História PlayBoy - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amo, Bigbang, Bts, Drama, Elloo, Exo, Gay, Hentai, Jpop, Kpop, leiam, Originais, Original, Playboy, Porque, Romance, Vocês, Yaoi
Exibições 62
Palavras 1.199
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Bom, com esse capitulo vocês ficam no atualizados junto com o WATTPAD.
Sim, eu coloco essa historia lá.
Bom, obrigada a todos os favoritos, fico muito feliz.
Usei tags estranhas? Usei! Pq eu quero que as pessoas leiam a historia kskskkd e sim eu amo kpop.
Boa leitura ♡

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction PlayBoy - Capítulo 3 - Capítulo 3

Nesse exato momento, eu juro que eu não sei o que fazer!
(1) Eu estou na aula de biologia.
(2) Normalmente eu ficaria feliz.
(3) Léo estava ao meu lado.
(4) Não consigo encara-lo, pois ele tá rindo da minha cara!

Depois de eu ter surtado no ginásio, vim para a aula de biologia, nas melhores intenções. Eu tinha me esquecido que eu tinha aula com ele e que ele sentava ao meu lado. E agora, eu estou o evitando ao máximo e ele está ao máximo querendo falar comigo.
Esse cara...
Eu passava a mão sobre meus cabelos o bagunçando. Eu havia criado um relacionamento sério com o relógio de tanto que eu checava às horas.
O sinal em fim tocou e eu estava quase saindo da sala quando, Léo, puxou um dos meus braços.
- Sério? Vai ficar me evitando? - ele perguntava.
- É uma opção! - falei me soltando de seus dedos quentes que tocavam minha pele fria pelo ar-condicionado - Olha, eu sei que o Jonathan é um cara estranho, mas não liga para o que ele fala, okay?
- Okay... Mas mesmo assim vou perguntar - ele falava sentando-se em uma das cadeiras perto da porta - Você gosta de mim?
- Não!
- Não? - perguntou.
- Não! - afirmei.
- Como não? Você nem me encarava na aula hoje!
- Por vergonha! Sabia que isso é muito vergonhoso?
- Não.
- Você é impossível, Léo!
Ele me encarava.
- Se você não gosta de mim, por quê falou tudo aquilo pra Amber?
- Que? - ele ria. Ele havia se sentado e suas pernas longas estavam em cima de uma outra cadeira.
- Quando você saiu pedindo desculpas e a Amber foi atrás de você... Eu segui. Na verdade, Bruno disse para eu seguir vocês, então, ouvi a conversa toda e os gritos.
- Você não fez isso... - meus olhos estavam arregalados e se meu queixo pudesse cair, ele cairia.
- Então, você gosta ou não gosta de mim? - perguntou.
- Eu não sei, tá legal? Eu tô confuso! Eu não sei o que eu tô sentindo.
Eu o encarava e ele fazia o mesmo. Sentei-me ao seu lado e ele me acompanhava com o olhar.
Seu cabelo liso estava desamarrado e batia na altura de se queixo. Ele colocou uma parte de seu cabelo para trás de sua orelha.
- Olha... - ele disse virando meu rosto para que eu pudesse o olhar - Isso também é novo para mim. Você acha que eu não estou no mesmo barco?- Perguntou. Seus olhos azuis feito céu me encaravam em busca de uma resposta.
- Sinceramente, acho que você pode tá brincando comigo, ainda mais por eu não saber o que sinto, e ai você aproveita da minha própria confusão sobre tudo isso - Falei o encarando e e seus olhos seguiam os meus. Sua boca estava entre aberta, pronta para falar qualquer coisa, mas acabou que não saiu nada além de um suspiro pesado de frustração. Ele olhou para o outro lado da sala que dava acesso as janelas e lá em baixo podia se ver varias pessoas correndo com seus uniformes de educação física.
- Olha, sinceramente, eu não sei o que eu sinto por você, mas eu sei que eu não sou gay. E outra, eu não sei se você é ou não, ou se você tá na mesma duvida que eu depois que Jonathan falou aquilo... Eu só quero dizer que... - suspirei enquanto falava e ele prestava atenção em tudo o que eu fazia, via ou dizia - Eu estou confuso, Léo! E eu não sei o que fazer...
Ele apenas encarava a janela e ficava em silencio com seus pensamentos. Pensamentos que eu queria muito saber...
- Por quê não tentamos? - Ele perguntava ainda olhando para a janela e deu uma risada quando um garoto que fazia educação física, tropeçou em seus próprios pés e caiu no chão.
- Hãm? - eu o encarava. Aqueles olhos azuis distantes me encantavam de um jeito, que... Eu não conseguia entender como era possível.
Ele ainda olhava para a janela, quando falou novamente: - Talvez devêssemos tentar - ele virou seu rosto e olhava para mim com aqueles olhos cor de mar - vamos tentar ter algo, assim podemos saber o que sentimos um pelo outro, o que acha? - perguntou, mas eu só conseguia presta atenção nas borboletas geladas que teimavam em voar em meu estômago e de como o mundo começou a girar com o tal nervosismo.

Isso não é uma sensação boa!
- Você tá de brincadeira com a minha cara, Léo? - perguntei segurando seu rosto entre meus dedos gelados. Nós estávamos bem próximos e isso me deixava ainda mais nervoso.
- Não, por quê eu estaria? - perguntou. E ele me olhava com uma cautela tão grande, que começou a fazer as minhas borboletas geladas se acalmarem.
- Não sei... Talvez você apenas esteja brincando comigo - soltei minha mão de seu rosto, deixando marcados ali, meus cinco dedos em um vermelho vivo pela força que fiz em seu rosto.
- Não, não estou brincando - ele se aproximou do meu rosto fazendo com que as pontas dos nossos narizes se tocassem - eu realmente quero tentar, então, me de uma resposta.
Ele ainda se mantinha bem perto do meu rosto e eu não conseguia parar de olhar para aqueles olhos, que agora, recebiam raios de luz solar. Eu aposto que aquilo estava o cegando, mas ele não tirava os seus olhos de mim.
Como era bonito...
- Okay, vamos tentar - concordei, e isso fez ele soltar um sorriso lindo. Como ele era lindo em meio a luz do crepúsculo.
- Obrigado, por confiar em mim - o pouco espaço que nos separava, foi preenchido com um beijo de Léo.
A maciez e a quentura de seus lábios, eram as melhores sensações que existiam.
Ele me beijava com uma calmaria que parecia que só existia nós ali, e isso era tão terno que fazia minhas borboletas geladas ficarem agitadas novamente.
- Achei voc... EITA CARALHO, DANNY! - nosso beijo tinha sido interrompido por, Jonathan, que estava estático na porta da sala - TU É GAY MESMO! CARALHOOOO! EI, BRUNO! VEM CÁ!
- Cala a boca, Jonathan! - eu e Léo falamos juntos, nos olhamos e depois rimos.
- Por quê estão rindo? - Ele perguntava. Bruno chegou na sala correndo e ficou olhando para nós três.
- Jonathan, eu espero que seja algo sério, por que eu realmente estava pegando o número de uma garota! - Bruno o encarava feio.
- Nada de mais - ele ria - peguei esses dois se beijando, apenas isso. Pode voltar a pegar o número da garota.
Bruno olhou para mim e depois para Léo  e disse: - Tu seguiu meu concelho mesmo né? Esse é meu garoto!
Jonathan e Bruno riam e eu e Léo também.
- Vão pro inferno vocês dois! - Falei
- Vocês também! - Bruno falava.
Eu olhei para, Léo, e ele estava olhando para as janelas, mas agora tinha um sorriso em seus rosto sendo banhado pelo anoitecer.


Notas Finais


Espero que tenho gostado⌒.⌒
Obrigada por lerem ♡
Até a próxima ❤
Comente, gosto de ler comentários ♡


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