História Please, save me tonight! Imagine Kim Taehyung - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Drama, Imagine, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, Você
Exibições 158
Palavras 2.251
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


VOLTEI!

Capítulo 9 - Capítulo 9


Fanfic / Fanfiction Please, save me tonight! Imagine Kim Taehyung - Capítulo 9 - Capítulo 9

Eu andava em direção a minha casa, completamente cansada. As aulas de hoje foram extremamente exaustivas e ainda por cima ainda tinha de andar por mais de 1 quilômetro e meio até chegar a meu bairro.

Eu havia esquecido o dinheiro para a passagem e minha mãe não viria me buscar hoje devido a alguns problemas com seu escritório, o local onde ela trabalha. Eu poderia simplesmente pedir carona a Pagie, mas a mesma mora muito longe de minha casa e seria meio que desconfortável fazer o pai da mesma – que aliás é um chato, infeliz com a vida – ter que gastar sua gasolina.

Claramente eu era muito sedentária visto que eu não estava nem na metade do caminho e já sentia que podia morrer. Deus, como é horrível ter que andar a pé.

Para piorar ainda mais minha situação, minha mochila estava mais pesada que o normal, eu havia esquecido de guardar alguns livros em meu armário e definitivamente aquela merda estava me atrapalhando. Ah, como eu sou burra!

Não adiantava de nada me lamentar por ter esquecido a porcaria do dinheiro para o ônibus agora, eu teria que andar até minha casa querendo ou não. Mesmo que....

–Ei! – Ouço uma voz masculina me chamando. Olho em direção de onde eu achava que estava ouvindo tal som. –Para onde a princesa está indo? Quer uma carona? –Um garoto que eu nunca tinha visto na vida me pergunta de dentro de seu carro. Ele estava acompanhado de um bando de outros garotos, todos com cara de universitários safados.

–Não! –Digo seca e continuo andando pela calçada. O carro onde estavam os garotos me acompanha lentamente.

–Ah, não se faça de difícil. Você não precisa cansar as lindas pernas que tem! – O garoto continua dizendo. Eu apenas o ignoro e sigo meu caminho.

E ele continua me seguindo com seu carro de merda.

–Como a princesa se chama? –Agora o garoto que estava no banco do passageiro decide me perturbar.

–Para que quer saber? –Pergunto de forma meio grossa.

Ele apenas ri.

–Prefiro as garotas marrentas sabia? Assim como você.

É incrível que caras que eu não quero aproximação me enchem o saco e garotos que eu gosto não me notam do jeito que quero. Mas fazer o que né, talvez seja a lei da vida, da minha vida.

–Legal! – Ironizo. Apresso meu passo para tentar fugir daqueles caras, o que claramente não funciona.

–Onde você mora? – O garoto faz sua segunda pergunta.

–Quer saber meu CPF também amigo? –Digo. Ele ri novamente. Eu não podia negar que era bonito sorrindo.

O mesmo tinha uma pele bronzeada, cabelos pretos lisos levemente espetados e olhos altamente escuros.

Eu gostava do que via nele, realmente.

–Me fale seu nome e seu número, já é o necessário.

O encaro com minha melhor cara fechada. Queria deixar claro que era para o tal me deixar em paz e ir logo embora.

–Deixem a garota em paz! –Outro menino se pronuncia, o mesmo parecia estar irritado com os amigos. –Estão vendo a mochila?? Repararam a hora? É o horário das saídas das escolas. Provavelmente a bonitinha aí é menor de idade. Querem mesmo ficar com uma "estudantezinha" de colegial?

Finalmente alguém que pensa nessa bagaça.

–É menor de idade mas ainda sim é bonita. –Ele dizia como se eu não estivesse presente.

–Ah é!! Esqueci que você é pedófilo! –Responde o terceiro.

Olho meio que supresa para eles. Como assim "pedófilo"?

Todos eles riram com minha reação.

–Você assustou a garota! – Diz, ainda rindo. –Eu não sou pedófilo, princesa. –Diz se virando para mim.

Por que ele insistia em me chamar de princesa?

–Pare de me chamar de... –Sinto uma gota de água cair em meu braço, o que não me deixa terminar minha frase. Sinto outra em minha bochecha.

E outra em minha mão.

Estava começando a chover.

–Está vendo? Mais um motivo para você entrar no carro.

Eu já estava começando a ficar irritada com essa insistência. Caramba, quanta chatisse.

Tiro a blusa de frio que estava usando e seguro encima de minha cabeça com meus braços tentando cobrir meu corpo.

Saio andando ainda mais rápido o deixando sem qualquer indício de resposta.

Contrariando os meus pensamentos, não vejo o carro ao meu lado, me acompanhando como da última vez.

Olho para trás.

O carro estava parado e o garoto moreno bonito havia saído do veículo. Ele agora andava em minha direção.

A ação me deu um leve medo, sabe - se lá o que ele pretendia fazer.

Apenas o ignorei e continuei andando, agora com mais rapidez.

–Não precisa fugir de mim! Eu não quero te fazer mal!

Não me dou o trabalho nem de olhar para trás, continuo andando e me protegendo da chuva, que agora estava ficando forte.

Como num passe de mágica, sinto uma mão em meu braço me impedindo de continuar em frente, era o moreno que já tinha me alcançado.

–A chuva vai aumentar, entre no carro logo e pare de graça.

–Não é assim que se convence uma garota!

–Ah, princesa! –Diz. –Não vou partir para cima de você, fica tranquila. Só achei que seria falta de educação não oferecer ajuda a uma menina tão bonita como você. –Ao acabar sua frase ele pisca de forma conquistadora para mim e tenta me puxar em direção ao carro.

Solto o meu braço de sua mão de forma meio bruta.

–Eu não vou entrar nessa merda de carro. –Digo, quase gritando.

Um outro carro que passava pelo local, dá uma parada bruta bem ao lado de nós dois. O vidro desce rapidamente.

Só aí pude perceber que era o carro de Hoseok.

–S/n, entra no carro!

Hoseok diz de forma meio mandona. Não hesito em "obedecer" e entrar no carro, logo ouvindo uma pergunta do moreno chato pelo qual não fiz questão de responder.

"Quem é esse?"

Foi o que ele perguntou.

Hoseok logo dá partida deixando o outro com expressão confusa, molhando na chuva.


–Obrigada....! –Digo meio sem jeito. Eu não sabia o que dizer a ele realmente, não sabia nem como ele apareceu do nada com seu carro naquela rua. –Como você.... – Tento começar a dizer.

–Por que sua mãe não foi te buscar na escola? – Ele parecia meio irritado.

–Ela tinha uns problemas para.....

–Por que não me pediu carona? Melhor do que ficar andando sozinha por aí. –Hoseok me interrompe novamente.

–Eu não queria te incomodar e também......

–Incomodar??? S/n, sou seu amigo, você tinha que ter me procurado.

Por que ele não me deixa terminar ao menos uma frase?

–Parou para pensar o que esses garotos podiam ter feito com você? –Pergunta.

–Hoseok, eu sei me.....

–E se aquele garoto te puxasse a força para o carro dele? Você não teria força o suficiente para tentar impedi - lo.

–Eu estou tentando falar que...

–Da próxima vez que tiver um problema, fale comigo. Não fique com essa de "não queria te incomodar", você tem que..

–Oppa!!!! –Digo com voz manhosa e com tom de reclamação ao mesmo tempo.

Ele parou de falar no mesmo instante.

Agora, ele me olhava com expressão de surpresa. Provavelmente pelo o que eu havia acabado de dizer.

–Você me chamou de..... Oppa? –Ele me olhava atento.

–Só assim para você parar de falar!! –Começo a dizer. –Hoseok, não precisa ficar tão preocupado, eu não fui assediada, não passaram a mão em mim nem nada disso. Jesus amado, se acalma!

Enfim, a primeira frase que falo sem ser interrompida.

–Você..... –Ele faz uma longa pausa antes de continuar sua fala. –Me chamou de oppa só para ver se eu calava a boca?

Ele pergunta. Suas bochechas já tomavam um tom avermelhado, ele estava ficando corado.

Awn, ele fica realmente fofo assim!

–Sim! –Digo.

Hoseok não parece ter ficado feliz com minha resposta. Talvez por não ter gostado do fato de que eu queria cala - lo, mas por favor né, ele já estava me irritando!

Ele não diz nada para continuar a conversa, somente dirige seu olhar para a estrada a sua frente, ainda meio atordoado.

–Por quê? –Decido quebrar o silêncio que se instalava ali e que já estava ficando constrangedor. –Não quer que eu te chame de oppa? –Pergunto.

Foi mais um brincadeira do que uma pergunta na verdade, eu esperava que Hoseok começasse a rir ou algo do tipo, assim como eu estou rindo neste exato momento.

–Pare de rir de mim!!! –Hoseok diz, foi só ao olhar para seu rosto que pude perceber o quanto ele estava vermelho. Ele se parecia comigo quando Taehyung fazia algum tipo de brincadeira, mas seu caso era completamente diferente do meu.

Hoseok não gostava de mim.

Ele nem sequer me olhava como "mulher" pelo qual ele podia sentir desejo, e foi justamente por isso que fui rejeitada.

Ele provavelmente estaria assim porque não está acostumado a ser chamada de oppa por uma ocidental, como eu.

Provavelmente.

E eu continuava rindo do coitado.

S/n.... –Hoseok me chama. Ele parecia escolher as palavras para formular sua frase.

Parei de rir no mesmo instante. A atmosfera dentro daquele carro tinha ficado realmente séria.

–Hmm.....? –Foi o que conseguir responder/perguntar.

–Quer saber por que eu estou tão preocupado com você??? Por qual motivo eu estou tentando te proteger desesperadamente?? –Hoseok me atropela com suas perguntas. Ele realmente estava sério.

Eu não sabia o que responder, não sabia nem se queria mesmo saber as respostas para aquilo.*

Eu realmente tinha medo do que ele poderia revelar.

–Amn..... –Tento iniciar uma resposta.

–Eu sinto que tenho a necessidade de ver você feliz e de te proteger de qualquer coisa. Eu me culpo por ter te feito sofrer naquele dia. S/n, você não tem ideia de como meu coração se quebrou vendo você correndo para fora da minha casa depois de eu ter te rejeitado.

Ele não parou nenhum momento, nem sequer para respirar. Sua voz era carregada de sentimentos e emoções.

Eu sabia que Hoseok se culpava por "ter me feito sofrer" mas não pensei que isso o afetava tanto.

–Você não tem culpa!! –Digo em um tom baixo.

–Foi na época em que seu pai tinha ido para o exterior e eu não devia ter feito você sofrer ainda mais! Eu piorei a sua situação. –Diz, ainda atordoado

–Mas você não podia simplesmente começar a namorar comigo mesmo não gostando de mim!!! Não foi culpa sua Hoseok!!! –Tento dizer.

Aquela conversa já estava partindo o meu coração. Jung Hoseok falava tão tristemente que pensei que ele pudesse chorar a qualquer momento.

Eu precisava faze – lo entender que a culpa não era dele. Eu realmente estava começando a ficar triste com isso.

–Você não precisa ficar assim, isso foi há muito tempo e eu...

–Você ainda gosta de mim??? – Hoseok me pergunta de repente. Tínhamos parado em um sinal e agora ele me olhava fixamente.

Apesar de eu ter a resposta eu simplesmente não conseguia falar uma só palavra.

O por que disso?

Eu realmente não sei.

–Não.... – Digo corada.

Era verdade, mas por algum motivo, eu achava que não tinha o convencido realmente.

Jung Hoseok seguiu com o carro pelas ruas, já que o sinal já estava aberto.

Em nenhum momento eu o olhei nos olhos e talvez isso tenha colaborado para que ele não acreditasse em mim.

Jung não falou nada o resto do caminho. E eu também não.

O silêncio era constrangedor mas nem eu, nem ele tínhamos coragem o suficiente para quebra – lo.

O que me restou foi observar a chuva que caía do lado de fora do veículo.

De vez em outra eu sentia Jung me observando, mas como o esperado, eu não tirava os olhos da janela em nenhum momento.

O carro parou.

Finalmente tínhamos chegado.

Tratei de descer logo, eu queria sair dali o mais rápido possível.

Ele fez o mesmo.

–Sabe....–Hoseok começou a dizer.

Eu já ia em direção a porta da minha casa mas fui impedida.

Me virei para que ele começasse a dizer o que queria.

–Eu pensei que quando eu ouvisse vindo da sua boca um "não" para minha pergunta, eu.... –Ele se aproximava de mim enquanto falava. –Eu pensei que ficaria mais "leve"....– Jung Hoseok estava bem a minha frente agora. – Mas não!!! –Completa. Ele me olhava direitamente nos olhos.

–O que quer dizer com isso? –Digo. Ele me olhava tão intensamente que eu já estava ficando vermelha.

Em um ato meio que inusitado, senti as mãos de Hoseok em minha bochecha, me acariciando levemente. O mesmo matinha um olhar doce para mim.

Era bom!

Eu procurava algum motivo óbvio para ele estar fazendo aquilo.

Ele realmente estava perto e o fato de suas insistentes carícias em meu rosto não terem cessado em nenhum momento, colaboraram para meu cérebro e corpo entrarem em desespero.

–Nem eu mesmo sei o que quer dizer! –Responde por fim.

Ele me encarava de uma forma que parecia que o mesmo queria gravar cada centímetro de minha face em sua memória.

Podia jurar que ele me beijaria ali mesmo, no meio da calçada.

E assim foi feito....

Jung Hoseok me beijou..... Na bochecha!

Foi um beijo calmo, doce e acima de tudo muito.... Reconfortante? Eu não sabia dizer direito.

Ele me olha mais uma vez antes se se separar de mim e depois ir em direção a sua casa, que era do lado da minha, me deixando em completa confusão.




Tá legal....



Isso foi bem estranho!


Notas Finais


Me avisem se tiver algum erro e comentem por favor, é muito importante!

Até o próximo capítulo!


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