História Pobre de dinheiro porém rica de amor - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Sting Eucliffe
Tags Escolar, Fairy Tail, Lucy, Nalu, Natsu, Pobre, Rico
Exibições 158
Palavras 1.034
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Uh...Bom...Ah, que constrangedor! Ontem mesmo fiz uma despedida super séria, tá quase com 100 views de vocês meus abores, e agora, depois de parecer que sumiria para sempre, trago esse especial!
Só eu mesmo...
Enfim, é pequeno mas é de coração! Se vc me acompanha em outras fics, talvez eu poste também.
Boa leitura!

Capítulo 13 - BÔNUS - Especial de dia das crianças


BÔNUS - Especial de dia das crianças

 

As crianças são tão incríveis. Por qualquer motivo, qualquer besteira, por qualquer coisa elas sorriem, ficam felizes. Queria que, mesmo depois de mais velhos, todos fossem assim. Já pensou que maravilhoso se todos sorrissem como as crianças?

Falando de crianças, amanhã é o dia delas. Todas estão muito felizes, pois receberam presentes de seus pais e, provavelmente, estão aproveitando-os agora. Quando eu era pequena, mesmo na época que meus pais eram vivos, eu nunca tinha dinheiro para um presente. Mas, mesmo assim, meus pais se esforçavam muito para comprar pelo menos uma lembrancinha de cinco reais, apenas para eu ficar feliz. Eu apreciava muito isso, e até hoje aprecio e sou grata.

Fico imagino se, algum dia, eu e Natsu poderíamos dar um presente de dia das crianças para algum filho nosso. Seria algo mágico. Bom, mesmo que não tenhamos um filho, sempre vamos a um orfanato aqui perto. É um orfanato feminino que nós estamos indo praticamente todos os dias durante um mês. Estou apaixonada por uma menininha chamada Nashi, como se fosse minha própria filha. Pensei em comprar um presente para ela, e acabei comprando um.

Nashi é realmente uma menina batalhadora. Mesmo com apenas sete anos, já sofreu tanto... Levy disse-me que Nashi foi encontrada em um beco aos dois anos de idade, e já passou por três orfanatos, contando com esse. Quando Levy me explicou isso, fiquei realmente triste por ela. Nesse momento, resolvi me dedicar mais ainda à sua felicidade.

Mesmo hoje não sendo dia das crianças, pretendo ir ao orfanato. Natsu me disse que não poderia ir hoje, então estou indo sozinha.

- Levy-chan? – Chamei minha amiga, responsável pelo orfanato. Que orgulho de Levy!

- Ah, Lu-chan! – respondeu-me Levy, aparecendo com um monte de livros – Obrigada por vir novamente. – sorriu.

- Hum...De nada. Quer uma ajudinha? – Perguntei apontando para os livros. Parecem bem pesados, e Levy não é exatamente a pessoa mais forte do mundo.

- Seria ótimo!

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Depois de ajudar Levy com os livros, a mesma me explicou que faria uma seção de leitura com as crianças amanhã, como um presente. Isso me deixou muito animada, então me ofereci para ajudá-la.

- Ah! Não precisa, Lu-chan! Você e sua família terão muito a fazer amanhã. – Sorriu Levy.

Olhei para a baixinha que estava sentada no sofá, desconfiada.

- “Família”? Tudo bem que eu e Natsu somos casados, mas é estranho falar “família” para apenas nós dois. – Falei.

Levy olhou-me surpresa.

- Ah! Então era uma surpresa... – murmurou – Nada, Lu-chan! Apenas falei mais do que deveria. – Desculpou-se Levy, estampando outro sorriso no rosto.

- Ok... – Concordei, ainda desconfiada.

Deixei Levy terminar seus afazeres e fui até as crianças. Como sempre, Nashi brincava animadamente com Storm. Esses dois parecem ser melhores amigos. Imagino um pequeno romance futuramente. Bom, quem sabe? Amores de infância são fofos, se é que isso existe.

- Lucy! – Nashi pulou em meus braços, assim que me viu chegar.

- Olá, Nashi. Tudo bem? – Sorri para a pequena, afagando sua cabeça.

- Sim! Estou tão feliz com amanhã! – Animou-se Nashi, sorrindo.

- Uh? Por ser dia das crianças? – Perguntei, curiosa.

- Ah! Não posso te contar, esqueci! O pap... – Nashi interrompeu a si própria – o Natsu não deixou!

Olhei para a pequena desconfiada, que logo em seguida voltou a brincar com Storm. Todos estavam estranhos hoje.

Voltei para casa e encontrei Natsu, deitado no sofá. Como sempre, Natsu é um tremendo de um preguiçoso.

- Sua mulher chegou. Acorde! – Resmunguei.

- Uah! – Gritou Natsu ao cair do sofá – Bem vinda, bem vinda.

Olhei-o torto. Como sempre, o humor em pessoa.

- Sabe, Lucy. Amanhã é dia das crianças, e também irei dar um presente para a minha criança. – Comentou Natsu, sentando-se no sofá.

- Uh... – murmurei – Pera aí, criança?! V-Você está com uma amante?! – Perguntei, preocupada.

Eu e Natsu nos encaramos por alguns instantes, até o mesmo cair na gargalhada.

- Claro que não! Eu ‘to falando de você! – Explicou Natsu, fazendo-me corar.

Apenas fiquei quieta e deitei-me no meu lado da cama para dormir. O que esse maldito dia das crianças está aprontando comigo?!

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Levantei-me da cama e não encontrei Natsu. Vi um recado na mesa, que dizia para eu ir ao orfanato assim que acordasse. Como não estava entendendo nada, simplesmente peguei o presente de Nashi e me troquei para ir ao local combinado.

Chegando no orfanato, abri a porta e me deparei com o local totalmente escuro. O que é isso, uma festa surpresa?!

Liguei as luzes utilizando o interruptor próximo a mim, e senti meu queixo cair ao ler uma faixa enorme escrita “Parabéns à mais nova mamãe de Fiore”.

- O-O que é tudo isso? – Perguntei quando vi alguns rostos familiares aparecerem.

- Parabéns, mamãe! – Exclamou Nashi, sorridente.

- “M-Mamãe”? – Repeti, confusa.

Eu não estou entendendo mais nada.

 - Lembra da surpresa? – Perguntou Natsu – Bom, já faz um tempo que estou preparando isso: a adoção da Nashi.

Fiquei paralisada por alguns instantes. São vários sentimentos: Felicidade, confusão... Finalmente terei a filha que sempre quis! Ainda mais Nashi, essa florzinha.

É tudo repentino, mas poso aceitar isso com facilidade, já que é algo que só traz felicidade.

Agachei um pouco e puxei Natsu para perto de mim. Nashi, que estava na minha frente, ficou da nossa altura.

- Aqui, para você. – Entreguei o presente.

Olhei para Natsu carinhosamente, e no mesmo momento o mesmo envolveu a mim e Nashi em um delicioso abraço.

Quando Nashi abriu o presente, era perceptível sua felicidade.

- Uaa! Uma pelúcia de gatinho rosa! Obrigada, mamãe! Obrigada! – Nashi dava pulos de alegria, enquanto Natsu a libertava do abraço.

- Mamãe, papai! – Chamou Nashi, animada – Eu realmente amo vocês!

Eu e Natsu nos entreolhamos, surpresos. Pensei que seria difícil Nashi ter tanto afeto por nós logo cedo. Mesmo assim, ficamos felizes e apenas sorrimos.

Nós três nos envolvemos novamente em um abraço, só que dessa vez – por cima da cabeça de Nashi – eu e Natsu selamos nosso castelinho de abraço com um doce beijo. Esses beijos são os que me fazem me sentir mais feliz.

- Feliz dia das crianças, filha – sorri para Nashi, contente por estar vivenciando aquilo.


Notas Finais


Corrida? Talvez;
Sem muitos detalhes? Talvez;
Não é a melhor fic-bônus do mundo? Talvez.
Mas, mesmo assim, me senti feliz fazendo-a. Como estou com o tempo apertado, fiz o que dava com minhas ideias dentro desse período de tempo.
Espero que tenham gostado! Beijo.
Esperem o próximo bônus no...hum...Natal?


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