História Piratas do Caribe: Herdeiros do Mar-A Filha de Jack Sparrow - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Piratas do Caribe
Personagens Capitão Jack Sparrow, Joshamee Gibbs, Personagens Originais, William "Will" Turner
Tags Anne Bonny, Aventura, Drama, Jack Sparrow, Johnny Depp, Piratas Do Caribe, Romance
Exibições 15
Palavras 995
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Não tenho muito o que falar, apenas aproveitem amoras sz

Capítulo 5 - Capítulo 4 - "Encontre-os"


Fanfic / Fanfiction Piratas do Caribe: Herdeiros do Mar-A Filha de Jack Sparrow - Capítulo 5 - Capítulo 4 - "Encontre-os"

Sentada na cama pequena ficava observando o nada pensativa. Eu não tinha tido coragem ainda para sair daquela cabine. Não por causa das criaturas, mas porque eu queria ir agradecer e ao mesmo tempo entender aquele capitão. Ninguém leva uma pessoa de graça para algum lugar. O que ele queria? Pensei bem e percebi que ele me devia aquilo. Ele tinha destruído o navio em que eu estava, o mínimo que podia fazer era me levar até meu destino que era Tortuga.

Levantei da cama rapidamente e me dirigi até a porta a abrindo em seguida. As criaturas me olharam com estranheza quando abri a porta da cabine.

— Que foi? Nunca viram uma garota? — disse enquanto observava eles irônica. Eles voltaram a sua função e quando fui me virar dei de cara com o mesmo garoto que me encarava outro dia.

— Na verdade eles já viram, eu acho. — disse o garoto de cabelos castanhos.

— Não me importa. Cadê seu pai? — questionei enquanto tentava olhar atrás dos ombros dele, mas não consegui.

— Ele não quer recebê-la agora.

— Tem que marcar hora para conversar? Ele virou médico agora? — retruquei rindo, ele também riu. — Então o que vocês querem? — Ele pareceu confuso.

— Como assim?

— Ah você sabe… ninguém levaria alguém até outro lugar de graça, principalmente piratas. E nem me venha com esse papo de bondade.

— Ele não quer nada. — ele disse rindo.

— Claro… — falei irônica. Fui voltar para a cabine quando ele me segurou pelo braço. — Ei!

— Você fica o dia inteiro ali dentro! Pelos sete mares, sai um pouco dai.

— Você acha que é minha mãe?

— Não… não fui isso que quis dizer. É só que deviria andar mais… sei lá.

— Eu posso andar no meu quarto, savvy? — Foi quando algo tocou minhas costas, me virando vi uma das criaturas.

— Encontre-os! — a criatura alertou-me, agarrei a criatura.

— Onde eles estão? — ela me olhou confusa.

— Ele é assim, eu ignoro. Vá limpar o convés Bob.

A criatura concorda e logo continua a limpar o convés, eu continuo perplexa no mesmo lugar. Aquilo era para mim, o que aquela criatura sabia da minha família? Onde eles estavam? Uma lágrima caiu lentamente.

— Ei? Ta tudo bem? — o rapaz perguntou preocupado.

— Sim — disse limpando a lágrima sem que ele percebesse e antes que continuasse com aquele papo entrei na cabine esperando que a noite viesse logo.

Quando fechei a porta sentei no chão e abracei minhas pernas. O choro silencioso começou. Não queria que ninguém me ouvisse. Queria apenas ficar sozinha.

*

Já a noite sai da cabine com uma pequena vela em mãos, olhei ao redor e não vi ninguém. Percorri o lugar tentando encontrar aquela criatura e percebi que ela estava na proa, soltei a vela em cima de um barril e fui até o encontro da criatura.

— O que você sabe? — perguntei rapidamente quando me aproximei dela.

— O que você quer que eu saiba? — ele rebateu.

— Bob não? O que você quis dizer com “encontre-os”?

— Para você encontrar logo sua família, se não encontrar todos estamos perdidos.

— O que mais você sabe?

— Isso! — ele disse de repente enquanto se virava para mim com os olhos arregalados. — Se perca!

Naquele instante percebi que Bob era louco e não fazia ideia do que falava. Me perder? Isso não fazia sentido nenhum! Para eu saber aonde vou tenho que saber onde fica, e não me perder. Bob me olhou novamente com os olhos arregalados e então saiu. Isso só completou minha teoria de que ele era louco. Comecei a fitar o mar e depois de alguns minutos uma voz soou intrigada:

— Como é possível? — O mesmo rapaz que encarava-me outro dia apareceu e ficou do meu lado olhando o mar.

— O que? — Já estava entediada de conversar com ele e só tinha trocado uma palavra. Ele me irritava, não sei exatamente porque.

— Seus olhos. São um de cada cor… Isso é estranho. — Eu achando que ele ia falar uma coisa idiota, mas ele me surpreendeu. Fez uma pergunta muito mais idiota.

— Estamos em um navio onde têm criaturas estranhas, e você pergunta sobre meus olhos? — Ele ri e eu pela primeira vez abro um sorriso para aquele completo estranho.

— Concordo. Foi uma pergunta idiota. — Balanço a cabeça concordando com ele e volto a fitar o mar.

— Qual o seu nome?

— Henry Turner. — É quando tudo se encaixa. Eu estava em companhia do filho de Will Turner. Will Turner o capitão do Holandês Voador.

— Isso explica algumas coisas… — Falo para mim mesma.

— Quando meu pai perguntou de quem você estava fugindo, você disse que não sabia… Então como fugiu? — Ele perguntou intrigado, dei de ombros.

— Era noite, estava no meu quarto quando minha tia abriu a porta e disse que era pra mim fugir. E então estou aqui…

— Desculpe se estou perguntando demais.

— Tudo bem… até porque o que você faria com essa informação se nem eu sei de quem eu estou fugindo? O máximo que faria é me vender para eles, e eu duvido que conseguiriam me pegar. — Ele riu novamente. — Sabe quando vamos chegar a Tortuga?

— Bom, você teve sorte porque estamos bem perto. Um mês talvez…

Aquilo me deixou preocupada, furiosa e… e com uma certa falta de ar. A última não é um sentimento, mas achei que deveria colocar em como estou me sentindo.

— Como assim um mês?! Eu tenho que chegar rápido lá, e… — Ele começou a rir de mim. Sim, a rir, isso me deixou com mais raiva ainda. Ele achava que estava brincando? Pisei com força no pé dele.

— Ai!

— Idiota, estou falando sério. Um mês é muito tempo! — Ele continuava a rir, mesmo sabendo que em minha presença era perigoso rir disso.

— Estou só brincando! Em uma semana nós chegamos. Você não tem senso de humor.

De um lado senti alívio, de outro queria socar a cara dele por ter me matado de susto.

— Idiota… — Sussurrei, ele continuo a rir e acabou me fazendo rir também. Era um idiota que me fazia rir.



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