História Platonic Love - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Romance, Suspense
Exibições 8
Palavras 2.124
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Galera espero que gostem, desculpem qualquer erro e comentem muito por favor!

Capítulo 7 - Se fosse pra me beijar que fosse direito!


Fanfic / Fanfiction Platonic Love - Capítulo 7 - Se fosse pra me beijar que fosse direito!


O Alfredo me olhou serenamente e começou a se aproximar do meu rosto devagar, ok, ok. Nossos lábios se encontraram e ele começou um beijo lento e calmo, depois de um tempinho ele pediu passagem com a língua e eu cedi, eu senti uma sensação estranha, não sabia explicar.
- Já deu né!? - O Justin disse com os braços cruzados e nós nos afastamos. Giraram a garrafa e o Alfredo iria perguntar para mim. 
- Verdade ou consequência? - Ele perguntou com um sorrisinho nós lábios.
- Verdade. - Estava com um pouco de receio da pergunta.
- Você ainda gosta do Drake? - Sinceramente eu acho que não, me decepcionei bastante com ele.
- Não. - Disse com certeza em minha fala. Depois dessa resposta eu bebi mais algumas e depois sai do jogo. Alguns minutos depois todo mundo estava bêbado. Fui dirigindo mesmo sem ter carteira. Quando dobrei a esquina da minha casa, vi uma blits. OMG FUDEU! Ele olhou para a minha cara e pediu para eu estacionar.
- Oi policial... - Olhei seu crachá. - Wilson. - Sorri forçado tentando disfarçar. 
- Oi moça, documentos do carro e habilitação, por favor. - Ele sorriu olhando sua prancheta. Comecei a procurar primeiro o documento do carro, já que eu não tenho carteira para atrasar, já tô vendo a multa bem bonitinha que eu vou levar e se o carro não for apreendido. Quando peguei o documento, três carros passaram em alta velocidade pela pista, parecia um racha. Ele ficou sério. - Está liberada. - Ele correu até o carro dele e começou a perseguir os carros. Acelerei e parei na minha casa. 
- Allya, você vai dormir aqui, tá muito bêbada para voltar pra casa. - Falei pegando seu celular e em seguida ligando para seu pai.
- Senhor... - Olhei para a Allya e ela pronunciou um "Lucas" e começou a rir. - Senhor Lucas, aqui é a amiga da Allya, ela dormiu, aí eu não queria acorda-la, então ela pode ficar aqui, por favor? - Ele deu uma pigarreada, parecia sono.
- Pode sim e obrigado por ligar, tchau. - Disse tchau e desliguei o celular carregando a bêbada para o meu quarto. Ela tapou a boca e correu para o banheiro, vomitou um monte. Molhei a cara dela e depois a coloquei na cama. Me deitei no sofá do meu quarto e dormi. 
(...)
Acordei era 9:00 achando que tinha aula no outro dia, era feriado escolar, oh meu Deus. Levantei, peguei uma toalha e tomei um banho, abri o guarda-roupa e peguei uma calça jeans e uma blusa de manga comprida amarela, estava frio. Aos poucos a dorminhoca acordou, mas parecia pior, deve ser a ressaca.
- Eu estou com uma dor de cabeça enorme, acho que peguei resfriado. - Olhei para ela séria e comecei a rir. - O que foi? - Ela me olhava sem entender.
- Não é resfriado, é restinho de felicidade de ontem. - Ela passou um milênio para entender.
- MEU DEUS! MEU PAI DEVE ESTAR MORRENDO! - Deu um grito que eu me assustei.
- Relaxa, eu liguei para ele ontem dizendo que você tinha dormido, ai ele disse que você podia dormir aqui, porque eu não ia te levar bêbada, vomitando para casa. - Com certeza ela não ia conseguir disfarçar e como eu imagino, a família dela deve ser bem conservadora. 
- Graças a Deus. - Levantou a mão para o céu. 
- Será que se eu pedir para você passar a tarde ele deixa? - Perguntei curiosa.
- Acho que sim. - Movimentei a mão para que ela me entregasse o celular. Disquei o número e esperei ele atender.
Ligação on: 
~ Senhor Lucas? ~ Quem atendeu foi uma mulher.
~ O que você quer com o meu marido? ~ Ela foi totalmente rude.
~ Eu sou a Ingrid, amiga da Allya. ~ Falei meio sem jeito.
~ Ah, me desculpe, vou passar para ele. - Eu em... ~ LUCAS. ~ Ela berrou me forçando a afastar o celular do ouvido. ~ A amiga da sua filha está na linha. ~ Estranhei quando ela disse "sua filha" 
~ Alô? ~ Ele parecia tentar lembrar quem eu sou.
~ Oi senhor Lucas, sou a amiga da Allya, a que ligou ontem a noite. ~ Ele fez um "Ah, sei." ~ Bem, eu queria saber se ela pode passar a tarde aqui. ~ Fechei os olhos esperando um "CLARO QUE NÃO! "
~ Pode sim, mas eu quero que ela esteja aqui pelo menos umas 19:30 ~ Falei um "ok" - Tchau. ~ Ele disse apressado e desligou. 
- Ele deixou amiga. - Disse entregando seu celular. Ela deu dois pulinhos e minha mãe entrou no quarto avisando que ia almoçar fora com meu pai.
- Eiii, vamos comer? - Perguntei a Allya e ela concordou. - Tá, se arruma, vamos para a subway. - Entreguei uma toalha a ela e fui procurar alguma roupa que lhe servisse, até porque ela é mais magra que eu. Peguei uma calça jeans e uma blusa do Capitão America, acho que vai ficar legal. Entreguei a roupa a ela e fui ajeitar meu cabelo, fiz uma trança longa, passei um batom vinho e calcei meus tênis azuis. Ela saiu do banheiro e eu percebi que ainda ficou um pouco grande. - Desculpa, nem tenho uma menor que essa. - Apontei para a roupa.
- Tudo bem. - Peguei minha bolsa e nós fomos rumo a subway. Chegando lá a Allya perguntou o que eu queria e foi comprar, mesmo eu dizendo que eu podia comprar e que ela não precisava. Aproveitei e liguei para a Laís.
~ Ei, tá pronta? ~ Perguntei assim que ela atendeu.
~ Onde tu tá? ~ Ouvi um enorme barulho e notei que ela está em um lugar público. 
~ Subway. ~ Disse olhando para o nada.
~ Eu vou ver se dá pra eu ir. ~ Ela disse e desligou. Que frieza.
- Nossa nem chama a gente pra comer. - Olhei para trás e vi o Chaz, Chris e Ryan.
- Eu tô morrendo de fome. - O Chris disse e foi pedir a comida. 
- Vai mais pra lá. - O Chaz disse fazendo um movimento com a mão para eu sair.
- Nossa que delicadeza. - Dei espaço para ele se sentar. 
- O que vocês estão fazendo aqui? - Perguntei olhando para o Ryan.
- EI VIADOS, A PESSOA DIZ: "ESPERA DOIS MINUTOS" E VOCÊS SOMEM. - Alfredo chegou gritando e eu ri. - Ah, oi Ingrid. - Ele disse sem graça.
- Hummm. - O Chaz falou, logo recebendo um soco do Alfredo. - Ai caralho. - Ele passou a mão no braço. 
- EIII GALERA, TEM BURRITO PELA METADE DO PREÇO DO OUTRO LADO DA RUA. - O Chris chegou gritando. Chaz olhou para o Ryan e aqueles três retardados correram para fora. 
- Oh meu Deus. - Eu ri daqueles patetas. - Você não vai? - Perguntei olhando em seus olhos.
- Não, eu não gosto de burritos. - Assenti com a cabeça. - Eu prefiro ficar aqui com uma pessoa bem bonita e legal. - Ele ficou me encarando, nossa que indireta bem direta. Sorri sem graça.
- Voltei. - A Allya voltou. - Eu estou interrompendo alguma coisa? - Ela me olhou e olhou para ele.
- Não, pode sentar. - Quando ela se sentou o Chris chegou sozinho dessa vez. 
- Eu esqueci meu casaco aqui? - Ele olhou para a Allya. - Acho que eu vou ficar. - Ele se sentou.
- Hummmmmmm, já sei qual é a sua. - Falei e o Chris me deu língua. 
- Então, podemos conversar? - Ele perguntou para a Allya, ela assentiu sorrindo boba.
- Vamos sair daqui. - Sussurrei para o Alfredo escutar, ele assentiu e nós deixamos a casalzinho lá. 
- Ei, vocês viram o Chris? - Ryan perguntou, ele estava com dois burritos, parecia estar segurando o do Chris.
- Ele está fazendo uma coisa mais interessante. - Olhei para o Alfredo e nós rimos. 
- Não entendi. - O Chaz disse.
- Ele está com a Allya. - Chaz fez "aaaah, saquei"
- Namoral, a gente precisa arrumar uma namorada. - Ele disse enquanto saia e eu ri. Ficamos rodando por ai. Vi o Justin com a Kim e revirei os olhos.
- Ai Justin, você é tão engraçado, hahahaha. - Aquela piranha estava quase gritando no meio da rua. Revirei os olhos. 
- Você é afim dele né? - Do nada o Alfredo veio com essa.
- Tá tão na cara assim? - Ele assentiu e riu em seguida. 
- Você acha que ele gosta de você? - Perguntou sério. 
- Não. - Fiquei séria também. 
- Por que? - Nos sentamos em um banco um pouco longe do casal.
- Porque não me acho isso tudo. - Falei sinceramente.
- Mas você é isso tudo. - Ele me olhou com intensidade.
- Mas cara, eu não sou bonita, sou chata pra caralho, não sou gostosa... Eu não sou parecida com nenhuma que ele já ficou. - Abaixei a cabeça e ele a levantou.
- Seu único defeito, é que você não acredita em si mesma. - Ele sorriu. - Certo, mudando de assunto, como você voltou para casa ontem? - Sorri com sua pergunta.
- Menino deixa eu te contar. - Falei animada. - Peguei o carro do Ryan emprestado, ai fui dirigindo, que aquele ali, estava mortooo de bêbado, ai lá vai a Ingrid, quando eu dobrei a rua, blits, puta que pariu, eu positiva né, talvez ele não me pare e como eu sou azarada ele me parou, olhei pra ele com a maior cara lisa, já que eu não tenho carteira de motorista, quando eu ia pegar as coisas e pedir pelo amor de Deus para ele não apreender o carro, três carros passaram em alta velocidade em um racha, ai ele me liberou e foi atrás dos carros.
- Meu Deus, você deve ter ficado... - O interrompi, meu celular estava vibrando. 
- Espera. - Olhei meu celular e atendi a ligação da minha mãe. 
~ Filha, venha aqui em casa por favor. ~ Revirei os olhos.
~ Ok. ~ Desliguei o celular.
- Tenho que ir. - Me levantei endireitando minha blusa.
- Eu te levo em casa. - Ele disse meigo. 
- Ok. - Voltamos para a subway pra chamar minha miga. 
- A gente tem que ir. - Falei assim que cheguei na mesa do casal.
- Tá, tchau amor. - Ela deu um selinho nele. 
- Hummmmmmmmmmmm, quer vir com a gente não? - Sorri maliciosa.
- Quero. - Ele pegou na mão dela.
- Hummmmmmmmmmmm. - Eu e o Alfredo falamos em coro e rimos em seguida.
- Vão se fuder. - Ri mais ainda. 
- Anda mais rápido. - O Alfredo disse.
- Tô com preguiça. - Desbloquiei meu celular e comecei a olhar meu o Instagram. Então ele pegou meu celular da minha mão e começou a correr. - Me dá Alfredo. - Ele já estava longe então eu comecei a correr atrás dele. - ME DÁ ESSA MERDA! - Comecei a gritar e todos que passavam me olhavam. - Ai caralho. - Fingi uma torção no pé, quando ele olhou para trás e me viu no chão, correu até mim preocupado.
- O que foi? - Ele perguntou me olhando sério, parecia se sentir culpado.
- Eu acho que torci. - Ele olhou para o meu pé e eu tomei o meu celular de suas mãos. - Otário. - Me levantei e comecei a correr.
- Trapaseira! - Ele começou a correr novamente. Prestei atenção por onde eu passava, quando olhei para trás novamente, não o vi mais, despiste, sorri vitoriosa e comecei minha dançinha. Senti dois braços me puxar. - Peguei. - Ele disse comigo em seus braços.
- Me solta. - Falei brava tentando me soltar.
- Não. - Fiquei séria, então ele me soltou.
- Eu não gosto de você. - Fiz cara de brava e virei a cara.
- Me perdoa. - Falou me olhando.
- Não. - Ele me olhou com uma cara meiga.
- Por favor. - Neguei com a cabeça. - Por favor! - Ele fez bico e eu ri, apertando suas bochechas. 
- Tá. - Logo chegamos em minha casa. - Então, tchau. - Fiquei na pontinha do pé para abraça-lo. Quando virei para a minha casa ele me puxou, me fazendo chocar contra o seu corpo, me dando um selinho.
- Tchau. - Falou e desapareceu, ai que filho da puta, se fosse pra me beijar que fosse direito né!?
 


Notas Finais


DEMOREI HORRORES! Eu tinha esquecido a senha :)


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