História Pleasure Pact - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Girls' Generation
Personagens Taeyeon, Tiffany
Tags Girls' Generation, Taeny, Taeyeon, Tiffany
Exibições 232
Palavras 2.294
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


não estou demorando nas atualizações u.u

Capítulo 7 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Pleasure Pact - Capítulo 7 - Capítulo 7

Poucas horas após fazer amor com Tiffany, Taeyeon parou no centro do salão majestoso da casa — um candelabro colossal no teto, o som da música animada, os primeiros convidados chegando para o grande evento. Ela devia estar empolgada. Essa noite desempenharia um papel determinante para manter o cliente satisfeito. Porém, mal podia esperar que a multidão saísse para testar a cama do quarto principal com Tiffany. O chuveiro na casa da piscina fora sensacional, duplamente. "Mais uma vez" não deu nem para a saída. Resplandecente no smoking negro, Greg Lee, de uma agência rival, chegou cinco minutos adiantado com a esposa serelepe. O guru da indústria fonográfica, Snork Merril — um nome estranho para um homem estranho — fez a sua tão propalada aparição ao lado do sócio, Phil Daniels. Até agora, mais de cem convidados, dentre os quais alguns pareciam fantasiados, e outros recém-chegados de uma festa rave. E nada de Tiffany. Ela começou a ficar preocupada. Todos os tipos de problemas lhe ocorriam. Ela ficou presa no trabalho, sofreu um acidente de carro. Tomou um avião. Taeyeon sentiu um calafrio na espinha. E virou-se a tempo de ver a megera entrar esvoaçante pela porta da frente.

— Olá, Juniel. — O sorriso de Taeyeon foi forçado, conquanto educado. — Que bom que você chegou.

Saltitante, Juniel alisou o tecido azul cobalto do elegante vestido justo. Os olhos de ébano diziam "não me venha com essa; eu é que deveria estar comandando esse lançamento", ao passo em que as cordas vocais chilrearam:

— Estou tão feliz por vir. Onde está Tiffany?

— Ela chegará logo. Surgiram alguns detalhes de última hora para resolver. — Juniel se mostrou escandalosamente satisfeita.

— A essa hora? Espero que ela tenha tudo sob controle. — pausou para dramatizar — pelo bem de todos. — Após um sobressalto fingido, acenou.— Sedwick Rottell!

Um editor de jornal de meia-idade, que ostentava um cavanhaque grisalho e um par de tênis desamarrados, balançou a mão no ar como se fosse um rei.

Juniel entrou em ação.

— Boa sorte, Tae. Procure-me se precisar de ajuda.

— Pouco provável. — Taeyeon resmungou baixinho.

— Como?

Ao ouvir aquela voz a suas costas, Taeyeon se virou. Com o semblante aflito, ali estava Tiffany, parada na sua frente. Um impulso a dominou. Meteu as mãos nos bolsos para evitar fazer coisas das quais talvez se arrependesse. "Não agora. A etiqueta em primeiro lugar. Depois o amor", contenha-se dizia sua mente. A expressão dela atenuou. Taeyeon murmurou:

— Você me deixa louca.

— E você me faz chegar atrasada. Queria estar aqui muito antes.

— Bem, agora você está muito arrumada. —
Tiffany lhe deu um tapinha no ombro, depois se pôs a falar. Mas Taeyeon estava absorta sorvendo a imagem de uma mulher que nunca parecera mais fascinante. Os cabelos sedosos foram arrumados num penteado esplêndido, um lindo vestido longo — rosa chá, justo, porém sofisticado — e um rosto cem vezes mais belo do que o 1 de qualquer modelo. Ela era uma sujeita de muita sorte.

— Eu me atrasei para o horário no salão. Graças a você. Demorou uma eternidade. E a Jessica providenciou um desfile de modas particular ontem. Só que, hoje à tarde, eles enviaram o tamanho errado. Ah, e isso é ? outra coisa que preciso conversar com você. — Taeyeon lhe tocou os lábios com o indicador e Tiffany se calou.

— Seja o que for, vai ter que esperar. Você tem uma festa de lançamento para cuidar. — O sorriso de Tiffany alargou quando Taeyeon a tomou pela cintura para conduzi-la em direção ao salão. Taeyeon cumprimentava os rostos curiosos conforme passavam. O que todos estariam pensando?

Quem era aquele anjo com Kim Taeyeon? Seria tão inteligente quanto bonita?

— Está tudo em ordem. — Ela sorriu. — Mas você já previa isso.

Os olhos de Tiffany brilhavam ainda mais que a estrela da manhã. Taeyeon sentia falta daquela expressão. Não a via há semanas. Quando Tiffany sorria daquela maneira, ela se sentia invencível. Será que um dia ela desejaria que essa sensação passasse? Não sabia se queria continuar a sair com Tiffany. Se essa tarde servisse de pista, imaginou que ela não se recusaria. As duas podiam ver até onde isso as levaria.

Tiffany olhou ao redor.

— Tudo parece estar saindo muito bem.
O palco, as nuvens de balões em forma de notas musicais, a vista das luzes da cidade além do terraço. Perfeito. — Melhor ainda eram as expressões dos convidados, a maneira como todos apreciavam a mesma expectativa.

De súbito alarmada, Tiffany se virou.

— Esqueci! Preciso checar o sistema de som. O técnico estava preocupado que os cabos não fossem.

— Relaxe. — Taeyeon a conduziu na direção de um garçom com uma bandeja e apanhou duas taças de champanhe. — Relaxe enquanto pode.

Uma loura com um martini, usando um terninho preto apareceu.

— Ei, Fany! Isso é fan-an-an-tástico. A cidade inteira veio.

Radiante, Tiffany a abraçou.

— É meio especial, hein?

— Kim Taeyeon. — Taeyeon estendeu a mão, que a mulher sacudiu vigorosamente. — E você é?

— Hwasa. — Tiffany explicou.

— Ela é a moça que teve a idéia do leilão, lembra?

— Ah, lógico. Vai ser um sucesso. — Taeyeon segurou o cotovelo de Tiffany. — Infelizmente, Hwasa, Tiffany e eu temos um detalhe de última hora para acertar, mas garanto que depois ela ficará livre para conversar com você.

Tiffany se virou para ela.

— Taeyeon, você nos daria licença um momento? Eu gostaria de repassar os detalhes do leilão uma última vez. A tal Hwasa não hesitou. Sequer olhou para trás.

— Você na frente. Tiffany, você está maravilhosa.

Taeyeon trincou o maxilar e deixou a decepção arrefecer antes de se misturar na multidão. E deveria esperar outra coisa? Foi Tiffany quem organizara tudo. A pessoa a quem faziam as perguntas, com quem se tomava um drink, a ser aplaudida. Hoje, ela comandava o espetáculo e precisava de espaço para tanto. Taeyeon acenou para um amigo radialista e se uniu a ele. Mas mesmo enquanto conversavam sobre os velhos tempos, ela continuou pensando em Tiffany.
Precisava lhe dar espaço ou ela não continuaria a ascender. Acaso Tiffany crescesse depressa demais, ficasse convencida e começasse a tomar decisões duvidosas, então seria a hora de detê-la. Mas isso era improvável. Tiffany a escutava, respeitava as suas decisões.

Taeyeon se misturou com alguns conhecidos e conversou com uns poucos amigos íntimos. Bem-humorada, uma hora e vinte conversas depois, avistou Tiffany outra vez. Ela estava conversando — rindo — com alguém que ela não conseguia reconhecer. O acompanhante estava atrás de uma pilastra, fora de vista. Tudo bem. Tiffany era a pessoa que ela queria admirar. Ela era tão especial. Tiffany a excitava, mais do que qualquer mortal conseguiria suportar. Ela não pretendia sofrer. Ela a fazia se sentir de um jeito que não sentia há anos. Muito antes de Nana ou da doença do pai, quando era jovem e acreditava que um dia pilotaria jatos de caça.

Tiffany se afastou da pilastra. O acompanhante a seguiu. A taça quase se espatifou na mão de Taeyeon, tamanha a força com que ela a apertou.

Sehun, e ele estava beijando a mão de Tiffany.

Após uma despedida, Sehun saiu saltitante. Um momento depois, Taeyeon sentiu uma brasa no peito ao aceitar o cumprimento de Sehun.

— Taengoo, minha velha. Andei falando com a sua bela anfitriã.

— Eu vi.

— Ela é mesmo uma jóia. — Sehun bebericou algo que cheirava a wiskey. — É verdade que ela organizou isso enquanto administrava todos os outros detalhes da campanha do Kim Ad.?

A máscara de Taeyeon relaxou.

— Ela é uma moça talentosa. — Sehun espiou Tiffany, agora mais interessado. — E muito jovem.

— Ela tem 24. Quase 25.

Sehun lançou-lhe um olhar malicioso.

— Experiente? — Taeyeon emburrou.

— O que você quis dizer com isso?

— Você não passou por ali, passou, Taeyeon?

— Isso não é da sua conta.

O gelo no Wiskey de Sehun tilintou quando ele virou o copo e sorriu.

— Ficarei de olho nela. Você, melhor que ninguém, sabe que os pássaros bonitos às vezes voam para longe.

Se estivesse em outro lugar, ela esmurraria Sehun pelo comentário. Em vez disso, deixou o infeliz se misturar na multidão. Não se desculparia por querer proteger Tiffany. Porém, Sehun andava sondando as habilidades profissionais de Tiffany, e isso a preocupava. Sehun possuía empresas no exterior e não seria difícil recrutá-la.

Encontrou Tiffany conversando com Juniel. Juniel, um pouco mais baixa das duas, posava ao lado de Tiffany com o costumeiro ar de superioridade. Tiffany não se intimidou, sem aprovar ou recuar. Mas Taeyeon conhecia linguagem corporal. Tiffany estava sendo constrangida pela Rainha da Implicância, uma situação que requeria socorro.

Agora.

Taeyeon abriu caminho na turba, que atingira o limite da capacidade. Parou a centímetros de Juniel e suas garras. No meio de uma frase, ela se calou. O olhar surpreso de Tiffany resvalou para cima, também.

— Algum problema? — indagou Taeyeon.

— Taeyeon, isso é entre Tiffany e eu. — A expressão ameaçadora de Juniel dizia "sai fora".

— Essa confraternização tem a ver com trabalho? — Desdenhosa, Juniel riu.

— É claro. Tiffany e eu não nos encontramos a sós.

— Então, eu garanto que. — Taeyeon se aproximou mais — Isso me diz respeito.

Tiffany endireitou os ombros.

— Taeyeon, eu posso cuidar disso. Juniel e eu iremos para outra sala e conversaremos longe dos convidados.

Juniel ignorou a sugestão e fuzilou Taeyeon com o olhar.

— Tiffany andou negligenciando outras tarefas na agência. Eu simplesmente estava informando que, embora seja muito bom se gabar dessa proeza, ela ainda é uma assistente e tem outras obrigações a cumprir.

O sangue de Taeyeon ferveu.

— Como por exemplo?

— Sério? Isso não pode esperar? —Tiffany interveio, mas o rosnado de Juniel a ofuscou.

— Como me ajudar! Desde que ela se envolveu nessa campanha, não consigo sair do escritório antes das 18h. Preciso atender o meu próprio telefone, cuidar da correspondência. Quanto às cartas. — Juniel suspirou, e os olhos resvalaram para o teto.

Taeyeon observou o rosto pálido de Tiffany e começou a soltar fumaças pelas orelhas. Tornou a encarar Juniel.

— Isso aconteceu durante semanas e você não disse nada a Tiffany?

— É claro que falei com ela. — retrucou. — Diversas vezes, sem resultado. Outro dia, pedi na recepção que redirecionassem as minhas chamadas. Quando voltei do almoço, Tiffany estava fora do escritório. — de novo — e o meu telefone tocava enlouquecido. Resolvi que já era hora de ser direta.

— Nesta festa, aqui, agora? Na minha casa, diante de centenas de convidados?

Desconcertada, Juniel deu de ombros.

— Talvez agora não seja um momento muito apropriado. Mas isso tinha que ser dito.

Taeyeon se virou para Tiffany.

— É verdade? Você não cumpriu as suas outras obrigações?

— Entre os encontros com a Jessica e as sessões de fotos. — A desculpa de Tiffany esmoreceu.

Taeyeon voltou a atenção para Tiffany.

— Nós nos conhecemos há um bom tempo. Durante todo este período, embora eu quisesse, jamais a informei exatamente sobre como eu me sentia. — O semblante de Juniel se aguçou com a fala de Taeyeon. — Deixe-me começar por pretensiosa, calculista e egoísta. Acrescente chata, e isso resume muito bem a opinião que tenho de você.

Os olhos negros de Juniel faiscaram.

— Como ousa falar assim comigo? Cuidei muito bem de alguns dos seus clientes mais valiosos.

— E outra coisa. Você está despedida.

Juniel estremeceu de raiva.

— Você não pode fazer isso!

— Acabei de fazer. Mandarei despachar os seus pertences para a sua casa. Qualquer dúvida, fale com os meus advogados. — Deixaria que eles cuidassem do caso. Independente do custo, valeria à pena.

Taeyeon tomou o braço de Tiffany e a conduziu para longe.

Quando Juniel ficou fora do campo de visão, ela parou e fitou os olhos espantados de Tiffany. Então, soltou uma risadinha. Um segundo depois, Tiffany cobriu o sorriso com uma das mãos.

— Puxa vida.

Taeyeon assentiu. Os sentimentos por Tiffany influíram, mas a decisão foi completamente justificada.

— Aquela mulher fez por merecer. Mas você devia ter me contado. Eu poderia ter feito alguma coisa antes.

— Eu temi que isso criasse um problema, e criou. E quanto aos clientes?

— Se eles decidirem segui-la, vai doer, mas nós sobreviveremos. Mas vamos esquecer isso. — Espiou em volta, depois arrastou Tiffany para um canto escuro. Beijou-a até que seus pés não mais tocassem o chão. Quando tomou fôlego, os olhos dela pareciam sonolentos, mas a sua excitação a estava alertando.

— Preciso dizer. — murmurou Taeyeon. — Como você está deliciosa nesse vestido. — Torceu para que os olhos revelassem que ela ficava ainda mais deliciosa sem nada.

— Fico feliz que goste, porque lhe custou uma fortuna. — Taeyeon riu.

— Era isso que você queria me contar mais cedo? Que usou a verba da empresa para o próprio lucro corrupto?

— Não por mim. Quis ter todo esse trabalho por sua causa.

Taeyeon passou o dedo médio no corpete. Olhou o decote.

— Dá muito trabalho para tirar? — Tiffany olhou por cima do ombro. Perscrutou os olhos dela e endireitou o colarinho.

— Você está esquecendo que temos convidados. — Taeyeon se aninhou um pouquinho mais.

— Acho que deveríamos anunciar a todos que a festa acabou e é hora de ir para a cama. — Mordiscou-lhe a nuca. Hum, que perfume era aquele? Almíscar? Floral?
Só sabia que causava coisas esquisitas e maravilhosas em suas células sensórias — de fato, em todas as partes ativas.

Tiffany se esgueirou e se libertou. Taeyeon franziu a testa e segurou-a pela mão.

— Ei, volte aqui.

Tornando a se desvencilhar, Tiffany começou a recuar.

— O leilão deve começar em dez minutos. Clientes. Patrocinadores. Campanha importante, lembra?

Claro que se lembrava. Deus, algum dia duvidara da maturidade dela?

Agora mesmo, foi Tiffany quem tomou as rédeas e se concentrou no que devia ser feito, apesar de Taeyeon preferir fazer algo muito diferente.

Com Tiffany ao seu lado, Taeyeon rumou em direção ao salão principal.

— Certo, façamos a coisa certa. Está pronta?

— Pode apostar que sim. — A voz de Tiffany nunca soou tão segura.


Notas Finais


prevejo não demorar nas att pois estou quase entrando de férias.

~ isso vale para New City também ~


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