História PLL - segunda geração. - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~rivotril

Postado
Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Caleb Rivers, Emily Fields, Ezra Fitzgerald, Hanna Marin, Melissa Hastings, Mike Montgomery, Mona Vardewaal, Personagens Originais, Spencer Hastings, Toby Cavanaugh, Wren Kingston
Visualizações 11
Palavras 1.837
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Mutilação, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


❁̽ু► Jake Payne.
✿۪◦۪۬⇢ avatar: Jack Gilinsky.

Capítulo 4 - Maldito café!


Fanfic / Fanfiction PLL - segunda geração. - Capítulo 4 - Maldito café!

Após seus pais terem os deixado em frente ao Brew, Chloe e Noah adentram o mesmo e andam até a mesa em que costumavam se reunir com seus amigos, que já estavam presentes ali. A loira, ao se aproximar, joga a pulseira no centro da mesa e olha todos ali.

—Por que vocês são tão incompetentes? — Ela respira fundo, passando suas mãos no rosto.

—E o que seria isso? — Pergunta Harry, tomando um pouco do seu cappuccino.

—É a droga da pulseira que a Emma estava usando aquele dia! — Ela exclama e divide seu olhar entre todos ali.

—Mas eu tenho certeza que joguei ela no fogo, junto com as outras coisas! — Diz Val, pegando a pulseira e analisando a mesma.

—Eu também. Deve ser alguém zoando com você, Chloe. — Ainden balança a cabeça em negação e suspira.

—Eu tenho certeza que é a pulseira dela, porque fui eu quem deu. — Chloe se senta, os olhando. — Mas o mais importante é que está conosco, e agora eu vou sumir com ela de uma vez por todas. — Ela pede um café. 

—Também estão de castigo? — Pergunta Amy, ajeitando seus cabelos.

—O que você acha? — Questiona Valentina, com um tom de ironia. — Estou proibida de beber eternamente, e não posso sair pelo resto do mês. — Ela suspira.

—Eu só queria saber quem foi o cretino que avisou pra elas. — Diz Ainden.

—Bom… Talvez isso te responda. — Chloe pega seu celular e coloca na mensagem que havia recebido, mostrando-a para todos em seguida.

—Então isso é pra valer… — Izzy suspira e balança a cabeça em negação. — É melhor descobrirmos logo quem está mandando essas mensagens.

—Mas não sabemos nem por onde começar. — Ainden suspira e vira seu café de uma só vez.

—Bom… A nossa base é a Emma. Precisamos saber quem gostava dela a esse ponto, e também quem sabe o que fizemos. — Diz Dylan.

—Aquela vadia… — Chloe suspira. — Ela infernizava a nossa vida viva, e agora faz o mesmo, mesmo estando morta.

—Não temos muito o que fazer, a não ser descobrir quem é. — Diz Josh terminando seu café e se levantando em seguida. — Eu vou indo. Tenho que estudar.

—E eu estou de castigo. — Diz Ainden ao se levantar. — E meu pai chega hoje. Depois da invasão que tivemos em casa, ele resolveu voltar. 

—Eu também tenho que ir. — Amy se levanta. 

—Meus pais estão me esperando. — Chloe termina seu café e se levanta. — Qualquer novidade, me avisem. — Ela suspira e acena, saindo do local em seguida.

Todos retormam para suas casas, mas mal sabiam o que -A.V. havia feito, o que dessa vez, sem dúvidas afetaria-os de uma forma horrível. 

Casa Hastings Cavanaugh.

Ainden chega em casa, e ao adentrar a sala, se depara com seu pai e sua mãe sentados no sofá, ambos com os olhares voltados para ele.

—Você chegou... — Diz Ainden em um tom baixo, por já saber o que viria pela frente.

—Se drogando?! É isso mesmo?! — Toby se levanta, um tanto alterado.

—Ah, também não é assim. — Ainden dá de ombros e coloca o café de sua mãe sobre a mesinha de centro. —É meio que instinto, sabe? 

—Instinto?! — O mais velho respira fundo, tentando manter o pouco da calma que ainda restava a ele. — Eu deveria… 

—Eu… — Ainden engole a seco e olha ao redor, podendo ver sua visão embaraçada. — Não estou bem. — Ele sussurra, caindo no chão em seguida, já inconsciente.

—Ainden! — Spencer corre em sua direção e se abaixa ao seu lado. — Droga… Ele não está bem mesmo, Toby. — A mais velha diz, começando a se desesperar.

—Vai ficar tudo bem, ok? — Diz Toby se abaixando ao lado dele e segurando seu corpo. Ele se levanta, com o filho no colo e anda até seu carro. 

Com a ajuda de Spencer, Toby coloca Ainden no banco de trás e em seguida começa a dirigir em direção ao hospital da cidade. Ao chegarem, os dois rapidamente o pegam e começam a correr em direção ao local aonde ocorriam os atendimentos, aonde se deparam com Mona, Mike, Aria, Ezra, Caleb, Hanna, Alison e Emily.

—Ele também? — Pergunta Hanna, se levantando do banco. 

—Também?! — Toby questiona, enquanto os médicos colocam Ainden na maca e adentram o consultório logo em seguida.

—O Dylan e o Josh estavam normais, quando do nada desmaiaram. — Mike suspira e se encosta na cadeira.

—Foi o mesmo com a Chloe e o Noah. — Caleb balança a cabeça em negação. — O que eles comeram? Algo de diferente? 

—Não. A comida não causaria isso. — Alison suspira. — Eu realmente não sei o que houve.

Os celulares de todos que estavam ali vibram e emitem sons de notificação. Eles antes mesmo de lerem a mensagem, se olham, um tanto tensos pela situação. 

" Acho melhor examinarem os cafés dos seus filhos da próxima vez. Acho que nunca vi pais tão imaturos. -A.V. "

Toby, Mike, Ezra e Caleb olham para as mulheres a sua frente, com semblantes assustados.

—I-isso é sério? — Ezra questiona, encarando Aria.

—-A Voltou? E vocês não nos avisaram? — Mike balança a cabeça em negação. — Dessa vez não são só vocês, entenderam?!

—Vocês não tinham o direito de nos esconder isso. — Caleb suspira. — E agora? -A vai torturar nossos filhos? 

—Eu juro que vou matar o desgraçado que está fazendo isso. Seja ele quem for. — Diz Toby furioso.

—Nós não sabíamos se era mesmo real, ou se era algum tipo de piada, de algum idiota. — Mona suspira e coloca as mãos no rosto. — Mas pelo visto, é pra valer.

—A única saída agora é descobrirmos quem está fazendo isso. — Diz Emily. 

—E é o que faremos, mas vamos ter que nos cuidar, e cuidar deles. — Spencer se pronuncia.

A porta do consultório aonde os jovens estavam é aberta, o que faz com que todos se levantem e voltem seus olhares para a mesma.

—Bom… Eles já podem ter alta. — Diz Wren com um sorriso no rosto. — Menos o Ainden. Ele ainda não acordou. 

—Eu não estou no inferno, mas acho que acabei de ver o demônio. — Sussurra Hanna.

—V-você quem cuidou deles? — Pergunta Mona, que parecia ainda mais surpresa que antes.

—Algum problema? — Wren arqueia as sobrancelhas, ainda sorrindo.

—Não. Claro que não. — Spencer força um sorriso e suspira em seguida. — Quando ele vai sair?

—Bom… Provavelmente amanhã. A dosagem do remédio dele foi mais forte, mas… Por que e como eles ingeriram isso? — Ele questiona, cruzando os braços.

—Nós não sabemos. Foi alguém que os drogou. — Diz Aria, dando um passo para frente, indo em direção a Valentina, que saia do local meio tonta.

—Bom… Spencer, se quiser acompanhá-lo durante a noite, tudo bem, mas só posso deixar um acompanhante. — Ele anota algumas coisas em sua prancheta.

—Eu fico. — Diz Toby, voltando seu olhar para a esposa. 

—Não. Você chegou de viagem hoje. Eu fico, e amanhã você nos busca, de manhã. Tudo bem? — Ela sorri fraco.

—Tudo bem… — Ele sorri e sela seus lábios aos dela, saindo do local em seguida.

—É… Precisa de alguma coisa? — Questiona Hanna que estava abraçada a Chloe.

—Não. Vou conseguir algumas respostas hoje. — Spencer suspira e faz um coque frouxo em seus cabelos. — Se cuida… 

—Tudo bem… — A loira sorri fraco e anda para fora do local, junto aos outros.

Spencer, após se despedir de todos, anda até o quarto que Ainden estava e se senta na cadeira que havia ao lado de sua cama, segurando sua mão em seguida.

—Isso tudo é culpa minha… Me desculpa. — Ela sussurra e deposita um beijo em sua mão.

Depois de algumas horas, Spencer havia cochilado ao lado do filho, ainda segurando sua mão. O estagiário de Wren, bate na porta e em seguida adentra o quarto, assim fazendo com que a mulher acorde.

—É… Desculpa, não quis incomodar. — Ele sorri fraco e se aproxima dos dois.

—Sem problemas… — Ela olha ao redor e se levanta. — Sabe se tem algum segurança agora? Preciso fazer uma pergunta. 

—Bom… Tem sim, mas ele está na recepção. — Ele dá de ombros.

—É… Pode ficar com ele? Juro que vai ser rápido. Não quero que ele fique sozinho. — Ela sorri e boceja rapidamente.

—Claro! Preciso checar o soro dele. — Ele coloca sua prancheta sobre a cama cuidadosamente e anda até o local aonde se encontrava o soro.

—Obrigada… — Ela sorri e anda para fora do quarto. Spencer olha ao redor, e assim que vê que não havia ninguém ali, ela entra na sala de Wren. A mulher tranca a porta e começa a procurar em suas gavetas por alguma coisa que pudesse a ajudar. 

Ao ver alguns recibos bancários, depositados de uma conta anônima, ela franze o cenho e pega seu celular, tirando algumas fotos dos mesmos. Ela pega algumas cartas recebidas, e sem mesmo ler, tira fotos de todas elas.

—O que aconteceu comigo? — Questiona Ainden em um tom baixo, enquanto abria os olhos.

—Você acordou… Isso é ótimo. — O estagiário sorri e se levanta. — Precisa de algo? 

—Bom… Só preciso ir ao banheiro, mas eu consigo sozinho. — O mais novo se levanta, um pouco tonto, e logo é auxiliado pelo estagiário. — Tem certeza, senhor Hastings?

—Não… — Ainden sorri fraco e balança a cabeça em negação. — Nunca te vi aqui antes.

—Eu sou novo aqui na cidade. — Ele o olha e começa a andar. — A propósito, sou o Jake.

—É um médico novo. — Ainden dá de ombros e o solta, começando a se apoiar nas paredes. — Daqui eu consigo sozinho. — Ele sorri.

—Na verdade sou estagiário. — Jake ri fraco e dá de ombros em seguida. — Tudo bem… Cuidado. 

Ainden sorri, como forma de agradecimento e começa a andar para fora do quarto. Assim que ele chega, suspira e anda até o elevador, aonde o mesmo desce, agora indo para o local aonde ficavam os arquivos dos pacientes.

O castanho entra na sala e rapidamente começa a procurar os arquivos de Emma. Ao achar, ela suspira aliviado e começa a procurar a de todos os seus familiares (Melissa, Dominy, Nicholas e Wren). Assim que ele pega todas, o moreno coloca os arquivos embaixo do braço e sai da sala, mas acaba esbarrando com Jake.

—Não sabia que aqui era o banheiro. — Diz Jake o olhando, com as sobrancelhas arqueadas.

—É…. Acho que errei a sala. — Ainden solta uma fraca risada. 

—Mas pelo visto achou o que estava procurando. — O mais velho aponta para as pastas. 

—Vai contar pra alguém? — Ainden suspira.

—Relaxa. — Jake sorri e balança a cabeça em negação. — Mas é melhor você voltar pro seu quarto.

—Obrigado… — Ainden sorri fraco e então os dois andam até o elevador, sobem o mesmo e retornam para o quarto, assim se deparando com Spencer.

—Aonde estava? — Ela questiona, se levantando.

—Bom… Fui no banheiro. — Ele dá de ombros e anda ate a cama, aonde se deita e coloca os papéis embaixo do travesseiro. — É… Boa noite. — Ele sorri fraco e coloca seu rosto contra o travesseiro, suspirando em seguida.

—Boa noite… — Spencer suspira e se encosta na cadeira, observando o filho, até que por fim pega no sono.


Notas Finais


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