História Please, don't say you love me - A história se repete. - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Personagens Originais, Plagg, Tikki
Visualizações 105
Palavras 1.222
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Um capítulo todo pomposo de Safira e Kizar <3
Espero que gostem e boa leitura :3

Capítulo 10 - Capítulo 10 - O traidor.


Marinette.

 

Kizar estava melhor da febre, Safira fez questão de zelar pelo seu sonho a noite inteira. O príncipe rebelde havia dormido tão tranquilamente que ela se sentia com inveja por ele ter conseguido. A sua companhia durante a madrugada toda, foi apenas os soldados que volte e meia mudavam a guarda para ficar de prontidão caso fossem atacados. Estavam preocupados por terem ficado mais tempo que o esperado naquele acampamento improvisado. Assim que o dia amanheceu, os rebeldes fizeram uma maca improvisada para por Kizar deitado.   

— Está se sentindo bem? — Safira perguntou ajeitando a maca atrás do cavalo. Kizar olhava de forma diferente a ponto de fazê-la sentir seu rosto esquentar. — Kizar. — Resmungou e o príncipe voltou para a realidade. 

— Sim sim, está bom. — Ele riu envergonhado de si mesmo. Safira abriu um largo sorriso e passou a mão na testa de Kizar verificando pela última vez se a febre havia voltado. — Eu estou bem. — Kizar murmurou e ela assentiu com a cabeça. 

— Vamos indo? — James chamou atenção de todos, o homem se aproximou de Safira para ajudá-la a subir em cima do cavalo que levaria Kizar. Sua perna ainda doía e sabia que levaria um tempo para se curar completamente. O lugar onde eles estavam também não ajuda.  

— Vamos para onde? — Safira perguntou e James subiu no cavalo logo ao lado do seu.

— Para casa. — James sorriu. Ter uma casa parecia ser tão distante agora para ela, Safira não tinha mais um lar desde que se meteu naquela confusão com Kizar. Primeiro, havia se metido porque Kizar havia roubado os miraculous e agora aquele homem que parecia provocá-la das piores maneiras possíveis estava ganhando um lugar em seu coração. Ela soltou um longo suspiro quando os cavalos começaram a andar, era uma marcha lenta, todos haviam entrado em um acordo de defender Kizar. 

 

***

 

O céu já havia escurecido quando finalmente chegaram na casa dos rebeldes. O lugar ficava no meio do nada, acompanhado por uma paisagem de apenas areia. Aquele era o verdadeiro deserto, entretanto, enormes fortalezas pareciam dar a segurança para a cidade. Os muros eram grandes, Safira perguntou a si mesma como é que eles haviam escondido aquilo tão bem. Mas pensava que por ser algo tão longe de civilização fosse um ponto forte para eles. 

— Abrem os portões. — Alguém gritou no topo mais alto da fortaleza. Safira trancou a respiração e olhou para trás certificando se Kizar realmente estava bem, mas o príncipe, parecia estar em um profundo sono provavelmente cansado com aquela longa viagem. — Temos membros novos? — Um dos rebeldes saiu de dentro da cidade, Safira desceu do cavalo assim como os demais. 

— Sim. — James respondeu com firmeza.

— Você confia neles? — O homem perguntou. Ele era de estrutura baixa e tinha um olhar de intimidar qualquer um, seu corpo era bastante definido para alguém da sua idade, se baseando, Safira chutava em ter na faixa dos seus cinquenta anos. Seus passos eram pesados quando andou em sua direção, ele a analisou de cima embaixo causando um pequeno calafrio pelo seu corpo. Foi naquele momento que ela desejou que Kizar estivesse bem. 

— Encontramos eles quase mortos. Veja com seus próprios olhos Mark. — James disse roubando atenção do outro. 

— Hum! — Resmungou e se afastou dela, agradeceu mentalmente por isso. — Quem são eles? Porque confia neles? Você sabe as regras. — Mark disse e Safira os deu as costas para se aproximar de Kizar. Podendo ou não entrar, para ela, tudo que importava no momento era com a saúde do príncipe. 

— Eles estavam fugindo da guarda real como todos nós. A regra é sempre ajudar aqueles que precisam, não tinham aparência de ladrões. Mas também não tinham jeito de terem feito algo pior. Mark, eles precisam de nós. — James disse com firmeza. Safira não sabia o motivo pelo qual o homem não contou a verdade sobre ela ser a princesa e Kizar o príncipe que fugiram. Entretanto, os outros que estavam naquela jornada com eles pareciam disposto a defenderem James com a sua pequena omissão. Safira tomou a conclusão que os rebeldes confiavam mais em James do que em Mark, se sentia aliviada por isso. 

— Está tudo bem. — Foi pega de surpresa assim que escutou Kizar. Sua atenção voltou para ele e se abaixou. 

— Está sim, não tem o que se preocupar. Apenas descanse ok? — Sussurrou. Ela levou a mão até a testa do príncipe e se sentiu aliviada ao perceber que a febre não estava presente. 

— Tudo bem, entrem. — Mark disse contragosto e Safira se levantou guiando o cavalo em direção a entrada da cidade.

— Obrigada. — Sussurrou para James que estava ao seu lado. 

— Não agradeça, vocês são pessoas boas mesmo sendo quem são. Não acredito que realmente tenham feito mal. — James sussurrou e Safira assentiu levemente com a cabeça. Ele acabou os deixando em uma pequena cabana na cidade e a ajudaram à por Kizar em uma das camas vazias. 

— Obrigada rapazes. — Agradeceu os homens que logo se colocaram para fora da cabana.

— Espero que ele melhore logo. Tenham bom descanso. — O último deles disse antes de fechar a porta de madeira. Quando voltou sua atenção para o príncipe, ele a olhava.

— Você vai gritar comigo? — Perguntou e Safira riu baixo.

— Por que eu faria isso? — Perguntou e se sentou na beirada da cama. 

— Porque fui enfrentar Barloc sozinho. — Respondeu.

— Foi imprudente da sua parte. Mas vendo na situação que está, eu não teria coragem de fazer isso. — Confessou. Era verdade que ela estava irritada com ele, mas, não tinha razões para gritar com Kizar. 

— Sabe, quando eu fui para lá não achei que ia acontecer o que aconteceu. Achei que Barloc me escutaria, somos irmãos sabe? — Kizar disse levando sua mão até de Safira, ele a tocou gentilmente, parecia distante em seus próprios pensamentos. — Só que eu tive uma surpresa. — Murmurou e a encarou. 

— Ele te atacou sem te escutar? — Perguntou. Barloc parecia o tipo de homem que faria uma coisa dessa, mas contando que um daqueles soldados havia dito que o mais novo rei pediu para que trouxesse o irmão vivo, pensava que queria algum tipo de resposta do ocorrido. 

— Eu não consegui nem chegar em Barloc. — Respondeu. Isso a fez pegar de surpresa e o encarou como se pedisse que continuasse a falar. — Eu descobri que Barloc não me quer morto e nem você. Mas ele quer saber o que de fato aconteceu, por isso está na minha busca. — Murmurou. Ainda era difícil para Safira simular. 

— Se ele não te quer morto então porque voltou assim? — Perguntou arqueando uma sobrancelha.

— Porque o assassino verdadeiro me quer morto. — Safira arregalou os olhos com as palavras de Kizar. 

— Então você sabe quem está atrás de nós? — Perguntou. 

— Infelizmente, sim, eu sei. — Pelo sorriso torto em seus lábios, Safira sentia que era alguém que Kizar conhecia. Isso fez com que seu coração se apertasse, repousou sua mão no peito de Kizar e soltou um longo suspiro. 

— E quem é? — Safira sussurrou e Kizar levantou a mão, deslizando pelo seu rosto e colocando uma das mechas de seus cabelos atrás da orelha. Sua atitude fez com que ela fechasse os olhos por alguns segundos. 

— Meu tio. — Sua resposta fez seu coração descompensar. O tio dele? Arfou baixo. Como alguém poderia matar o próprio irmão e agora o sobrinho? Agora, ela entendia porque os olhos dele carregava tanta tristeza. 

 



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