História Pisicoth - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Saga, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OIIIII. eu espero que gostem da historia, já estou pensando nela já faz um tempo.

Capítulo 1 - Inferno.


Capitulo 1:

Jill estava tonto por causa da falta de comida, depois que reprovara no último teste de combate seu professor disse que só poderia beber ou comer de novo, depois que terminasse de limpar todos os dormitórios do centro de treinamento, e tinham mais de cento e cinquenta deles, depois de duas semanas limpando ele acabou tudo, e deu graças a Asura quando finalmente arrumou a última cama. Seus pais o haviam largado nesse campo quando estava com 15 anos, atualmente estava com18, e a única forma de sair era fazendo seu diretor de treinamento admitir que estava pronto, obviamente ele havia falhado por 11 anos, era fraco, e nenhum treinamento que recebera naquele lugar o tornara forte, os pais o haviam abandonado por ser um fracasso, por um tempo tentou lutar contra essa ideia, mas atualmente só queria sair daquele inferno e ser um fracasso em outro lugar, ele entrou na cozinha para finalmente comer depois de semanas, preferia comer em silencio então escolheu uma mesa afastada de todos os outros do lugar. Podia se ver todo tipo de contratantes ali, dês de ladrões até assassinos profissionais, todos tinham seus próprios meios de conseguir sobreviver, e todos já haviam o derrotado pelo menos uma vez.

- Você matou ele?

- Não, os últimos momentos dele seriam tão humilhantes que ele provavelmente iria pro inferno? – Jill ouvia a conversa da mesa vizinha, o caçador não entendia a necessidade de mentir daquele jeito, era obvio o motivo do homem ter poupado a criança durante a luta, ele ficou com medo de matá-la, já avia passado por muitas experiências de quase morte naquele lugar, e todas terminavam da mesma maneira, os adversários hesitavam no golpe de misericórdia por que não saberiam lidar com o fato de terem matado um inocente sem motivo nenhum. Depois de comer o suficiente o caçador estava indo para o dormitório, mas foi abordado por seu professor na porta do quarto.

- Se você aprendesse tão rápido quanto limpa provavelmente seria o melhor aluno daqui.

- Se você ensinasse tão bem quanto irrita, conseguiria fazer todos os seus alunos se formarem em um dia.

- Você não tem o direito de falar assim comigo depois do vexame que me fez passar, aquela garota era a aluna mais fraca da academia, e você foi completamente humilhado.

- Não sei... Talvez eu só não estivesse afim de brigar àquela hora...

- Ou talvez você devesse começar a mostrar algum avanço.

- Eu não quero.

- Então se você nunca sair desse lugar culpa não vai ser minha. – Eles ficaram se encarando, o professor estava certo, o professor sempre estava certo, e ele estava sempre errado, o caçador sentiu a ira beliscar a ponta dos dedo, mas mordeu a língua para manter a arrogância dentro da boca.

- Eu acho que deveria... obedecer suas ordens. – Ele convulsionou e botou os ombros para frente, mantendo a cabeça baixa, ele esperava que o professor não visse como um deboche, apesar de ser um.

- Eu me recusa a voltar a te treinar. – Foi tudo que saiu da sua boca antes dele ir embora, Jill começou a rir baixinho ainda olhando pro chão, não era a primeira vez que algo do gênero acontecia, sempre desistiam dele quando viram que aquele ser sem alma não tinha mais salvação. Quando entrou no quarto ainda com os ombros curvados, as camas estavam sujas de ovos, as outras pessoas que conviviam com ele devem ter feito isso porque sabiam que o caçador havia arrumado as camas. Estralando as costas, elas voltaram pra traz, Jill ficou olhando sem expressão parra o teto durante alguns segundos, depois estralou o pescoço voltando a posição convencional. Quem fez aquilo iria pagar carro.

                                                                       ?

Na academia, o grupo mais forte do local o olharam, pela sua expressão vazia todos perseveram que ele já havia descoberto sua travessura, o caçador queria esfregar a cara deles nos colchoes sujos, mas sabia que a força dos homens eram muito superior a dele, teria que arrumar outro modo de os ver chorando, tinha uma ideia, mas não sabia se de fato ela iria funcionar. Enquanto esperava na fila pela sua vez de demonstrar o que havia aprendido sobre as técnicas de combate corpo a corpo, ele esperava pela sua vez enquanto via as lutas em equipe, a sociedade do mundo era dividida pelas diferentes espécies de humanoides que nela abitavam, e agora os 4 representantes destas espécies estavam prestes a começar a lutar, seria interessante, representante dos solstícios atacou o representante dos flaxiris com sua força bruta e seus dentes afiados, uma escolha burra, flaxiri se esquivou com a rapidez prevista, logo em seguida o troun tentou desferir um golpe de mão fechada na nuca do adversário rápido, que de novo se esquivou com reflexos, o homem com mãos de metal tentou de novo socar a cara do inimigo, mais acabou recebendo um chute no meio do nariz, enquanto isso, o solstício tentava desesperadamente arregaçar a garganta do pisicoth, que não estava fazendo mais nada além de fazer o inimigo propositalmente tropeçar das formas mais constrangedoras possíveis, cansado de ser feito de bobo, o homem de dentes pontudo avançou cum as unhas para cima do adversário, que mal teve tempo de pensar em se esquivar, contra o chão, o lado do seu rosto sangrava, dada a sujeira nas unha do homem com dentes pontudos, era provável que esses arranhões inflamariam, vendo que seu parceiro estava com problemas, o homem rápido se esquivou do ressente ataque do homem com mãos de metal, e deu um chute no meio do seu nariz, ele recuou alguns passos antes de investir de novo, mas, antes que pudesse fazer qualquer coisa, o homem no chão agarrou seu tornozelo com as unhas, o fazendo cair. O caçador não fazia mais nada além de admirar a força física que nunca teria, nem se treinasse até a exaustão, nunca chegaria perto de se igualar a força daqueles simples alunos. Sua espécie não fora feita para lutar, ela fora feita para pensar, como tinha ficado claro no combate, os pisicoth tinham desvantagem quando o assunto era força física, eles tinham raciocínio mais rápido e mais facilidade em encontrar saídas dos problemas, mas não era desculpa, simplesmente era fraco, por que sim.

  Era sua vez de lutar, um arrepio passou pela espinha do caçador, sabia que ia perder antes mesmo de ver a fase do inimigo, os olhos selvagens de um solstício sempre o davam medo, Jill prendeu a respiração e tentou se lembrar das técnicas de defesa aprendidas dos últimos anos, mas o medo não deixava, você sabe que pode se livrar de tudo, a voz que atormentava todos de sua espécie falou no ouvido do caçador, ignorando a presença tão real quanto se estivesse respirando no seu ouvido, ele secou as espadas gêmeas das suas costa e se preparou para batalha, a sede de sangue era clara nos olhos do inimigo quando ele avançou para cima do cassado que conseguiu desviar por pouco, os ombros dele se deslocaram para frente depois para traz, dando uma velocidade um pouco melhor ao ataque, o caçador conseguiu der um corte no estomago do adversário, não fundo o suficiente para se considerar um ferimento grave, mas visível o suficiente para deixar o inimigo com ainda mais raiva, com os dente, ele mordeu o pescoço do caçador antes de ele ter a chance de desviar, Jill sentiu primeiro os caninos se enterrando fundo no seu pescoço, de pois o resto dos dentes se enterraram até alcançarem seus ossos, por puro extinto, ele chutou o inimigo para o mais longe que conseguiu, arfando por causa da dor, o homem avançou de novo, mirando um soco na cara do caçador, que foi mais rápido dessa vez e se abaixou antes de receber o soco, ele ergueu o punho e socou o queixo do homem de dentes pontudos forte o suficiente para fazer com que ele recuasse, o sangue escorreu do ombro esquerdo, o cheiro o deixava enojado, tão enojado que mal conseguia se concentrar na luta, o inimigo estava ainda com mais raiva, antes que o caçador pudesse fazer qualquer coisa, ele segurou seu braço esquerdo contra o chão, e apertou a sua mão com tanta força, que seus ossos quebraram, ele segurou o grito dentro da garganta enquanto a adversário se excitava com o prazer da luta e do cheiro do sangue. Um apito soou marcando o fim da luta, indignado o inimigo levantou sem oferecer a mão ao caçado, e apenas dizendo.

- Da próxima vou arrancar cada gota do seu sangue e brincar com seus órgãos. – mentiroso, sua espécie se divertia com a dor, não com a morte, tinha dito aquilo apenas para assustar o caçador... tinha conseguido. Depois do anuncio do vencedor o diretor chamou Jill a sua sala, e disse que o esfolaria vivo se não saísse dali no próximo ano:

- Não aguento mais você aqui, é um desperdício te treinar.

- Eu sei.

- Vou ser direto, no final desse ano eu mesmo lutarei com você, e eu que vou julgar se você terá ou não aperfeiçoado as técnicas de combate que ensinamos, se estiver deixo você sair, e senão eu mesmo vou encontrar seus pais e dar uma caixa com seus membros e órgãos, pra mostrar o quão bom lutador você foi.

- Eu sei.

- Agora vá para enfermaria.

- ta bom. – ele saiu da sala, não duvidava que o diretor pudesse fazer algo pior, afinal, avia esfregado a cara da namorada por doze quilômetros e a pendura-la pelo pescoço na casa do homem com quem ela o traíra, o caçador desceu pelas escadas que iam até a enfermaria, ele irá pagar, todos iram pagar, e ele ficaria rindo do sofrimento daqueles que o fizeram mau.  Ele chegou na enfermarei e bateu de leve na porta, Lílian, era como se chamava, a única pessoa naquele inferno que ele se incomodou de lembrar o nome.         


Notas Finais


Se vocês n entenderam o final, ele não descreve o nome de nenhum outro personagem por que nãose importam em se lembrar de nenhum.


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