História Please, save me tonight! Imagine Kim Taehyung - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Drama, Imagine, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, Você
Exibições 315
Palavras 2.059
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


VOLTEI!
Sentiram saudades??????? Não??????
Mais um capítulo quentinho para vcs, espero que gostem!
Boa leitura!❤

Capítulo 6 - Capítulo 6


Fanfic / Fanfiction Please, save me tonight! Imagine Kim Taehyung - Capítulo 6 - Capítulo 6


Estávamos calados, constrangidos.
Os três comiam em silêncio.

O almoço nunca foi tão..... Calmo!

Minha mãe me olhava algumas vezes. Sua feição para mim era de puro desgosto.

Me senti envergonhada algumas vezes, ela me fuzilava com o olhar.

Derek era diferente. Me olhava sempre que podia, e sempre quando olhava, era irônico e malicioso.

–Como foi a escola S/n? – Derek me pergunta, iniciando uma conversa. Seu cinismo chegava a me dar enjôo!

"Não te interessa"

Era o que eu queria falar, mas felizmente percebi o seu joguinho.

Ele provavelmente faria de tudo para me estressar na frente da minha mãe, com frases e ações que só eu entenderia o verdadeiro sentido. Dando más respostas, é claro, eu me sairia como a errada da história!

–Ruim, chata e péssima, como sempre! – Respondo o encarando.

–Tem que se interessar mais pelas aulas. Não quer virar uma atoa na vida, quer?? – Ele completa e pergunta. O que ele queria com tudo aquilo?

–Já está na hora do meu turno na cafeteria. – Digo, o ignorando. –Comam a comida direitinho, sim??? –Falo em um tom nítido de ironia. Os dois me olhavam com cara de tacho.

Pego minha bolsa onde está meu uniforme, mais para um simples avental fofinho, mais celular e saio em direção a porta de saída!

Eu não estava nem um pouco animada para atender as variadas pessoas que iam naquele café, mas dadas as circunstâncias, qualquer lugar é melhor do que essa casa.

Fecho a porta atrás de mim e vou em direção a rua.

Jung Hoseok, o ser por qual eu era extremamente apaixonada, havia acabado de sair de sua casa também, assim como eu.

Logo ele me vê, dá seu típico lindo sorriso e caminha em minha direção.

–Oi! – Diz ele.

–Oi! – Digo meio envergonhada, como sempre, essa é a minha reação quando falo com ele.

Todas as vezes que olho para seu rosto, lembro de como era obcecada por ele algum tempo atrás. Lembro também de como fui rejeitada quando o beijei e me declarei.

Isso doeu muito.

Ele se culpou por me fazer chorar. E parece que se culpa até hoje.

Provavelmente Hoseok pensa que ainda gosto dele e sempre fica tentando me fazer rir, me animar quando estou triste e sempre tenta fazer eu me sentir importante para ele.

Era como se eu pudesse lembrar cada detalhe:

O calendário marcava 18 de fevereiro, o dia exato do aniversário de Hoseok.

Eu me arrumava como nunca tinha me arrumado na vida. Eu teria que ficar perfeita. Eu teria que conquistar Hoseok de alguma forma.

A maquiagem estava natural e ao mesmo tempo impecável,do jeito que ele gostava. Meu vestido era de um branco rosado, parecendo ceda.

Pude notar o quanto estava bonita pelos olhares que recebia a cada segundo. A festa estava movimentada, Hoseok realmente possuía muitos amigos.

Quando ele me notou em meio as outras pessoas, eu podia jurar que seu olhar se acendeu. Que minha presença ali era boa para ele.

Quando tive algum momento a sós com Hoseok, em meio a cozinha da casa dele, com a música alta abafada vindo dos fundos da sala, que aconteceu o que eu tanto queria naquele momento.

Eu havia lhe entregado seu presente. Ele havia agradecido.

Nós ficamos nos olhando por alguns segundos. Meu olhar com certeza era apaixonado e eu pensava que estava sendo correspondido.

Mas não estava.

Eu o beijei. Tudo que eu mais queria naquele momento era seu lábio colado ao meu. Era doce, eu necessitava daquilo.

Em primeiro momento pensei que estava sendo retribuída, até que ele se separa com uma cara nada boa.

A partir daí, já podemos imaginar o que aconteceu.

"Você é só minha amiga!"

"Me desculpe"

E todas as coisas clichês que podem acontecer quando se está na friendzone!

Eu sofri, eu chorei. Podia dizer que a recuperação que havia adquirido em relação a recente ida do meu pai para Europa havia se desmanchado ali mesmo.

Eu estava novamente sozinha.

Hoseok até hoje me considera como uma amiga querida. O que é bom.

Agora eu também o considerava como um amigo. Embora minha vergonha e o rosto corado quando ele me elogia ou me abraça diga o contrário.

–Eu vi aquela quase briga hoje no pátio. Com você, o Toddy e o Taehyung. – Ele diz meio incomodado. – Seria errado eu te perguntar o que aconteceu? – Hoseok completa!

Era como se ele não quisesse me ver constrangida mas ao mesmo tempo querendo saber o que aconteceu, por simplesmente se preocupar comigo.

–Nada demais, é que o Toddy.... –Faço uma pausa. – Ele meio que.... –Procurava falar aquilo de uma maneira que não ficasse constrangida. Mas parecia impossível. – Meio que queria me obrigar a ficar com ele.

–Te obrigar????? – Ele repetiu incrédulo. –Que idiota! – Hoseok quase nunca insultava alguém, ele tinha que estar muito incomodado para tal coisa acontecer.

–Taehyung me defendeu dele! – Digo. Me permiti sorrir ao lembrar do que aconteceu durante e depois que ele começou a me defender.

–Taehyung é muito próximo de você? – Hoseok me pergunta.

Me engasgo com minha própria saliva. Ele percebeu tal ato.

Quem dera.

Penso.

–Err..... –Novamente, dou uma pausa. – Não. – Completo.

Hoseok fica calado. Parece não entender.

–Então por que ele te defendeu e te levou para trás da escola depois???? Eu também te defenderia mas só cheguei no pátio depois que já tinham começado a.....

–Espera! – O interrompi. Como você sabe que ele....

–Toda a escola viu ele te puxando para lá, foi meio que..... Notório. – Agora ele que me interrompe.

Me engasgo outra vez!

–Por que ele te levou para lá?? –Pergunta. Ele está meio curioso hoje hein???

Hoseok que estava com feição de dúvida, parece encontrar uma resposta para própria pergunta. Sua feição agora era de constrangimento.

–Err..... Desculpe, eu não queria invadir sua..... Privacidade! – Ele diz já vermelho.

–Do que está falando??? – Demoro um pouco para perceber o que estava acontecendo. –Ah meu Deus.... Hoseok eu não fiz nada....

–Não precisa me explicar, não é da minha conta! – Ele diz, novamente não deixando eu acabar de falar. Ele parecia incomodado.

–Mas eu estou te falando que nós não fizemos nada lá! – Tento explicar.

–Está indo trabalhar??? Posso te dar uma carona, é perto da minha academia de dança! – Ele rapidamente muda de assunto!

Jung Hoseok realmente estava estranho hoje.

–Amn..... Tá! – Concordo! – Obrigada! – Digo.

E saímos juntos no carro logo depois.

***

O movimento hoje não estava dos melhores. O café estava mais parado do que o normal, nos outros dias.

Eu estava escorada no balcão enquanto minha colega de trabalho limpava o mesmo. Grace, ao contrário de mim, estava sorridente e animada.

Era incrível como ela podia contagiar a todos com seu jeito de ser. Eu nunca a vi triste, pelo menos ela nunca demonstrou estar triste.

Grace é uma menina de cabelos curtos e ruivos, com bochechas naturalmente rosadas. Se você olha - la por um bom tempo, poderá perceber algumas poucas sardas marcando presença em seu rosto delicado.

–S/n, por que está tão desanimada, an??? Anime - se. – Ela começou a dizer ainda limpando o balcão. –Esses novos aventais ficaram super fofos na gente não acha?? – Completa, se afastando do balcão analisando seu próprio uniforme.

De fato, essa espécie de avental era muito fofo.

Ele era de um rosa claro com babadinhos nas bordas e extremidades e um pequeno e delicado laço em uma área perto aos bolsos de cima. Não combinava muito com o local de trabalho em si, mas que era bonito, isso era.

Com certeza, Grace convenceu o gerente de mandar fazer esses uniformes. Digamos que ela tenha um poder de argumentação muito bom e com seu sorriso, pode convencer muitas pessoas.

–Sim, ele é bem fofo! – Digo, pouco animada.

–Anime – se! – Grace quase grita, sorrindo, logicamente.

Um grupo de meninos entra no local. Todos vestiam uniformes daqueles que só jogadores de futebol americano nas escolas usavam. Porém o uniforme não era pertencente a minha escola.

–Vou atende - los, com licença! – Ela diz delicadamente.

Eu, por minha parte, vou ajudar a efetuar os pedidos, na máquina de café!

***

–S/n, preste atenção! – Grace falava para mim. Nosso expediente tinha acabado, ela me ensinava a fazer aqueles lindos e difíceis desenhos na espuma do café.

–Eu estou prestando atenção. – Me defendo.

–Não está não! – Ela rebate. – Veja bem, para o desenho ficar mais bonito é preciso que....

–Vocês duas aí! – Grace é interrompida pelo "gerente". –Eu falei que podiam ir embora! – Completa.

– É que nós estamos.... – Tento falar.

–Vão embora logo, onde já se viu! – Disse de forma meio grossa. Alguém acordou de mau humor hoje.

Eu e Grace fomos pegar nossas bolsas meio constrangidas, já que tinha número considerável de pessoas no local.

Ao sair, pude escutar o clássico som de sininho saindo da porta atrás de mim.

–Até amanhã! – Grace disse.

–Até! – Me despeço, por fim.

Depois de se despedir, percebi que Grace foi em direção a um carro de aparência muito cara.

Ela beijou um cara que estava escorado no mesmo e logo depois entraram no veículo. Seu namorado era realmente rico.

Ouço uma buzina. Olho na direção de onde veio tal som!

–Oi! –Diz Derek dentro de seu carro. Ele usava um óculos escuros que o deixava meio pateta. (Quem nos dias de hoje usa "pateta"?)

–O que está fazendo aqui? – Digo rude.

–Não é óbvio?? – Pergunta Derek. –Aliás, não pude falar antes – Ele tira o óculos de sol. – Mas como você fica gostosa nessa roupa. – Completa. Eu sentia que podia vomitar a qualquer momento.

–Cale a boca Derek! Você não tem vergonha na cara não??? – Pergunto indignada.

–Gosta de homens que tem? Bom, então para você eu finjo que tenho! – Diz.

Como ele podia ser nojento e cara de pau em apenas duas frases? Em apenas em pequeno intervalo de tempo???

Reviro os olhos.

Me viro e saio andando na direção contrária onde está seu carro. Ele grita algo como "É melhor voltar de carro hein!" mas não dou a mínima importância.

Para casa eu não voltaria naquele momento.

***

Eu saía andando sem rumo. Passava entre alguns jardins e algumas lindas praças que tinham perto da cafeteira onde trabalho. Eu estava indo no sentido oposto a minha casa, mas isso pouco me importava.

Me sentei em um banco entre as árvores.

O sol estava um pouco fraco, o que o deixava confortável de se sentir na pele.

O vento batia em meu rosto e meus cabelos, deixando o último um pouco esvoaçante.

Me permiti sentir um pouco aquele momento.

Fechei os olhos!

Como essa sensação era boa.....!

O vento balançava meu cabelo de forma suave e a sensação do sol em meu rosto me relaxava.

Me lembrei de quando saía as praças e áreas verdes da cidade com meu pai quando eu era pequena.

Eu sempre brincava em meio a terra e nos brinquedos enquanto ele lia o seu jornal diário. Essa sim era uma época boa!

–Você fica mais bonita sorrindo! –Escuto uma voz, interrompendo meus pensamentos.

Era Taehyung. Ele estava parado a minha frente, sorrindo.

Senti minhas bochechas esquentarem.

Ele disse que eu sou bonita????? Estou ouvindo direito?

Pigarreio.

–Obrigada! –Digo. Completamente corada, é lógico.

Ele logo se senta do meu lado no banco. Meu coração acelera só de sua mínima aproximação repentina.

–Você.... Está melhor? – Ele pergunta.

–Sim, eu acho. –Respondo!

Silêncio.

Silêncio esse que eu não quebraria tão  cedo!

E parecia que ele pensava o mesmo. Não falava absolutamente nada, só estava lá, sentado ao meu lado.

Sentia seus olhos sobre a figura patética e desprotegida que eu parecia, nosso "diálogo" não evoluiria, provavelmente.

Decidi tentar aproveitar sua companhia e ignorar o constrangimento que sentia. Na situação em que eu vivia, ele era a única pessoa que eu não sentia total repulsa, decepção ou indiferença. Ele era o único que se preocupava comigo, mesmo não sendo nem sequer meu amigo!

Virei meu rosto em sua direção.

Ele sorriu.

E então sem falar nenhuma palavra, ele simplesmente coloca sua mão sobre a minha. Como um ato de reconforto.

Eu iria morrer, certeza.


Notas Finais


Gostaram?
Comentem por favor!♥
Até o próximo capítulo!


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