História Platonic - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Harry Styles, One Direction, Romance
Exibições 136
Palavras 1.820
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Ecchi, Escolar, Festa, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Slash, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Divaaaaaaas 👑
Resolvi postar antes de ir pra aula, então espero que gostem, fiz com carinho e só posso dizer que o título tem tudo haver com o capítulo.

Então vamos lá!

Capítulo 25 - Finalmente!


Harry

Norah estava ali na minha frente, tão frágil e indefesa que nem se quer passava pela minha cabeça o que ela deveria está sentindo agora. Um soluço escapou de sua garganta e eu me preocupei ainda mais, pois mesmo que eu tenha essa louca vontade de ficar com ela, a considero uma grande amiga e vê - la dessa maneira me deixava cada vez mais triste.

– Norah? – Chamei por seu nome ao fechar a porta atrás de mim para chamar sua atenção e caminhei até a sua cama onde ela estava deitada e ainda usava a mesma roupa de mais cedo.

– Oi– Seu tom saiu baixo e me sentei ao seu lado na cama. Como ela estava deitada lateralmente em minha direção, apenas levantou a cabeça e encarou o meu rosto.

– Está melhor? – Perguntei. 

– Você acha que eu estou bem? – Sua voz saiu trêmula e me senti um idiota por fazer a pergunta – Não consigo acreditar que tudo isso aconteceu, por que tinha que ser comigo? Por que Harry?

– Norah, eu na...

– E o pior de tudo é saber que ele...ele gostava...Ah meu Deus! Não consigo falar isso! Como eu pude beijá-lo?Como? – Ela dizia com tanta raiva, rancor e vê - la sofrendo me deixava sem reação.

– Ei, calma! – Disse ao segurar o seu rosto com minhas mãos – Já passou! Você já se livrou daquele filho da puta e eu te garanto que aquele imbecil não vai voltar a falar e nem tocar em você, eu te prometo isso!

– Sabe –Ela sorriu tímida, lambendo os lábios em seguida – O Liam disse a mesma coisa– Ela sorriu mais uma vez ao acabar de falar e fiz o mesmo pensando que Liam cuidaria melhor dela do que eu. Quando afastei as mãos de seu rosto, ela as segurou colocando em sua cintura lentamente, enquanto eu acompanhava o seu gesto um pouco confuso. Voltei a encarar o seu rosto e percebi que estávamos próximos demais e automaticamente olhei para a sua boca – Me ajude a tirar essa angústia Harry – E naquele instante eu entendi o que ela queria, então, não esperei nenhum segundo a mais e colei minha boca na sua em um beijo nada calmo. Nossas línguas tocavam-se ferozmente e suas mãos estavam fixas em meus braços, enquanto eu permanecia ali, de olhos abertos observando as suas pálpebras fechadas e me sentindo estranho. Não demorou para que nos afastassemos e eu permaneci do mesmo jeito, a observando, só que agora com os seus olhos fixos nos meus – Você sentiu a mesma coisa que eu? –Ela perguntou ofegante.

Hannie

O que eu mais temia acabou acontecendo, o que eu mais temia agora estava me destruindo por dentro. Ouvir sua confissão foi como levar um soco no estômago, ou pior, no corpo inteiro.

Como ele pode me dizer isso? Como ele pode fazer isso? O Liam é apaixonado por ela e eu...eu não sei o que eu sinto por ele, é algo tão confuso, mas agora o que me atinge é esse sentimento de vazio e tristeza. Meus olhos começaram a se encher de lágrimas, mas não podia chorar na frente dele, pois o que eu diria? O que eu faria?

– Você... – Minha voz saiu trêmula e pigarreei – Como, como isso aconteceu? –Tentei perguntar da forma mais natural que podia, mas meu peito doía demais por dentro.

– Eu não sei direito, ela, ela começou a se aproximar e pediu para tirar a angústia que dela sentia e... aconteceu, nós nos beijamos e...

– Como você pôde fazer isso?– Perguntei exaltada. Eu não podia chorar, mas poderia colocar tudo o que eu sentia para fora.

– Como? Por... – Tirei as suas mãos da minha com brutalidade o interrompendo.

–O Liam é seu amigo! Ele é apaixonado por ela e você a beija?! Que tipo de pessoa você é?!

– Hannie, eu...

– Você não tem coração, não tem sentimentos! Só pensa em si mesmo! Você é um imbecil! Idiota! Não merece as coisas que o Liam faz por ti! Não merece a amizade dele e nem a de ninguém! Que tipo de amigo faz isso com o outro?! Hein?! Me diz!–A raiva crescia com mais força dentro de mim. Eu estava ofegante e completamente desnorteada, era muito em um dia, era muita coisa ruim acontecendo ao mesmo tempo! –E eu?! E eu Harry?! Acha que é fácil ouvir você dizer que beijou a Norah? É fácil te ver agarrado com alguma vadia? Que é fácil ficar perto de você, quando tudo aqui dentro está confuso? –Toquei em meu peito, enquanto dizia a última parte e agora não conseguia mais segurar as lágrimas. Harry olhavam-me completamente estático.

– Hannie, você...ah porra!–Foi o que ele disse ao entender o que havia escutado e foi então que se levantou e caminhou a passos largos até a porta saindo do quarto e mais lágrimas desceram por meu rosto.

–Idiota!

Harry

FlashBack On

– Você sentiu a mesma coisa que eu? –Eu esperei, esperei mesmo todos esses meses para enfim beijar Norah, não que eu fosse apaixonado ou qualquer merda assim, apenas era algo que... Eu desejava, eu queria como qualquer outra garota que se fazia de difícil, mas quando finalmente aconteceu...

–Eu... Eu não senti nada Norah, desculpa, não quero que fique chateada, eu só...

–Ei! Tudo bem – Ela respondeu ao sorrir e a observei confuso –Não me leve a mal, mas eu também não senti nada –Suspirei aliviado ao ouvi-la e a vir sorrir, o que me deixou contente, pois naquele momento era o que ela mais precisava fazer.

Flashback Off

Porra !

O que eu acabei de ouvir? Que merda foi aquela? Por que ela... Insinuou que sentia algo por mim? O que há de errado com essa garota?

Hannie não deveria sentir isso, não deveria nutrir isso! Eu não sirvo 'pra' ela! Essa Porra só não deveria está acontecendo!

Ouvir aquelas coisas saindo da sua boca me tocou de uma forma estranha, eu simplesmente senti vontade de sorrir e fugir ao mesmo tempo. Droga! Hannie não podia sentir absolutamente nada por mim, porque ela é boa, inocente e eu não posso tirar isso dela, não posso fazer isso.

Andava pelos corredores daquele hospital um pouco desnorteado por tudo o que acabou de acontecer.

Ela gosta de mim?

A maldita pergunta não saia da minha cabeça e eu quis correr e rir para todo mundo.

Que merda está acontecendo comigo?

Lembrei de seus grandes olhos castanhos, principalmente quando ficavam arregalados de susto, surpresos ou encolhidos quando ela sorria. Lembrei de quando me chamava de perna de bambu e todos os outros apelidos estranhos que no fundo eu achava engraçado. O seu jeito desengonçado, engraçado, irritado que a deixava atraente.

Merda!

Eu preciso explicar a ela, preciso dizer que não sirvo para alguém tão boa.

...

– Hannie? – Chamei por seu nome, enquanto abria lentamente a porta do quarto em que ela estava e percebi que a luz estava desligada. Poderia dizer que ela estava dormindo, mas não, a porta do banheiro estava aberta e iluminava bastante a sua cama e pude vê - la sentada mexendo em um celular. Fechei a porta com um pouco de cuidado e me aproximei dela e sem aviso prévio, peguei o aparelho da sua mão.

– O que está fazendo? Me devolve! –Ela se exaltou ao me ver.

– Por que? Tem algo que eu não posso ver?

– Me devolve seu idiota! – Ela tentava alcançar o meu braço, mas era quase impossível, pois como ela estava sentada na cama e eu em pé, acabava ficando bem mais alto do que o normal. Rapidamente me afastei e olhei para o visor de seu celular em que uma conversa estava aberta.

ThomasMcBonner: Eu queria está cuidando de você agora.

HannieStevens: E eu queria que estivesse aqui, sinto-me tão sozinha, ainda mais com essa chuva caindo tão forte, está mais frio que o normal, muito frio mesmo.

ThomasMcBonner: Se quiser eu fujo e vou até aí com você. Sabia que o beijo é um dos melhores jeitos de se esquentar alguém? O que acha?

HannieStevens: Se isso for uma proposta eu topo.

A droga da minha sanidade foi embora naquele instante. Apertei com tanta raiva aquele aparelho em minhas mãos que poderia quebrá-lo. Encarei Hannie com a mais pura ira que sentia  e joguei o celular em cima de sua cama com toda a porra da minha força.

– O que é isso? Quem te deu o caralho desse celular?!  – Apontava para aquele maldito aparelho e no mesmo instante Hannie afastou a coberta que cobria suas pernas e com muita calma saiu da cama e se pôs a minha frente.

– Minha mãe deixou o celular naquela mesinha–Apontou para a que estava ao lado de sua cama – E o aparelho que você acabou de quebrar era meu – As palavras saiam de sua boca com tanta tranquilidade que eu quis gritar, gritar de tanta raiva.

– Não estou nem aí para a porcaria desse celular! Eu só quero saber da conversa com aquele idiota!

– O que tem a conversa? – Ela perguntou irritada, mas com desdém.

– Que tipo de garota você é? Não está parecendo com a Hannie que eu conheço , com a Hannie que...que estava tão frágil há alguns minutos atrás, a...

– Então você acha que eu sou uma fraca? Só porque eu chorei não significa que eu seja uma idiota!

–Eu não disse que você é uma idiota!Eu só quis dizer que a garota nessa conversa não é você! Porra! Não é você.

– Por que não? Eu posso muito bem dar moral para quem eu quiser!

– Não! Você não pode!

–O que está dizendo? Ficou maluco?Eu posso sim! Se eu quiser beijar o Thomas amanhã eu posso e... – Não permiti que ela continuasse aquela maldita frase, porque a segurei firme pelos dois braços e a puxei contra o meu corpo com brutalidade.

– Não! Você não pode! – A avisei mais uma vez perdendo a razão por completo.

– O que...

– Você não pode, porque sou eu quem vai fazer isso! –Seus olhos arregalaram ao ouvir as minhas palavras e eu não perdi tempo, guiei minha boca até a sua e pressionei um beijo em seus lábios. Automaticamente meus olhos fecharam e senti sua boca se abrindo pelo susto, então aproveitei o espaço e encaixei meus lábios nos seus. Nosso beijo tão lento, mas gostoso, me fez levar a língua até a sua, fazendo com que aos poucos eu soltasse os seus braços e pusesse os meus em sua pequena cintura, tão fina como eu jamais havia imaginado, enquanto ela colocava aos suas mãos pequenas em meu rosto. Eu a puxei para mais perto de mim, começando a deslizar minhas mãos de uma maneira possessiva por sua costa, até que sua língua, timidamente se entrelaçou levemente na minha, criando um atrito excitante e me vi pressionando o meu pau contra sua barriga.

–Harry... –Ela disse ofegante quando soltei sua boca por um segundo, logo, levando uma de minhas mãos até sua nuca e a outra permanecia entrelaçada a sua cintura, enquanto eu voltava a beijá-la.



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