História Please, don't say you love me - A história se repete. - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Personagens Originais, Plagg, Tikki
Visualizações 85
Palavras 1.135
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


O último capítulo do dia meus amores <3
Boa leitura []

Capítulo 11 - Capítulo 11 - Apenas mais um natal.


Adrien.

 

Natal era o tipo de festividade que não alegrava Adrien desde o desaparecimento de sua mãe. Uma parte sua, ainda acreditava que ela voltaria para casa em um dia qualquer, mas outra parte sua dizia que nunca mais a veria. Ele não sabia qual parte o fazia sofrer ainda mais. Encarava os pequenos flocos de neve cair em Paris através da janela do seu quarto, suas mãos estava enfiada dentro do bolso de sua calça de moletom.  

— Então você vai continuar indiferente até quando? — Plagg perguntou. O pequeno kwami estava sentado em seu ombro observando a calmaria da cidade pela janela. Adrien soltou um longo suspiro. 

— Não estou indiferente. — Murmurou. Ele não queria entrar naquele assunto com Plagg, era sua mãe mas também era aqueles malditos sonhos. — Quando tudo isso vai acabar, Plagg? — Perguntou.  

— A neve? Provavelmente quando a primavera chegar. — Plagg respondeu e Adrien revirou os olhos. Ele estava caçoando? 

— Não isso. Quero dizer tudo que anda acontecendo. — Murmurou e pode escutar o kwami soltou um suspiro baixo em compreensão. 

— Está acontecendo não é? — Plagg sussurrou e Adrien virou um pouco o rosto para encarar o kwami. — O medo e a insegurança. A vontade de procurar um refúgio, é por isso que pediu para Marinette dormir naquela noite aqui, porque ela é a única que pode fazer você ter bons sonhos. — Disse como se lesse a mente de Adrien. — Mas acima de tudo você a ama, não está preocupado com as lembranças sejam elas boas ou ruins, mas preocupado em tudo isso acabar mal. Mas diferente de qualquer outra reencarnação, posso afirmar com toda a certeza que ela te ama e tudo está à favor de vocês. — Plagg voltou a encarar a janela e Adrien negou com a cabeça.

— Como pode estar tudo a favor se sinto que todos os dias algo dentro de mim muda? — Questionou. 

— Isto é apenas um efeito colateral. É o seu lado querendo se entregar e você não pode deixar. — Murmurou. Plagg dizia como se fosse fácil, mas toda vez que Adrien via Marinette, ele sentia como se a garota fosse escorregar pelos seus dedos como em seus sonhos. Seja por ela indo por outro caminho ou morrendo. Alguém havia batido na porta isso fez com que Plagg se escondesse em algum canto do quarto.

— Pode entrar. — Adrien disse e se manteve parado diante da enorme janela do seu quarto.

— Eu vim avisar que… — Mas Adrien não deixou que Nathalie terminasse de falar. 

— Que meu pai não vai poder comemorar o natal comigo? — Perguntou e se virou em direção à mulher. — É, eu fazia uma ideia. Você deveria aproveitar e passar um tempo com sua família, Nathalie. — Sussurrou e isso pegou Nathalie de surpresa.

— Não, Adrien. Nós podemos passar esse dia juntos. — Abriu um largo sorriso. É, aquilo era apenas o que restava mas ele não reclamava, Nathalie sempre fez de tudo para ajudá-lo de alguma forma. Se sentia grato por ela ser uma das poucas pessoas que faziam questão de estar com ele. — Sabe, porque você não aproveitou para aceitar o convite da Marinette? — Ela perguntou e Adrien piscou várias vezes. 

— Eu não quero incomodar. De qualquer maneira, a gente vai passar a virada juntos. — Respondeu e Nathalie assentiu com a cabeça. 

— Tudo bem, eu vou esperá-lo mais tarde para a ceia okay? — Disse e Adrien assentiu com a cabeça. 

 

***

 

A ceia não havia sido tão ruim quanto o esperado. A verdade era que Nathalie conseguia ser divertida quando queria, sem aquele ar de profissional que ela carregava todos os dias. Alguns empregados haviam aproveitado para comer com eles, conversaram sobre diversos assuntos e desejaram feliz natal para todos. Adrien chegou a trocar algumas mensagens com Marinette, pelo que sabia, ela estava bastante animada com toda aquela festividade. Se sentia feliz por ela se sentir daquele modo, pelo menos Marinette tinha seus pais para estar ao lado dela. Quando a ceia acabou, Adrien subiu para o seu quarto e tomou um banho rápido. Quando saiu do banheiro com a toalha envolta de sua cintura, foi pego de surpresa ao avistar a silhueta feminina deitada em sua cama. Ele teve que piscar várias vezes para ter certeza do que via.

— Olá, Adrien. — Sua voz era arrastada, não demorou para ele identificar quem era. A mesma mulher que havia encontrado no museu.

— Eu deveria perguntar quem é você e o que está fazendo aqui? — Questionou e revirou os olhos. Caminhou em direção ao seu closet em busca de alguma roupa, não iria e nem queria dar moral para a mulher. Escutou o barulho vinda da cama indicando que a jovem havia se levantado. 

— Achei que acabaria te assustando com uma intrusa em seu quarto. — Ela riu, sua voz era debochada diante de suas palavras. 

— Não sou um homem que se assusta fácil. — Respondeu com indiferença. Quando ele menos esperou, a mulher gato colocou ambas mãos em seus ombros e virou, o encostando sobre a parede. Adrien teve que agir rápido para a toalha não cair no chão. 

— Entretanto, você deveria ter medo. — Ela abriu um largo sorriso. — Eu estava ansiosa para conhecê-lo pessoalmente. — Adrien sentiu seu coração bater forte contra seu peito e como a primeira vez que a viu sentiu seu corpo paralisar, como se ela tivesse controle dele. — Houve um tempo atrás que eu queria muito ver Adrien Agreste pessoalmente, mas o brutamonte que você chama de motorista me impediu que eu chegasse perto. — Murmurou carregando uma certa mágoa em sua voz. 

— Provavelmente você parecia uma lunática. E diante das situações, eu concordo com o Gorilla. — Disse ironicamente. Adrien não sabia da onde havia ganhado aquela força, mas sabia que seu lado Chat Noir estava toda ativa. A mulher fez uma careta com suas palavras e lambeu os lábios vermelhos como se pensassem. 

— É, concordo. Sou mesmo uma lunática. — Ela riu. — Tudo bem ser uma lunática, ainda tive a sorte de vê-lo do jeito que veio ao mundo. — Sorriu. Adrien ergueu o indicador e abriu um largo sorriso. 

— Não totalmente. — Respondeu.

— Que seja. — Disparou e revirou os olhos. — Não sabia que você era irritante. — Resmungou e afastou dele, finalmente Adrien conseguiu soltar o ar que estava preso. — Eu só vim desejá-lo um feliz natal de qualquer maneira. — A mulher saltou e se equilibrou perfeitamente em sua janela. — Eu soube que o papai Agreste não é uma boa pessoa. Eu nunca o deixaria sozinho. — O encarou por cima do ombro antes de saltar como uma verdadeira felina. 

— Adrien. — Alguém chamou sua atenção, quando desviou o olhar, avistou Plagg a sua frente. — Você acha que ela sabe quem é você? — Perguntou.

— Não sei. Mas ela sabe de algo que nem mesmo meus amigos sabem. — Sussurrou e o kwami o observava com curiosidade. — Que meu pai não está aqui essa noite. — Respondeu e Plagg parecia tão confuso quanto ele.


 


Notas Finais


O que acham dessa garota felina hein? u_u Ta sabendo demais né non? u_u


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...