História Pleasure House - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Palavras 2.968
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei, mas voltei. Apreciem e vejam o que acham desse ponto de vista da C.

Capítulo 4 - Uma Foda E Uma Única Noite


Point Of View Camila

O resto do jantar fora uma tremenda tortura. Todos se divertiam, conversavam, comiam e minha mente não saía da cena do banheiro, o gosto de Lauren não saía da minha boca e nem seu cheiro deixava minha narina.

Felizmente, ela não demorou muito no restaurante e saiu meia hora depois do nosso episódio quase fatídico no toalete feminino. Em nenhum momento ela dirigiu seu olhar para mim, sempre sorrindo e tocando aquele velho filho da puta, que parecia encantado por ela, apesar de sua postura imponente. Lembrar que ele havia mandado que ela tirasse a calcinha fez meu sangue ferver. Primeiro de raiva, depois de tesão. Ver sua calcinha escorregando pela pele macia de suas pernas seria algo que eu dificilmente esqueceria.

Achei que ao vê-la sair do restaurante eu conseguiria voltar à normalidade e pensar com mais clareza, mas percebi que ela já havia fodido demais com a minha mente, para que eu pudesse simplesmente voltar ao clima que estava antes. Nem mesmo a culpa de ter traído minha noiva, que estava sentada ao meu lado, participando ativamente da conversa à mesa, tirava aquela maldita da minha mente. Estava me sentindo sufocada pelos meus próprios pensamentos, principalmente quando comecei a pensar em seu corpo nu, com aquele homem em cima dela.

Fechei meus punhos, obrigando-me a relaxar. Eu não tinha nada a ver com a vida dela, nunca mais iria vê-la. Me casaria com Veronica, que era uma mulher digna e nunca mais pensaria em Lauren e em seu corpo malditamente  delicioso. Ponto final.

– Não é amor? – Ouvi Veronica me chamar, apertando minha mão.

Voltei meu olhar para ela e vi seu cenho levemente franzido, como se estivesse se perguntando o porquê de eu estar tão estranha. Forcei um leve sorriso e levei sua mão aos meus lábios, me sentindo uma traidora de marca maior.

– Desculpe querida, estava pensativa... Sobre o que estavam falando?

– Sobre viagens. Falei que adoraria passar a lua de mel em Toscana, acho que é uma cidade tão linda e romântica. Você sabe que eu amo a Itália, não é?

– Sim, eu sei. Já disse que pode escolher qualquer lugar e iremos. Quero realizar todos os seus sonhos.

Ela sorriu lindamente e se virou para Dinah, que comentava algo sobre nunca ter saído dos Estados Unidos. Olhei para Veronica, sentindo meu coração se encher de pesar e, infelizmente, de dúvidas. Eu a amava, e, segundo meu pai, o amor é tão forte que faz com que os corpos se tornem um só. Em suas palavras, mais explicitas, o pau não sobe para outra pessoa e a boceta não se molha para outra (o).

Meu pai poderia ser um desbocado sexualmente, mas era um homem vivido, experiente e me orgulhava muito dele, do valor moral que sempre pregou, pelo amor, carinho e segurança que sempre deu a minha irmã e eu. E, secretamente, tudo o que sempre almejei na minha vida foi ter um amor como o dele e da minha mãe. Estavam casados há trinta anos e a paixão e o amor nunca cederam, pelo contrário, se tornava mais forte a cada dia que passava.

Pensei que com Veronica o meu relacionamento seria assim. Realmente estava escrito nisso, até Lauren aparecer e abalar todas as minhas estruturas. Talvez eu estivesse metendo os pés pelas mãos, a conhecia a pouco mais de dois dias e ela já estava virando meu mundo de cabeça para baixo, me cobrindo de dúvidas e desespero. Mas nem Veronica havia mexido tanto comigo, tão rápido, quanto aquela mulher.

Eu poderia estar louca. Poderia estar obcecada, mas estava prestes a tomar uma decisão que poderia, realmente, revirar todo o mundo bem construído e planejado que criei para mim. Entretanto, antes de qualquer coisa, eu precisava de conselhos do homem que eu mais amava no mundo.

Com isso em mente, voltei um pouco ao mundo real, conversando brevemente com todos. Um cansaço terrível me assolava e, por fim, todos resolveram ir embora. Normani sugeriu uma esticada a algum barzinho ou boate, mas estava traumatizada e cansada demais para aceitar qualquer uma das duas coisas. Peguei na mão de Veronica, fechamos a conta, nos despedimos de todos e saímos.

– Você ficou tão longe durante o jantar, amor. Aconteceu alguma coisa? Tenho certeza que tem algo preocupando você. – Veronica disse, pousando a mão na minha perna, enquanto eu dirigia.

– Somente alguns problemas na empresa, Veronica. Nada com que você deva se preocupar. – Murmurei, focalizando minha atenção na estrada a minha frente.

– Mas você estava tão bem e, de repente, ficou toda cada e reclusa. Era como se não estivesse ali. Você sabe que pode contar comigo sempre, desabafar, falar o que quiser... Sou sua noiva e te amo, estou aqui para ser sua amiga e confidente também.

Um sentimento egoísta me assolou por dentro, me fazendo perguntar o porquê de ela ser tão boazinha assim. Se ela pisasse na bola, aparentasse algum defeito, seria muito mais fácil ser uma canalha estúpida com ela, mas não, Veronica era a mulher perfeita, compreensiva, sexy, amorosa, tranquilizadora, o que me fez apertar o volante com mais força, a culpa me assolando completamente.

– Camila? – Chamou, apertando minha coxa levemente. De repente, sua mão subiu até tocar meu membro coberto pela calça e o apalpou brevemente. Um sorriso malicioso se abriu em seu rosto, quando dei uma olhada rápida para ela. – Eu sei do que você precisa, amor. Talvez eu possa fazer você relaxar, enquanto dirige.

Sua mão abriu o botão da minha calça jeans e engoli em seco, percebendo que meu corpo estava longe de reagir. Me xinguei mentalmente, me obrigando a ter uma ereção, mas nada acontecia. Todo o meu tesão estava canalizado em uma prostitua que deveria estar transando com um cara que deveria ter o dobro, senão o triplo, da sua idade e nada tinha restado para minha noiva, pelo menos não naquela noite.

Quando Veronica tentou escorregar sua mão para dentro da minha cueca, eu a segurei, impedindo. Ela me olhou surpresa, pois nunca em todos aquelas três anos de relacionamento, eu a havia impedido de tocar o meu corpo, seja da maneira que fosse. Muito menos havia recusado sexo.

– Camila... O que está acontecendo? – Perguntou em tom baixo, deixando a mão no lugar, como se esperasse que eu dissesse que estava apenas brincando e que ela poderia seguir em frente.

Mas eu apenas a olhei rapidamente e levei sua mão a minha boca, dando alguns beijos agradecendo por ter que me ocupar com a direção e não olhar em seus olhos.

– Eu estou muito cansada, amor, totalmente esgotada, morrendo de dor de cabeça. Perdoe-me, mas não sou uma boa companhia hoje à noite.

– Está me dispensando? – Indagou, chocada.

– Não é isso, eu... Estou apenas atribulada com o trabalho e não quero te perturbar com isso. Preciso apenas tomar um remédio e cair na cama. – Olhei para ela, que me analisava atentamente. Parei no sinal vermelho e entrelacei minha mão a sua, apertando levemente. – Prometo te compensar amanhã, querida.

– Mas amanhã eu tenho uma sessão de fotos e uma festa para anuncio de campanha, Camila. Nem iremos nos ver.

Uma onda de alívio invadiu meu corpo antes que eu pudesse impedir, ou raciocinar sobre aquilo. Logo depois, a culpa me tomou também, mas nem isso impediu o alívio que senti por saber que não precisaria vê-la amanhã. Isso significa que eu não precisaria ficar mentido e fugindo de seu toque.

– E no domingo eu vou ter que viajar para Paris, tenho alguns desfiles durante a semana que vem. Esqueceu? – Ela continuou.

Sim, eu tinha esquecido, mesmo tendo tudo aquilo anotado em uma agenda em casa, no escritório, em meu celular e na minha mente.

– Sim, eu esqueci. Está vendo como estou sufocada de trabalho, amor? Por isso que queria descansar hoje. – Falei, voltando a colocar o carro em movimento.

Ela suspirou e se sentou direito no banco, olhando-me um pouco ressentida.

– Tudo bem, Camila, pode me levar para casa.

Não falei mais nada e segui para seu prédio. O carro estava inundado em um silêncio mortal, algo que nunca aconteceu com Veronica e eu, pois sempre tínhamos algo para falar ou comentar. Quando tínhamos algo para falar ou comentar. Quando parei em frente ao prédio, ela tirou o cinto de segurança e eu saí do carro, abrindo a porta para ela.

Sua expressão estava triste e me senti péssima por estar fazendo aquilo com ela, mas não poderia ser diferente. Não quando meu corpo e minha mente estavam inertes para o resto do mundo, focalizados em Lauren. A puxei para um abraço e beijei sua testa, sentindo seus braços ao redor da minha cintura.

– Não fica chateada, amor, por favor...  Pense bem, você está se livrando de uma chata hoje à noite. – Murmurei, tentando aliviar o clima.

Ela deu um sorrisinho abafado e se afastou, me olhando. Sua expressão de tristeza diminuindo aos poucos.

– Mesmo chata, calada, eu preferia ficar com você. Mas vou respeitar a sua decisão. – Me deu um beijo e se afastou totalmente. – Eu te amo, Camila.

– Eu também te amo, Veronica.

Um sorriso lindo se abriu no rosto dela e então, ela se foi. Entrou em seu prédio sem olhar para trás. Respirei fundo e voltei para o meu carro, pegando meu celular e indo na agenda. O telefone chamou apenas duas vezes.

– Pai?

– Kaki, aconteceu alguma coisa?

Olhei para o relógio e vi que passava um pouco das onze da noite, não era tarde, mas nunca ligava para meus pais àquela hora. Mas, daquela vez, era algo sério demais para que eu pudesse esperar.

– Aconteceu, mas não é nada grave... Preciso conversar um pouco com o senhor.

Está me deixando preocupado, filha. Onde encontro você?

– No meu apartamento e não precisa ficar assim, já disse que não é nada grave. Preciso apenas de alguns conselhos e sei que você é o melhor nisso.

Ouvi sua risada baixinha do outro lado e abri um pequeno sorriso, sabendo que meu pai era um tanto convencido.

Você tem razão. – Ele disse. – Bem, estarei em seu apartamento em quarenta minutos.

– Certo, espero por você.

Desliguei e coloquei o carro em movimento, chegando rapidamente ao meu apartamento. Tirei os sapatos, arregacei as mangas da minha camisa e abri um vinho antes de me jogar no sofá e passar as mãos pelos meus cabelos. Tudo aquilo estava se revirando em minha cabeça, me deixando louca, esperava que meu pai tivesse algum conselho sábio para me dar.

Em poucos minutos ouvi a campainha tocar e fui em direção à porta. Alejandro Cabello Sanz, praticamente a mesma altura que eu, entrou em meu apartamento, relaxado como sempre. Nos abraçamos e ele foi em direção ao sofá, enchendo a taça vazia de vinho para ele. Parecia que os anos não tinham passado para o meu pai. Continuava jovem, cuidando do corpo, apenas alguns fios grisalhos despontando em seu cabelo.

– Pode falar, Kaki. – Ele se recostou mais ao meu sofá e cruzou as pernas daquele jeito despojado que só ele tinha. Tomou um gole de seu vinho e me analisou atentamente. – Quem é ela?

Foi impossível não sentir uma onda de choque passar por meu corpo. Mas, então, eu me lembrei de que o homem à minha frente era o meu pai, a pessoa que me conhecia por inteira. Todos poderiam tirar conclusões de mim, mas apenas meu pai as acertava. E minha mãe também, mas eu sabia que ela era sentimental demais para ser envolvida naquela história.

– O nome dela é Lauren. – Falei, em suspiro.

Ele continuou me olhando e eu peguei minha taça, dando um bom gole em meu vinho, tentando ganhar tempo e ao mesmo tempo, querendo achar uma explicação para tudo aquilo, mesmo sabendo que ela não existia.

– Na quarta-feira o pessoal me arrastou pra a Pleasure House. – Murmurei, olhando para ele e vendo-o arquear uma sobrancelha. – Eu não estava a fim de ir, mas estava em falta com eles e fui. Mas nada no mundo inteiro, me preparou para ver aquela mulher dançando no pole dance, pai. Foi como se eu tivesse sido transportada para outro mundo e só existisse ela, sua luxuria, sensualidade e eu, igual uma idiota com o pau duro, pensando apenas com a cabeça de baixo, como se nunca tivesse feito sexo na vida. E sabe o pior?

– O quê?

– Eu estou nesse mundo paralelo até agora. E não sei o que fazer para voltar à vida real e seguir em frente.

Ele continuou em silêncio, tomando o vinho e me observando, como se eu tivesse acabado de relatar um fator corriqueiro do dia a dia. Meu pai tinha aquele poder de ser calmo, raramente perdia o controle e se exaltava, sempre bem-humorado.

– Já transou com ela?

– Não! Meu deus, pai, eu tenho uma noiva. E ela merece respeito.

– Você deixou de respeitá-la a partir do momento em que desejou outra mulher, filha. – Ele disse, sem tirar os olhos de mim. – Só viu essa mulher na boate?

– Não. – Murmurei, sabendo que ele estava mais que certo. – Hoje Veronica e eu fomos jantar com o pessoal e a maldita apareceu no mesmo restaurante em que estávamos. Uma amiga dela estava acompanhando Normani e ela foi lá cumprimenta-la, logo depois saiu e foi no banheiro e eu fui atrás. Eu perdi o controle, pai... A ataquei... Por muito pouco, não transei com ela naquele momento.

Bebi mais um pouco do vinho, sentindo meu corpo tremer levemente com aquela lembrança. Logo depois, continuei:

– O que achei estranho foi a coincidência. Ela aparecer no mesmo restaurante em que eu estava, a amiga dela acompanhando Normani... Será que as duas não armaram isso?

– Armação ou não, Camila, o seu corpo corresponder ao dela não é algo que ela possa ter controle. Você lembra do que eu disse, sobre amor verdadeiro? – Ele perguntou e eu assenti. – Desde sempre eu soube que o seu relacionamento com Veronica, apesar de ser bonito e sólido, não era algo que fosse durar para sempre, como sua mãe e eu. Um amor de verdade, disturba nossa mente, nos deixa em apuros, nos leva a emoções extremas, Camila, e sua relação com Veronica é... Morna demais.

– Onde quer chegar, pai?

– Quero chegar a algo bem simples: se você sentiu desejo por essa garota, é porque não ama Veronica de verdade. Pode gostar dela, respeitá-la, mas não é uma coisa que a impeça de sentir algo por outra pessoa. – Olhei para ele, sabendo que estava certo mais uma vez.

– E então... O que eu faço?

Um sorriso malicioso contorceu seus lábios e ele terminou seu vinho. Segurou a taça com firmeza e voltou a me olhar.

– Foda essa garota.

– Como? – Perguntei não compreendendo aonde ele queria chegar com aquilo.

– Você me entendeu, filha. Vá atrás dela, transe com ela, e se mesmo assim o seu desejo por ela continuar... Saiba que tudo isso pode ser mais sério do que uma simples foda.

– Não, pai, não vou fazer isso. Sou noiva, Veronica não merece algo assim! E Lauren é uma prostituta, agora mesmo deve estar fodendo com o velho que estava com ela no restaurante, ela mesma me disse que ele era um cliente.

– Não procure desculpas, Karla. Ou é isso, ou vai viver com esse desejo dentro de você, que vai o impedir de ser livre e conhecer algo verdadeiro. – Ele se ajeitou no sofá e apoiou os cotovelos na perna, me encarando. – Eu só soube o que era loucura de verdade quando conheci e me relacionei com a sua mãe. É como um imã, o nosso corpo atrai aquela pessoa, mesmo quando queremos fugir. Não estou dizendo que essa garota é a mulher da sua vida, mas tenho certeza de que Veronica não é essa mulher. Se fosse, seu pau não subiria para a dançarina. – Ele riu e depois continuou. – Você conhece Veronica há oito anos. Mas estão realmente juntos há três anos, sei que é difícil, que até ontem você achava que ela era a mulher da sua vida, mas... Talvez não seja.

O fitei, comedida, repassando cada palavra sua na minha mente. Meu pai tinha razão, mas nem tudo era fácil assim. Eu me sentiria miseravelmente culpado por trair Veronica, mas sabia que não podia terminar um relacionamento de anos, apenas porque queria transar com Lauren. Talvez eu precisasse apenas disso: uma foda, uma única noite e ela seria esquecida.

– Você tem razão. Eu vou transar com ela, pai, mas será uma única vez e então, vou seguir em frente e me casarei com Veronica, que á a mulher que me ama e sempre esteve ao meu lado.

Nos levantamos e meu pai veio até mim, passando o braço pelo meu ombro.

– Ela te ama, mas você não a ama, mantenha isso em mente. É difícil magoar alguém, mas é melhor fazer isso do que passar o resto da vida sendo infeliz em um relacionamento que não te completa. Você sabe que torço muito por você, minha filha, quem sabe essa tal garota não revire ainda mais a sua vida tão planejada e certinha. – Ele disse em um tom zombeiro, mas sabia que estava falando sério também.

Fomos em direção a porta e eu a abri, dando um último abraço no meu pai.

– Obrigada, papa. – Falei, vendo-o sair. – Dê um beijo na mama.

– Não agradeça, sabe que pode contar comigo para o que precisar, hija. E, com toda a certeza, vou dar um beijo na sua mãe... E fazer algumas coisas a mães.

– Ah, que nojo. Super desnecessário! – Gargalhei em uma leve careta e ele me acompanhou.

Então ele se foi. Repassei nossa conversa em minha mente, suas palavras servindo para abrir caminhos novos, me dar outra visão de tudo aquilo. Ele estava certo. Eu iria transar com Lauren, matar aquele desejo, mas seria do meu jeito e logo depois, voltaria inteira para minha vida.


Notas Finais


Se alguém aqui prefere ler pelo wattpad, meu usuário lá é: @Adaptacion


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