História Playing With Fire - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias TWICE
Personagens Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Tzuyu
Tags 2yeon, Mimo, Mitzu, Namo, Satzu
Exibições 34
Palavras 2.796
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Romance e Novela, Shoujo-Ai
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olá, espero que gostem :)

Capítulo 1 - Begin


- Vamos ver...  - disse a mulher sorridente ao olhar atentamente a palma da mão do cliente. 

 

Ela começou a suspirar, então balançou a cabeça profusamente, como suas sobrancelhas inclinadas para baixo em uma carranca.

 

"Não é bom, não é bom" - ela falou.

 

- O-O que é? - Seu cliente perguntou.

 

"Eu vejo um monte de coisas ruins que irão acontecer com você."

 

- Pode me dizer o que são?

 

"Está bastante embaçado ..."

 

O homem calvo poderia literalmente ver os sinais de dólar nos olhos de Momo, mas como ele tinha muito dinheiro para gastar, e desesperadamente queria saber o que as coisas ruins eram, ele tirou sua carteira e lhe deu mais dinheiro.

 

Momo se alegra, pegando o dinheiro e enfiando-o no bolso de sua calça jeans. "Ah ... Agora está claro, você vê estas três linhas aqui?" - perguntou ela apontando para as três linhas visíveis da palma.

 

O homem de óculos balançou a cabeça. "Sim."

 

"O primeiro mais perto de seus quatro dedos é a linha do coração. A segunda linha é a linha da cabeça e o terceiro é a linha da vida." Ela olhou para o homem, usando um falso semblante de pesar. "Eu estou com medo, eu não posso continuar."

 

"Por quê?" - perguntou o homem. "Você é uma scammer?!"

 

A boca de Momo formou um "O" silencioso em horror. "Yah ahjussi, não posso continuar porque tenho certeza que você não vai querer saber o que cada linha mostra!" Ela se defendeu.

 

O homem franziu as sobrancelhas. - Só me diga, posso aguentar.

 

"Ok" Momo respondeu apreensivamente. "Não me culpe quando eu lhe disser coisas que você acabará lamentando!"

 

- Apenas diga! - exclamou irritado.

 

Momo estralou a língua em desaprovação. "Você perde o seu temperamento tão facilmente.É por isso que sua linha do coração é tão curta. Isso significa que você tem um coração negro." Ela levantou a mão para impedir o homem de refutá-la. "Sua linha de cabeça é tão longa, como o cabelo de Rapunzel. Isso mostra que você é uma pessoa egoísta, é por isso que você não tem ninguém para compartilhar suas riquezas, exatamente por isso você deve me dar mais dinheiro para a leitura de sua palma. Ela deu ao homem um sorriso espertalhão, enquanto ele rola os olhos. "E a última é a sua linha de vida ..." Ela exalou um profundo suspiro.

 

"O que é isso?" - perguntou, quase em um sussurro, enquanto se inclinava para frente.

 

"Você vai morrer daqui a cinco anos", ela murmurou.

 

- Você está me enganando! - ele acusou, retirando a mão imediatamente.

 

Momo franziu o cenho. "Estou tão ofendida agora ahjussi. Eu estou dizendo a verdade e eu sou genuína em oferecer alguns conselhos para ajudá-lo!"

 

- Qual é o seu conselho, então?

 

Momo limpou a garganta e num tom sério disse: - Só tenho uma coisa a dizer.

 

"Qual é?"

 

- Obrigada pela generosa doação - gritou ela, saindo do beco e entrando na multidão, desaparecendo rapidamente da linha de visão do homem. 

 

Enquanto serpenteava através do mar de pessoas, ela tirou sua capa preta e peruca azul, então jogou-os em uma caixa antes de colocar uma máscara cirúrgica e boné. Com o estômago roncando, Momo decidiu ir a um restaurante próximo.

 

Ela estava prestes a ocupar uma mesa vaga até que ela notou uma mulher deslumbrante em terno formal sentada sozinha na esquina do restaurante.

 

"Franja. Batom vermelho. Cara bonita, nada como as unnies de Gangnam. Roupa formal. " Momo murmurou para si mesma enquanto ela olhava para a dita garota, enquanto se dirigia para a última. Ela tirou a máscara e usou o boné para trás.

 

"Olá moça linda" Momo cumprimentou enquanto estendia a mão.

 

A mulher olhou estranhamente para Momo. Ela decidiu ignorar a última e voltou a olhar para o telefone dela.

 

Momo suspirou dramaticamente, retraindo sua mão. Ela se sentou em frente à bela dama, e olhou para ela com um olhar sonhador.

 

- Por que você está sentada aqui? - a mulher grunhiu. Momo olhando para ela definitivamente a deixou desconfortável.

 

Finalmente conseguiu sua atenção, xeque-mate.

 

Momo mostrou seu sorriso.

 

 A outra deixa escapar um sorriso no canto dos lábios, então rapidamente apertou sua boca assim que percebe seu deslize.

 

"Sou irresistivel, eu sei" Momo disse arrogantemente. 

 

Isso ganhou uma chacota da mulher a sua frente que retornou seu olhar a tela de seu celular. 

 

Momo tirou o relógio e colocou-o sobre a mesa. Seus lábios se curvaram em um sorriso descarado. "Você sabe, eu realmente estava sentindo muita fome, mas depois de olhar para você e apreciar sua beleza, estou saciada."

 

Até então a mulher desconhecida lutou para manter uma cara séria enquanto lutava com o sorriso que ameaçava sair.

 

Outro sorriso triunfante se espalhou pelo rosto de Momo. 

 

Ponto.

 

"Você deve ser uma mulher de negócios. Uma CEO de uma empresa?" Momo perguntou.

 

A mulher tirou os olhos de seu telefone e arqueou uma sobrancelha para Momo. "O que você é? Uma psíquica?

 

"Ah, então eu estou certa" murmurou Momo. "Então, posso saber qual é o seu nome e por que uma linda dama está sentada aqui sozinha?"

 

"Im Nayeon" a bela dama finalmente revelou seu nome, e não continuou mais.

 

"Você não é realmente amigável com estranhos, você é senhorita Im Nayeon?"

 

Nayeon encolheu os ombros.

 

"Diga, você acredita na leitura do tarô? Eu presto esse serviço. "

 

"Se é você quem fornece, então eu não acredito" Nayeon diz rudemente.

 

Momo riu. "Eu sou uma psíquica, confie em mim, eu não digo qualquer besteira para as pessoas. Quero dizer, eu até adivinhei sua ocupação corretamente. "

 

Nayeon zombou. "A probabilidade de descobrir minha ocupação é alta. Meu traje formal é um presente.

 

"Ocupação sim, mas não a sua posição na empresa" Momo apontou.

 

- Me deixe em paz - respondeu Nayeon.

 

"$ 10."

 

"O quê?" Nayeon lançou um olhar incrédulo para Momo. "Você está sendo um tanto sem vergonha, não é? Pedir dinheiro para uma desconhecida?"

 

"Desconhecida? Nós não somos duas pessoas estranhas!" Momo argumentou. "Nós somos conhecidas agora. Você conhece a frase: 'Faça coisas boas e coisas boas serão concedidas a você' certo? Você é uma pessoa generosa. Ajude uma pobre menina, por favor?" Ela deu a Nayeon um olhar de cachorro, fazendo a última vacilar.

 

"Tudo bem" Nayeon cedeu. 

 

"Aigoo, coisas boas certamente serão concedidas a você" exclamou Momo enquanto pegava a nota de dez dólares de Nayeon. "Ok, eu preciso ir agora, tchau tchau!"

 

Nayeon nem sequer teve a oportunidade de responder como Momo já tinha desaparecido.

 

"Mas.. o seu relógio.." Nayeon interrompeu sua frase e depois suspirou. Ela pegou o relógio de Momo e o guardou na bolsa.

 

 

 

 

 

"Tzuyu, uma de nossas casas de jogo foi invadida. Como você vai responder ao chefe?

 

- Como a polícia soube?

 

"Alguém os avisou, você acha que é trabalho sujo do Hanbin?"

 

- Hanbin? Tzuyu perguntou, franzindo a testa. "É estúpido da parte dele jogar sujo não é? Ele está nos fazendo perder mais dinheiro e o chefe não ficará feliz se ele descobrir."

 

"Mas todos sabemos que ele está lutando por seu futuro, ele quer ser o novo líder e tenho certeza de que fará qualquer coisa só para fazer você parecer menos favorável para o chefe".

 

"Por que, por que Park Jihyo? Você tem conjecturas tão maravilhosas", disse Tzuyu.

 

Jihyo sorriu. "Você vai encontrar o chefe para falar com ele sobre isso?"

 

"Claro" respondeu Tzuyu. Ela verificou seu relógio e tamborilou seus dedos sobre a mesa.  - O que você acha de Myoui Mina?

 

"Sua namorada?"

 

Tzuyu revirou os olhos. - Bem, quem mais? minha fada madrinha?

 

Jihyo riu baixinho. "Eu gosto do seu senso de humor, não me admira que o chefe ame você."

 

"Ele me ama porque eu lhe trago muito dinheiro" corrigiu Tzuyu. - De qualquer maneira, o que você acha de Mina?

 

- Ela é uma deusa.

 

"Claro."

 

- E uma maldita escavadora de ouro.

 

"Não posso negar isso."

 

Jihyo ergueu a sobrancelha. "Estou surpresa que você não esteja defendendo sua própria namorada."

 

"Por que eu deveria negar algo que é a verdade?"

 

"Eu amo sua honestidade."

 

Tzuyu deu um pequeno sorriso. Ela estendeu a mão para um pacote de cigarros na mesa e tirou um cigarro. Ela ofereceu a Jihyo, mas esta se recusou. Depois de acendê-lo e tomar um sopro, Tzuyu continuou: - Estou pensando em comprar um carro para ela no aniversário dela, o que você acha?

 

"Você da um banho nela com tanto dinheiro, você comprou um anel de dez mil dólares da outra vez."

 

"Eu tenho um monte de dinheiro para gastar de qualquer maneira. Eu não posso dar um banho com o meu cuidado e preocupação, então eu dou-lhe com coisas caras para compensar isso."

 

"Ela só está por perto porque você tem dinheiro."

 

"Eu não me importo, Jihyo. Pelo menos ela não pede meu amor, ao contrário das minhas namoradas anteriores, que eram tão pegajosas" disse Tzuyu em desgosto. "E ela satisfaz minhas necessidades tanto quanto eu satisfaço as suas, então somos justas."

 

"Hmm... Então o seu relacionamento é puramente sexo e dinheiro?" Jihyo perguntou.

 

"Sim, e eu vou ter certeza que ele vai permanecer assim."

 

"Não é saudável."

 

"O que você é agora, minha psiquiatra, minha médica de amor?" Tzuyu zombou.

 

Jihyo suspirou. - Não. É só que outras pessoas no submundo levam uma vida diferente lá fora, mas você é a mesma.

 

"Eu não sou o mesmo que eles" respondeu Tzuyu com um tom de indiferença. "Pare de comparar."

 

"Isso não foi o que eu quis dizer!" Jihyo argumentou. - Esqueça - ela suspirou. "É tão difícil falar com você."

 

"É difícil porque você não é eloquente."

 

"Sim, eu não sou uma paralegal, sou?"

 

"Você fala como se eu fosse uma advogada proeminente."

 

"Não posso acreditar que alguém que conhece melhor as leis é a mesma pessoa que quebra as leis.

 

"Não zombe de mim quando você está tão corrompida quanto eu, Gerente Geral Park."

 

 

 

 

 

"Patrão." Tzuyu cumprimentou o homem usando uma máscara de couro feita de pele de cobra. Ela curvou-se antes de sentar-se ao seu lado.

 

- Ouvi dizer que uma de suas casas de jogo foi invadida - ele falou, tão calmamente, mas nunca se deve ser enganado por isso, pois estava cheio de ameaça.

 

- É verdade ... Alguém me disse que são os feitos de Hanbin - respondeu Tzuyu de maneira relaxada.

 

"Mas...?"

 

- Mas duvido.

 

- Quem você acha que é então?

 

- Acho que há um espião na gangue.

 

- Um policial disfarçado?

 

- Sim. Não sei quem, mas vou descobrir em breve.

 

- Aquele que trabalha conosco, esse policial, qual é o nome?

 

- Mark Tuan?

 

- Sim. Ele. Você acha que ele nos enganou?

 

"Ele tem trabalhado conosco por um longo tempo. Eu não acho que é ele. Ele é apenas um cabo de qualquer maneira. O que ele ganha por nos enganar? É ganancioso por dinheiro , Mas isso é tudo."

 

O chefe ficou em silêncio por um tempo, enquanto ponderava a explicação de Tzuyu. Com ele usando a máscara, é difícil para Tzuyu ler suas expressões. Tinha estado trabalhando para ele por quatro anos e nenhuma vez teve a chance de ver seu rosto.

 

"Diga a ele para descobrir quem é o espião então" ele finalmente falou.

 

- Vou transmitir essa mensagem para ele.

 

"Bom. Preciso que isso seja resolvido rapidamente, não me desaponte, Chou Tzuyu."

 

Tzuyu apenas assentiu com a cabeça e saiu do quarto escuro.

 

 

 

 

 

"Então, como foi a sua viagem para Macau?" Sana perguntou para Jeongyeon, e se instalou ao lado da última no sofá.

 

"Você vê a pura felicidade dourada me cobrindo?" Jeongyeon bufou enquanto ela pegava uma almofada e gritava contra ela. Era um sinal claro de que a curta viagem de férias de Jeongyeon a Macau não foi muito boa.

 

Sana riu da ação estranha de Jeongyeon. "Não."

 

"Então, essa é a resposta, Dra. Sasa" Jeongyeon zombou.

 

"Não me chame assim." Sana esfregou o rosto em desgosto. Ela odiava quando Jeongyeon a chamava assim.

 

"Por que não posso, Sasa?" Jeongyeon brincou.

 

"Você é nojenta!" Sana grunhiu, ofendendo-se com a piada de mal gosto de Jeongyeon.

 

Jeongyeon deu uma gargalhada, mas quando ela percebeu que ela era a única pessoa a rir e Sana não estava se divertindo, ela fingiu fechar os lábios e depois trancá-lo, antes de jogar fora a chave imaginária.

 

Sana revirou os olhos. Com olhar fixo nos olhos de Jeongyeon, ela disse: "Unnie, você precisa parar de jogar."

 

- Sabe que não posso dar um pontapé neste hábito - respondeu Jeongyeon, com o olhar hesitante - Me deixe viver a minha vida.

 

"Você está arruinando sua própria vida!" Sana disse exasperada "Espere, você já fez isso."

 

"Ei, só porque você é a única com um trabalho de alto nível aqui, isso não significa que você pode me jogar para baixo", respondeu Jeongyeon.

 

"Eu não estou fazendo isso, unnie "Sana respondeu em uma voz mais gentil. "Eu só estou preocupada com você, ok." Ela suspirou. "Você sabe que uma casa de jogo ilegal recentemente foi invadida pela polícia?"

 

"Oh, sério?" Jeongyeon perguntou, usando uma máscara de surpresa total.

 

"Sim. Graças a Deus que você estava em Macau quando isso aconteceu. "

 

Nesse momento, Jeongyeon franziu o cenho. "Ei, o que você está tentando insinuar aqui?"

 

"Estou dizendo que você não vai ter tanta sorte da próxima vez. Eu sei que você frequenta essas casas de jogos. Pare de ir lá se não quiser ser presa.

 

- Por que eu deveria escutar você?

 

"Porque eu sou mais nivelada do que você," Sana raciocinou.

 

- Não, é porque você é uma cidadã respeitadora da lei.

 

"Sua namorada te abandonou porque você jogou sua carreira fora."

 

As palavras de Sana atingiram Jeongyeon como um chute no estômago. Isso lhe dava uma pontada no centro do peito.

 

"Você não deveria bater em uma ferida como essa" Jeongyeon pronunciou e pendurou sua cabeça baixa.

 

"Estou dizendo a verdade para que você consiga trazer seu traseiro de volta à realidade e enfrentar, em vez de manter sua cabeça nas nuvens o tempo todo. Arrume um trabalho adequado com as suas qualificações, em vez de saltar de um emprego para outro e jogar suas economias fora."

 

"Ótimo" Jeongyeon gemeu. Não podia suportar ouvir a palestra de Sana. - Que trabalho você sugere que eu consiga?

 

Sana exalou uma respiração profunda. "Eu sei que você ficou realmente entediada de ser uma corretora de investimento, que é exatamente por isso que você ficou obcecada com o jogo. Mas é obviamente um trabalho que paga bem. "

 

"Então eu vou ser um corretora de investimento freelance. Está tudo bem para você?"

 

"Está 50% bem."

 

Jeongyeon franziu as sobrancelhas, confusa. - Onde estão os outros 50%?

 

"Se você prometer parar de jogar."

 

"Isso é um pedido difícil!" Resmungou Jeongyeon. "Lamento ter me mudado com você há três anos."

 

"Se você não morasse comigo, nós nunca seríamos tão próximas como estamos agora. Lembra-se de como ficamos distantes na última vez?" Sana fez uma pergunta retórica.

 

Jeongyeon forçou um sorriso, como a culpa puxou o canto do seu coração.

 

Distantes naquela época.

 

Próximas agora.

 

Elas estão realmente próximas agora? Jeongyeon perguntou quietamente. Se elas realmente são, Jeongyeon teria chegado de cara limpa agora em vez de esconder a verdade de Sana.

 

Jeongyeon respirou fundo. "Ei, Sana."

 

"Sim?"

 

"Há algo que eu quero lhe dizer. E é algo que eu venho querendo lhe dizer por um tempo muito longo."

 

"O que é?" Questionou Sana, olhando para Jeongyeon com expectativa.

 

"Eu na verdade sou ..."

 

O som súbito do telefone de Sana e a vibração do telefone batendo na mesa cortaram a sentença de Jeongyeon no meio do caminho. Sana respondeu rapidamente ao telefonema.

 

Sana olhou para sua prima mais velha, desculpando-se: - Preciso ir para o hospital. Há uma emergência.

 

"Ah, está tudo bem", respondeu Jeongyeon, sua voz soando com uma ligeira decepção que ela não se incomodou em esconder. "Vai em frente então."

 

"Continuaremos nossa conversa depois, ok?"  Sana tentou apaziguar sua prima, e ao mesmo tempo, sua culpa.

 

"Claro" disse Jeongyeon, dando um pequeno sorriso.

 

Quando Sana saiu da casa, eram Jeongyeon e as paredes novamente. Ela suspirou - um suspiro que veio diretamente do fundo de seu coração. Ela apertou seu peito, como ela sentiu a lágrima em seu coração intensificar um pouco. A lágrima tinha estado lá por mais de um ano, e Jeongyeon não pensou que alguma vez curaria.

 

Valeria mesmo a pena arriscar sua vida por uma coisa dessas? Ela nunca tinha se visto colocar a vida em arrisco assim.

 

Até encontrar ela .

 

E então ela ficou tão assustada com o pensamento de perder ela.

 

"Mas eu já perdi você de qualquer jeito" Jeongyeon disse amargamente.



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