História Platonic - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Harry Styles, One Direction, Romance
Exibições 95
Palavras 2.525
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Ecchi, Escolar, Festa, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Slash, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ei minhas divas 👑
Antes de tudo queria agradecer por todo carinho que me dão, os comentários, dicas etc. Vocês são uns amores e as melhores Platonics do meu corazon.

Geeeeeeenteeee como devem saber eu ainda estou em aula, por isso só tá dando de postar um capítulo por dia, e para cada pastagem eu dou uma revisada nele e ajeito algumas coisas e isso realmente demora, então, daqui há uma semana e meia já fico de férias e vou poder me dedicar completamente e postar mais capítulos por dia.

E espero que gostem do capítulo!

Capítulo 26 - Um "Talvez"


– Hannie, você…ah porra! – Foi o que ele disse ao entender o que havia escutado e foi então que se levantou e caminhou a passos largos até a porta saindo do quarto e mais lágrimas desceram por meu rosto.

– Idiota!

Como ele pode ser tão imbecil? Tão tapado? Tão burro? Eu disse tudo o que estava sentindo e ele foge? Agora eu me sinto uma verdadeira idiota por ter falado tudo aquilo, eu não deveria, eu não podia! Eu estraguei tudo! Estraguei o que eu nem sei direito o que poderíamos ter. Eu gosto dele, gosto de estar com ele, gosto do modo como ele sorrir, do seu jeito debochado, engraçado e adoro quando ele me chama de chaveirinho.

Ouvi um som conhecido ecoar ao meu lado e percebi a tela de um celular acessa. Peguei o aparelho e deslizei o dedo pela tela percebendo que era mesmo o meu celular, com certeza foi a minha mãe que havia o deixado ali porque meu pai não faria isso.

Mal consegui ver o que estava escrito ali pois meus olhos estavam embaçados pelas lágrimas, funguei e coloquei o celular ao meu lado enquanto limpava o meu rosto, os olhos e respirei fundo para controlar aquela vontade de chorar novamente.

– Com licença – Olhei rapidamente para a porta ao ouvir a voz da enfermeira, mas baixei a cabeça mexendo no lençol que cobria as minhas pernas para disfarçar, não queria que ela fizesse perguntas do porque eu estava com os olhos vermelhos e inchados – Está tudo bem por aqui?

– Sim, sim, desligue a luz, por favor.

– Tudo bem e...seu namorado?Não o vejo aqui – Ela perguntou e eu me contorci de raiva.

Mas que descarada! Eu vou dar na cara dessa mulher!

– Ele está no banheiro e você já pode ir embora queridinha.

– Então Boa noite – Ela respondeu e eu fiz um gesto com a mão para que ela saísse e demorou um pouco para a oferecida desligar a luz e fechar a porta, mas quando finalmente o ato foi feito, suspirei aliviada, mais uma vez passei as mãos pelo rosto e  peguei o celular.

ThomasMcBoner: Hannie?

Thomas? O que ele quer?

HannieStevens: Oi.

ThomasMcBoner: Pensei que não iria me responder.

HannieStevens: Não estou mais com taaaanta raiva de você.

ThomasMcBoner: Mas ainda está um pouco, não é?

HannieStevens: Talvez.

ThomasMcBoner: Olha, eu já te expliquei, você que entendeu errado, eu não faço aquelas coisas com o Jamie e a turma dele, eu só...o acompanho, mas não faço nada, eu fico na minha.

HannieStevens: AAAAAAAH! Agora entendi, você está querendo dizer que é um frouxo que não tem pena e nem coração de ver alguém apanhando, acertei?

ThomasMcBoner: Não faz assim Hannie...

HannieStevens: Sabe o que eu não entendo Thomas? Você é um cara tão bacana, não tem que ficar nas costas do idiota do Jamie, poxa, você pode criar amizades facilmente, olha só o nosso exemplo, nos conhecemos em menos de cinco dias e nos damos muito bem, sinceramente, eu não sei como fazer você enxergar que pode fazer as coisas sozinho que não precisa daquele imbecil para nada!

ThomasMcBoner: Eu sei que tudo o que você diz é verdade, mas eu não sei como mudar isso, ninguém pode me ajudar.

HannieStevens: Claro que sim, olha, esqueceu que agora você tem a mim?

ThomasMcBoner: Sério?! Então estamos de bem?

HannieStevens: Siiiiiiiiiiiiiiiiiiim.

ThomasMcBoner: Você não sabe o quanto isso me deixa feliz!

HannieStevens: Fico feliz também.

ThomasMcBoner: Hannie, não quero me meter nisso, mas...bom, soube do que aconteceu na casa do Luke.

HannieStevens: Como você soube?

ThomasMcBoner: Candice me contou .

HannieStevens: Como essa vadia soube????!!!

ThomasMcBonner: Não chama ela assim.

HannieStevens: Chamo sim! Aquela fofoqueira! E olha aqui, espera sentado se acha que vou tratar aquela garota bem só porque ela é sua amiguinha.

ThomasMcBoner: Tudo bem Hannie, faça o que quiser, só não quero ficar de mal com você outra vez, não quero falar mais disso, enfim, como você está? Está bem?

HannieStevens: Mais ou menos, ficar aqui nesse hospital não é nada legal, ninguém está aqui comigo.

Claro, Harry fugiu de mim como um gato prestes a tomar banho.

ThomasMcBoner: Eu queria está cuidando de você agora.

HannieStevens: E eu queria que estivesse aqui, sinto-me tão sozinha, ainda mais com essa chuva caindo tão forte, está mais frio que o normal, muito frio mesmo.

ThomasMcBoner: Se quiser eu fujo e vou até com você. Sabia que o beijo é um dos melhores jeitos de esquentar alguém?

Oh meu...

Ele está me paquerando? Ele está mesmo fazendo isso? Mas Harry...

‘’Só...não goste dele, ok?””

Seu pedido veio em minha cabeça, mas ele fugiu quando eu abri meu coração, ele...não me correspondeu e tecnicamente eu não estou gostando do Thomas, mas posso flertar se eu quiser.

HannieStevens: Se isso for uma proposta, eu topo.

– Hannie?

FlashBack Off

Oh meu pai! Ele estava...estava se esfregando em mim e eu...e eu...eu estava gostando, oh céus! Eu estava gostando e muito!

Sua mão estava fixa em minha nuca e a outra rodeava a minha cintura, segurando-me firmemente e eu lhe entreguei toda a vontade que sentia em beijá-lo. Senhor! Os seus lábios eram macios, quentes, habilidosos, muito habilidosos e senti-los era magnifico! Eu poderia desmaiar a qualquer momento, tamanha a emoção que ele estava me passando através de sua boca, de sua língua, Oh sua língua! Eu simplesmente a adorava com a minha naquele instante enquanto minhas mãos apalparam com força a sua costa, temendo que ele fugisse.

– Princesa...

Puta que pariu!

CARAAAAAAAAAMBA!

CARAAAAAAAAAAABA!

Era meu pai! Meu pai!

Assim como eu, Harry se assustou, o que me fez desgrudar os lábios dos dele e olhou para a porta que tinha acabado de ser aberta. Meu pai estava ali, seus olhos estavam arregalados e eu podia ver as suas mãos fechadas em punho e apenas uma palavra veio em minha cabeça naquele instante:

FUDEU!

– Sai de cima da minha filha seu vagabundo! – A voz de meu pai soou mais grave do que o normal e no mesmo instante empurrei Harry o fazendo cair no chão, o olhei assustada por um instante e vi o terror em sua feição. Saí da cama em um salto enquanto meu pai entrava no quarto a passos largos em direção ao Harry e no mesmo instante tentei impedi-lo ficando em sua frente, mas ele segurou com firmeza os meus braços e me afastou rudemente, assim, só tive tempo de vê-lo segurar Harry pelo

cabelo com uma das mãos fazendo-o levantar e reclamar de dor , o que me levou a por as mãos sob a boca assustada com o que ele poderia fazer – Sua lombriga pilantra!!! – Com a outra mão livre , meu pai se preparou para dar um soco em Harry, mas antes que isso pudesse acontecer, o meu Styles desmaiou.

– Harry! – Gritei e corri em sua direção, mas meu pai impediu.

– Fica longe Hannie! A nossa conversa é lá em casa! – E na hora eu soube com toda a certeza que meu pai estava muito irritado e decepcionado comigo, pois ele só me chamava de Hannie quando ficava irritado ou triste comigo.

– O que está acontecendo?! – A enfermeira oferecida disse ao aparecer no quatro com mais outros dois, os quais olharam incrédulos para a cena a frente.

– Quem deixou esse moleque entrar aqui?! – Meu pai perguntou furioso largando Harry com tudo no chão.

– Como assim? Ele está autorizado a entrar aqui – Ela informou enquanto eu corri até Harry quase surtando de preocupação, só que mais uma vez meu pai me impediu, agora, segurando o meu braço.

– Não está! Ele é um pilantrinha que anda atrás da minha filha.

– Não pai...

– Mas ele me disse que era namorado dela – E a maldita da mulher soltou a bomba.

– Como é que é? – Ai caramba! Agora eu estou morta! – Ele me olhou com tanta fúria que senti minhas pernas estremecerem.

– Pai eu...

– Você vai para casa agora!!!

– O que? Não pai!

– Senhor, a saída dela não está autorizada – Um dos enfermeiros disse, mas eu não havia prestado atenção em qual, pois meus olhos queriam focar em Harry, ele havia desmaiado e havia sido jogado no chão! Oh céus! Ele deve está machucado! Mas meu pai me segurava de uma forma que não dava de vê-lo.

– Ela vai comigo e ninguém vai me impedir! – Ele esbravejou.

– Não! – Tentei me soltar de suas mãos, mas agora ele praticamente arrastava-me enquanto eu via os enfermeiros acudirem Harry. Ninguém mais tentou impedir que eu saísse de lá, ainda mais que meu pai transmitia medo por onde passava naquele momento, ele era um homem grande, forte e completamente exaltado no instante.

– Eu sabia que estava acontecendo alguma coisa! Eu sabia que não deveria confiar naquela garotinha!

Garotinha?

...

Durante o caminho todo meu pai falou tantas coisas que eu me senti a pior filha do mundo, o quanto eu havia o decepcionado, que eu não era digna da confiança dele e o pior de tudo! Eu estava proibida de falar com os garotos e as meninas, principalmente com Harry. Tudo aconteceu porque Abby disse que dormiria comigo, mas na verdade era tudo um plano só para Harry passar a noite ao meu lado, cuidando de mim, dizendo o meu pai, mas eu sabia que era verdade, pois tudo se encaixava, o que no fundo eu fiquei feliz em saber, mas não podia sorrir enquanto meu pai estivesse ali. Quando chegamos em casa, foi discussão para todo o lado, minha mãe brigava comigo e ao mesmo tempo com o papai, mas eles não entendem! Foi a coisa mais meiga que Harry fez por mim.

Não demorou muito para que minha mãe me ajudasse a subir para o quarto e ficar comigo por alguns minutos.

– Você gosta desse garoto? – Minha mãe perguntou fazendo com que eu me sobressaltasse.

– E-eu não sei! Acho que sim, quer dizer, eu sei que gosto, mas as vezes ele me irrita tanto que acabo em dúvida – Observei seus olhos castanhos iguais aos meus, avaliarem o meu rosto de uma forma compreensiva e eu suspirei – Sabe mãe, hoje ele me beijou e foi tão perfeito, tão perfeito! – Meus lábios formigaram ao lembrar de sua boca sobre a minha e sorri, sorri bobamente – Mas o papai estragou tudo! – Bufei irritada enquanto mexia distraidamente no lençol que me cobria.

– Então esse garoto gosta de você já que a beijou.

Eu espero que sim mamãe!

– Eu não sei, não sei, mas agora como vou falar com ele? Estou proibida de ver até os meus amigos e agora? – Perguntei praticamente em súplica e minha mãe abriu um lindo sorriso acolhedor.

– Deixe tudo nas minhas mãos querida, sei domar o seu pai – Sorri com tamanha esperança crescendo em meu peito ao ouvir aquelas palavras.

– Você me ajudaria?! Faria isso por mim mãe?!

– Ei! Você é minha filha! É claro que te ajudaria – Soltei uma risada tão alta como o tamanho de minha felicidade e lhe abracei bem apertado.

– Ah minha Hannie! – Eu podia sentir o seu sorriso se abrir – Agora eu tenho que descer e esperar seu pai, já que ele foi pegar suas coisas lá no hospital – Confirmei

sinalizando a cabeça. Despedimo-nos com um beijo de boa noite e fiquei ali pensando em Harry, pensando em como ele estaria, pensando no seu beijo perfeito, se ele estaria pensando em mim...

...bom, depois que ele acordasse é claro!

Olhei para a pequena mesinha ao lado da minha cama vendo o meu Little Hazz e sorri automaticamente pois me lembrei de Harry, assim, o peguei e o abracei, o abracei como se pudesse sentir o perna de bambu ali, o meu perna de bambu.

No dia seguinte...

– Filha, filha, acorde!

– Hm...Hm... –Murmurei ao ouvir a voz de minha mãe perto de mim, fazendo-me despertar. Sentia seu corpo ali ao meu lado esquerdo, mas recusei a abrir os olhos.

– Filha, tenho uma boa notícia para te dar.

– Hm...

– Filha!

– Hm...estou...ouvindo...ouvindo mãe...

– Você pode voltar a falar com seus amigos, até com o Tarry – Meus olhos abriram-se naquele mesmo instante e em um salto saí da cama pelo outro lado, se não derrubaria minha mãe, mas eu estava pulando de alegria, literalmente.

– É Harry mãe! Ai, eu não acredito!!! Como a senhora conseguiu? Como? – Corri até ela e me joguei em cima de suas pernas lhe dando vários beijos na bochecha.

– Menina! – Ela disse entre risos.

– Caramba! Eu tenho, eu tenho que falar com eles, quer dizer, tenho que falar primeiro com o Harry! Quero saber como ele está! – Eu dizia afobada. Já havia saído do colo de minha mãe e agora andava nervosa de um lado para o outro em meu quarto.

– Ele está bem – Ela afirmou.

– Como a senhora sabe? – Parei e a encarei confusa.

– Fiz seu pai ligar e perguntar, pode ter certeza que ele não gostou nada de saber que ele está bem.

– Mas, mas ele ainda está no hospital? – Perguntei descontroladamente.

– Não querida, já está na casa dele.

– Eu preciso ir lá! – Disse enquanto corria até o banheiro.

– Ainda está muito cedo, ele deve está dormindo Hannie.

– Não, ele não está! – Gritei do banheiro.

– Filha eu... – A campainha não deixou que minha mãe terminasse a frase – Já volto querida.

– Tudo bem!

Droga! Preciso achar uma roupa!

Voltei correndo para o quarto e separei algumas peças, depois fui para o banheiro novamente e fiz minha higiene matinal. Como tudo o que eu precisa estavam em cima da cama, logo as vesti. Me olhei no espelho e sorri ao ver a minha imagem refletida. Diferente do que eu usava, um short jeans de cintura alta preto e um croppet cinza de

pano fino com as mangas compridas não deixava a minha barriga tão amostra, eu me sentia bonita, bonita do jeito que talvez Harry reparasse, já que eu quase não mostrava as pernas e o short era tão curto que repeti em minha cabeça milhões de vezes que estava bonito. Eu queria impressioná-lo, eu queria que ele me deseja-se como demonstrou ontem a noite. Deixei os cabelos soltos e passei uma leve maquiagem, eu tinha que está linda, eu queria ficar bonita para Harry

– A sapatilha! – Repreendi a mim mesma por quase esquecê-la e logo saí do quarto as

pressas – Mãe! A senhora viu a minha sa... – Me calei ao ver quem estava sentado ali em meu sofá enquanto eu descia as escadas.

– Oi chaveirinho – Ele abriu aquele sorriso encantador e eu quase caí da escada de tanta felicidade.

– Harry!!! – Corri em sua direção e joguei meus braços por cima de seus ombros enquanto minhas pernas entrelaçavam a sua cintura – Eu não acredito que você está aqui! – Seus braços me apertaram com tanta força que eu não me incomodei com a pequena dor que senti nas costelas, mas um pigarreio fez com que eu e ele nos afastássemos, logo larguei a sua cintura e desci com a sua ajuda e fitei a minha mãe que estava ali nos observando com um grande sorriso.

– Seu pai já foi trabalhar bem cedo então podem ficar a vontade, vou aqui na vizinha, ela prometeu me ajudar com uma receita – Nós dois nos entreolhamos rápido e sorrimos envergonhados, enquanto a minha mãe se despedia com um breve aceno e quando finalmente ela saiu pela porta, não perdi tempo, me virei para Harry e envolvi meus braços por trás de sua nuca, erguendo-me aos poucos na ponta dos pés a fim de sentir novamente o seu saber, mas ao roçar o nariz no seu, senti suas mãos em meus braços afastando-me.

– Não faça isso Stevens.



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