História Pobre Luxúria - Capítulo 5


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Categorias Eiza González, Justin Bieber, Zayn Malik
Personagens Eiza González, Justin Bieber, Zayn Malik
Tags Bieber, Criminal, Direction, Eiza Gonzalez, Justin Bieber, One, Traição, Vingança, Zayn Malik
Visualizações 96
Palavras 2.371
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Aqui estou eu novamente!!

Trouxe mais um capítulo da história para vocês!!!

Capítulo todinho com pov Justin...

Uma ótima leitura para vocês, honeys!

ps; preparem-se.

Capítulo 5 - After Effect


Fanfic / Fanfiction Pobre Luxúria - Capítulo 5 - After Effect

Point Of View - Justin Drew Bieber. 

Los Angeles 

Quinta-Feira, 18h50pm. 

O estralo do tapa bem dado na bunda da loira que cavalgava em mim preencheu o meu escritório junto com o seu gemido. Minhas mãos seguravam sua cintura com força a pressionando mais para baixo.  

As gotículas de suor estavam presentes em meu corpo. As unhas da loira deslizaram sob meu tórax, pressionando minha pele.  

Ah não, marcas não!  

Puxei suas mãos para trás com força, a impedindo daquele péssimo ato. A loira rebolou com força em cima de mim, fazendo-me chegar no ápice.  

Meu líquido a preencheu e a loira se contorceu no meu colo e senti seu fogo escorrer sob meu membro. Seu rosto caiu em meu ombro e assim como eu, ela puxava o ar com força para seus pulmões.  

—Preciso de um banho. —Disse ainda ofegante e a tirei de meu colo. Me levantando logo depois.  

—Quer que eu vá com você? —A loira sorriu maliciosa e eu ri pelo nariz. Gostaria de saber quando dei intimidade para essas prostitutas.

—Obrigado Sarah, sei me cuidar bem sozinho. Se vista e saia. —Disse para ela e sai do escritório, batendo a porta atrás de mim.  

Caminhei até o final do corredor e entrei no meu quarto, passei direto pelo mesmo adentrando no banheiro. Joguei minhas roupas pelo chão e liguei o box na água mais fria, deixando a cair pela minha cabeça.  

Sai do banho depois de alguns minutos e enrolei a toalha em minha cintura. Peguei meu maço de cigarro no bolso da calça jeans e puxei um, pressionando em minha boca. O acendendo e enchendo meus pulmões com a nicotina.  

Caminhei até a enorme janela do quarto, apreciando a paisagem cinzenta daquele final de tarde nublado.  

—Justin? —Frabizio abriu a porta colocando somente a cabeça para dentro.  

—Não sabe bater? —Perguntei incrédulo.   

—É urgente.  

—Entra. —Revirei os olhos.   

Fabrizio entrou acompanhado de Carl, revirei os olhos entediado e provavelmente o assunto não seria nada demais, como sempre. Os dois se entre olharam inquietos. Me deixando um pouco irritado. Mas quanto rodeio.  

—Vocês dois vieram aqui pra que? Para olharem minha cara? —Falei sem paciência.  

—Descobrimos quem roubou você. —Fabrizio disse baixo.  

Arregalei meus olhos e senti meu coração bombear mais sangue para meu corpo, deixando a adrenalina correr em minhas veias.  

Eu estou louco para matar esse filho da puta.  

—Justin, isso é mais difícil do que pensamos mas...  

—Quem é? —Balbuciei.  

—O motorista da sua mãe. —Fabrizio se pronunciou.  

—Como é? —Ri sem humor. —Vocês estão loucos? —Puxei a nicotina com força, acabando de uma vez com o cigarro.  

—Então como você explica a mansão que ele comprou aqui em Los Angeles? —Foi a vez de Carl. —Ele sempre foi muito humilde, Justin.  

—E não é só isso, ele anda comprando carros novos e está saindo com umas prostitutas de luxo aqui na cidade. —Fabrizio continuou.  

—Escutem. —Puxei o ar com força o soltando logo depois.—A merda do Frank é casado. Vocês enlouqueceram, não é possível. —Balancei a cabeça em negação.  

—Você pediu para ficarmos de olho em todo mundo, nós ficamos e o único suspeito foi o Frank. —Fabrizio parecia irritado. 

—Justin chega, olhe você mesmo. —Carl puxou um envelope do bolso e esticou em minha direção. 

Peguei o envelope com brutalidade e abri o mesmo, vendo algumas fotos do Frank saindo de um banco com uma maleta nas mãos e outras fotos dele na presença de algumas prostitutas. Franzi o cenho completamente confuso com essa acusação, eu poderia esperar isso de qualquer um. Menos de Frank.  

Ele era motorista da minha mãe exatamente pela confiança que tinha ganhado com a família. E se eu contasse essas duvidas para ela, com certeza levaria um tapa bem dado em meu rosto.  

—De quando foi essas fotos? —Perguntei.  

—Todas de ontem. —Carl disse baixo e eu respirei fundo. —Mas estamos seguindo ele a dias Justin e só tiramos essas fotos porque sabíamos que seria difícil de acreditar.  

Comecei a andar de um lado para o outro na sala, completamente confuso com tudo aquilo. Minha mãe com certeza ficaria furiosa em saber dessas coisas. Ela confiava mais nesse motorista do que em mim.  

—Justin, e se sua mãe...  

—Você ficou maluco? —Interrompi Carl. —Eu não vou falar nada para minha mãe. —Bufei me sentando na cama.  

—E o que vai fazer? —Fabrizio perguntou.  

—Vamos esperar a Palmer chegar e resolvemos isso, enquanto isso levem o Frank para o galpão. —Eles assentiram e saíram do quarto.  

Era quase impossível acreditar nisso, a sede para descobrir quem estava me roubando estava imensa. Mas com essas suspeitas, eu estava desejando que eles estivessem errados.  

Minha mãe iria enlouquecer se eu fizesse algo contra o motorista de confiança dela, meu pai, bom... acho que poderia me matar logo depois.  

Coloquei uma calça jeans e peguei uma camiseta, apoiando-a nos ombros e sai do quarto. Entrei no meu escritório completamente atordoado e sem saber o que pensar direito.  

Peguei uma garrafa de Whisky e abri a mesma, apoiando o vidro em minha boca e bebendo o líquido dourado.  

—Bieber? —A voz de Marcus quebrou o silêncio me puxando dos meus devaneios.  

—Sim? —Virei-me para a porta.  

—A Senhorita Palmer chegou.  

—Mande-a entrar. —Cruzei meus braços, ainda com a garrafa de Whisky nas mãos e encarei a porta.  

Logo a morena de cabelos longos se fez presente em meu campo de visão. Como de costume, percorri meus olhares pelo seu corpo cheio de curvas e encarei as íris castanhas escuras da morena.  

—Com licença, Sr Bieber. —Seu profissionalismo quebrou totalmente o clima que criei em minha cabeça. Revirei os olhos e bebi mais um gole do Whisky, para conseguir lidar com esse jeito da morena.  

—E ai, Palmer. —Caminhei até a poltrona e me joguei nela. Coloquei a garrafa de Whisky sob a mesa e levei minhas mãos até o meu tórax, entrelaçando meus dedos. —Como está o maridão?  

—Trouxe os relatórios. —A morena ignorou completamente minha pergunta. Ela mexeu em sua pasta e pegou os dois papeis, sua cara não era muito boa. —Bom, Sr Bieber. —Ela suspirou. —Com esses outros documentos que analisei, descobri mais saques também. Porém, os valores são bem maiores e com pouca frequência.  

Travei meu maxilar com força, que pude sentir que mais um pouco meus dentes poderiam quebrar.  

Eu não poderia acreditar que poderia ter alguém me roubando. Todo o dinheiro que lutei para conseguir, com muitas mortes e várias audiências para conseguir minha liberdade para não acabar atrás das grades como os outros traficantes burros dessa cidade.  

Puxei o celular do meu bolso com rapidez e disquei o número do banco que tinha conta na cidade, o mesmo que aparecia nas fotos do Frank.  

Angeles Bank, Alicia, Boa tarde. —A atendente informou assim que a ligação foi atendida.  

—Alicia, sou o Drew. Preciso falar com o meu gerente.  

Um minuto Sr Drew, estou transferindo a ligação. —Meus dedos batiam sob a mesa em sincronia e os olhares de Palmer estavam atentos em qualquer movimento meu.  

Boa tarde, Sr Drew. —A voz grossa continuou a ligação.  

—Tom, preciso que olhe o extrato da minha conta.  

Um segundo. Qual seria sua dúvida?  

—Preciso saber se houve algum saque ontem.  

Oh, sim Sr Drew. Foram sacados cem mil dólares. —Arregalei os olhos pasmo com o que acabei de escutar. Meu coração acelerou no mesmo instante.  

—C-Cem m-mil dólares? —Gaguejei.  

Sim, Sr Drew. Houve algum problema?  

—Não fui o responsável desses saques.  

 —Vou verificar com o sistema do banco se houve algum engano e as medidas serão tomadas em caso de roubo ou furto.  

—Obrigado, Tom. —Desliguei a ligação sem esperar uma resposta. 

—Sr Bieber, o que está acontecendo? —Palmer se pronunciou e parecia bem preocupada, a ignorei e abri a gaveta da mesa do escritório. Puxando minha arma de lá e me levantei, colocando-a no cós da calça.  

—O-Onde vai? —Os olhos da morena arregalaram.  

—Nós vamos juntos. —Puxei sua mão fazendo-a levantar. Sai do escritório, sendo seguido por ela.  

Caminhei até a garagem e destravei meu Jaguar XJ, tomando o lugar do motorista acompanhado de Palmer. Que sentou-se ao meu lado.  

Liguei o carro e acelerei, saindo dali. Meus dedos seguravam com tanta força o volante que as pontas estavam ficando brancas. Eu vou acabar com a raça de Frank sem pensar duas vezes.  

—Você pode me dizer onde estamos indo? —A voz da morena se fez presente no veículo silencioso.  

—Vamos encontrar o imundo que está me roubando. —Respondi sem olha-la. 

—Você ficou maluco? Você não está pensando em matar um homem e ainda me usar como cúmplice, não é? —Perguntou desesperada.  

—Você não vai matar ninguém, Palmer.   

—Mas está me levando junto. Pare o carro. —Ignorei seu pedido desesperado e liguei o rádio. —Pare o carro! —Ela gritou.  

Freei no mesmo instante agradecendo por ela estar com o cinto de segurança, porque com certeza ela daria com a cara no painel.  

—Escute, caralho. —Virei-me para ela. —Você não vai matar porra nenhuma, só fique quieta e não me deixe mais irritado do que eu já estou. —Ela bufou.  

—Escute você Bieber. —Ela se inclinou no banco ficando com o rosto próximo do meu. —Você está ligeiramente enganado se está pensando que eu vou pisar no mesmo lugar que você usa para matar essas pessoas burras que trabalham para você. Isso não faz parte do meu trabalho. —Ela foi ríspida. Ri pelo nariz, a deixando um pouco irritada pelo meu "bom humor". 

—O que faz parte do seu trabalho? —Arqueei minhas sobrancelhas.  

—Contas, analises e muitos relatórios. Pode ter certeza que não é matar alguém. —Ela cruzou os braços, emburrada.  

—Ok. Como disse, fique quieta. —Voltei a acelerar o carro seguindo caminho pela estrada vazia que dava até o galpão, que ficava a poucas milhas daqui.  

—Ficarei quieta porque quero e não porque pediu. —Deu sua última palavra e revirou os olhos. Ri sem humor pela mimadisse da Contadora e voltei a ignora-la por alguns minutos até chegar ao meu destino.  

A noite já se fazia presente no céu, trazendo consigo o vento gelado. Estacionei em frente ao galpão e coloquei minha camiseta que até agora se encontrava apoiada em meu ombro e desci do carro, acompanhado pela morena.  

A grama úmida do lugar não ajudaram Palmer com seu salto finíssimo a chegar com certa classe ao galpão, fazendo-a resmungar quase que o caminho todo.  

—Finalmente Bieber. —Carl indaga assim que entro no galpão.  

Percorro meus olhares pelo lugar vendo Frank amarrado em uma cadeira com a boca tapada. Respiro fundo já pensando em uma boa desculpa para dar à minha mãe.  

Aproximo-me dele e retiro o pano de sua boca.  

—Bieber, o que está acontecendo? Isso é um engano, pelo amor de Deus. —Implora.  

—Frank, eu vou perguntar só uma vez. —Encaro seus olhos. —Porque você sacou cem mil dólares da minha conta? —Seus olhos arregalaram.  

—Bieber, eu não saquei nada. Esses animais estão me confundindo. —Ri sem humor.  

—Confundindo? Minha mãe pode confiar em você Frank, mas eu não.  

—Eu não sei do que vocês estão falando. Meu Deus, eu sou inocente. —Seu choro era quase convincente.  

—Frank e porque você saiu do banco com uma mala do dinheiro que estava em minha conta, hein? —Eu realmente odiava esse tipo de conversa. Sempre ficava cada vez mais irritado. —E os saques da conta da minha mãe, Frank? —Tirei a arma do cos da calça e apontei em seu queixo.  

—Bieber, eu não tirei nada. —Respondeu, nervoso.  

—Palmer, mostre os relatórios para ele. —Ordenei sem olha-la mas fui obrigado a fazer isso ao notar os olhares confusos dos outros sob a morena, que estava parada um pouco atrás de mim.  

Seus olhos estavam arregalados e sua feição parecia completamente surpresa.  

—Palmer? —Chamei sua atenção virando meu corpo para ela e tirando a arma do queixo de Frank.  

—Não farei isso. —Ela respondeu baixo e quase imóvel.  

—Como é que é?  

—Não vou fazer isso. —Balbuciou um pouco alto, dessa vez, fazendo todos ouvirem.  

—Palmer, lê a merda desse relatório. —Caminhei até ela.  

—Não. —Ela me encarou. —Eu te disse que não vou ser sua cúmplice.  

—Palmer, não me irrite. —Respirei fundo. —Lê esse relatório para o Frank. É o seu trabalho, merda. —Apontei a arma para ela.  

Em um movimento rápido a morena puxou a arma que estava na mão de Carl, que permanecia em pé ao seu lado e apontou a mesma para mim.  

—Bieber, eu já disse no carro e direi pela ultima vez. Eu não vou ser sua cúmplice e não sou seu cachorrinho para fazer o que você manda. —Ela disse irritada. —Se você quer ler os relatórios, tome. —Ela jogou a pasta no chão. —Lê você e não me meta nisso. Agora, com licença. —Ela virou de costas e correu para a porta do galpão, saindo dali.  

Eu estava imóvel e completamente surpreso com o que aconteceu. Uma mulher apontou uma arma para mim?  

O barulho do motor alto da caminhonete de Carl percorreu o galpão.  

—Sua caminhonete? —Perguntei irônico, me dirigindo a Carl.  

—Não, as chaves estão... —Ele apoiou as mãos no bolso e arregalou os olhos. —No contato. —Disse baixo. Ri sem humor, sem acreditar que isso estava acontecendo.  

—Viu só. —A voz de Frank quebrou a tensão. —Por isso todo mundo faz você de idiota quando quer, porque você é um bandidinho de merda. —Virei-me para ele. —Roubei seu dinheiro sim, seu idiota. Perdi minha esposa, minha casa e caí nesse mundo nojento que eu trabalho e só poderia ganhar esse dinheiro fácil roubando você que é burro o suficiente... —Interrompi seu discurso tolo com um tiro certeiro no meio de sua testa.  

Caminhei até ele e continuei atirando, descontando toda a minha raiva e frustração no corpo daquele zé ninguém. Os tiros sessaram quando apertei pela última vez o gatilho e o estralo me avisou que a arma estava sem munição.  

—Enterrem esse filho da puta, eu vou atrás da Palmer. —Disse irritado antes de sair dali.  

Entrei no carro e abri o porta luvas, peguei mais munição e coloquei na arma. Eu estava rezando para que essa raiva passasse, porque eu seria capaz de estourar os miolos da Palmer sem pensar duas vezes.  

 

 


Notas Finais


O que acharam???????????

Comentem!!!!

estou muito feliz pelas leitoras novas que estão acompanhando!!

vocês tem um espacinho guardado no meu coração!!

Até o próximo capítulo, beijos!!!


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