História PlayBoy - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags 2ne1, Amo, Bigbang, Bts, Drama, Elloo, Exo, Gay, Got7, Hentai, Ikon, Jpop, Kpop, leiam, Originais, Original, Playboy, Porque, Romance, Seventeen, Snsd, Twicee, Vocês, Winner, Yaoi
Exibições 191
Palavras 1.573
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Meu primeiro Yaoi, então, espero que realmente gostem ✌
Ah! Minha fanfic foi feita pela base da musica PLAYBOY do EXO
Então... Boa Leitura ❤

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction PlayBoy - Capítulo 1 - Capítulo 1

Olá! Meu nome é Danny.
Sou um garoto de 18 anos, moreno, cabelos castanho escuro ondulado (que não se comporta se não haver um bom gel), olhos esverdeados/azulados (eles não tem uma cor definida... Já  tentei pesquisar, mas a única coisa que dá, é: "Olhos cristalinos". Me poupe!), 1.80 de altura e eu tenho um corpo bom, um corpo com músculos razoáveis, proporcionais para a minha estatura.
Minha família é constituída por minha mãe, meu pai, minha irmã gêmea e meu irmão mais novo de 11 anos. Sou um aluno mediano, não  causo problemas com ninguém e também não  tiro notas ruins.
Acho que eu tô esquecendo alguma coisa... Ah, Sim! No momento eu estou em uma daquelas crises existências, e acho que estou ficando maluco, pois acho que estou gostando de um cara da escola.
- Eu acho que eu vou enlouquecer! - eu disse com a cara no travesseiro.
- Querido, Danny - meu amigo Jonathan começava a falar o seu pequeno discurso de como eu tinha que me aceitar - você deveria ao menos ter um pouco de decência e falar com esse garoto. Como você  acha que gosta mesmo dele, sem ao menos perguntar?
- Cala a boca! Não é como se eu gostasse dele. Eu apenas sinto uma coisa que não  é normal, vindo dele - falei.
- Você gosta dele...
- Eu não gosto dele!
- Então o que é, Danny? Por que sentir uma atração por outro cara aos 18 anos, tendo a minha noção de sexo, pra mim, Jonathan, isso é gostar de alguém.
- Vai pro inferno! - joguei o travesseiro no qual minha cara estava enterrada a poucos minutos em sua direção e ele o pegou no ar.
Vi a situação do meu quarto.
Normalmente ele é arrumado, mas esses dias eu tenho estado tão neurótico em relação a mim e a esse cara, que, nem ao menos arrumei o meu quarto. Minha mãe vai me matar...
- Você sabe que se pedir para o Matheus descobrir sobre ele, ele vai te dar um relatório completo de tudo o que ele faz.
- O Matheus é um stalker, filho da puta - Falei me levantando da cama e me vendo no espelho próximo a minha mesa de estudo, que por sinal estava abarrotada de livros, papéis, canetas e ... - Tira o pé de cima da minha mesa de estudo, por favor?
Jonathan olhou para mesa, olhou para mim, olhou para o quarto, ajeitou-se na cadeira giratória que estava, e colocou o outro pé e disse: - Meu pé, é a única coisa limpa em relação  a esse chiqueiro - falou me fazendo fazer uma careta para ele - e você  ainda diz que não  gosta do cara - e começou a rir.
Eu poderia ir lá, derrubar ele no chão e passar com a cadeira por cima ou coisa parecida, mas fiquei na frente do espelho tentando domar meu cabelo matutino.
- Aproposito - Jonathan chamava minha atenção com um pote azulado em sua mão - Seu gel de cabelo acabou - e começou a rir.
- Merda! - xinguei, vou ter que molhar ele e usar uma touca.
- Passa cuspi - o olhei com cara de nojo.
- Você  é nojento, Jonathan.
- Eu sei, e você  me ama - falou se levantando da cadeira e se jogando na minha cama que estava cheia de roupas jogadas - Se você não  se apressar, vamos perder a nossa carona pra escola.
- Bruno, conseguiu o carro? - perguntei, entrando no banheiro do meu quarto.
- Sim. Ele encheu tanto a porra do saco da mãe dele, que mesmo ela não  tendo dinheiro para comprar um, ligou para o pai dele, que diga-se de passagem estão separados a quatro anos e meio e não se falam,  para fazer uma vaquinha e comprarem o carro de segunda mão pra ele.
- Uau... - falei entrando dentro do banheiro e trancando a porta. Quando se trata de Jonathan em qualquer lugar onde estão os amigos de infância e um banheiro, nunca tem resultado bom.
- Você devia ser como o Bruno, Danny - Ele falava perto da porta para que eu pudesse o escutar.
- Eu deveria ser um idiota retardado que enche até o talo do saco da mãe dele pra conseguir o que quer, e, quando não consegue se abdica de fazer as coisas que a mãe fala?
Silêncio.
- Falando assim, parece uma tática muito idiota - falou por fim.
- Parece? - perguntei.
- Okay. É idiota!
- Obrigado! Ser sensato ajuda as vezes.
 - De nada - disse e depois de alguns segundos distribuiu socos na porta do meu banheiro - Você  tem 15 minutos pra tá pronto quando Matheus chegar aqui com Charles e Bruno!
- Charles, também tá vindo? - perguntei.
- Acha mesmo que Charles ia perder uma carona de um carro de segunda mão comprado com o dinheiro do pai e da mãe de Bruno, que estão separados, e não  presenciar você  corando na frente do cara que gosta quando passa na sua frente, além  da zoação, claro ou sim?  
- Obvio - falei - espera alguns minutos, já  estou saindo.
- Okay - ele disse.
- Okay - falei.
- Talvez o nosso okay, seja o nosso sempre - Jonathan falava.
- Com certeza! Culpa das estrelas do Paraguai.
Ele gargalhou e saiu de perto da porta.
O meu banheiro era bem simples e um pouco pequeno, não  tem como dar muitos detalhes para algo que não tem.
Terminei de lavar meus cabelos e sai do banheiro vestido. Não confio no Jonathan, sei que somo melhores amigos de infância e tal, mas esse cara é o demônio.
Eu estava vestido com uma calça preta um pouco justa e uma camisa lisa vermelha de mangas longas.
Escovei os dentes e sai do banheiro secando meus cabelos com a toalha. Meu cabelo está um pouco grande e ele molhado fica na altura do meu nariz.
- Dez minutos, princesa - Jonathan falava olhando para o celular, provavelmente respondendo alguma mensagem de alguma garota.
Fui para a frente do espelho do meu quarto novamente e fiz o que pude para aquele cabelo ficar bom, entretanto acabei desistindo e fiz um coque e isso deixou alguns fios curtos soltos.
Coloquei meu sapato e peguei minha mochila, junto com o meu celular e fone de ouvido.
- Vamos? - perguntei para Jonathan que estava de olhos fechados.
Jonathan tinha cabelo cacheado e grande, era moreno e tinha olhos castanhos claros, 1.90 de altura, o próprio pecado com pernas para as garotas.
Ele olhou no telefone e riu.
- Vamos, Bruno, Matheus e Charles chegaram - Se levantou e parou em frente ao espelho.
Ele usava uma calça branca e uma blusa rosa chiclete e sapatos pretos.
- Arrasa, Baby! - falou para o próprio reflexo e depois olhou para mim - Você não  ta vestido como um gay.
- Talvez seja por eu não ser gay!
- Você é! E tem que sair do armário logo. - falou saindo do meu quarto e descendo as escadas.
- Já disse hoje que te acho nojento? - falei um pouco alto para que ele me ouvisse.
- !
Quando estava passando pelo quarto da minha irmão, que fica em frente ao meu, ela saiu.
- Você não ta vestido como gay, Danny - falou ajeitando sua mochila.
-Eu não sou gay, Sam! Para de me atormentar, porquê já  basta aqueles 4 lá em baixo.
- É amor - ela dizia descendo as escadas.
- Amor, amor é a minha bunda.
- Também! - ela gritou de la de baixo.
Ri.
Depois que desci as escadas falei com a minha mãe, perguntei pelo meu pai, mas ele já havia saído logo cedo para o trabalho e meu irmão mais novo havia ido com ele, pois ele o deixaria na natação.
Jonathan me arrastou para fora de casa com o pretexto de que estávamos atrasados, mas na verdade ele só queria que eu visse o carro do Bruno.
O carro, que na verdade era uma minivan na cor roxa-ameixa.
- Que carro feio - Falei para Jonathan que me olhou com um sorriso na cara.
- Não fique falando que o carro do Brunoé feio, você gosta de bolas e elas são caídas e enrugadas.
- Eu não sou gay, caralho! - falei abrindo a porta lateral da minivan - Ei, Bruno, bonito carro.
Bruno sorriu e olhou para mim pelo retrovisor.
- A falsidade em ti é tão gritante que chega a ser gay - Ele e Charles riam.
- Mas que porra!- xinguei.
- Tá vendo? - Jonathan falava - Quem manda tirar sarro do carro do cara.
- Cala a boca, Jonathan!
Ele foi um pouco para frente e bateu nos ombros de Bruno.
- Pé na tábua, Bruno. O Danny que ver o boy dele.
- O Danny quer ver o PLAYBOY dele - Charles falava rindo.
- Eu odeio vocês! - falei e eles riram mais.
A viagem toda para escola foi assim, eles me avacalhando e apesar disso tudo, algumas coisas  eles estão certos.
Eu estou ansioso para ver o Léo hoje, mas também  não sei o que eu sinto por ele e mesmo eu falando que não sou gay, eu sinto que estou mentindo para mim mesmo.
Mas também, quem manda a vida ser uma comédia.


Notas Finais


Obrigada por ler ⌒.⌒
Desculpe qualquer erro.
Até a próxima!
Ah! No wattpad já está no 3 capitulo, então correr e procura PLAYBOY
BJS!


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