar "nana neném" enquanto nos aproximávamos da sala, onde podia se escutar sons de beijos vindos de trás do sofá.

-- Arlequina, não me disse que a Urtiga vinha nos visitar! -- disse Coringa, me puxando para junto dele e apontando uma arma para elas.

-- Hera Venenosa! Que legal, é uma honra conhecê-la! -- sério, amo ela! Porém, o palhaço não gostou do meu entusiasmo, beliscou meu braço com muita força e sussurrou no meu ouvido:

-- Ainda quer ficar de bem comigo, não?

-- Quero, mas não vou mentir... -- sussurrei junto com um gemido de dor.

-- Xiu! -- colocou seu dedo indicador na minha boca, fazendo com que me calasse -- Meu mundo, minhas regras, queridinha! -- e gritou pras garotas -- Sumam daqui e não quero vê-las por muito tempo!

-- Pudinzinho! -- Arlequina veio correndo e quando chegou levou um forte tapa na cara e caiu.

Hera, mais irritada do que nunca, invocou suas plantas e tentou atacar o Coringa e, quando um ramo envolveu a cintura dele, o mesmo me jogou contra a parede e começou a atirar na moça ruiva. Com uma incrível agilidade, ela conseguia escapar das balas, até que uma espécie de vidro surgiu e separou-me deles.

A cena ficou paralisada e Julian apareceu por entre ramos e folhas que, quando ficavam em contato com a pele dele, ficavam chamuscadas. Ele chegou perto de mim, tocou meu queixo, olhou-me como se fosse devorar-me e, ao mesmo tempo, com pena mal disfarçada, ou será que era deboche? Passaram alguns segundos e ele me levantou, abraçou meu corpo dolorido e fez com que melhorasse a dor; mais que melhorar, para dizer a verdade fez com que a dor parasse.

-- Que saudade, minha Rafaela!

-- Não sou sua! -- consegui sair do abraço e empurrei-o.

-- É mais minha do que imagina, só é muito bobinha pra perceber. Tem muita diversão por aqui.

-- Não acho divertido roubar histórias dos outros, sabia?!

-- HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ!!!!! -- Julian começou a rolar de rir pelo chão.

-- Qual é a piada?! -- gritei irritada.

-- Não posso estragar a piada... Ela pode ser "mortal" ! HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ!!!!

-- Deixe de ser ridículo!

-- Não posso evitar. Faz parte de mim, o riso é parte do que eu sou!

-- Pare de querer tomar o lugar dele! -- tentei, com todas as minhas forças, paralisá-lo para poder bater nele à vontade. Consegui que ele ficasse parado, mas seu olhar era tão brilhante e límpido que pensei que ele fosse inocente, fiquei confusa e perdi meu poder sobre ele.

-- Precisa praticar, embora tenha que admitir, você melhorou bastante. Espero que tenha aprendido a lição que te ensinei hoje, até a próxima aula! -- disse Julian, fazendo um sinal de adeus com a mão.

-- Que lição, seu doido?! -- disse, erguendo uma das sobrancelhas.

-- Não se deixe levar pelo que você vê e pensa ser real. Não se deixe levar pelo que você pensa ser bom, pode acabar sendo mau. Tudo é relativo e, acontecendo aqui em Gotham, serve exclusivamente para minha diversão. Prepare-se, logo virá uma surpresa! Até mais! -- e sumiu no ar.

A cena voltou ao normal e o Coringa olhou pra mim de um jeito significativo, ele queria que eu mostrasse lealdade, esse era o plano dele, por isso provocou a confusão.

-- Esse será seu fim, idiota sorridente! -- disse Hera, flutuando no ar.

Bom, ele salvou minha vida e, querendo ou não, precisava salvá-lo também; além de eu precisar dele na luta contra Julian, ou será que era ele quem precisava de mim?! Já estava mais que confusa... 

Levantei meus braços, dei uma pausa dramática, pensando em mandá-las para longe, onde poderiam ficar bem e provaria minha lealdade defendendo-o. Fiz surgir uma névoa cinzenta que as envolveu.

As mandei para uma bela floresta tropical, onde viveriam felizes; além de ter apagado da memória delas esse dia, montei uma historinha bonitinha, na qual Hera teria convencido Arlequina a sumir com ela e deixar o Coringa para trás. Que tivessem uma boa lua-de-mel.

Também fiz o ramo na cintura do Coringa desaparecer. Ele, muito feliz, me ergueu no ar, beijou-me e disse:

-- Seja bem vinda, Rafaela! Agora serás minha e derrotaremos Julian! Seus amigos também serão ajudados... -- e me beijou de novo, não me deixando analisar se estava a salvo ou em perigo em suas mãos.


Notas Finais


Obrigada, povo lindo!
Até o mês que vem, com mais um capítulo!
Beijos!!!!
*--*


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