História Plein - Deusa da Lua - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Sky Ferreira
Tags Assasinato, Bieber
Visualizações 22
Palavras 1.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Vou lutar


Acordo com uma disposição que sem duvidas surgiu por conta do dia anterior que tive com Justin, ele continua o mesmo comigo, sem ter desenvolvido qualquer tipo de sentimentalismo ou repulsa. Fico feliz com isso, pois nada aconteceu em mim também.

               Definitivamente é coisa de outro mundo viver em um castelo rodeado de pessoas que mais se parecem anjos, um lago ROXO que parece chamar por mim, florestas encantadas. Isso sem constar o muro enorme que impede as pessoas de entrarem nessa ilha que eles chamam de “céu”. Durante o dia de hoje eu iria ficar com as fadas para elas me treinarem, não sei o que posso esperar disso. A primeira coisa que faço ao acordar (após levar um susto com Justin me olhando no canto da cama, como acontecera na manhã anterior) é tomar banho. Volto para o quarto para me trocar e Justin, obviamente, ainda estava lá. Não vou e não quero me acostumar com isso. A saudade da minha mãe está cada vez mais constante e não sei quantos dias mais aguentarei ficar nessa ilha, nesse planeta. Fico zonza ao pensar nisso. Justin se vira para que eu possa me trocar. Escolho um dos vestidos brancos que estavam ali no armário e o coloco:

               - Uau. – Justin diz virando para mim. Era um vestido decotado e curto, entendo essa reação dele, ainda mais porque não estou acostumada a usar esse tipo de roupa. – Belo vestido. – Justin diz. – Minha mãe está aqui e ela quer ir junto no treinamento das fadas, mas ela não vai. Isso é algo exclusivamente seu e ela não tem que se intrometer. Pode descer na cozinha e tomar seu café da manhã, em seguida deve ir á floresta, vou te acompanhar exatamente como eu fiz ontem e te deixarei na floresta. Dali pra frente é por sua conta. Ele diz e eu não respondo nada. Abaixo a cabeça e vou até a cozinha. A esquematização era incrivelmente organizada, rotineira.

               [...]

               Na floresta, por incrível que pareça, eu já não estava com tanto medo quanto eu estava no dia anterior. Consigo caminhar sem deixar as pernas bambearem e sem roer as unhas das mãos por conta do nervosismo. Uma das fadas passa por mim parecendo um mosquito e aumenta de tamanho, ficando parecida comigo. Suas asas batem forte, fazendo-a sair do chão. Vou até a árvore e encosto uma das minhas mãos nela, esperando pela fada do vestido roxo. Ela aparece, com toda sua calmaria:

               - Vejo que você me ouviu... – Ela diz. – Esteve com Justin ontem, sinto ele em você. – Ela passa as mãos perto de mim, sem me tocar. Ela faz sinal negativo com a cabeça, me deixando preocupada. – Você é uma Bunkledum. – Ela diz, ficando séria. – É mais poderosa do que eu imaginava...

               - Não sou... eu... Confesso que quero ir para casa.

               - Mas não pode. – Ela afirma, com o olhar bem sereno. – Aqui é sua casa agora. – Eu começo a me irritar, mas não expresso reação. – Sente-se. – Então, ao dizer isso ela me puxa para baixo com força e rapidez, me fazendo assustar e ficar minha irritação aumentar. Ela fecha os olhos e pede para que eu faça o mesmo. Assim o faço, fecho os olhos, respiro fundo e depois os abro. A árvore emite uma luz forte que parecia queimar. – Vamos começar com uma folha. – Ela aponta para uma das folhas que estavam espalhadas pelo chão.

               - O que tem a folha? Não sei como isso funciona. – Digo.

               - Tente descobrir, o que quer fazer com a folha é o que importa. – Então eu olho para o chão e tento pensar em qualquer coisa que eu podia fazem com ela. Minhas sobrancelhas se cerram, fico séria. Não consigo fazer nada, pensar em nada, além de minha mãe.

               - Quero voltar para casa. – Digo num tom um pouco mais alto do que eu estava falando. – Quero voltar. – Digo, mais alto ainda.

               Ouço os sinos daquela noite batendo em minha cabeça, como se eu estivesse novamente no desfile, sinto minhas costas se rasgando e tudo ficando escuro, como um baque. Meu corpo vai ficando cada vez mais fraco, os sons em minha cabeça cada vez mais fortes e eu acabo caindo no chão desmaiada.

               [...]

               Ouço o som de uma buzina. Estou na cidade?

               Abro os olhos e me encontro jogada no meio da rua, com o mesmo vestido branco. Na minha frente havia um táxi buzinando para que eu saia da frente dele. Me levanto com certa dificuldade e caminho até a calçada. Reconheço o prédio, estou em casa. Entro correndo e subo as escadas o mais rápido que consigo, preciso ver minha mãe. Entro no apartamento e não a vejo, procuro na sala, na cozinha, nos banheiros e entro em seu quarto, estava todo revirado. O que aconteceu aqui? Os sinos tocam na minha cabeça novamente, parece que ela vai explodir, a cada vez que os ouço em meus pensamentos, parece estar mais forte. Grito, sentindo que vou ficar sem os miolos logo, logo. Diferente do que sempre acontece, minha visão não fica escura e não sinto minha costas rasgando, apenas o forte bater dos sinos fazendo minha cabeça querer sair para fora. Com o barulho na minha cabeça, tento encontrar alguma coisa que mostre onde minha mãe estava e, junto ao lençol que estava no chão acho um papel:

               Estamos com ela.

               Não posso garantir que ela está segura, mas você pode tentar descobrir se quiser.

               Mas descubra antes que seja tarde demais.

                                                                                                       Amanda, Deusa do Sol.

 

               Era ela, ela estava com minha mãe em sua maldita ilha, naquele maldito planeta. Minha visão escurece e quando vejo estou de volta no castelo, Justin me pega no colo, eu estava fraca, muito fraca:

- É isso que acontecera se eu voltar para a Terra? Ficarei fraca? – Pergunto olhando nos olhos dele.

- Você morrerá, Selena. Porque lá, a noite é perigosa. – Ele diz me levantando, mas eu volto a cair no chão, então ele me pega no colo e me coloca em cima da cama.

- Ela está com minha mãe, Justin. E eu vou salva-la, nem que eu tenha que morrer para fazer isso.


Notas Finais


MEU DEUS DO CÉU, A QUANTO TEMPO EU NÃO APARECIA ESCREVENDO ESSA FANFIC?
Pois bem, vou começar as explicações:
Decidi tirar um tempo (longo tempo) para me dedicar a uma fanfic nova que eu realmente a tenho agora como minha favorita, porque algumas das partes dela são baseadas na minha vida e em coisas que realmente aconteceram, se quiserem ler esse é o

link: https://spiritfanfics.com/historia/numb-by-you-10856673

Passei quase o ano inteiro escrevendo-a e agora decidi postar.
Portanto, agora, com a história finalizada, só terei que postar os capitulos dela e continuarei a escrever Plein- a Deusa da Lua. Ou seja, não desisti da fanfic.

Espero que me perdoem, e LEIAM A MINHA FIC NOVA

link: https://spiritfanfics.com/historia/numb-by-you-10856673


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