História Please don't say you love me. - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Plagg, Tikki
Visualizações 239
Palavras 1.254
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura amores <3

Capítulo 11 - Capítulo 9 - Eu sempre estarei aqui.


Adrien.

 

Adrien sabia que tinha que fazer algo por Marinette, não só por conta do vídeo, mas porque pensar o quanto ela estava triste com a situação o desarmava. Ele nunca achou que se sentiria dessa forma por alguém como Marinette, ele a conhecia mais pelos amigos em comum do que pela amizade dos dois. E mesmo que tivesse em um processo em ter a amizade dela, parecia tudo desandar. 

— Você está bem? — Plagg perguntou. Quando saiu da escola, Adrien resolveu passar no parque antes de retornar para a casa. — Você está com aquele olhar de novo. — O Kwami encarou.

— Eu me sinto como se fosse a pior pessoa do mundo. — Respondeu em um tom baixo.

— Você não teve culpa do que houve. Marinette só deve estar com raiva mas logo isso vai passar e ela será sensata como sempre foi. — Era a primeira vez que Plagg parecia disposto a querer ajudá-lo e não zombar. Ele soltou um longo suspiro. — Se quiser, podemos ir vê-la. — As palavras de Plagg chamou sua atenção. 

— Ela ainda não deve nem querer olhar para a minha cara. — Disse, derrotado.

— Você não. Mas Chat Noir sim. — A ideia do Plagg o fez abrir um largo sorriso.

 

***

 

Quando finalmente alcançou o terraço de Marinette, ele sentiu seu coração bater forte contra o peito. Não sabia como a garota iria reagir ao ver o super herói da cidade ali, mas seu medo maior, era ver como estaria o estado da menina. Ele se aproximou da porta de vidro e bateu de leve, mas Marinette não atendeu. A única coisa que podia ouvir era um choramingo baixinho vindo do lado de dentro. 

— Talvez esse seja um dos meus primeiros erros. — Sussurrou para si mesmo quando levou sua mão até a maçaneta da porta. Sua respiração parecia falhar, ele não queria se acovardar. Ele sentia vontade de consolar ela, mesmo não sabendo o motivo. Mas tentar abrir a porta, o fazia se lembrar que ela odiava pessoas que invadia seu espaço, como o vídeo idiota que ele havia feito. — Lá vamos nós. — Engoliu em seco quando puxou a maçaneta e a porta se abriu para a sua surpresa. — Sabia que é perigoso deixar… — Mas ele parou de falar quando viu a menina sentada em um canto do quarto abraçada em suas pernas. Ela estava chorando. Adrien se aproximou de Marinette e se sentou ao seu lado. — Quer contar o que houve? — Perguntou. 

— O que está fazendo aqui? — Marinette levantou a cabeça e o olhou de relance. Levou o indicador até a bochecha da garota e limpou uma lágrima que havia deslizado.

— Gatos sentem quando precisam de ajuda. — Abriu um pequeno sorriso. — E eu não estava errado. — Disse, antes que a menina fugisse dele, Adrien a puxou pelo braço delicadamente e a trouxe para o seu colo, encostou a cabeça dela contra o seu peito e soltou um longo suspiro. Marinette parecia surpresa com a atitude dele, entretanto, não se debateu para ele soltá-la. Ao contrário, ela se encolheu em seus braços e o apertou mais contra si. Ela voltou a chorar compulsivamente, Adrien não sabia que aquilo havia feito tanto mal a ela. Isso só o fez perceber o quanto ela era delicada como uma rosa e seus instinto dizia para protegê-la sempre. Afagou os cabelos da menina e encostou seus lábios sobre a testa dela onde depositou um beijo. 

— Você já errou sobre uma pessoa? — Questionou com a voz chorosa. A cada minuto parecia que seu coração apertava, como se alguém fizesse questão de esmagá-lo. Ele encostou o queixo sobre a cabeça dela e fechou os olhos. 

— Sim. — Respondeu e engoliu em seco. Sabia que ela estava falando dele.

— Acho que a dor vem maior quando é de alguém que gostamos. —  Ela gostava dele? As palavras dela parecia criar um nó em sua mente. — Só que talvez eu possa estar errada em acusá-lo pelo que aconteceu. — Marinette parecia repensar nas próprias palavras como se estivesse confusa. Ele puxou todo o ar para o seu pulmão. Ela realmente gostava dele? Perguntou para si mesmo. 

— E o que aconteceu? — Perguntou, fazendo de desentendido. Marinette continuava agarrada nele e era uma sensação boa, uma sensação que ele ainda não havia provado. Algo novo e que ele havia gostado de sentir.

— Isso. — A menina se mexeu apenas um pouco para retirar o celular do bolso. Ela ergueu seu rosto e o encarou. Seus olhos brilhavam, ele sabia que era por conta do choro, seu rosto estava corado e seus olhos um pouco vermelhos. Vê-la tão frágil daquela maneira, o fazia sentir vontade de bater em si mesmo por em parcela ser culpado pelo estado dela. Ele pegou o celular e deu play no vídeo. 

— Não tem nada demais. — Ela corou violentamente e escondeu seu rosto no peito dele. — É apenas um vídeo com você se divertindo. É por isso que está assim? — Perguntou e ela negou com a cabeça.

— Não é apenas pelo vídeo. — Disse. — É por quem talvez o tenha passado. Mas também não é somente isso. — Marinette parecia confusa e Adrien poderia ver isso. — Mas é também pelas piadinhas que soltaram quando passei pelo corredor. Eles ficaram falando o nome dele ou... falaram sobre mim. Sobre meu corpo. — Ela afundou mais seu rosto e fungou. —  Isso é errado, Chat. É errado. — Ela sussurrou com a voz outra vez embargada. Adrien levou o indicador até o queixo dela e levantou seu rosto, ele não queria que ela voltasse a chorar novamente.

— Hey! Não vou deixar com que essas pessoas falem dessa forma com você novamente. —  Ele sussurrou e o olhar dela mostrava confusão. — Vou acompanhá-la na escola amanhã. — Se ele sabia o que estava fazendo? Com certeza não. Mas em pensar que além de ela achar que havia sido ele a passar o vídeo adiante, o fazia sentir raiva das pessoas que haviam falado daquela forma enquanto ele não estava presente. 

— E porque faria isso? — Ela perguntou.

— Porque eu nunca deixaria uma princesa em apuros. — Seu indicador tocou gentilmente a bochecha dela. — E porque você é boa demais para te magoarem dessa forma. — Sussurrou. Marinette corou pela décima vez desde que ele havia passado pela porta do terraço do seu quarto, ela baixou a cabeça outra vez e não o respondeu. Eles ficaram boas horas daquele jeito até ela pegar no sono, quando notou, Adrien se levantou com cuidado e a segurou com firmeza em seus braços. Marinette era leve o que não teve dificuldade nenhuma em andar com ela até sua cama e deitá-la. Ele a tampou e inclinou seu corpo depositando um beijo em sua testa. Quando tentou sair, Marinette segurou sua mão e ele se virou para encará-la. As bochechas da menina estavam vermelhas pela atitude que havia tido. 

— Desculpa. —  Ela sussurrou e ele sorriu.

— Por mais que eu quisesse ficar, eu tenho que ir princesa. — Ele disse. Marinette abriu um sorriso doce, o sorriso que havia sido tirado por uma tarde inteira. Seu coração se aqueceu com isso.

— Eu só queria agradecer por ter ficado comigo mesmo que não fosse sua função fazer isso. Só.. obrigada. — Murmurou.

— Eu sempre estarei aqui quando precisar. Afinal, sou um herói. — As últimas palavras a fizeram rir. — Fico feliz que você esteja sorrindo de novo princesa, mas o gatinho precisa partir. — Ele depositou um beijo na costa da mão dela e só então saiu pelo terraço. Se sentia feliz quando de prédio em prédio finalmente chegou em sua casa, se sentia mais que feliz, era uma sensação que nem o próprio Adrien conseguia explicar. 

 



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