História Please... Daddy - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Baby, Babyboy, Daddy, Hoseok, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Taehyung, Texting, Yoongi, Yoonkook
Visualizações 363
Palavras 710
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi
🐱🐱🐱

Capítulo 17 - Lembranças...


Dois dias se passaram.



Tae simplesmente finge que eu não existo.


É triste pensar que antes disso tudo éramos perfeitos amigos e agora nada mais que estranhos.


Quando pequeno, eu era muito sensível e carente, porque não tinha mãe. Com isso, as outras crianças nunca perdiam uma chance sequer de me zoar, que eu não tinha a figura materna. Sempre chorava. Eu era um alfa covarde.


Certo dia algumas crianças mais velhas me abordaram na rua, perto de uma ponte. Diziam que minha mãe não me queria porque eu era feio e medroso, por isso me abandonou. Chorei muito, com essas palavras maldosas, afinal, eu apenas uma criança, que se quer pode ter a chance de saber o que era o carinho de mãe.


Aqueles valentões entraram na minha mente de uma forma terrível. Dizendo que eu era um peso morto, que estava atrapalhando a vida do meu pai, o fazendo viver a vida de pai solteiro, que eu deveria morrer. Assim sugeriram que eu me jogasse da ponte e como eu era ingênuo e indefeso acreditei em cada palavra daqueles meninos.


Com minhas pequenas pernas, atravessei a grade de segurança daquela ponte.


Encarei a correnteza abaixo de mim. Eu estava com medo e os outros me incentivavam: “Pula, pula, pula”.


E assim que iria pular, certo ômega apareceu.


Ele tinha os cabelos tão vermelho quanto as chamas. Em suas pequenas mãos haviam pedras, que eram jogadas contra aquelas crianças más.


“Vão embora, seus bandos de pau no cu”


Na hora pensei: “ Que feio, tão fofo, mas tão boca suja”


Os outros foram espantados e sua atenção se voltou pra mim.


“ Ei chorão, sai daí”- Falou.


“ Eu não quero.”- Respondi.


Aquela criaturinha fez um biquinho irritado nos lábios, foi até mim e se juntou ao meu lado, olhando firmemente em meus olhos.


“ Aqui é perigoso, você não deveria estar aqui.”- Falei.


“ E nem você.”


“ Sim, eu deveria… Vou pular e deixar meu papai viver em paz.”


“ Se você pular eu pulo também.”


“ Não… Você não pode, tem que viver… Eu não sou necessário, por isso eu posso.”


“ E quem disse que você não é necessário?”


“ Todos dizem isso.”


“ Até seu papai?”


“ Não… Papai diz que me ama, que eu sou o maior presente dele.”- digo convencido.


“ Viu? Se seu papai te ama porque morrer? Só porque os outros dizem que você não é necessário? Não acredite em ninguém… Se apenas uma pessoa te acha necessário, viva por ela, ok?”


Naquela hora eu sorri, aquele garotinho fofo, me convenceu. Saímos daquele lugar perigoso e fomos no parquinho brincar juntos. Ele era muito legal e gentil.


“ Porque me salvou menininho?”- disse enquanto o impulsionava no balanço.


Ele pára a sua diversão e sorri para mim. Seu sorriso era quadrado. Diferente e bonito.


Porque eu queria ser seu amiguinho e não me chame de menininho. Me chame de Tae Tae.”


Aquele adorável garotinho se levanta e me abraça. Essa foi a primeira vez que senti seu cheiro. TaeTae cheira caramelo. Retribuo aquele ato sorrindo. Eu havia ganhado um amigo.


Eu tinha ganhado um amigo.


É triste pensar assim, que tudo em relação a nós ficou no era.


E lá estava eu,  estirado no gramado do jardim, embaixo daquela velha árvore. Afogado nas lembranças e tentando de alguma forma, voltar no tempo. Um pouco bobo não?


_ Ei… O que minha criança tem?- Era Jin, se deitando do meu lado.


_ Pensando…


_ No Tae?- Eu olho surpreso para ele.- Estou sabendo o que aconteceu… Não se martirize tanto por isso. Você não fez nada de errado, só dê tempo ao tempo Kook.


_ Mas Jin… Ele disse que me odeia.


_ Você sabe que não é verdade. Tae só está triste. Vai passar… Logo vocês estão de novo que nem unha e carne pra cima e pra baixo de novo…


_ Tomara.- Digo sem animação…


_ Mas e aí? Já descobriu quem é seu Baby?


_ Não… Mas agora ficou mais fácil, tem só o Yoongi e o Jimin…


_ Entendo…


_ Já saiu com os dois?


_ Não… Só o Jimin… Ainda vou chamar o Yoongi.


_ Entendi… E o Baby? Mando mensagem… Digo… Algo suspeito?


_ Não também, ele é esperto Jin.


_ Verdade…- Ele ri.- Bom… Vamos voltar pra aula que o descanso acabou.


_ Pode ir… Já que eu vou…


Jin acena para mim e vai pra sua sala. A verdade é que eu não voltaria mais pra aula hoje...



Notas Finais


Gente obg por participar da votação kkkkk
Ganhou #romance...
A infância desses dois não é linda? Hehe
Até mais

❤❤❤❤❤❤❤


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