História Playful Kiss As memórias de Seung Jo - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Playful Kiss
Personagens Baek Seung-jo, Oh Ha-ni
Tags Dorama, K-drama, Ohhani, Playfulkiss, Seungjo
Exibições 170
Palavras 1.807
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Genteeeeeeeeemmmmm, mais um capítulo. Aqui eu conto um pouco como eu imagino que os garotos (Seung Jo e Eun Jo) encararam o jantar de comemoração da Oh Ha Ni por ela ter passado na prova. Sim, eu pulei a capítulo do desafio de educação física. Fiz isso por dois motivos:

1) Eu odeio educação física...rs.
2) Eu realmente não gostei daquele episódio e não ia conseguir escrever sobre ele de um jeito que ficasse bacana

Não me matem, pls!!!!!


Spolier: no próximo capítulo o nosso Seung Jo vai começar a ter pensamentos safadcheeeeenhos...rs
Love vocês!

Capítulo 6 - Comemorando Oh Ha Ni


- Me dê apenas um motivo, um único motivo para ir nesse jantar. – Seung Jo fingiu estar muito entretido em sua tarefa de secar copos para não ter que encarar o olhar severo que a sua mãe havia acabado de lhe lançar.

- Deixe-me pensar... –Ela estava sarcástica. – A educação que eu te dei, a gratidão pelo convite para jantar...orgulho.

- Orgulho?!

- Sim...da Oh Ha Ni...por ter passado na prova. – Sua mãe revirava os olhos como se comemorar fosse uma obviedade.

- Também, depois do tanto que ela estudou...era para ter ganho o Nobel de Física e Matemática juntos. – Eun Jo, que até então estava sentado à mesa da cozinha entretido com a lição de casa, resolveu fazer parte da conversa. – Bom, mas como é a Ha Ni, passar na prova já está de bom tamanho.

Os dois irmãos trocaram o seu já familiar olhar de cumplicidade. Seung Jo até tentava não incentivar, mas o humor ácido do seu irmão o divertia demais e ambos pareciam fazer uma dupla imbatível quando o assunto era Oh Ha Ni. Sem se aguentar, ele completou:

- Bem mãe, se for parar para pensar, este jantar deveria ser em homenagem a mim, não?  Afinal, não fui eu quem operou o milagre?

- Hahaha, foi milagre mesmo. – Eun Jo mal conseguia falar de tanto rir. - Acho que foi mais fácil partir o Mar Vermelho do que abrir a cabeça daquela anta e fazer algo entrar ali dentro. Meu irmão deveria ser canonizado.

Foi a vez de Seung Jo desatar a rir.

- Onde foi que eu errei com vocês dois? - Geum Hee tacou com força o prato que estava lavando em cima da pia, assustando os dois garotos. – Não é possível que tenham saído tão mal educados.  

Ela estava possessa como poucas vezes Seung Jo havia visto na vida: seu rosto estava completamente vermelho e seus olhos estavam tão apertados que ele podia jurar que estavam fechados.

- Você...fica com o resto da louça – Geum Hee disso isso jogando o avental em cima do filho mais velho. – Eu perdi a paciência de ficar perto de vocês dois.

- E você.... – Seu olhar agora estava em Eun Jo. – Só vai se livrar de ajudar o seu irmão porque está estudando. Mas eu quero os dois prontos aqui embaixo às 19h em ponto, de banho tomado como se fossem garotos civilizados e ansiosos para ir ao jantar de comemoração da Oh Ha Ni. O pai dela vai cozinhar para nós de bom grado sem cobrar absolutamente nada no restaurante deles e eu não quero passar vergonha.

- Ehhh, mãe... – O filho mais novo não se conteve. Seung Jo sabia o que ele iria dizer, havia pensado exatamente a mesma coisa, mas sabia que deveria guardar para si. Tentou em vão, lançar um olhar de alerta para o irmão...mas era tarde demais.  – Se for parar para pensar... a Ha Ni e o pai dela estão comendo e dormindo aqui sem pagar nada...então meio que não faz sentido eles cobrarem o nosso jantar lá. Se você for fazer as contas, na verdade eles estão nos devendo.

Seug Jo podia jurar que consegui ouvir o vento batendo na janela tamanho foi o silêncio que se fez naquela cozinha. Silenciosamente, como se fosse um gato, Geum Hee caminhou em direção a Eun Jo. Ela estava calma...assustadoramente calma. O filho mais novo olhou em pânico para o irmão enquanto ela delicadamente pousava o indicador em cima da folha de papel onde o menino estava escrevendo.

- Um mês...sem videogame. Um mês. – Geum Hee fez questão de pronunciar cada sílaba pausadamente. Ela sabia o quanto isso iria doer.

- Mas mãe, eu só disse q...

- Se quiser que sejam 2 não precisa pedir muito. Já deu de vocês dois por hoje. – Disse ela enquanto se dirigia à escada. E sem dizer absolutamente mais nada ela começou a subir, deixando os dois filhos ali, incrédulos com aquela reação. Raramente eles haviam visto a mãe daquele jeito. Sempre tão expressiva e dramática, quando ela ficava assim era porque a coisa era realmente séria...como se ela realmente precisasse se controlar para não explodir.

- Eu odeio Oh Ha Ni!!!!!! – Eung Jo enterrou sua cabeça nas duas mãos enquanto se lamentava. – Desde que ela chegou a mãe só briga comigo e você não tem mais tempo para mim. Quando é que ela vai embora?

Aquel comentário entrou como uma facada no estômago de Seung Jo. – Hey, isso não é verdade! – Tentou argumentar. – Eu sempre tenho tempo para você.

- Ah é?! – Retrucou o irmão mais novo. – E o que você me diz do fato de não conseguir mais me ajudar a estudar? Ou quando você ficou dias e dias treinando para aquele torneio ridículo de educação física que você nunca deu a mínima, mas que de uma hora para outra virou a coisa mais importante do mundo porque ela te provocou?

- Mas...como você sabe disso?

- A mãe me contou. A Ha Ni contou pra ela. Parece que você não estava nem aí até ela te chamar de franguinho. Aí você resolveu participar para valer. Mas para me ensinar a pular corda você não tem tempo.

- Eun Jo, eu...eu sinto muito. – Seung Jo estava sem reação, mas anotou mentalmente “matar a Ha Ni por ter espalhado isso” para não esquecer depois.

- Você sempre está metido em alguma situação que aquela retardada inventou...ou está brigando com ela ou irritado pela casa o tempo todo com algo que ela fez. Parece até que ela é sua namorada.

Seung Jo parou de respirar naquele exato minuto.

- Na...namora...rada??? – Ele mal conseguia pronunciar a palavra.

- É. Não é isso que os namorados fazem? Ficam o tempo todo juntos? Brigando pelas coisas mais idiotas, mas sempre juntos?

- Olha só! – O irmão mais velho adotou um ar imperativo e ríspido...seu rosto estava quente – Primeiro: eu e Ha Ni estamos em uma convivência completamente forçada. Segundo: essa coisa de namoro...já te disse que não sei se é para mim. E terceiro: se um dia, por algum acaso nessa vida, eu pensar em namorar...a última pessoa na face da terra que eu cogitaria ter algo seria aquela demente. Ok?

- Ok... - Seung Jo não sabe se foi o seu tom de voz ou se Eun Jo percebeu o absurdo que havia acabado de dizer, mas seu irmão rapidamente desistiu o assunto e baixou a cabeça.

E sobre a mamãe. – Seung Jo estava novamente com um tom fraternal... - Relaxa, daqui a pouco passa. Esse chilique não vai durar mais que algumas horas.

- Mas o que eu falei de tão grave? Eu só disse que se a gente fosse colocar no papel, ficaria claro que aquela besta e o pai dela nos devem muito mais que um jantar. É pura matemática e lógica.

- Eu sei, Eun Jo, eu concordo com você...mas as pessoas não pensam assim. – O garoto colocou uma das mãos na cabeça do irmão mais novo enquanto falava. – Olha só, deixa para lá, ok? Logo menos a mãe esquece isso. Eu vou subir e descansar um pouco. Hoje a noite promete ser longa.

- Mas...então...a gente vai nesse jantar?

- E temos opção? Além disso, o pai da Ha Ni cozinha muito bem, não? Não vai ser sacrifício algum aceitar uma refeição dele. – Seung Jo despediu-se do irmão mais novo com um cafuné que fez bagunçar o seu cabelo todo.

Chegando ao quarto, jogou-se na cama com a roupa do colégio mesmo e se enrolou confortavelmente no cobertor. Ele realmente estava bem cansado ultimamente, mas até o seu irmão comentar não havia parado para reparar o quanto aquela garota tinha participação nisso. De fato nos últimos dias ele estivera metido sempre em alguma confusão inventada por ela; seja o fato de ser obrigado a ajudá-la a estudar, seja aquela confusão com Joong Gu e a história do cavalinho que o deixou mal humorado por dias ou aquela competição ridícula de esportes que ele acabou se esforçando para ganhar só para deixa-la irritada...e agora, mais uma vez, lá estava ele sendo arrastado para um jantar, que ele podia apostar um rim que de uma forma ou de outra seria uma confusão, apenas por que ela não havia feito mais do que a sua obrigação de ir bem na prova.

E, de fato, ultimamente, ele e Ha Ni haviam estado juntos quase que o tempo todo...a começar pela sala de estudos. Por ter ficado entre os 50 melhores alunos do mês, ela havia garantido um lugar na sala de honra, onde ficam as mentes mais brilhantes. Se ela conseguiria manter este posto já era outra coisa, mas pelo menos por enquanto, se antes a convivência forçada dos dois estava restrita ao café da manhã e atividades em família na parte da noite, agora ele tinha uma verdadeira overdose daquela garota.

Curiosamente, apesar de “irritante” ser o lugar comum da relação entre dos dois, ele até que estava achando divertido estudar na mesma sala que ela. Quase que diariamente a quietude e monotonia sepulcral daquele lugar eram desafiados por aquela garota. Riu sozinho ao lembrar do que havia acontecido naquela manhã; ela, que já havia chegado atrasada (como sempre), resolveu quebrar um pouco mais rotina e sugeriu uma enquete para decidir se a temperatura do ar condicionado deveria ser ou não ajustada, pois ela estava com muito frio.

Como ninguém, absolutamente ninguém se deu ao trabalho de responder, ela achou que era uma boa ideia fazer a sua vontade de deixar o ambiente mais quente sem se importar com mais ninguém.

E ela não seria Oh Ha Ni se não tivesse ignorado o fato de que qualquer ar condicionado no mundo pode ser ajustado por um controle remoto (que ficava visivelmente disponível em uma mesa no fundo da sala) e se não tivesse concluído que seria uma boa ideia subir em cima da carteira e fazer isso manualmente. Alguns segundos e um estrondo depois, lá estava Ha Ni caída no chão...com a mesa e tudo que estava por lá em cima dela. E ela não havia apenas conseguido ajustar a temperatura, como também havia quebrado o aparelho. Conclusão: os privilegiados alunos da sala 1 tiveram o seu dia de plebeus passando calor como os meros mortais no resto do colégio. Se tinha algo que a vida não era com Oh Ha Ni por perto era monótona.

Seung Jo sentiu o sono tomando conta aos poucos do seu corpo e virou-se de lado tentando encontrar a melhor posição para dormir. Já estava quase completamente inconsciente quando um pensamento relampejou em sua mente, fazendo-o arregalar os olhos com certo medo.

Putaqueopariu...esqueci de terminar de lavar a louça, disse ele para si mesmo, pulando a cama e se dirigindo para fora do quarto. Se ele não cuidasse daquilo a sua mãe definitivamente iria lhe matar. 


Notas Finais


Genteeeeeeeeemmmmm, mais um capítulo. Aqui eu conto um pouco como eu imagino que os garotos (Seung Jo e Eun Jo) encararam o jantar de comemoração da Oh Ha Ni por ela ter passado na prova. Sim, eu pulei a capítulo do desafio de educação física. Fiz isso por dois motivos:

1) Eu odeio educação física...rs.
2) Eu realmente não gostei daquele episódio e não ia conseguir escrever sobre ele de um jeito que ficasse bacana

Não me matem, pls!!!!!

Spolier: no próximo capítulo o nosso Seung Jo vai começar a ter pensamentos safadcheeeeenhos...rs

Love vocês!


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