História PlayHouse - Capítulo 10


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Categorias Infinite
Personagens Dongwoo, Hoya, Myungsoo (L), Sunggyu, Sungjong, Sungyeol, Woohyun
Tags Dongwoo, Hoya, Infinite, Lemon, Mingyeol, Sunggyu, Sungjong, Sungyeol, Taemin, Woogyu, Woohyun, Yaoi
Exibições 129
Palavras 1.551
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Harem, Lemon, Romance e Novela, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá!!
Aqui está mais um Cap e, como a pedido de muitas famílias, WooGyu está de volta! Espero que gostem!

Capítulo 10 - Punição e recompensa


SungGyu POV on

No final, tudo o que consegui mais próximo de um conselho foi um “diverte-te mas com cuidado”. Que quer isso dizer? Que eu deva ir à playhouse ou não? Era tão mais fácil se eu lhes pudesse contar. Mas eu não posso e, sinceramente não quero. Imagina eles saberem que eu tenho interesse nesse tipo de coisas. Ainda pensam que sou algum tipo de tarado.

A minha incerteza manteve-se até sexta-feira à noite, quando haveria um novo evento da playhouse. Eram 9h da noite e eu ainda estava naquele impasse do “vou ou não vou?”. Peguei na máscara que estava em cima da cama, juntamente com o fato, e passei lentamente o polegar por ela, maravilhando-me com a sensação macia do veludo.

Olhei também para a minha coleira e pu-la à volta do meu pescoço. A sensação do couro macio à volta do meu pescoço desencadeou uma sensação de déjà vu. Todo o meu corpo se arrepiou ao me lembrar da sensação indescritível que tinha sentido quando o meu Mestre me beijou. Dei por mim a tocar nos meus próprios lábios com a minha boca entreaberta de uma maneira sensual.

Corei abruptamente e recompus-me antes de retirar a coleira e toda a roupa que cobria o meu corpo. A minha decisão estava tomada. O meu Mestre podia castigar-me pela minha fuga na semana passada mas eu não ia desistir. Eu queria continuar com este jogo perigosamente sensual.

Depois de um duche tomado e todo o ritual de higiene feito, vesti o meu fato. Peguei na máscara e na coleira e saí de casa.

Ao chegar ao meu destino reparei que já estavam lá imensos carros. Olhei para o relógio e percebo o motivo. Eu definitivamente ia ser castigado pelo meu Mestre! Eu já estava atrasado!

Coloquei a coleira e a máscara rapidamente, antes de sair do carro e correr para a grande mansão.

Ao entrar lá dentro, percebi que a diversão já tinha começado para muitos. Havia por todo o lado casais que já estavam num clima avançado, não se importando se alguém os observasse. Afinal, dentro daquela casa não havia lugar para pudor ou vergonha.

Caminho lentamente até ao Centro da sala, procurando por toda a parte o meu Mestre. No entanto já deveria ter percebido que eu sou a presa e ele o predador. Claro que ele me iria encontrar primeiro.

-Gyu… -a sua voz vinha de trás de mim e, por isso, virei-me.

Ele estava com cara de pouco amigos. Olhou para mim de alto a baixo enquanto batia com a trela da minha coleira na mão, como se se tratasse de um chicote. Mordi o lábio inferior e fiz o que era esperado de mim numa situação destas.

Baixei o tronco e a cabeça, num gesto pleno de submissão.

-Peço imensas desculpas, Mestre.

Ele não se mexeu nem me deu ordem para que eu me endireitasse por isso, continuei exatamente na mesma posição até ordem do contrário.

-Tens que ser mais específico… pelo que estás a pedir desculpas?

-Por ter fugido na última vez e por ter chegado atrasado hoje.-respondi prontamente, mestre.

Ele pareceu agradado com a resposta pois disse que eu podia endireitar-me.

-Pedes desculpas mas não me dás uma explicação… -ele olhou-me curioso.

Apesar de ele não ter feito nenhuma interrogação eu sabia que esta estava implícita e que eu teria que lhe dar uma explicação se queria que ele me perdoasse.

-Tem que ser mais específico. Para qual das situações, Mestre?

Ele olhou para mim num misto de divertimento e aviso para não abusar muito.

-Para ambas.-ele respondeu.

-A verdade,- decidi começar pela situação mais recente por ser a menos embaraçosa.- é que eu não estava para vir e só me decidi em cima da hora.

Ele franziu o sobrolho, visivelmente incomodado com a minha resposta.

-Posso saber o motivo dessa indecisão?

Senti o meu rosto corar assim que comecei por proferir a explicação para a minha fuga na semana passada.

-Eu não sabia se queria continuar porque eu não sabia se este era o sítio certo para mim… como já deves ter reparado, eu não sou experiente nestas coisas… ou melhor, a minha experiência nem pode ser considerada pouca porque na verdade ela é nula…

As suas sobrancelhas ficaram ainda mais juntas.

-Que queres dizer?-ele inquiriu, apesar de eu detetar já um sinal de suspeita na sua voz.

-Eu… eu sou virgem.-acabei por confessar.

Uau, era a primeira vez que via alguém tão chocado e surpreso na minha vida. E também foi a primeira vez que vi alguém mudar a expressão facial de maneira tão abrupta num espaço de segundos. Se ele estava com o queixo qua a bater no chão num primeiro momento, no segundo seguinte estava a olhar para mim com um sorriso de lado e um olhar sugestivo.

-Interessante… e olha que eu não digo isso muitas vezes mas a verdade é que não paras de me surpreender… -ele confessou, para meu embaraço.- Acho que encontrei um divertimento que me vai entreter durante muito tempo… -ele colocou a trela na minha coleira e deixou-me para si. Os seus lábios estavam perigosamente perto dos meus e o seu hálito adocicado estava a deixar-me inebriado. - Então quer dizer que, ao voltares, estás a dar-me permissão para que te corrompa?

-Sim, Mestre… -sussurrei de forma decidida.

Mais do que lhe dar permissão, eu queria que ele me ensinasse o que era a luxúria, o que era sentir desejo e prazer. Soube-o assim que recordei a maneira como ele me beijou e como eu queria que ele o voltasse a fazer.

Os seus lábios tocaram ao de leve nos meus, fazendo-me suster a respiração por breves segundos e entreabrir a boca. Ele riu baixinho e evitou a minha boca, sussurrando ao meu ouvido. -Eu perdoei-te mas isso não quer dizer que não te vá castigar.

Baixei a cabeça em sinal de submissão. Qualquer que fosse a punição, eu iria aceitá-la.

Ele afastou-se novamente de mim e puxou a minha trela, guiando-me ao cadeirão em veludo onde nos sentamos da outra vez. Como é óbvio, esperei que ele se sentasse primeiro e me dissesse também para me sentar antes de me ocupar o seu colo.

Coloquei cada uma das minhas pernas de cada lado do seu corpo, apoiando os meus joelhos no assento do cadeirão. Ele apoiou as mãos no fundo das minhas costas e esse pequeno gesto foi o suficiente para descompassar um pouco a minha respiração.

-Se a tua falta de habilidade a beijar não fosse suficiente como prova, a tua sensibilidade ao meu toque é definitivamente sinal da tua inexperiência. Vai ser um prazer e uma tortura deliciosa ensinar-te tudo o que precisas de saber… a aula passada praticamos o beijo e, pelo teu melhoramento, vejo em ti um futuro promissor. Sei reconhecer talento quando o vejo e sei que não vou desperdiçar o meu tempo.

Ele puxou-me sem qualquer aviso para um beijo coberto de desejo. Apesar de ter sido apanhado desprevenido, eu estava tão ansioso por este momento que os meus lábios rapidamente se acostumaram ao seu ritmo e a minha língua se movia de acordo com a vontade da sua. Ele quebrou o beijo e, num acto impulsivo, prendi o seu lábio inferior entre os meus dentes, mordendo-o ao de leve.

Abri os olhos imediatamente, assim que me apercebi do que tinha feito. Será que isto era permitido aos submissos.

Ele olhou para mim com o seu sorriso de lado que me fazia derreter completamente.

-Parece que não te esqueceste da lição da semana passada… especialmente essa última mordida… a intensidade foi exatamente a certa… -ele olhou-me atentamente.- Não andaste a treinar com ninguém durante a semana, certo?

-Claro que nao, Mestre!-respondi um pouco ofendido mas também orgulhoso.

Ele acreditou nas minhas palavras.

-Ainda bem… passemos então à segunda lição… vamos centrar-nos novamente nos beijos mas vamos melhorar a tua concentração para que comeces a ganhar auto controlo.

Ele voltou a aproximar-se de mim, desta vez mais lentamente, e eu percebi que ele me ia beijar novamente. Fechei os olhos e inclinei a cabeça. Como já tinha os lábios entreabertos, a sua língua começou logo por explorar a minha boca e eu aproveitei para fazer o mesmo à sua. Foi então que um elemento surpresa foi adicionado, fazendo-me gemer. Ele acariciou o meu membro por cima das calças e o seu toque nessa área sensível foi o suficiente para me fazer perder a concentração e fazer os nossos dentes chorarem. Logo senti uma dor aguda na minha bunda assim que ele me bateu bem de força. Apesar de estar tapada com as calças e a boxer, eu sentia a minha pele arder e sabia que tinha ficado marcado. Apesar da dor, a sensação não era de todo má…

Fiquei surpreendido comigo mesmo ao perceber que gostava que ele fosse bruto comigo. Também as suas palavras seguintes me tomaram de surpresa.

-Ah, mais um pequeno pormenor… para me assegurar de que aprendes bem e rápido, vou usar o método de punição e recompensa no teu treino.

Ele mal me deu tempo para assimilar a informação e voltou a beijar-me com desejo. Uma coisa era certa, se a punição era levar umas palmadas na bunda, eu mal posso esperar para ter a minha recompensa!

SungGyu POV off


Notas Finais


Eheh, surpreendidos por ver este lado do Gyu? Algum dia tinha que ser, não é? :p
Espero que tenham gostado ^_^
Digam o que acharam nos comentários <3
Já agora, quem estiver interessado e tiver tempo, tenho uma fic nova em andamento. É uma fic U-KISS e chama-se Kiss me, Bite Me!
Obrigada por terem lido este Cap!
Até breve!
*chu*


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