História Play The Chords - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Sherlock
Personagens Dr. John Watson, Personagens Originais, Sherlock Holmes
Tags Johnlock, Sherlock Holmes
Exibições 22
Palavras 1.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Talkative


- Polished nails? – Charlotte deu de ombros, permanecendo a fitar o nada e a esfregar as mãos uma na outra, como se as massageasse.

- Stressful day? – John perguntou, servindo-se de uma xícara de chá e vendo a mais nova manear a cabeça positivamente. Tratou de servir a xícara da de cabelos negros, já que a mesma encontrava-se vazia e lembrava-se vagamente de uma paixão arrebatadora que a menor carregava consigo, por chás.

- Students are stupid. – Charlotte resmungou under her breath, fazendo o irmão rir baixo.

Charlotte nada disse, mas o olhar de Sherlock em sua direção a incomodava mortalmente. Podia sentir a íris azuis queimando cada milímetro de as epiderme, despindo de todas as suas peças e chegando em sua alma.

- I know, teaching’s hard. But tomorrow is your day off, you’ll have time to rest. I can prepare your breakfast if I’m awakening before you. – Watson pontuou em meio há um bocejo, inclinando o corpo para baixo o suficiente apenas para depositar um beijo no topo da cabeça da irmã adotiva, mas demorou-se mais que o planejado e acabou por selar os lábios na lateral do rosto feminino enquanto ela acariciava sua mão com a dela própria. John sentia a mão macia de Charlotte acariciar sua mão, e sentia pequenos beijos que a moça distribuía pela extensão da palma da mesma. Sorriu ao sentir que a ponta do nariz dela roçar contra seus dedos, enquanto ela claramente absorvia o cheiro de sua epiderme. – Don’t you be late to get some rest. I love you. – murmurou, beijando as costas da mão que segurava a sua e apenas quando ela o soltou que ele se deu ao trabalho de ir ao próprio quarto, sem se esquecer de fechar a porta atrás de si para que enfim pudesse dormir.

- So... – Sherlock permitiu-se, após alguns minutos de silêncio cortante, puxando a cadeira do outro lado da mesa e sentando-se em frente à mulher que conhecia há um mês. – I like this greenish coat of yours. It’s almost elegant for a night like tonight. – Charlotte fixou seu olhar no de Sherlock, que com um leve aceno de cabeça, indicou o colar em seu pescoço. – You weren’t at work. You were on a date. And for the matter: you’re not a teacher, you’re a prostitute. And you didn’t first step here because you missed John, neither because of the flowers he sent you. You came here because you’re running from something. And you just can’t let your beloved brother know that you are not working in what he thinks you work.

- If there’s something I’m not, is running. – tendo dito isso, Charlotte se levantou da cadeira, deixando para trás a xícara ainda cheia de chá, e passou a caminhar calmamente para o quarto do irmão.

- Neither a teacher.

-x-

- Good morning.

A voz de John quase ecoou pela cozinha do flat, ganhando atenção apenas da mulher que se sentava à mesa e bebericava de uma xícara de chá, enquanto claramente esperava a cafeteira apitar, para que pudesse beber então do líquido negro. Sherlock cutucava algo sobre o mármore da pia, ignorando a existência de qualquer um ali além de si mesmo. As vezes o homem resmungava consigo mesmo algumas palavras aleatórias, mas não alto o suficiente para que Charlotte ou John se incomodassem a responde-lo.

- Feeling better? – perguntou ao que depositou um beijo na testa da mais nova, indo sentar-se do outro lado da mesa logo após vê-la manear a cabeça positivamente e sorrir-lhe um sorriso fino. – I was wondering if you need more clothes? You’ve been here for a time and I assume you need, you know, girl’s stuff. – disse meio sem jeito, vendo que causara a mais nova a rir nasalmente.

- No, she doesn’t. When she first appeared she brought a bag full of clothes and pads, but at the time she left it downstairs because she wasn’t sure if you were here and now it’s in my bedroom, even though I do not know the reason. – o mais alto finalmente dirigiu-se aos outros dois, batendo as mãos uma na outra para livrar-se de qualquer resquício de qualquer coisa que pudesse estar em seus dedos antes de se virar de costas para a pia e apoiar o corpo no mármore da mesma. – So, Charlotte, how was your date last night? You haven’t spoken a word about it yet. – sorriu largo, com os olhos semicerrados, vendo a moça desviar o olhar rapidamente para o outro homem, visivelmente preocupada.

- Date? A... Date? – John perguntou perdido, piscando mais vezes do que realmente era necessário. – What date? You had... Have a date? – o olhor castanho era confuso, submerse em um mundo totalmente dele. - A date? An actual, real date? – suas palavras ganharam um tom mais firme, como que tentando afirmar, reafirmar cada palavra. - Like in a… Romantic situation called date?

- John, it’s not… I mean… - Charlotte respirou fundo, sentindo extrema necessidade de fechar os olhos e respirar profunda e demoradamente antes de encarar o loiro novamente. - He’s my friend, okay? I mean, you know, I have a friend or two. And this one just… Happened to, you know, we got close. Nice chats and stuff. He… He’s nice. – Sherlock não se importava em finger que não estava achando a situação engraçada. John perplexo. Charlotte parecia ter corrido uma maratona pela forma falha como respirava enquanto falava. – And he... He happens to phisically please me, and he’s very clever. Like, really clever, people consult him for things. And he lives by himself and yeah, I mean… I… Oh, Lord. Yeah, I… I do have a… You know… Date.

- Jesus… Only a yes would’ve made it. – John respirou fundo, levando a mão até o rosto e apoiando a testa sobre os dedos indicador e médio. – You talk way too much. – desabafou num tom quase mudo, mordiscando o lábio inferior com força antes de abrir os olhos e afastar a mão do rosto. – Why didn’t... I... Okay... – respirou fundo, olhando da irmã para o nada. Suspirou, levantando-se da cadeira e indo para a sala. - It’s all extraordinarily okay.



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