História Play me. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chanyeol, Kai, Sehun
Tags Ficção, Jongin, Kai, Kim Jongin, Oh Sehun, Robô, Scifi, Sehun, Sekai
Visualizações 42
Palavras 2.893
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá ~
Essa é minha primeira história depois de muitos anos sem escrever. Estou um pouco apreensivo com isso, é esquisito depois que se perde o costume. skajskasa
Enfim, conversando com uns amigos, tive essa ideia há muito tempo, mas nunca dei bola; há uns dias atrás eu voltei a pensar nisso e decidi desenvolver. Percebi que a história terá que ser muito bem explicada, já que não existem muitas histórias desse enredo, por isso vou dividir em outros capítulos. Desculpem se estiver muito longe, aproveitem, julseyo ♥
Chu ~

Capítulo 1 - Hello, mr. Robot.


Era Natal, enfim. O clima branco nas ruas da pátria asiática decorava tudo com a mais melancólica beleza, preenchendo canteiros e acostamentos com neve. As ruas escorregadias não eram impedimento para os fervorosos trabalhadores que jamais atrasavam o horário de trabalho, muito menos as crianças enérgicas que corriam para fora com seus brinquedos providos de material para deslizar naquele gelo.

 

Tudo parecia obviamente lindo, exceto o mau humor matinal de Oh Sehun. Era mais que comum ver o rapaz alvo e sereno numa expressão melancólica, quase sonolenta; era algo contrastante com sua aura feliz da infância e adolescência. Talvez fosse porque, desde que adquirira a liberdade da fase adulta, fora viver sozinho em seu apartamento para solteiro. Sehun crescera numa família pequena, tinha apenas uma irmã mais nova que si, mas sentia falta de ouvir um bom dia quando acordasse, de fazer mimos à sua pequena, de ouvir as broncas da mãe sobre suas meias espalhadas pelo quarto. Embora quisesse tudo aquilo de volta, era um adulto agora e devia se virar sozinho, o convívio com a família seria nas visitas.

 

Mas isso não se aplicaria a este Natal, não quando tinha tantos relatórios pra corrigir durante as férias, não quando tinha trabalho a fazer e sequer havia saído pra comprar presentes. Não, Sehun deixaria pra comprar isso depois e faria uma visita informal à casa de sua infância para presentear a irmã e a mãe (já que seu pai era orgulhoso demais para aceitar que seu filho gastasse seu suado dinheiro com ele). E lá estava ele, em calças de pijama e com sua fiel caneca cheia de café na mão; os cabelos desgrenhados e olhos pequenos denunciavam o quanto queria voltar para o mundo dos sonhos.

 

— Não seja preguiçoso, Sehun, que moral terá para falar dos alunos?

 

Sehun era professor numa escola de segundo grau, ensinava inglês, mesmo que sempre o achasse desqualificado pela dificuldade na dicção, dada por um pequeno problema abaixo da língua que a fazia não se mover corretamente ao falar certos fonemas. E, mesmo com todas as dúvidas e desencorajamentos, Sehun formou-se e era ótimo professor. Diziam que ele jamais ficaria sem emprego naquela escola, visto que seus alunos o apreciavam muito e era bem querido por seus colegas de trabalho. Talvez querido até demais. Sehun era lindo, sabia disso, tinha um corpo esbelto, magro, mas sempre em boa forma; os cabelos negros e sedosos davam ainda mais mistério aos olhos pequenos e bem rasgados. A boca era como uma pintura milionária, tão bem desenhada e rosada; não havia vivalma em seu local de trabalho que não desejasse provar daquela boca visivelmente perfeita. Já as alunas (alguns alunos também) almejavam tocar nos glúteos arredondados que chamavam a atenção de todos. O céu dos estudantes se dava quando Sehun ficava de costas para a classe e se punha a escrever a lição na lousa. Park Chanyeol, um de seus alunos mais ousados e problemáticos, já se atreveu a apertar a carne macia com todos os dígitos da mão grande. Esta mesma quase os perdeu, já que Sehun a agarrou e virou os dedos com força enquanto o garoto se contorcia e gritava com aquele vozeirão que o mestre não quebrasse sua mão. Mesmo tendo sido uma tentativa isolada, Chanyeol fez questão de se gabar do quão gostosa era a bunda do professor e, um dia, constataria o mesmo quando estivesse dentro dela. Claro que Sehun ignorou os comentários libidinosos dos alunos que o olhavam torto, mas ameaçou Chanyeol com uma detenção e suspensão, fazendo os burburinhos cessarem na mesma semana.

 

A vida de professor tinha dessas, era uma montanha russa e cada trilho reservava uma novidade, já que trabalhar com tantas pessoas diferentes todos os dias era algo que nunca estabelecia uma rotina. Sehun não era solitário nessas horas, mas quando acabava seu expediente e voltava para casa revivia seus momentos sozinhos e suspirava profundamente, desejando ter um colega de casa, pelo menos. No mínimo, que tivesse tempo para cuidar de sua vida pessoal e se divertir. O rapaz suspirou fundo, engolindo uma grande quantidade do café quentinho, aquecendo o corpo mal coberto pela peça única de roupa. Foi até sua escrivaninha e abriu o notebook, reabrindo os trabalhos que tinha pra corrigir e para terminar seu novo horário escolar para o primeiro mês do ano letivo seguinte. E terminaria se sua campainha não tocasse nos primeiros momentos.

 

 — Nessa hora da manhã? Mesmo? É Natal!

 

Se arrastando pela casa com a mesma mania adolescente de sujar as meias brancas no chão, Sehun foi até a porta para verificar o que seria. Provavelmente sua família poderia ter vindo saber se ele estaria presente na ceia, mas eles viviam longe, teriam que viajar de noite para chegar naquele horário. Quando abriu a porta, os olhos pequenos quase viraram duas bolas por não se deparar com uma pessoa, mas com uma caixa de presente quase de sua altura, talvez tivesse mesmo sua altura. Verificou os lados da caixa e até perguntou por alguém, mas não tinha qualquer pessoa ali. Depois de pensar que era um engano e buscar qualquer explicação para aquela coisa enorme em sua frente, se dispôs a colocar o embrulho dentro de casa, carregando com certa dificuldade. Parecia carregar uma cópia sua nas costas.

 

Já dentro da casa, Sehun rodeou o embrulho mais uma vez, achando um cartãozinho na parte de trás, preso na fita. “Ninguém nasceu para ser sozinho. Aproveite e seja feliz, Oh Sehunnie.” A testa se franziu sob a franja, jogada para trás de modo preocupado. Quem mandaria um presente deste tamanho para Sehun e ainda saberia tão intimamente sobre sua solidão? Mas a pergunta crucial era: o que tinha ali dentro que podia ser tão precioso a ponto de acabar com sua solidão? Tomado por uma curiosidade juvenil, começou a rasgar aquele embrulho verde e cheio de frutinhas em sua decoração, tipicamente natalino. Controlou sua vontade de espiar e se empenhou em rasgar o embrulho até o fim, só então indo matar sua curiosidade num pulo. Novamente seus olhos se arregalaram, assim como o queixo caiu; Sehun não sabia se estava assustado, enojado ou confuso. O que tinha diante de si seria um... Cadáver?

Oh Sehun deu um passo vacilante pra trás e sentiu os olhos passearem inteiramente pelo corpo à sua frente, protegido pelo plástico transparente da caixa. Logo no rodapé dizia “feito nos EUA”, era produto americano. O mais assustador é que era um homem e ele era inteiramente branco, sem vida, até mesmo nos cabelos. Sehun se aproximou um pouco e abriu a tampa plástica como se fosse uma porta, percebendo que ele vestia apenas uma espécie de cueca fina, não escondendo que era um homem “completo”. O garoto devia ter sua idade, talvez um ano a menos, e parecia ser feito de plástico ou cera por sua cor, mas a textura e realidade davam a impressão de ser humano mesmo. A dúvida se plantou com mais força na mente de Sehun, como ele se divertiria e seria feliz com um boneco de cera? Não pensavam que...? Céus, que perversão nojenta!

 

O rapaz quase gritou quando o androide (era esse o nome na caixa) abriu os olhos. Neste momento, o branco deixou de existir e ele se coloriu num tom amorenado, adquirindo uma pele bronzeada e sedosa ao olhar. Seus lábios eram cheios e bem corados, demonstrando um tom saudável; os olhos mudaram de cor num arco íris quase infinito e, quando pararam, assumiram um tom castanho esverdeado, parecendo lindos pingentes de esmeraldas banhados com a cor do mar. Os cabelos eram tingidos num tom rosado, pareciam fios de candy cottom. Será que tinham sabor? O novo brinquedo de Sehun abriu o sorriso mais lindo que os olhos pequenos foram capazes de ver em sua vida, e não parecia nada mecânico, o que o assustou ainda mais.

 

 — Oi! Você deve ser meu mestre, certo? Eu sou Jongin, seu novo companheiro. Qual o seu nome?

 

Aquela coisa falava? Mestre? Jongin? Sehun era uma caixa de perguntas e terror, talvez estivesse até cogitando a ideia de correr e se trancar no quarto, gritando de medo daquilo. Ora, ele era um homem, devia encarar isso. “És uma barata ou um homem, Sehun?”, era o que ele pensava naquele momento. Ajeitou-se, pigarreando e revirando os olhos nos cantos da caixa para procurar um manual, mas não encontrou nada.

 

 — Oh, mestre deve estar procurando meu manual de instruções, certo? Devo informar que não possuo um, já que meu uso é simples: fui projetado para servi-lo em todas as suas necessidades. Posso mudar características físicas, me moldar na personalidade que meu mestre desejar e servir em todo tipo de trabalho. Fui programado para servi-lo em tudo que quiser. Como devo chamá-lo, mestre?

 

Sua cabeça tombando para o lado e os olhos piscando foram algo tão inocente que Sehun sentiu o coração ceder. Inspirou fundo e novamente foi procurar alguma indicação de quem poderia ter-lhe dado aquilo, indo até atrás da caixa mais uma vez para procurar pelo embrulho rasgado. Quando voltou o rosto, Jongin ainda o seguia com o olhar e havia se movido para fora da caixa, o observando com curiosidade.

 

 — Ok... Você é um quase humano que veio para me servir... Até o modo como soa é irreal.  — Sehun riu disso, demorando a se convencer da ideia estupenda de ter algo, alguém, que fosse sua propriedade.  — Hm... Jongin, certo?  — ele recebeu um aceno e mais piscares de olhos confusos.  — Ahn... Eu não sabia que você viria, não esperava mesmo, você foi uma surpresa e tanto. Enfim, meu nome é Oh Sehun, mas pode me chamar só pelo informal, ok? Bom, precisamos vestir você.

 

Jongin olhou para seu corpo, percebendo que vestia apenas a peça de fabricação, mas não era capaz de sentir vergonha por isso. Acenou com a cabeça e seguiu Sehun de perto até o quarto, talvez perto demais, pois quando o mais velho se virou teve um susto danado com a presença nova ali, colada à si. Pegou uma de suas calças de moletom e uma camisa branca, além de meias para os pés do garoto, já que estava frio; neste momento se perguntou se ele teria essas sensações humanas, como frio, calor, cansaço... Sentimentos. Jongin seria capaz de sentir algo? Mesmo que ele fosse uma espécie de robô, Sehun achou indelicado perguntar algo desse tipo, preferiu descobrir depois. Fez o rapaz se vestir e viu que ele parecia mais à vontade assim, se sentiu mais confortável sem outro homem seminu pela casa, até porque Jongin era uma programação pra lá de bonita.

 

De um olhar encantador, do qual era difícil escapar, com suas pálpebras cheias e olhinhos espremidos, de brilho esverdeado. A boca era surreal de tão linda, eroticamente desenhada para parecer acolhedora; a voz que saía por ali era carregada, arrastada, de timbre forte e masculino, mas com um toque suave de jovem. A pele bronzeada era tão linda e destacada das demais palidez asiáticas, era convidativa, Sehun tinha muita vontade de tocar e saber se era real, se era perceptível a sinteticidade. Jongin o olhava com explícita confusão, como se aguardasse alguma ordem de seu novo mestre, qualquer incumbência que lhe fosse dada. Sehun abriu a boca algumas vezes e Jongin correspondia com um sorriso ansioso, mas ele não sabia bem o que dizer, como começar, então o sorriso se tornava uma expressão apreensiva de novo. O rapaz seguiu até a sala e percebeu que Jongin vinha atrás de si, sempre por perto, esperando qualquer palavra que saísse de sua boca.

 

 — Uh, Jongin...

 

 — Sim, mestre Sehun?  — os olhos estavam mais ansiosos do que a frase em si, piscando curiosos.

 

 — Hm... Por acaso sabe quem enviou você pra mim?

 

 — Oh, perdão, minha vida começou há 30 minutos e 25 segundos, mestre. Não sei de qualquer coisa antes ter sido ativado.

 

Esta era uma resposta que não dava alívio a Sehun, mas também se perguntou se queria mesmo saber isso, se queria devolver Jongin e tratar isso como uma ofensa. Talvez fosse rude demais fazer isso.

 

 — Não precisa me chamar de mestre, certo? Vamos nos tratar como amigos, me chame apenas pelo nome e eu faço o mesmo. Hm... Jongin, você tem capacidades humanas? Digo sentir frio, medo, calor, cansaço, coisas do tipo.

 

 — Não sou originalmente provido disso, Sehun, mas posso incluir isso em minhas programações, basta receber uma descrição ou demonstração e farei uma pesquisa imediata na rede e um download das definições será adicionado à minha caixa de memórias.

 

 — Compreendo... Acho que eu devo te ensinar isso... Puxa, vai levar um baita tempo, mas se formos pensar, acho que vai ficar comigo agora.  — Dizer isso em voz alta assustou bastante ao rapaz.

Finalmente a ficha estava caindo: Jongin não era uma brincadeira, uma visita, uma farsa, ele era seu. Estava ali, de verdade, e dali não sairia. O mais esquisito era dar conta de que algo que parecia humano era propriedade sua, sentia medo se precisasse explicar isso pra alguém. E se o denunciassem, imaginando ser uma maníaco ou sequestrador? Ah, não podia sair com Jongin enquanto ele não aprendesse as regras básicas da natureza humana. Mas... Por onde começar? Sehun guiou o garoto até o sofá, podendo sentir com o toque em suas costas que ele não tinha nada robótico, a textura era incrivelmente humana. Sentou-se na mesinha, de frente para Jongin, unindo as mãos num gesto de nervosismo enquanto as esfregava.

 

 — Bom, Jongin... Eu não esperava por você, de verdade, foi uma surpresa e tanto, a sensação de incredibilidade ainda não passou. Mas preciso te ensinar algumas coisas, certo? Principalmente em relação ao comportamento humano. Primeiro: não chamamos aos outros de mestre por aí, apenas pergunte o nome e use-o. E... Ah, quando alguém vier me visitar, se não souber como agir, apenas imite o comportamento de um humano, creio que deve saber pesquisar isso.

 

 — Estou fazendo isso agora mesmo, Sehun. Enquanto me instrui, estou preenchendo os arquivos de minha caixa de memória com dados do comportamento humano. Oh!  — Jongin demonstrou uma expressão curiosa, talvez até humana demais, revelando que havia algo que não podia compreender ali.  — Prazer? O que é isso, Sehun?

 

A garganta do moreno secou. Como explicar a um robô o que é prazer? Ele mesmo não experimentava isso há tempos, vivia uma vida solitária e sem tempo pessoal, não seria capaz de verbalizar o que mal compreendia. Como dizer a Jongin as sensações das quais sentia falta? Sehun inspirou fundo várias vezes, sendo sondado pelo olhar inquisidor de Jongin, que esperava avidamente por uma resposta de seu dono.

 

 — Bom... Creio que encontrou a definição de amor.  — recebeu um aceno positivo, encorajando-o a continuar — Deve ter encontrado explicações sobre relações humanas também... Quando toques carregados de paixão e desejo, essas sensações são interligadas ao amor, guarde isso; enfim, esses toques podem despertar sensações boas, como ondas que são transmitidas pelo tato, dando aos corpos uma sensação de êxtase, fazendo-o querer mais, porque toxinas são liberadas em áreas do corpo que o fazem sentir bem. Essa sensação extasiante e o desejo de ter mais são o que formam o prazer. Essa sensação pode ser obtida de várias formas, não apenas como um casal, mas em coisas de todos os tipos, como leitura, pra quem gosta de livros. Eu, por exemplo, sinto prazer quando encontro uma história que eu goste muito.

 

Os olhos de Jongin estavam estáticos, sequer piscavam, e Sehun começou a achar que ele teria pifado ou sua bateria precisasse ser recarregada. Ele precisava de bateria? Alguns segundos depois, Jongin voltou a funcionar e fez uma expressão surpresa muitíssimo humana, se pensasse nas condições dele. Sehun ergueu uma sobrancelha quando viu suas bochechas corarem, parecendo decidir qual seria o tom correto para isso, e logo se tornaram rosadinhas.

 

 — Compreendo... Agora possuo informações suficientes sobre o comportamento humano, Sehun, creio que não teremos problemas para isso no futuro.

 

— Bom, isso é ótimo. Aos poucos irei lhe ensinar mais, se quiser perguntar também, fique à vontade. Eu preciso trabalhar, cozinhar, mas pode me chamar para o que precisar.

 

                 — Oh, não se preocupe. Fui programado com dotes culinários, posso ser seu cozinheiro pessoal.  — Jongin se levantou do local e até o modo como caminhava parecia mais natural. As costas tomaram um porte levemente relaxado, curvado, que lhe dava um ar jovial de quem se arrasta sensualmente enquanto anda.

 

                Sehun se preocupou em limpar a sala, que estava com os restos do papel de embrulho e aquela caixa enorme. Achou que seria melhor guardar, talvez houvesse algo ali que Jongin precisasse depois, decidiu que jogaria só o embrulho no lixo. Foi até a lixeira da cozinha e abriu com o suporte para o pé, empurrando o papel amassado lá para dentro. Jongin já se empenhava em cortar frutas, legumes, pedaços de carne, e fazia isso habilidosamente, sem a preocupação de se cortar; talvez nem sentisse nada se isso acontecesse. De repente, ele parou a faca e se virou para Sehun, novamente com o tom ruborizado no rosto. O proprietário estava curioso com esse comportamento e isso cresceu mais quando o moreno se aproximou, parecendo tímido ao sorrir com lábios apertados.

 

                 — Sehun-ssi... Se você quiser, também sei como dar prazer.  — O tom de voz denunciava algo muito, muito humano: que havia desejo. Não apenas o desejo de servi-lo. Seria isso uma função muito bem executada ou fingimento?

 

                Deus me ajude...


Notas Finais


Acho que isso não é muito ainda, né? Mas é uma introdução, aguardem por mais, espero que agrade a todos. Chu ~


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