História PlayBoy - Capítulo 11


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Danny, Drama, Elloo, Gay, Hentai, Lemon, Leo, Originais, Original, Philip, Playboy, Romance, Yaoi
Visualizações 41
Palavras 1.149
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


VOLTEIIIIIIIIIIIIIII
DESCULPA A DEMORAAAAA
DESCULPA O CAP CURTOOOOO
DESCULPAAAAAAAAA!!!!!
Boa leitura 💖
Desculpa os erros, meu PC bugou de vez.

Capítulo 11 - Capítulo 11


Fanfic / Fanfiction PlayBoy - Capítulo 11 - Capítulo 11

Minha cabeça latejava horrores. Era como se tivessem passado trinta caminhões ou mais por cima dela. Abro meus olhos e a claridade e horrenda. Demora para que eles se acostumem a claridade do local branco e silêncio. Afinal, onde eu estou?

O cheiro de álcool impregna minhas narinas. Sinto minha garganta doer e vejo alguns fios ligados ao meu braço e peito. Uma das minhas mãos vai para meu nariz, que também tinha alguma coisa parecida com um tubo. Eu estava em um hospital? Bem, é o que parece ser.

Minha cabeça lateja novamente e isso faz com que eu levasse minhas mãos para a cabeça, numa tentativa falha de parar a dor. Contudo, me surpreendendo com a faixa em minha cabeça.

- Quê... – minha voz sai fraca e dolorida. O desespero toma conta do meu ser e um barulho irritante como apito soa pelo quarto branco.

Vejo algumas pessoas entrarem no quarto em desespero, checando as maquinas ligadas a mim e aplicando alguma coisa no líquido transparente, que também estava ligado em meu braço. Sinto meus músculos relaxarem e um sono me tomar.

*

Havia se passado uma semana desde que o acidente aconteceu. Danny estava em coma por uma semana inteira, os médicos disseram que ele não estava correndo risco de vida e que a cirurgia tinha sido um sucesso na remoção do coágulo. Agora, era só esperar ele acordar. Ele poderia acordar a qualquer momento ou poderia acordar em um mês, não se sabe ao certo... depende muito dele.

A mãe de Sam e ela alternavam que ficaria no hospital e, as vezes, as duas ficavam no local. Os amigos de Danny me olhavam com desprezo, principalmente Bruno. A raiva que eu sentia desse puto era grande, mesmo eu não tendo o direito de tal sentimento.

Quando todos iam embora ou quando ficava apenas a mãe de Danny, eu me recompensava eu me deixava sentar nos bancos ali presentes. Desde o acidente, eu apenas sentava no chão, pois sempre Sam me ameaçava se eu chegasse perto ou tentasse sentar perto.

E eu? Eu não arredava o pé daqui. Voltava para casa apenas para tomar banho, pois comia na cantina do hospital. E, em uma dessas voltas para o hospital, a mãe de Danny havia vindo no lugar de Sam.

De longe ela me soltou um sorriso fraco. Ela, depois de todos virarem as costas para mim, foi a única que me escutava e que havia me perdoado. No início, ela ficou uma fera e me rejeitava. Me deu um longo sermão sobre o quão grave eu tinha feito as coisas, e eu realmente não tiro a razão dela, porém, foi uma das únicas, tirando Jonathan, que disse que eu não tive culpa com o atropelamento.

Disse que Danny estava errado em todos os sentidos, pois atravessou a rua sem se importar se vinha algum carro em alta velocidade.

Hoje, se ela me vê sentado no chão, vem ao meu encontro para me levantar para sentar ao seu lado, já que Sam e nem os garotos vem visita-lo quando estão na escola.

Sorrio de volta para ela, que volta a olhar para a sacola em suas mãos e bater os dedos em alguma coisa sólida. Sentei-me ao seu lado e a mesma empurrou a sacola para o meu colo.

- É comida – a mulher sorria enquanto tirava a tampa da vasilha roxa escura – Você disse que não estava se alimentando bem nesses últimos dias, então preparei isso pra você, já que está todo dia aqui e... Por quê está chorando? – Perguntava passando as mãos finas por meu rosto, numa tentativa muito falha de parar minhas lágrimas.

- Não tô chorando de tristeza... é que isso que você está fazendo por mim, me faz eu me sentir amado – o choro rompe por minha garganta. Nem mesmo minha mãe se preocupa se eu estou em casa ou não e meu pai? Bom, digamos que pra ele eu estou morto por ser gay. – Obrigado, parece delicioso.

- Coma bem.

Depois de um tempo comendo e ouvindo algumas coisas que ela falava, vimos médicos e enfermeiros entrando em desespero para dentro do quarto onde Danny estava internado. Ouvi alguns resmungos vindos da sua mãe, mas não pude os ouvir, pois minha mente começou a rodar com aquela cena a minha frente. Quando eles saíram do quarto, o médico encarregado pelo caso de Danny, veio falar conosco. Senti alguma coisa gelar em meu peito. O rosto do médico estava um misto de emoções enquanto se aproximava onde estávamos. Sinto minha mão ser apertada pela a mãe de Danny e aperto a sua com cauteloso.

O médico para a nossa frente e o vejo sorrir. Sorrir é bom, não é?

- Ele acordou do coma – o médico diz a nossa frente. Sinto a mãe de Danny falhar um pouco em seu equilíbrio enquanto ouço se choro baixo. – Ele estava confuso quando entramos no quarto, por isso o botamos para dormir novamente, pois o ritmo cardíaco estava elevado. Ele vai ficar bem, porém não vai receber visitas por agora, tudo bem?

O médico perguntava intercalando seu olhar entre mim e a mulher novamente sentada.

- Tudo bem. Eu estou feliz, só isso – a mulher me da uns tapinhas na mão indicando que eu posso solta-la.

- Obrigado doutor.

- Disponha.

Ele sorri branco e volta a andar pelo corredor silêncio bagunçando os cabelos negros. Era nisso que Danny queria se formar? Suspiro e me sento no chão.

- O médico não disse nada de sequelas, isso é bom. A senhora está bem? – pergunto.

- Sim... Querido – ela volta a me olhar séria e sinto minha pele se arrepiar – eu acho melhor você ir para casa, descanse. Daqui a algumas horas Sam e os garotos vão aparecer e ficar sabendo da notícia. Sei que você quer vê-lo, mas de um tempo para ele – suas palavras faziam minha mente rodar – Vou deixar sua entrada como visitante, venha quando eles não estiverem aqui. Venha quando eu vier, tudo bem? – apenas balanço a cabeça em uma confirmação – Vá para casa, tome um banho, faça essa barba e descanse, por favor, Léo, descanse!

Suspiro.

- Tudo bem... tem certeza de que aguenta ficar sozinha até ele chegar?

- Consigo sim... e Léo; vai tudo dar certo.

- Eu realmente espero isso.

Me levanto para ir embora e beijo suas mãos. Ela sorrir fraco e me olha com ternura. Nunca na minha vida que eu iria achar que essa mulher pudesse me perdoar. As vezes eu tenho que lembrar que nem todos são como o meu Pai.

- Até, Andréia.

- Até, Léo.

Danny ter acordado me faz sentir um alivio no peito, me faz ter paz em meu ser. Eu me culparia tanto se alguma coisa acontecesse de errado com ele naquele hospital. E espero mais que tudo que ele me perdoe por todas as merdas que eu fiz.


Notas Finais


Simmmm Titia Andréia perduou aeeeee
Espero que vocês tenham gostado 💖
Obrigada por tudo e muiiiiito obrigada pro não terem me abandonado 💖
Estudar pro enem foi foda, foi por isso que eu sumi. Eu vou atualizar ela bastante agora, como vou atualizar as outras fics, não se preocupem, não vou abandonar nada 💖


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