História Please Stay Forever With Me - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~MrsSuicidal

Postado
Categorias Black Tide, Never Shout Never!, Sleeping With Sirens, T. Mills
Personagens Christofer Drew, Gabe Berham, Gabriel Garcia, Jack Fowler, Jesse Lawson, Justin Hills, Kellin Quinn, Travis Mills
Tags Alternative, Drama, Mistério, Romance
Exibições 61
Palavras 2.140
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olaaaa :33
antes de tudo quero agradecer aos favoritos e comentários u.u
amo vcs e sem mais delongas
o caps :v

Capítulo 9 - Scene nine


Fanfic / Fanfiction Please Stay Forever With Me - Capítulo 9 - Scene nine

- Primeiro tenho que ir na minha casa. — disse T., e concordei com a cabeça.

- Estou com saudades do senhor Mills. — falei, me referindo ao pai de Travis.

- Ele deve estar em casa agora, vou só pegar umas roupas pra passar a noite com você, amanhã de manhã eu vou para uma entrevista. — e sorri para T., que continuou o caminho.

Pouco tempo depois, paramos na casa de T., saímos do carro e entramos.

Como esperado, Sr. Mills estava sentado em uma poltrona na sala de estar, ao lado de uma mulher loira e alta.

- Audrey! — ele disse animado, se levantou e veio até mim. — Quanto tempo!

- Sim Sr. Mills, senti sua falta. — e ele sorriu.

- Essa aqui é Juliet, minha namorada. — ele disse, e chamou a loira até ele. 

- Prazer, sou Audrey, velha amiga dessa família. — eu disse, e ela me deu um abraço.

- O prazer é todo meu. — murmurou ela, tímida, com um forte sotaque britânico.

- Vou até o T. — acenei, e subi as escadas. 

Entrei no quarto de Mills, ele estava no closet, pulei em sua cama e ele veio me olhar. 

- Cheguei. 

- Folgada. — murmurou, e depois voltou para o closet.

Revirei os olhos e me levantei, fui até sua cômoda, que haviam alguns retratos. Vários eram nossos, eu fitava as fotos, e lembrava de cada momento nosso. A que mais me chamou atenção, foi uma foto minha e dele no aeroporto, foi o dia da primeira turnê de Travis, ele estava com um sorriso enorme, e eu estava emburrada atrás, ainda não havia me acostumado com o fato que ele se tornou tão famoso, e que ele estava indo pra tão longe de mim.

- Gosto dessa foto. — ele disse, se aproximando.

- Eu fiquei tão triste nesse dia. — eu disse e sorri, sem tirar os olhos da fotografia.

- Por quê? — ele disse, voltando ao closet e jogando sua mochila na cama.

- Por quê meu melhor amigo estava indo embora, e eu não ia junto. — falei, fui me virar, e dei de cara com Mills. 

- Mas eu voltei. — ele disse  e pegou na minha cintura, me puxando para um abraço, e depois me soltou.

- E você não mudou nadinha, exceto que agora você é um gibi de 1,92. — eu ri, e ele colocou a mão em seu peito como se tivesse ofendido.

- Falou o gibi de 1,50. — ele disse, rindo.

- Cala boca. — murmurei, e tentei me afastar de T.

Porém ele não me soltou.

- Solta Mills. — ele disse e me levantou segurando pela minha cintura.

- Lembra que eu te enchia de cócegas?

- Lembro. — murmurei, e Mills me jogou na cama. — Não, não, não. — murmurei enquanto T. se aproximava de mim.

Ele subiu em cima de mim e começou a me fazer cócegas, rindo, mas, eu estava rindo escandalosamente e me debatendo, tentando fugir de Mills.

- Seu idiota! Para! — e eu ria, e Mills não parou antes de 5 minutos, e então, se deitou ao meu lado.

- Garota, você é muito forte. — ele disse, e eu dei um soco em seu ombro, e ele riu.

- Idiota, você tem sorte que não tem cócegas. 

- Tenho mesmo. — ele disse, e rimos, então ele se levantou da cama. — Vamos? — ele ficou na minha frente, e ofereceu a mão.

- Okay. — peguei na mão de T. e por um segundo achei que ele iria me beijar, porém, ele se afastou e pegou sua mochila.

Corei por uns segundos, mas, somente acompanhei o T. até a porta do quarto.

(...)

O resto do caminho foi em silêncio, depois de alguns minutos, Travis estacionou o carro. E então, saímos do carro e entramos no bar. Era rústico, calmo, aquilo me acalmou, afinal, não iria me fazer pagar tanto mico se eu ficasse bêbada.

- No quê está pensando? — perguntou T., quando nos sentamos na bancada.

E o garçom colocou uma garrafa de uísque na mesa, como T., havia pedido, eu abri e servi-me, e fiz o mesmo com T.

- Nada importante. — murmurei, depois de beber meu copo de uma vez, e Travis riu da minha careta.

- Nada importante tipo, eu. — Travis disse, e eu ri.

- Você é importante, seu idiota. — falei, e ele sorriu, e bebeu seu uísque.

Travis acendeu um cigarro, e eu pedi um prato de nachos para o garçom.

- Então você gosta de nachos agora? — ele disse, tentando imitar um sotaque mexicano, o quê foi engraçado, virei outro copo, e rimos, eu do sotaque de T., e ele da minha careta.

(...) 

Ao fim da noite, já havíamos tomado uma garrafa de uísque, cinco cervejas e meia garrafa de vodka. Eu e Travis estávamos jogando bilhar, e eu estava perdendo, como sempre. Mesmo bêbado, Travis é bom no bilhar, bem, pelo menos melhor que eu, que mal sei segurar no taco.

- Ai que raiva, mal sei segurar nessa coisa. — murmurei, depois de beber minha cerveja.

- Tá, gafanhoto, eu te ensino. — Travis disse, e veio até atrás de mim.

Ele ficou perto o bastante para eu sentir um leve volume em sua calça, quando nos inclinamos sobre a mesa, dei uma risada, e continuei a seguir seus movimentos, e eu acertei uma bola! 

- Parabéns Smith! — gritou Travis, batendo palmas sozinho, e eu me inclinei como sinal de reverência.

- Obrigada, obrigada. — falei, e ele riu. — Mas eu vou no banheiro, e olha, eu sei onde estão as minhas bolas em. — murmurei, um pouco com a voz enrolada.

E fui até o banheiro, era algo mais estranho, mas nada além de um típico banheiro de bar. Peguei meu celular no bolso, e o liguei. Haviam algumas chamadas perdidas, principalmente de Kellin, e algumas de alguns minutos atrás, então, olhei para o relógio, eram 3h25 da madrugada, e eu estava chapada com T. em um bar, o quê não acontecia há um tempo, e então, me olhei no espelho.

Eu estava um caco, meu cabelo estava desarrumado, meus olhos fundos, e olhar cansado, embora eu tivesse força de vontade para levantar um trem. Então, liguei a torneira, e lavei meu rosto. Me sequei em minha própria camisa, ou melhor, do T., eu estava com um moletom dele, no qual estava cheirando à vodka.

Entrei em uma das cabines, e procurei uma forma de fazer xixi sem me encostar naquela privada. Fui lavar as mãos, e uma outra mulher entrou no banheiro, parecia uma das garçonetes do bar, que sorriu fraco para mim e entrou em uma das cabines. 

Peguei meu celular e vasculhei um pouco, mesmo com minha visão turva, percebi que haviam me convidado para uma balada agora a pouco, e ainda tava rolando — sem hora pra acabar. Então, guardei meu celular e resolvi chamar T., sai do banheiro e fui até a mesa de bilhar onde Travis estava escorado, e bebendo. 

- Quer ir pra um lugar mais animado? — perguntei, me aproximando de Travis.

- Claro, onde? — ele disse, dando um gole em sua cerveja.

- Uma balada à uns quarteirões daqui.

- Beleza. Bora. — Travis disse e demos um hi-five estalado. 

Pagamos a mesma atendente que havia entrado no banheiro, e ela novamente sorriu para mim, e fomos embora. 

- Vou chamar um táxi, amanhã buscamos o carro. — murmurei, e peguei meu celular. 

Travis se encostou na parede do bar, e então, eu pedi o táxi pelo aplicativo, e me aproximei de Travis, que pediu um abraço. Ficamos abraçados por um tempo, até que o táxi chegou. Mostrei o destino em meu celular, e fomos para o Hall-Drive da cidade.

- Caralho. — murmurou Travis, quando saímos do carro, olhando para diversos casais se beijando na porta, e diversas luzes piscando.

- Bora? — perguntei, e entramos. 

Pagamos nossas entradas, era open bar. E demos de cara com muita gente mesmo, avisei T. para deixar o celular no modo geral — sem ser no silencioso —, e qualquer coisa, ele me ligaria, e vice versa. Então, nos separamos.

Pouco tempo depois de beber duas cervejas e dançar na pista, conheci uma garota, que me ofereceu LSD. Por início, pensei um pouco, mas depois dei de ombros de aceitei. Ela colocou um quadrado em minha língua devagar, e depois me deu um selinho. Sorri, e voltei à dançar. 

Aos poucos a droga fez efeito, e tudo começou a se animar ainda mais quando ela me deu outro daqueles. E então, encontrei Travis, com uma cara séria, e eu não conseguia parar de rir. 

- Você tá drogada? Você não fica assim nem bêbada o bastante. Nem sem atender seu celular.

- Talvez. — respondi , e então, começou a tocar minha música eletrônica preferida.

Olhei para Travis, que entendeu o recado, revirou os olhos e me puxou para a pista de dança. Dancei como se não houvesse amanhã, e no fim da música, desmaiei no colo de Travis. Acordei no táxi, com a cabeça deitada no colo de Mills., que me olhou e sorriu gentilmente.

- Não deveria sair por ai aceitando drogas das garotas. — ele disse, enquanto acariciava meu cabelo. 

- Cala boca, Travis. — murmurei, e ele riu.

Então, lentamente caí no sono. Acordei com Travis me colocando na cama do meu quarto.

- Vou tomar um banho, me leva pro banheiro?

— pedi, e ele concordou com a cabeça.

Ele me pegou novamente no colo, passou pelo meu closet e depois me colocou dentro do box do banheiro, que era preto, fui tirando a roupa, e dando para ele por cima do box.

Liguei o chuveiro e escutei o barulho da pia sendo ligada, e pude ver a sombra de Travis lavando o rosto. Ignorei, e voltei ao meu banho.

- Posso usar sua escova? — ele perguntou. 

- Claro, T. — respondi, e ouvi o barulho de T. escovando seus dentes.

Terminei meu banho, Travis me jogou a toalha, eu abri o box e ele me tirou do banheiro e me deixou no closet.

Me sequei, e vesti um pijama normal. E então, fui para o quarto. T. estava só de cueca. 

- Eu deixei minhas roupas no carro. — ele disse, e eu dei de ombros. 

Ainda bem que estava escuro, por quê minhas bochechas queimaram. Travis se deitou no chão e eu me deitei na minha cama, então me encobri. E aí, do nada, começou a chover. Me levantei rápido, e fechei a minha janela do quarto. E então, percebi que T. estava sem cobertas. 

- T.?

- Fala.

- Deita comigo? — perguntei, por um momento mínimo, hesitei, assim como Mills, que se levantou e se deitou ao meu lado. 

Me virei de frente para ele, e puxei minha coberta pra dividirmos. Então, ficamos nos olhando por um temo, até que percebi que estávamos lentamente nos aproximando um do outro, quase que involuntariamente. Nos beijamos, e era um beijo intenso, cheio de desejo, amor, como se isso precisasse ser feito o mais rápido possível, como se devessemos isso um ao outro. O beijo se intensificou e me encontrei depois de um tempo em cima de Travis, que apertava levemente minha bunda por baixo do pijama, fomos tirando cada um suas peças de roupa, até que então as coisas se esquentaram.

 

Kellin's POV

Acordei às 5 da manhã, com alguém entrando na casa. Com certeza era Audrey, com aquele amigo dela. Aos poucos me lembrei da nossa briga, eu queria mostrar pra ela, mostrar pra ela que eu tô arrependido de verdade, mas tenho certeza que ela não vai me ouvir.

"Você se esfregava nele como uma vadia. " 

Essas palavras corroeram minha mente e meus pensamentos por dez minutos, porém pareciam anos. Por quê eu disse isso? Eu tenho certeza que isso foi a gota d'água para ela. Por quê não procurei saber mais sobre a noite passada? O ciúmes tomou conta da minha sanidade me fazendo deitar com a melhor amiga de Audrey, não destruindo só o nosso relacionamento, mas também, o dela com a pessoa que ela mais considerava. E de quê tudo isso adiantou? Os minutos de glória se passaram, foram míseros até o momento em que Audrey se sentou na cama de Danny, com os olhos repletos de lágrimas. 

A cena se repetia em minha cabeça, estava se tornando quase que um carma, uma maldição, eu me culpava de todas as formas possíveis, como eu pude fazer isso? Eu sou um merda. 

Mas minha cabeça explodiu e me tirou de meus pensamentos idiotas, quando ouvi os gemidos abafados dela vindo de seu quarto.


Notas Finais


Obrigada por lerem
bjo da Tia Quinn e ate o prox caps
u.u xuxuzinhas da minha life


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...