História Please, Don't Leave Me. KaiSoo - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO, F(x)
Personagens D.O, Kai, Krystal Jung
Tags Casamento, Drama, Kai, Kaisoo, Krystal, Kyungsoo, Romance
Exibições 113
Palavras 1.171
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Droubble, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - I Don'T Remember


Acordei com minha cabeça latejando, de dor. Me virei para um lado e para o outro, mas ela parecia pesar uma tonelada e mesmo deitado eu sentia que iria cair ou que ela explodiria a qualquer momento.
Senti um calor me abraçar, provavelmente já é dia, não tive coragem de abrir meus olhos nem sequer para saber onde estou e muito mesmo como eu vim parar aqui, nada disso me interessa no momento, mas, lentamente meus olhos vão abrindo e a claridade vai invadindo minha visão, realmente é dia. Pelo cerrar dos olhos enxergo uma janela aberta com suas persianas cinza balançando com o vento que passa pela mesma.
Pouco a pouco consigo vencer as forças que mantinham meus olhos fechados e pela cor da parede junto com a decoração do ambiente percebo que estou no meu quarto, minha casa.
Como raios isso pode ter acontecido? Não faço a mínima idéia, até porque as lembranças de ontem a noite não me vêm à cabeça. Que eu saiba eu posso ter matado alguém, posso abrir o jornal e perceber que sou um procurado da CIA, como posso também acabar descobrindo que perdi minha casa no jogo. Por que a última coisa que me lembro é que estava em um bar dançando e bebi alguns copos, o resto é tudo escuridão. Levanto meu tronco e ponho meu corpo para fora da cama.
Um passo após o outro, lentamente arrastando os pés no chão. E assim após alguns minutos consigo chegar a cozinha de minha casa. Coloco um refil na cafeteira e sentando em um banco alto próximo ao banco espero pacientemente que a bebida fique pronta. Meus olhos pesam, mas tento mantê-los aberto enquanto pesco flashbacks da noite passada em minha mente.
Ao inclinar levemente a cabeça para o lado, noto através do reflexo no espelho que estou vestido no meu "pijama" e penso que preciso urgentemente lembrar de tudo que aconteceu.
A máquina avisa que o café já está pronto, não me dou ao trabalho de adoça-lo, quanto mais forte ele estiver melhor e sem nenhum acompanhamento começo a tomá-lo.
Só então me passa pela cabeça que é manhã de algum dia, até onde me lembro ontem foi terça-feira então, pensando racionamento hoje deve ser quarta, dia de trabalho. E não sei porque tenho a leve sensação que não é apenas seis horas manhã, o que me faz concluir que eu realmente tomei no... Quero dizer, me ferrei legal.
Lentamente e com medo de confirmar meus pensamentos eu viro minha cabeça e miro o relógio pendurado na parede.
17:30.
São fuckings 17:30.
Porra, eu dormi até agora. Acho que estava em coma e não percebi. Nem a sede, fome ou a vontade de ir ao banheiro tinham me incomodado até agora. Pensando nisso sinto minha bexiga completamente cheia me incomodar, então corro até o banheiro.

__
O interfone toca alucinadamente fazendo minha cabeça quase estourar de tanta dor. Algum filho da mãe colocou a merda do dedo sobre o aparelho e parece que não vai tirar de lá até a porta ser aberta.

"Que vá para inferno"

Caminho com aquela cara de poucos amigos até a porta e a abro rapidamente pensando em mandar qualquer que fosse a pessoa que estivesse ali de volta para sua casa, mas, na minha frente, parada encarando a madeira da minha porta, surge no campo da minha visão uma pessoa que eu não imaginava ver naquele momento. E mesmo sem minha autorização ela adentra minha casa, joga uma sacola sobre o sofá. Percebo que ainda estava parado em frente a porta feito um idiota, então eu a fecho e dou passos curtos de frente para a pessoa, a mesma anda em círculos no meio da minha sala, as mãos postas na cintura, uma feição nervosa, tudo isso me deixou preocupado.  Enquanto o observo a isso processo palavras que deveria falar em minha mente, mas o nervosismo não deixa que frases se formem.
- O que está acontecendo? - Consigo por fim colocar alguma frase para fora.
- O que você acha que estava fazendo ontem a noite com aquele cara?
- Eu perguntei primeiro.
- Foda-se! Foda-se quem perguntou primeiro ou depois.
- Quem você pensa que é?
O vi rolar os olhos e suspirar.
Só então parei para avaliar o seu estado. Suas roupas estavam amarrotadas, a cara de sono o denunciava que não havia dormido e se não  estou enganado senti o cheiro forte de álcool quando passou por mim.
- Por que você se importa com o que eu fiz ou deixei de fazer? - falo mesmo sem lembrar direito do que ele falava.
- Você é um idiota, eu te odeio. Espero que você e aquele lá vá direto para o inferno.
Só então as lembranças ainda borradas ocorrido me vem à mente.
- O que você quer? Você vai casar!
- Claro que vou, você me empurrou para isso. Ou esse ano no Japão apagou toda sua memória?
- Vo-cê sabe por que eu fui...
- Sei sim, porque você é e sempre foi um medroso, eu sinceramente não sei o que vi em você. - Seu tom estava completamente alterado.
- Por favor, não fala isso! - Me aproximo tocando em seu braço.
- Não me toca! - Ele se solta do meu toque me empurrando com uma certa brutalidade o que me fez cair.
- Você não sabe pelo quê eu passei. - Sinto o medo misturado com a raiva formarem um nó em minha garganta.
- Pelo que você passou? Não me faça rir. Você não sabe pelo o quê EU passei! - Praticamente berra enquanto passa a mão pelos cabelos.
As lágrimas já escorrem pelo meu rosto.

- O tempo que você tinha para chorar já passou. Devia estar bastante feliz. Só quero te ver agora na igreja, no dia do meu casamento. Quero que esteja lá presenciando tudo, que veja de perto. - Senti sua voz falhar e por um instante imaginei se ele estaria segurando as lágrimas. - Quero que doa em você da mesma forma que doeu em mim quando você fez aquilo.

Recobro a consciência e recolho o que resta de dignidade em mim e me levanto do chão. A dor de cabeça misturado a todos aqueles berros me fazem ficar tonto, mesmo assim caminho cambaleante até a porta e a abro.

- VÁ EMBORA AGORA! - Tento deixar meu tom a mesma altura do seu.

- Nem precisa repitir, eu não quero olhar pra sua cara por mais nenhum segundo. - Tão rápido quanto ele entrou também saiu. - Ah! - Parou a porta e virou-se para mim. - Aquilo é sua comida, se alimente bem, não quero que morra antes do dia do meu casamento.
Fecho a porta com força fazendo-o o barulho ecoar dentro do espaço. Espero que ela tenha batido em sua cara e quebrado pelo menos seu nariz. Encosto minhas costas na madeira e escorrego meu corpo deixando ele ir de encontro ao chão apagando no mesmo momento.


Notas Finais


Yey!
Demorei, mas, voltei.
Sei que havia prometido postagens frequentes, mas, a universidade não cooperou com os planos.
Então aproveitei o belo feriado para atualizar isso aqui~

Good Reading


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