História Pinóquio - Capítulo 6


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camreng!p, Drama, Laureng!p, Romance
Exibições 114
Palavras 1.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo-Ai, Suspense, Visual Novel, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Capítulo 6.


No capítulo anterior de Pinóquio.

- Não encosta em mim. - Lauren anda em direção ao seu quarto mais sem antes bater no quarto do pai da latina, e rapidamente entra no seu. Depois que se deitou em sua cama só escutou sua Camz chorando e os gritos de Alejandro. Lauren chorava, chorava de raiva, chorava por sua família por seu pai e por sua mãe, chorava pela mãe de Camila. Tudo que se passava em sua cabeça era: Você mentiu para mim mama!

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Na manhã seguinte, Lauren acordou animada ao se levantar encontrou Alejandro que segurava as seguintes roupas, uma calça jeans preta, uma camisa da hora de aventura e roupas intimas, ao olhar as roupas intimas um certo desespero bateu. Ela tinha medo da reação dele e dos outros, será que eles irão rejeitá-la? Então ela tomou uma decisão, ela irá dizer ao homem mais velho de sua condição.

- Senhor...

 

- Já disse Laur, sem essas formalidades todas, só Alê tudo bem. – A garota assente.

 

- Alê, podemos conversa? – Ele concordou com a cabeça, se sentou ao lado dela e encarou a mesma. – Nunca tive que comentar esse assunto as outras pessoas, meus pais sempre deram um jeito de esconder, eles se preocupavam muito comigo, eles tinham medo do que as pessoas podiam pensar de mim.

 

- Não estou entendo pequena Lauren. – Ela sorri de lado, enquanto o homem estava confuso com aquela conversa toda.

 

- Durante minha gestação minha mãe teve problemas, nasci diferentes de outras meninas, durante a consulta do ultrassom, o médico ficou confuso, nos exames de sangue dava que eu era uma menina, na máquina dizia que eu era um menino. Quando a mãe faz um exame para o sexo do bebê, e se o resultado der XXY indica que será uma menina, YYX indica um menino, mas eu nasci diferente, no resultado do meu exame deu XYY e o médico deu a notícia à minha mãe que eu iria nasce com cromossomos anormais. Sou intersexual Alejandro.

 

O homem mais velho tentava entender o que apena Lauren disse, ela não se surpreendeu se ela intersexual ou não, o que lhe surpreende foi a forma dela falar tão bem o jeito que ela usa as palavras, as mais difíceis possíveis, ele achava impressionante o jeito da pequena Lauren fala, ele queria que sua filha fosse assim, mais nem tudo é como queremos né?

 

- Diz alguma coisa senhor...

 

- Como uma garota de apenas nove a dez anos fala tão bem? – Ele diz ainda impressionado, o coração da pequena Lauren só faltava sair pela sua boca de tão assustada que estava. – Eu não me importo com isso Lauren.

 

- Sério? – O homem assente.

 

- Agora vá tomar seu banho ok? – Ele diz pondo a roupa que separou para Lauren botando em cima da cama. – Vou lhe dar privacidade.

 

- Senhor... que dizer, Alê, você poderia me arranja uma cueca? – O homem solta uma gargalhada e assente saindo do quarto.

 

- Iremos sair hoje para comprarmos roupas novas para você Lauren. – Ele grita do lado de fora e Lauren entra no banheiro.

 

Nove anos depois

Dias atuais.

 

Lauren estava ofegante de tanto correr para sair daquele estúdio de televisão, tudo o que ela queria era volta para casa entra em seu quarto e ler seus livros de poesias ou estudos científicos. Quando a porta do elevador se abriu para que ela possa entrar, deu de cara com um homem e Austin.

 

- Então você está aí zerada. – Lauren entorta a boca e o garoto solta uma risada. – Vai entra ou não sua idiota.

 

- Eu até entraria, mais não fui informada que o elevador tinha carrapatos. – Ela olha para Austin que agora apertava os punhos com raiva.

 

- Lembra-me alguém. – O homem que estava até agora no elevador se pronuncia recebendo os olhares dos dois adolescentes. – Você me lembra muito alguém, e como você teve coragem de desperdiçar uma chance dessa?

 

- Quem você pensa que é? Para dizer se eu tive ou coragem? – Lauren segura o elevador que insistia em fechar.

- Você estava na televisão senhorita Jauregui. – Diz o homem novamente.

 

- Não preciso da televisão para procura um emprego ou muito menos arranjar uma bolça de estudo, não preciso DELA para nada.

 

- O que um estúdio de Tv, ou emprego na própria não precisaste dela?

 

- Sabe por que eu disse que não sabia a resposta? – Disse alternando o olhar para Austin e o homem. Eles negaram com a cabeça. – Por que eu não aguentava ficar mais um minuto aqui dentro, eu não queria provar a ninguém que eu pudesse vencer, não preciso deles ou de você, eu não preciso de ninguém para provar que eu sei uma coisa que me nego a responder. Odeio esse lugar, odeio essas pessoas, odeio tudo do que se dirige a esse estúdio odeio tudo. Todos aqui dentro desse estabelecimento são mentirosos, eles mentem para ter fama ou lucro, eles mentem para poder se darem bem. São todos uns urubus.

Solta a porta de metal que se fecha deixando o homem calado raciocinando tudo o dissera Lauren, ele saiu de seus pensamentos com uma risada alta.

 

- Aí essa garota um dia me mata de rir dessas baboseiras que ela fala. – Fingi limpar uma lagrima e encara o homem.

 

- Do que você está rindo? – O homem mais velho pregunta.

 

- Qual é primo ela é louca falar uma coisa daquela em sua presença.

 

- Ela está certa Austin.- O mesmo olha incrédulo para seu primo que cruzou os braços. – Seu sobrenome, quando o Jerry falou lá ao palco me lembrou alguém. Lauren Jauregui hum.

 

- Ela é louca isso sim.

 

- Ela está certa de tudo que disse Austin, todos que trabalham em uma empresa de Televisão são tudo aqui que ela mesmo disse. – Austin riu outra vez e recebeu um tapa em seu braço esquerdo.

 

- Aí Justin.

 

- Não ria seu imbecil insensível.

 

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Quando Lauren chegou em casa, foi recebida com um abraço apertado de sua prima, Lauren nada fez apenas retribuiu o abraço e enterrou seu rosto na curva do pescoço da pequena latina, trazendo em si o perfume da menor UVAS.

 

 



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