História PlayHouse - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Infinite
Personagens Dongwoo, Hoya, Myungsoo (L), Sunggyu, Sungjong, Sungyeol, Woohyun
Tags Dongwoo, Hoya, Infinite, Lemon, Mingyeol, Sunggyu, Sungjong, Sungyeol, Taemin, Woogyu, Woohyun, Yaoi
Exibições 116
Palavras 1.505
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Harem, Lemon, Romance e Novela, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá!
Aqui está mais um capítulo, onde vai ser revelada a notícia da mãe do DongWoo!

Capítulo 9 - O meu novo maninho


DongWoo POV on

Eu não disse nada ao Hoya para não o preocupar mas, mal vi que era a minha mãe que me estava a ligar, eu fiquei logo de pé atrás. Se a vida fosse um livro, a minha mãe era o fator surpresa que muda o rumo da história. Por isso, quando ela decidia aparecer eu já sabia que, quer propositadamente, quer não, iria haver uma reviravolta. Só espero que não seja algo que afete a minha relação com o Hoya.

-DongWoo, ainda bem que chegaste! -a minha mãe levantou-se e veio cumprimentar-me.

O local do encontro escolhido era um hotel mesmo no centro da cidade, um dos mais reconhecidos entre as elites. Ela deu-me dois beijos e o meu instinto foi logo perguntar.

-De quanto é que precisas?-como é óbvio, referia-me a dinheiro.

Ele olhou para mim ofendida, como se fosse algo impensável. Nós nunca fomos pobres mas também não éramos ricos. Posso dizer que, durante a minha infância, vivemos uma vida confortável. No entanto, o que era confortável para mim, não o era para a minha mãe, que sempre gostou de ostentar mais do que aquilo que tinha. Tendo o meu pai morrido pouco depois de eu ter nascido, ela compensava esse vazio com as coisas materiais.

Por isso, quando descobriu que eu tinha o dom da escrita e que isso poderia render bastante dinheiro, ela tratou logo de arranjar-me um contrato com uma editora para publicarem o meu primeiro romance que, seguindo as expectativas da minha mãe, foi um sucesso.

Só para não a ouvir e aturar, eu preferia dar-lhe dinheiro.

-Uma mãe já não pode dar carinho ao filho?-ela ripostou.

-Poder pode mas normalmente quando fazes isso é quando precisas que eu te dê dinheiro.

-Só para te provar o contrário, este almoço não vais ser tu a pagar.

Eu não digo que a minha mãe era o fator surpresa da minha vida? Mantenham os olhos bem abertos pôr que acho que é hoje que vamos ver porcos a voar! A minha mãe a pagar-me algo?

Ela aproveitou o meu silêncio para me encaminhar até ao restaurante o hotel, onde fomos guiados para uma mesa com quatro lugares.

-Vamos almoçar com mais alguém? -fiz a pergunta óbvia.

Ela sentou-se na minha frente, quase dando pulinhos na cadeira de tão entusiasmada. Esta reação só poderia significar uma coisa: ela estava a esconder algo. E, pela maneira como ela não parava de sorrir, era algo em grande.

-E lá se vai o sossego… -sussurrei.

-Disseste alguma coisa?-ela perguntou.

-Perguntei qual era a grande notícia que mencionaste quando me ligaste.

-Ah… -ela soltou uma gargalhada um pouco infantil e deixou-me o olho. -Tens que ser um pouco mais paciente e já vais descobrir.

Revirei os olhos, nitidamente sem paciência, e peguei no meu telemóvel para consultar o meu e-mail. Dentro de uma semana tinha um encontro com o meu editor para falarmos do meu novo projeto.

-Ai, DongWoo, deixa isso e fala um pouco comigo! -queixou-se ela.

Realmente a notícia devia ser bombástica para ela até querer cconversar comigo. Se calhar fizeram-lhe um transplante de cérebro e esta pessoa aqui à minha frente não é mesmo a minha mãe!

-Que queres falar?- perguntei-lhe, pousando o telemóvel.

Ela encolheu os ombros e inclinou-se sobre a mesa.

-Sei lá… qualquer coisa… - ela fez uma cara de quem se lembrou de algo.- Já sei! Como é que anda o teu namorado?

Olhei para baixo para esconder um sorriso de incredulidade. Como é óbvio, ela nem sequer sabia o nome do meu namorado.

-O Hoya -enfatizei o nome dele- está bem.

-O que é que ele estudava mesmo? Medicina , certo? Ele já terminou?

-Não.. está no último ano a fazer os exames…-como é óbvio, ela não sabia o nome dele mas sabia o que ele estudava e tudo porque… esperem só uns segundos…

-Ah, muito bem! Escolheste muito bem,filho! É alguém que já tem um futuro traçado e um bom futuro…

E cá está o motivo! Acho que a hipótese do transplante de cérebro está já excluído. Ela só pensava mesmo em dinheiro e posição social.

-Podes achar isto a coisa mais estranha de todo o sempre mas eu estou com o Hoya porque o amo mesmo e não por ele ser o filho do diretor de um hospital privado.

-Claro, claro, filho. Mas se podermos juntar o útil ao agradável…

Estava para me levantar e ir embora quando ela foi mais rápida do que eu e levantou-se do seu lugar.

-Ele já chegou! -ela acenou entusiasticamente a alguém ao fundo do restaurante.

Virei-me para trás a tempo de ver um homem de meia idade a aproximar-se da nossa mesa. A minha mãe ia a tocar-lhe mas o homem passou por ela e foi-se sentar na cadeira ao lado da dela. O sorriso da minha mãe esmoreceu um pouco mas ela não deu parte fraca.

-Vai-se sentar ou tem intenções de ficar de pé a fazer de poste?-perguntou-lhe o homem, nem sequer olhando para ela.

As faces da minha mãe ficaram ruborizadas com vergonha e o seu sorriso acabou por desaparecer enquanto ela se sentava. Pela sua atitude e maneira como estava vestido, dava para perceber que o homem mistério era alguém da alta sociedade. Não me admirava nada que fosse o novo namorado da minha mãe.

Decidi suavizar um pouco o ambiente porque, apesar de egoísta e materialista, mãe é mãe e eu continuo a amar a minha.

-Prazer, o meu nome é Jang DongWoo. -estendi-lhe a mão.

Ele olhou para mim atentamente antes de me apertar a mão.

-Prazer, Nam HyunJoon. -ele largou a minha mão para atender uma chamada.-Onde raio estás? -a sua voz era ríspida.- Já estamos todos à tua espera. Tens 10 minutos para estares aqui.

Antes que a outra pessoa tivesse sequer tempo para responder, ele desligou a chamada.

-Não há problema. -começou por dizer a minha mãe- Nós podemos esperar, certo? -Ela perguntou-me.

Acenei com a cabeça mas para senhor Nam já estava de mau humor.

-Escusa de o defender! Ele já tem idade para ser responsável. Com a idade dele, o irmão mais velho já estava a estagiar na empresa mas ele nem sequer se interessa. O BooHyun só não veio hoje porque teve que ir resolver uns problemas na nossa firma em Pequim.

Pelo que percebi, a outra pessoa que estávamos à espera era o filho mais novo deste homem. Pelos vistos, seria mesmo um almoço com o novo namorado da minha mãe. Pergunto-me se o filho terá o feitio do pai.

Desliguei-me por uns momentos enquanto o homem continuava a falar do filho mais velho e das suas imensas qualidades em comparação com o filho mais novo.

-E aos 2 anos, o fantástico BooHyun já fazia o pino enquanto recitava Shakespeare na sua versão original. -interrompeu uma voz, num tom trocista.-Lamento mas, este almoço, vão ter que se contentar comigo, o irmão mais novo que aos dois anos ainda fazia xixi no penico.

Eu pensei que o senhor Nam ia gritar e bater no seu filho mas ele apenas o olhou com ódio e cerrou os punhos.

-E 22 anos depois ainda continuas a envergonhar-me com as tuas asneiras.

O rapaz sentir-se ao meu lado, não desfazendo o seu sorriso trocista.

-Se não fosse assim não gostavas de mim. -ele ignorou o olhar fuzilante do pai e olhou-nos.-Desculpem, nem sequer me apresentei. Nam Woohyun.

Olhei para ele, surpreendido e também me apresentei.

-Jang DongWoo.

-Ah, o escritor?

Fiquei surpreendido por ele me conhecer e acenei.

O Hoya já me tinha falado do famoso WooHyun. Agora fazia sentido este homem ser tão arrogante e altivo. Os Noom eram bem conhecidos na Coreia pelo seu império empresarial.  O que o Hoya me tinha contado não tinham sido coisas boas. Aliás, relembrando as palavras do Hoya “quando vires o WooHyun, foge!” . No entanto, eu estava numa situação que não podia fugir. Especialmente depois do revelação feita pela minha mãe.

-Bem, já que aqui estamos todos, acho que podemos contar as boas notícias! -a minha mãe olhou para o senhor Nam à procura de aprovação, que lhe foi concedida num aceno mudo.- Nós estamos noivos!!

Eu fiquei totalmente sem reação. Eu já sabia que a minha mãe e o senhor Nam partilhavam uma relação amorosa mas não estava a pensar num noivado! Há quanto tempo é que eles se conheciam?

Ouvi uma gargalhada ao meu lado. Toda a gente olhava para o WooHyun que se ria alto.

-WooHyun, comporta-te.-silvou o senhor Nam.

Este parou de rir aos poucos, limpando o canto dos olhos onde algumas lágrimas se tinham formado devido ao riso. Ele virou-se para mim.

-Aposto que não esperavas esta, maninho!

Olhei para ele, ainda a tentar assimilar a informação. Ele tinha razão, quando os nossos pais se casassem, nós seríamos meios irmãos. O Hoya vai-se passar, eu, irmão do WooHyun…

Eu já sabia que a minha mãe ia mudar o rumo da história, eu só não fazia ideia que seria assim tanto!

DongWoo POV off



Notas Finais


Então, gostaram? Estavam à espera desta reviravolta?
As coisas ainda só agora aqueceram, meus leitores e minhas leitoras! Eheh
Espero que estejam a gostar da fic e que a história esteja a ser interessante.
Podem ir dando a vossa opinião ou teorias do que vai acontecer nos comentários ^_^
Breve tem mais!
*chu*


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