História Play Hard - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Kylie Jenner
Personagens Justin Bieber, Kylie Jenner, Personagens Originais
Exibições 40
Palavras 4.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Costume Party


Capítulo 2

 

Emmeline Lestrange

- Então – disse um pouco alto, fazendo com que as meninas se calassem e me ouvissem. – Hoje teremos que dar a melhor festa da historia desse campus – olhei desafiador para cada uma delas. – Fiz uma lista de coisas a fazer, vocês se juntem e dividam as tarefas entre si. Eu sei que é muita coisa em muito pouco tempo, mas eu sei que vocês são capazes! E além do mais, precisamos mostrar para aqueles brutamontes o que é uma festa de verdade.

Elas se espalharam pela sala, falando alto. Estavam mais animadas do que eu. Coloquei o papel com as tarefas anotadas no painel magnético que usávamos para anotações que havia pendurado ao lado da porta de entrada. Distribui as tarefas, sendo cada uma delas para um grupo.

Prendi meus cabelos com um elástico, arrumei o short e abri a porta da casa, dando de cara com o gramado gigante da universidade. Era hora do almoço, esse com certeza era o horário em que aquele campus fervia. Eu e Ashley ficamos encaminhadas de avisar a todos sobre a festa. Um pouco mais cedo fomos a uma gráfica fazer alguns panfletos parar entregar.

- Não percam a festa das Zeta. Todos são bem-vindos com uma garrafa de vodka!

 

Justin Bieber

- Hey cara. – Ryan me cutucou, e indicou com a cabeça para onde belas garotas com shorts curtíssimos distribuíam alguns panfletos. Entre essas, Emma.

- O que ela inventou agora? – cruzei os braços, umedecendo os lábios, sorrindo ao vê-la.

- Deve ser para a festa que você a desafiou a fazer. – respondeu ele, sendo babaca demais para perceber que foi uma pergunta retórica. Revirei os olhos.

Propositalmente, tirei a regata que vestia e arrumei os óculos em meu rosto. Direcionei-me as Zetas, percebendo que todas as garotas daquele campus estavam com os olhos vidrados em mim. Menos uma. Menos a mais importante! E isso sempre me deixava cada vez mais puto.

- Hey, hey – disse me aproximando. – Que coisa mais bela de se ver logo pela manhã. – mordi meus lábios, enquanto olhava Emma de costas, até ela se virar para mim.

Pude perceber seus olhos primeiramente no meu abdômen, percorrendo cada uma de minhas tatuagens até chegar a meu rosto. Ela sorriu com uma sobrancelha arqueada.

- O que quer agora, Bieber? – se fez de durona.

- Não vou ser convidado para sua festa, Emmie? – ela estremeceu.

 Amanda estendeu um dos panfletos de suas mãos.

- Festa a fantasia! – eu gargalhei. – O que acha de irmos como um par? Você de policial gostosa, e eu como seu prisioneiro.  

- Não fui eu quem escolhi minha fantasia, não tive tempo então deixei as meninas encarregadas disso.

Me aproximei mais.

- Qual é, Emma? Não se faça de difícil, hum – acariciei sua bochecha, parando meu polegar em seu queixo. – Você sabe que ainda vamos nos esbarrar muito, não sei porque insiste em fugir de mim. – depositei um beijo em sua testa, e me afastei.

 

Emmeline Lestrange

Agradeci a Deus o momento em que ele me deixou em paz. Estava começando a ficar difícil resistir aos seus toques e mais difícil ainda ouvi-lo sussurrar meu apelido em meu ouvido. Oh meu Deus, Justin Bieber.

 - Como consegue se controlar com ele agindo daquela forma? – Ashley se aproximou, ainda entregando os panfletos para os que passavam.

- Só por fora – bufei. Meus panfletos acabaram então deixei as meninas lá fora terminando seu trabalho, e fui checar as outras coisas.

Adentrei a casa vendo um bando de meninas gritando e correndo cheias de coisas nas mãos. Olhei para a decoração e estava boa para o pouco tempo. Um DJ – que eu achei que elas não iriam conseguir contratar –, estava se instalando em um canto de nossa sala.

- Sarah – a chamei, rapidamente ela correu até mim. – Posso ver a lista de músicas?

- Claro – ela me entregou uma prancheta com varias músicas atuais, estavam ótimas.

- Ok, está muito boa – ela sorriu agradecida. – Algum problema direcionado as outras coisas?

Ela pareceu pensar um pouco.

- Hm, acho que não.

- Tudo bem, então. Vou estar em meu quarto. Qualquer coisa é só me chamar – ela assentiu e disse:

- Sua fantasia está em cima de sua cama.

- Ok, obrigada – ela saiu.

Subi até meu quarto, desviando de algumas garotas na escada. Fiquei pensando na minha conversa com Justin e sobre sua proposta de virmos combinando. Eu ao menos sabia qual fantasia iria usar, já que as meninas haviam escolhido alguma para mim.

Quando abri a porta de meus aposentos, fitei a fantasia que haviam deixado em cima da cama. Isso só poderia ser brincadeira. Ri um pouco.

- Seu dia de sorte, Bieber – disse para mim mesma, enquanto rodava as algemas, que faziam conjunto com a fantasia, em meus dedos.

 

Após terminar de tomar meu banho, enrolei uma toalha em meu corpo e outra em meus cabelos. Coloquei um conjunto de roupas intimas e fitei novamente a fantasia.

Isso só podem ser os astros planejando alguma coisa para mim.

Primeiramente sequei meus cabelos. Os deixei solto. Particularmente eles estavam lindos, com um volume e um brilho sem igual. O que é completamente raro. Prendi minha franja enquanto fazia uma maquiagem.

Destaquei meus olhos com um delineado bem marcado e meus lábios estavam com um gloss incolor. Dei uma ultima olhada no espelho e mais uma arrumadinha no cabelo. Vesti a fantasia que destacou de forma incrível meus seios. Bieber iria gostar. Não que eu me importasse muito.

Coloquei o chapéu de policial que fazia parte da fantasia, e pendurei as algemas de brinquedo no cinto onde havia uma arma falsa.

Apaguei a luz do quarto e sai no corredor.

- Uau! – as meninas murmuraram em aprovação a minha aparência. Ri um pouco, enquanto dava uma voltinha.

- Assim o Bieber fica louco! – alguma delas gritou fazendo todas elas rirem. Revirei os olhos e desci as escadas junto delas.

A casa já estava cheia. As únicas luzes que iluminavam ali eram as coloridas de boates. A música era alta e eu já podia sentir um leve cheiro de maconha. A atenção de todos se focou em nossos corpos e a fantasia que estávamos vestindo. Corri meus olhos por toda a sala procurando Justin, mas foi um ato totalmente inútil.

- Calma gatinha, ele vem – Ash piscou para mim, me entregando um copo com alguma bebida.

- O que é isso? – disse, analisando o copo.

- Vodka e suco – ela disse, dando de ombros. Mas não era somente aquilo que tinha no copo. Ela tinha colocado alguma coisa a mais, pois pude ver um pó se desfazendo.

- Ashley – arqueei as sobrancelhas.

- Ai garota. É apenas uma coisinha pra você se soltar – revirei os olhos.

- Se eu morrer, eu volto pra te aterrorizar – ela riu. Tomei todo o conteúdo no copo em um gole só, fazendo careta em seguida.

- Olha só – Ash disse de maneira maliciosa, enquanto olhava para a porta.

Segui seu olhar, até atingir em uma figura vestida de um jeito inesperado. Justin estava apenas com uma cueca listrada de branco e preto. Cá está sua fantasia de presidiário. Dei o copo para Ashley e me dirigi até o individuo.

- Ora, ora Bieber – acho uma coisa fora do comum que mesmo de salto eu fique menor que ele.

- Emmie, meu amor – ele mordeu os lábios, olhando para o meu corpo. – Vejo que você aceitou minha proposta.

- Uma proposta tão tentadora como essa, é impossível não aceitar – ele sorriu do jeito mais cafajeste possível. Seus olhos fitavam os meus, por um tempo indeterminado, o que me deixou sem graça. – Te provei agora que consigo fazer festa melhor que você? – debochei.

- Ah, então você gosta de me provar as coisas? – continuando com aquele sorrisinho que estava começando a me irritar, ele se aproximou. – Que tal me provar que é tão boa na cama quanto parece?

Naquele momento, um calor subiu até minha nuca. Minha respiração falhou, mas não sabia se era pela proximidade, ou pelo que ele havia acabado de falar.

- Não sei – dei de ombros. – Acho que você não pode me satisfazer – fiz um gesto com a mão, demonstrando que seu membro seria pequeno.

Justin encarou minha mão com os olhos demonstrando o quão bravo estava. Ele abriu a boca minimamente, não acreditando no que eu acabara de dizer.  Sorri pra ele, me virei e sai. Não pude dar dois passos que ele segurou meu braço, me virando e chocando nossos corpos.

- Vamos ver se é isso que irá dizer quando estiver gemendo meu nome na cama – soltou meu braço com brutalidade, fazendo-me tropeçar.

Ele havia realmente ficado bravo. Coitado, devo ter machucado seu ego. Afastando-o de minha mente, comecei a procurar por Ashley. A achei no meio de alguns caras. Estava em uma mesinha improvisada. Ash arrumava algumas carreirinhas de cocaína, e em seguida, aspirava tudo.

Resolvi não me meter ali. Geralmente, quando ela se droga, fica mais nervosa que o normal. Encostei-me perto do DJ, e comecei a sentir o efeito da droga que Ash tinha colocado em meu drink. Meus olhos enxergavam varias cores e formas geométricas. Peguei um copo de bebida, e mandei tudo para dentro.

A música que tocava estava bem animada. Mexi me quadril conforme suas batidas. Meu corpo todo estava mole, o que permitia a facilidade dos movimentos. Minha cabeça girava, mas nada daquilo estava me incomodando. Sentia os primeiros sintomas da embriagues tomar conta de meu corpo.

 A bebida logo acabou. Um braço tatuado apareceu em minha frente, com mais um copo. Dei de ombros e comecei a beber. Senti um corpo atrás do meu, o perfume não negava. Suas mãos escorregaram de meu busto até minha cintura. Nossos corpos mexiam juntos com as batidas da música.

Meu bumbum esbarrou em seu membro diversas vezes, fazendo-o gemer baixo em meu ouvido. Isso era sacanagem.

- Sobe comigo – sua voz saiu baixa e arrastada.

Peguei em sua mão, e caminhei puxando-o em direção à escada enquanto desviava de algumas pessoas. Justin mantinha seu corpo colado ao meu, como se quisesse mostrar a toda hora que estava duro por minha causa.

Demoramos mais do que o normal para conseguirmos chegar ao meu quarto, já que ambos estávamos meio bêbados e o corredor estava cheio.
Assim que consegui encontrar a porta do meu quarto, abri a mesma e Justin entrou logo atrás de mim, e trancou a porta.

- Bem melhor – murmurou, me jogando na cama com uma brutalidade sem igual.

Seu corpo caiu sobre o meu. Ele me beijou com voracidade enquanto esfregava seu membro, ainda coberto pelo fino tecido de sua cueca, em minha intimidade.
Soltei um gemido involuntário entre o beijo, enquanto apreciava a incrível sensação dos nossos sexos se tocando.
Enterrei meus dedos em seus cabelos, bagunçando os mesmos sem pudor. Justin tateou minha roupa até achar o zíper da fantasia. Partimos o beijo por alguns segundo para ele me deixar devidamente seminua.

- Oh meu Deus – gemeu, fitando meu corpo por inteiro.

Justin voltou a se deitar sobre mim, beijando meus seios fartos ainda dentro do sutiã. Minha respiração falha e ofegante ecoava pelo quarto junto aos gemidos roucos dele.
Em um choque de realidade senti meus braços serem puxados brutalmente até a cabeceira da cama, onde foram algemados.

Ele estava usando minha própria fantasia contra mim.

- Mas o que... Justin, me solta!

- Parece que a policial, foi presa pelo presidiário – disse ao pé de meu ouvido, soltando uma risada baixa logo depois. Dizer que eu não tinha me arrepiado diante daquilo, era mentira. – Estou no comando agora.

Suas mãos deslizaram até minha coxa a apertando e fazendo-me soltar minha respiração que eu ao menos percebi que tinha prendido. Seus lábios grudaram ao meu pescoço, dando um cupão que com certeza ficaria marca, mas eu não estava me importando com isso naquele momento.
Depois do chupão, vieram os beijos incrivelmente lentos. Minha mente tentou formular uma resposta bastante concreta para responder: Como ele conseguia ter tanto controle diante da situação?

- Justin – outro gemido involuntário, como os outros mil que eu já tinha soltado.

- O que? – mordeu a ponta de minha orelha, fazendo-me arfar.

- Anda logo! – ordenei, mesmo sabendo que ele só iria fazer algo quando bem entendesse.

Ele não respondeu, apenas continuou o que estava fazendo. Suas mãos foram até o feche de meu sutiã, e em dois segundos o mesmo estava jogado em algum canto do quarto. Justin fitou meus seios por alguns segundo, mordendo o lábio.

- Isso é perdição – ele se inclinou, alcançando meus seios com os lábios.

Senti um prazer sem igual no contato de sua língua com meu mamilo. Aquilo era insano e eu não tinha 100% de certeza se iria ficar calma no dia seguinte por ter transado com ele. Eu fui fácil demais hoje, não sei se foi pela droga ou pela bebida, mas eu não podia ser fácil assim.

Justin desceu os beijos por minha barriga enquanto segurava firmemente minha cintura. Chegando ao cós de minha ultima peça intima, ele me mandou um olhar mais do que determinado, como se nada fosse o parar. E eu não queria que ele parece, ou metade de mim não queria.

Joguei minha cabeça para trás, extasiada, ao senti-lo beijar meu sexo e apertar minhas coxas. Dois segundos depois, eu estava devidamente nua. Justin abriu minhas pernas com cuidado, me olhando de cima abaixo com os olhos ardendo em excitação. Sem dizer nada, ele deslizou as mãos dês da lateral de meu colo, até o interior de minhas coxas e inclinou-se para alcançar minha intimidade com a boca.

Forcei meus punhos, sentindo que poderia quebrar aquela droga de algema de brinquedo, assim que senti sua língua me tocar. Devagar no começo, e ganhando velocidade conforme meus gemidos. O ar faltou em meus pulmões, e eu sentia que a qualquer momento eles sairiam pulando e gritando por socorro.

Não aguentei e comecei a quase gritar de tanto prazer, arqueando minhas costas em direção a sua língua. Finalmente senti aquela pré-sensação de êxtase tomar conta de mim, e percebendo isso, Justin parou os movimentos com a língua. Ele subiu até nossas bocas e calou meus gemidos com um beijo pela primeira vez calmo.

Fiquei feliz no momento em que senti dois de seus dedos estimularem meu ponto de prazer. Tive que separar-me dele para soltar o gemido que estava preso em minha garganta.
Justin travou o maxilar, deixando seu rosto bem próximo do meu, observando minha expressão de prazer em silêncio. Não demorou muito e gozei, fazendo-o diminuir os movimentos.

Oh céus, ele tinha me proporcionado o melhor orgasmo da minha vida, sem ao menos usar seu membro.

Pus tanta força em meus braços, que as algemas se partiram ao meio. Justin me olhou indignado.

Rolei na cama, ficando por cima dele.

- Minha vez – vi seu sorriso sacana se abrir, assim que rebolei encima de seu membro já ereto.

Eu estava agindo como puta, mas era ótimo me sentir desejada.
Beijei seu pescoço, sentindo seu corpo inteiro se arrepiar. Fiz o caminho por seu abdômen, beijando todas suas tatuagens, até chegar a sua boxer e a tirei com pressa. Deslizei minhas mãos por seu abdômen e coxas, olhando fixamente em seus olhos que transbordavam tesão.
Mandei um ultimo sorriso para ele e segurei seu membro bastante duro.

Ele arfou só de sentir minha mão quente envolve-lo. Passei minha língua em sua glande, e Justin agarrou os lençóis da cama, gemendo um pouco alto. Coloquei-o na boca até onde consegui e senti as mãos dele entrarem em meus cabelos, orientando meus movimentos. Aumentava a velocidade fazendo-o gemer alto, e gemer mais alto quando eu diminuía, em sinal de desaprovação.

Tirei-o da boca depois de algum tempo provocando-o e parei para observa-lo. Havia algumas gotículas de suor por todo aquele corpo perfeito. Seus cabelos começavam a grudar em sua testa. Justin, com os olhos semiabertos me retribuiu o olhar com um sorriso, o que só me motivou a continuar. Voltei a masturba-lo rapidamente enquanto deslizava minha mão livre por suas coxas. Via suas veias do pescoço saltarem a cada gemido seu, e eles eram como músicas para o meu ouvido.

- Isso não pode estar aconteceu – ofegou, fazendo-me soltar um sorrisinho.

Justin fechou os olhos fortemente, enquanto gemia, demonstrando que estava próximo de seu orgasmo. Ele tentou me fazer parar diversas vezes, mas eu permaneci em meu lugar, lhe proporcionando prazer.

- Emma... – ele gemeu, e assim que olhei em sua direção, pude ver perfeitamente uma veia em seu pescoço saltar. – Chega, pelo amor de Deus! Não vou consegui me segurar por mais muito tempo!

Ele alertou, mas eu não estava disposta a parar.
Finquei minhas unhas de minha mão livre, na pele de sua coxa, fazendo-o gemer auto e roucamente, demonstrando que havia chegado ao prazer extremo.
Coloquei novamente seu membro em minha boca, sugando todo o resquício de sêmen ali presente.

- Oh meu Deus – Justin ofegou, enterrando as mãos no cabelo, com a respiração ofegante.

Deitei-me ao seu lado na cama e encarei o teto. Respirei fundo, me arrependendo de tudo. Não podia ter sido tão fácil assim. Mas, meu Deus, ele é ótimo. Melhor do que eu imaginava, melhor do que qualquer um.

Justin virou novamente ficando por cima do meu corpo. Seus lábios colaram-se nos meus, sugando-os calorosamente. Minhas mãos foram para seus cabelos, puxando-os levemente, e arranhando sua nuca.

Suas mãos foram para minhas coxas, abrindo-as levemente, sem quebrar o beijo. Ele posicionou seu membro, novamente ereto, em minha intimidade.

- Justin, não! – empurrei-o levemente.

Sua expressão mostrava que ele estava confuso.

- Eu to cansada – me cobri com um fino cobertor e virei de costas para ele.

Um silêncio se instalou no quarto. Seu corpo se remexeu na cama, e o senti perto de mim. Justin beijou meu pescoço, soltando sua respiração quente que me arrepiou.
Eu realmente estava cansada, ele tinha acabado comigo, então não foi muito difícil de pegar no sono.

 

O som estridente do despertador me acordou. Aquela parecia ser a manhã mais gostosa do mundo pra ficar na cama, mas infelizmente, eu continuava sendo uma universitária.
Estiquei meus braços, estralando minhas articulações.

A cama parecia um pouco maior do que na noite anterior. Procurei por Justin, mas ele provavelmente teria saído antes de amanhecer. Agradeci por isso, não queria que ninguém o visse em meu quarto.

O relógio da cabeceira marcava sete da manhã. Minhas aulas começavam em uma hora. E para meu azar – ou não – a primeira delas era com Justin.

Parei de enrolar e fui logo tomar meu banho. Nunca me senti tão cansada como hoje. Agradeci por minha cabeça não estar doendo como eu pensei que estaria. Não tinha bebido tanto quanto costumo, na noite anterior.

 Terminei de me arrumar, e sai do quarto. A casa estava já limpa, o que eu achei um recorde das meninas, e também vazia.

 

O sol brilhava no campus. O céu estava azul e sem nenhuma nuvem. Era mais um belo dia. Fui até a barraquinha de sucos encontrar Ash, como fazemos todos os dias. Pedimos nossos sucos, e fomos em direção ao prédio da universidade.

- Pool Party hoje, quero ver todos vocês aqui! – a voz nojentinha de Liza estava como sempre me irritando.

Olhei em sua direção, encontrando dois pares de peitos falsos e barriga de lipoaspiração. Um mini biquíni tampava suas partes restritas.

- Essa garota me irrita – Ashley comentou, ao meu lado, mas eu estava ocupada demais para lhe dar atenção, assim que vi um individuo de óculos e calças caídas se aproximar da garota seminua.

O sorriso cafajeste era sempre o mesmo. Não duvido nada que ele estaria usando as cantadas baratas de sempre. Primeiro a chamando de princesa, logo depois falando que ela estava linda com aquela roupa – ou em minha opinião, com a falta dela –, mas que ficaria mais linda ainda com aquele biquíni jogado no chão do quarto dele. Patético.

- Emma! – Ashley gritou ao meu lado, chamando a atenção de todos.

Só então percebi que o copo de suco em minha mão, estava amassado, e sem mais nenhum liquido dentro.

- Por que amassou o copo? Tá louca?

Sacudi minha mão, livrando-a do suco.

- Não foi nada – eu disse, ainda encarando Justin, que agora, também me encarava. – Vamos, preciso me livrar disso antes que seque – me referi aos resquícios de suco em minha mão.

Caminhamos lentamente até o prédio. Ashley mesmo não entendendo o que acabara de acontecer, não fez mais perguntas, apenas me acompanhou até o banheiro para eu me limpar, e depois para o auditório, onde nossa primeira aula estaria começando.

Os primeiros cinco tempos da manhã passaram lenta e tediosamente. Tentei juntar autocontrole o bastante para não encarar Justin da mesma forma que ele me encarava. Ashley dessa vez insistiu perguntando o que havia acontecido, mas não respondi muito, não tinha extrema certeza se estava pronta para contar a ela da noite anterior.

Era hora do almoço e minha fome ia além de uma salada que eu normalmente escolheria. Optamos por um cheeseburger e fritas. Nos sentamos perto de uma arvore no gramado e almoçamos tranquilamente.

Um barulho de skate ecoou ali por perto. Mesmo sabendo quem era, eu não pude deixar de encara-lo. E para minha infelicidade, ele fazia o mesmo.

- Acho que tá na hora de você me contar o que esta rolando entre vocês dois.

- Não tem nada entre nós.

Ashley riu ironicamente.

- Até parece que eu não o vi saindo do seu quarto às quatro e meia da manhã – ela esboçou um sorrisinho que me deixou irritada.  

- Não houve nada que comprometesse.

Peguei minha bolsa, colocando-a sobre o ombro e deixando Ashley sozinha. Não queria dar explicações a ela, e nem a ninguém. Minhas aulas do dia haviam acabado, e só o que me restava seria ir para meu quarto e dormir.

Ainda teria a festa da Liza a noite – onde com certeza quem eu mais queria evitar, estaria.

 

Justin Bieber

- Onde passou a noite? Você some e não avisa pra ninguém.

- Deixa de ser gay, Somers.

- Eu basicamente tive uma das melhores noites de todas.

- Hmm. Conseguiu tirar o cabaço da Emmie? – Ryan zombou.

- O que te garante tanto que ela é virgem?

- O fato dela não ter aberto as pernas pra ninguém da faculdade, - ele fez uma pausa. - Ainda – Chaz disse.  

Esse era um fato que eu nunca tinha parado pra pensar. Aqui no campus, quando algum cara vai pra cama com alguma garota, ele espalha para todos. Mas eu nunca ouvi ninguém falar que Emma Lestrange tinha se contorcido na cama de alguém. E pra falar a verdade, eu nem queria. Preferia saber que ela foi pra minha cama do que ouvir isso de outro.

- Isso não é da conta de vocês – murmurei, irritado, pegando meu boné em cima do sofá.

- Onde vai?

- Isso também não é da sua conta.

Bati a porta da casa, saindo pelo campus. O sol estava quase se pondo, o que me fez lembrar a festa de hoje. Queria conversar com Emma, para tentar voltar a ser como era antes, ou ficar até melhor.

A procurei por todo o campus. Na cafeteria e na biblioteca. Com certeza estaria em casa, mas eu não poderia invadira casa das Zetas como se fosse uma própria Zeta.
Caminhei até a casa branca de dois andares no meio de todo o gramado. Fiquei apoiado por algum tempo em uma arvore perto da casa. Tudo parecia mais sereno do que nunca. Ninguém saia ninguém entrava. Mas o fato de que a janela do quarto de certa garota estar aberta me deixou intrigado.

Olhei para os lados, vendo se alguém me vigiava ou algo assim. Não queria que ninguém me visse ali.

Assim que abri a porta, um cheiro inebriante de lavanda invadiu meus pulmões. Tudo estava arrumado de um jeito sem igual. A casa estava em perfeito silencio. Subi as escadas, com o maior cuidado para não fazer nenhum ruído. Chegando ao segundo andar, avistei a porta de Emma. Segurei a maçaneta por alguns segundos, me certificando de que era aquilo mesmo que eu iria fazer.

Sem mais delongas, abri a porta.

Lá estava ela deitada no meio de milhões de travesseiros e ursinhos de pelúcia. Dormindo não parece que metade da marra que tem quando esta acordada. 



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