História Poder de te amar - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, JR, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags Mark Tuan, Markjin, Park Jinyoung, Poderes, Saythename, Starter
Exibições 290
Palavras 2.923
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Fluffy, Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa Leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Fanfic / Fanfiction Poder de te amar - Capítulo 1 - Capítulo Único.

Capítulo Único.

Era mais um daqueles dias quentes de Seul em que ninguém queria sair de casa. Entretanto, Jinyoung estava animado, iria sair com os melhores amigos para uma excursão no zoológico e não podia esperar para ver os animais. Adorava sempre estar em contato com a natureza, gostava de estar perto de coisas que o faziam se sentir calmo.

Agarrou com força a alça de sua mochilinha de costas verde, ansioso demais para ficar quieto e deixar sua mãe ouvir o rádio. Falava sobre todos os animais que queria ver e fotografar, assim como também falava que estava com medo de não conseguir ver todos. Os dias sempre foram curtos demais para o Park.

E para qualquer outra criança, aparentemente.

Desceu do carro correndo, sem mesmo esperar sua mãe. Logo que chegou, pode ver Jaebum e Youngjae. Ambos estavam sentados em um banquinho de madeira segurando sorvetes, e pareciam entretidos demais no seu próprio mundinho para perceber a chegada de Jinyoung. Assustados com a aparição repentina e também alegres, os dois seguiram o amigo para dentro do zoológico.

— Vocês dois são tão estranhos ás vezes, parecem se comunicar telepaticamente — resmungou dando uma mordida na casquinha de sorvete do Choi.

— Mas nós fazemos isso, não é Youngjae? — Jaebum abraçou o menor de lado — Nós dois temos poderes, Jinyoung.

— E eu sou o Batman — rolou os olhos — De qualquer forma, vamos ver os animais! Eu quero fotografar todos eles e colocar em um álbum lá em casa!

— Você parece ter cinco anos, hyung — Youngjae riu.

— Bom, eu tenho oito — deu de ombros — Não é muita diferença, não? Mas, sem esse assunto agora, vamos logo!

Caminharam lado a lado, juntamente com suas mães, que vinham atrás conversando. Jinyoung tirava várias e várias fotos, não se esquecendo dos amigos, que sempre estavam de mãos dadas e sorrindo abertamente. O Park sentia ciúmes da relação deles, mas não conseguia negar o fato de sentir-se bem os vendo tão felizes.

Afastou-se de todos por um momento, queria ir sozinho ver os leões. Caminhou lentamente até o local onde os mantinham, e se surpreendeu ao ser o único ali. Aproximou-se das grades que o afastava dos animais, e se viu encantado com eles. Eram bonitos e elegantes, como se fossem pessoas com personalidades realmente intrigantes.

Tirou uma única foto, espantado com o quão bonita ela tinha ficou. Passou mais um bom tempo apenas observando e pensando. Estava feliz estando sozinho com os animais, estava se sentindo incrível. Queria poder sempre estar na companhia de algum animal, sentia uma energia boa vinda deles, como se tivesse um poder de se comunicar com eles.

Sentiu um toque singelo em seu ombro e se virou, espantado ao ver um garoto de cabelos escuros e pele mais morena. O encarou curioso, como se perguntasse o que ele queria. O menino apontou para a placa que dizia “Proibido tirar fotos” e sorriu fraco. Jinyoung imediatamente entendeu e também sorriu, porém dessa vez meio envergonhado.

— Está tudo bem, eu não vou contar para ninguém — soltou um risinho — Mas você tem que tomar cuidado, eles podem se assustar com o flash e isso pode ficar perigoso. Você pode tirar fotos, desde que não use o flash ou nada parecido que reproduza uma luz forte.

— Entendido — assentiu — Você não trabalha aqui... Trabalha? Parece tão novo.

— Eu não trabalho aqui — riu — Apenas gosto de passar um bom tempo no zoológico, é realmente calmo — suspirou — Quem é você?

— Eu sou Jinyoung, Park Jinyoung — curvou-se.

— Prazer Jinyoung, sou Mark Tuan.

— V-Você também veio aqui com seus amigos?

— Não, sou só eu — sorriu abertamente —Gosto do silêncio, e na maior parte do tempo meus amigos estão gritando e fazendo baderna — um toque de celular interrompeu o Tuan — Oh, deve ser o Jackson. Tenho que ir, Jinyoung. Cuidado com os flashes. Até — acenou.

— Até — despediu-se sem jeito.

De alguma forma, tinha gostado daquele garoto.

 

***

 

Arrumou os cabelos novamente e por fim retirou-se do banheiro. Ao seu lado vinham Jaebum e Youngjae, e mais atrás vinha Yugyeom, que estava distraído demais no seu joguinho de telefone. Seguiam pelos corredores da escola de um jeito “descolado”, o que fazia todas as garotas suspirarem e ficarem bobas. Mas na realidade eram apenas crianças de oito anos andando com a coluna torta.

— Isso dói — o Choi reclamou ajeitando a postura — Eu não entendo Jinyounggie... Por que temos que andar assim?

— Você não quer arrumar uma namorada? — perguntou cruzando os braços — Isso fará as meninas olharem para você!

— Porque elas namorariam um corcunda? — resmungou — E eu não preciso de nenhuma namorada, eu tenho Jaebummie!

— Jaebum é um menino. — cruzou os braços.

— Mas ele pode namorar comigo se quiser — imitou a pose do Park — Ou você está planejando roubar ele para você?

— Ya, do que estão falando? — o Im rira — Youngjae não precisa de uma namorada, ele me tem. E Youngjae... Eu já não te disse sobre os ciúmes?

— Me desculpe — curvou-se em frente a Jinyoung — Eu não consigo evitar ás vezes.

O Park soltou um risinho — Está tudo bem Youngjae, e eu não quero roubar o Jaebum de você, isso seria... Ew.

— Não fale assim dele — agarrou-se ao mais velho — De qualquer forma, temos aula agora, então estamos indo hyung. Até mais Yugyeom, até mais Jinyoung.

— Até — o Kim murmurou ainda vidrado no jogo — Eu também estou indo, hyungs.

— Vejo vocês mais tarde — Jinyoung acenou e dirigiu-se até o segundo andar.

Os corredores estavam vazios, todos os alunos deviam estar dentro das salas, mas o Park era uma exceção à regra. Ele sempre estava fugindo dos professores, sempre correndo para dentro do banheiro quando estava prestes a ser pego. Queria chamar a atenção, queria que seus pais prestassem atenção em si.

Mas isso nunca acontecia.

 Faltar aula tinha ido de tentativa de chamar atenção para rotina. Sempre ia até o telhado da escola e se escondia em um canto, ouvindo música no volume máximo e sentindo a brisa do verão acertar-lhe em cheio o rosto. Os cabelos negros sempre balançando conforme o vento dançava, e a sensação de vazio sempre preenchendo seu peito.

E mais uma vez durante todo aquele tempo, sentou-se no telhado e colocou os fones de ouvido. Foi preenchido por uma melodia gostosa e calma, que deixava seu coração ficar leve e fazia seu corpo parecer flutuar. Era ela quem o fazia sentir-se vivo, era ela quem o mantinha acordado do pesadelo de sua vida real.

Estava quase adormecendo quando sentiu um toque singelo em seu ombro, aquele mesmo que tinha sentido há alguns meses no zoológico. Abriu os olhos um tanto que assustado, se afastando para a ponta e batendo contra a grade de proteção. Olhou para o garoto de cabelos claros e respirou fundo, aliviado por não ser a diretora.

— Você me assustou — sussurrou retirando os fones — Por que está aqui?

— Woah! Você se lembra de mim — sorriu.

— Sim... Me lembro. Agora me responda, por que está aqui?

— Eu também estudo aqui, Jinyoung — riu — Mas não estou fazendo isso no momento, como pode perceber.

— Matando aula? — estreitou os olhos.

— Não me olhe assim, você também está fazendo isso! — sorriu — Enfim, já está aqui faz tempo?

— Não muito, por quê?

— Ah, eu sempre fico sozinho quando venho para cá, gostaria de ter companhia dessa vez — sentou-se ao lado do mais novo — De qualquer forma, quantos anos você tem?

— Oito, mas farei nove logo — ajeitou-se ao lado do mais velho — E você?

— Nove, mas farei dez logo — sorriu — Nunca te vi por aqui Jinyoung, você se esconde bastante?

— Não apareço na aula faz um bom tempo, apenas deixo ouvirem minha voz na hora da chamada e peço para ir ao banheiro. Não volto para a sala depois disso.

— Eles já devem ter alertado seus pais, não?

— Eles não ligaram para isso, e a escola também não — deu de ombros.

Mark olhou o garoto e suspirou, ele parecia sozinho e estressado. Não estava nada igual ao menino que tinha conhecido no zoológico, aquele que tinha um sorriso estranhamente bonito e os olhinhos curiosos demais para uma criança. Alguma coisa definitivamente tinha acontecido, e não precisava ser gênio para perceber.

— Você está me escondendo algo, não está? — perguntou o Tuan — O que é?

— C-Como você sabe? — resmungou.

— Eu tenho poderes — gesticulou — Sei coisas que ninguém mais sabe.

Jinyoung rolou os olhos — Isso é besteira, história para criancinhas.

— Estou falando sério — rebateu — Eu realmente tenho poderes, caso contrário não conseguiria saber que você está escondendo algo.

— Então no que eu estou pensando agora? — perguntou confiante.

— Que eu sou louco — Mark riu da cara de espanto de Jinyoung — Acertei, não?

— Ya, você é estranho — afastou-se — Para de ler minha mente.

Realmente fácil de enganar, ingênuo demais, pensou Mark com um sorriso no rosto. Precioso demais para o mundo em que vivemos.

— Agora que sabe que eu posso ler sua mente, que tal me dizer a verdade?

— Se pode lê-la por que está perguntando, huh?

— Porque seria mal educado da minha parte, duh — sorriu — Então?

— Papai e mamãe estão divorciados, mas ainda estão casados — suspirou — Calma, isso ficou realmente estranho... Meus pais estão praticamente divorciados, nem se falam mais, entretanto continuam casados para não terem problemas na hora da papelada e coisas assim. Sem contar que hoje em dia, mesmo sendo simples, essas coisas dão trabalho, e eles não tem tempo pra isso. Então, é, eu estou sempre sozinho e por isso tento sempre chamar a atenção, mas nenhum deles nunca me ouve... — fungou — É tão chato ser filho único, queria ter alguém que pudesse superar isso comigo.

— Você tem alguém — Mark sorriu — Você tem a mim.

— Eu não te conheço direito.

— Claro que conhece! — riu — Sou Mark Tuan, tenho nove anos.  O que mais você precisa saber?

Jinyoung também não sabia a resposta.

 

***

 

As aulas da faculdade sempre eram irritantes, ainda mais quando podia estar em casa dormindo tranquilamente. Batucava os dedos impacientemente na mesa de madeira, fitando de minuto em minuto o relógio de pulso. Não podia aceitar a forma lenta que o tempo passava, quase parando. Não se lembrava de dias longos assim quando era pequeno.

Felizmente o sino tocou segundos depois de sua última checagem, marcando o final daquele período de tortura. Levantou-se apressado, recolhendo todos os seus materiais e sorrindo ao ver Mark o esperando logo na porta da sala. Apressou o passo e enlaçou seus braços em volta da cintura fina, aspirando o cheiro doce do mais velho.

— Animadinho, hm? — o Tuan comentou sorrindo.

— Ver você me deixa de bom humor, hyung — largou o mais velho.

— Eu acredito que esse não seja o motivo de sua animação, mas vou fingir que sim — riu — Vamos? Eu estou morrendo de fome.

— Sim, vamos!

Caminharam lado a lado pelos corredores agora pouco movimentados da faculdade. Jinyoung se pegava sempre observando Mark e o seu jeito calado de ser, pensando se não tinha algo de errado com o mais velho. Claro, ele era sempre muito reservado, mas nos tempos recentes o Tuan estava conseguindo se mostrar cada vez mais silencioso.

— Está tudo bem? — perguntou curioso.

— Sim, claro — deu de ombros, fazendo pouco caso — Por que não estaria?

— Você tem estado mais quieto do que o normal — suspirou — Não está escondendo nada de mim, não é?

— Você é meio paranoico, Jinyounggie — soltou uma risadinha nervosa — Está tudo bem comigo, não precisa se preocupar.

Assentiu fraco, mesmo sabendo que algo estava certamente errado. Chegaram ao restaurante da faculdade e pegaram tudo que queriam. Não trocaram uma palavra sequer, e isso deixava Jinyoung aflito. Gostava de conversar, gostava de saber das coisas. Mesmo que as conversas com Mark fossem um tanto que superficiais, o Park gostava delas.

Gostava de ouvir a voz do seu hyung.

— Isso está me matando — largou os talheres, frustrado — Diga alguma coisa, por favor!

— Eu estou comendo, Jinyounggie — suspirou.

— Isso nunca impediu você de falar antes — estreitou os olhos — Hyung, me diga o que está acontecendo!

— Já disse que não é nada —resmungou engolindo um monte de arroz de uma vez.

— Nem adianta enfiar um monte de comida na boca, eu te faço falar de boca cheia mesmo — ameaçou — E eu odeio que mintam pra mim, você mais do que ninguém sabe disso.

Mark apenas mastigou lentamente e revirou os olhos, prestando atenção em qualquer coisa que não fosse os olhos assassinos do Park. Terminou de mastigar e engoliu tudo, pronto para dizer tudo para Jinyoung. No entanto foi interrompido pela chegada escandalosa do melhor amigo, Jackson, seguido dos outros garotos.

Jinyoung não o deixaria em paz enquanto não soubesse a verdade, mas Mark sabia que ele não tocaria no assunto na frente de todos os outros garotos.

— Estamos atrapalhando alguma coisa? — o chinês perguntou se sentando — Espero que não.

— Está tudo bem — o Park sorriu forçado — Mark estava apenas me contando sobre um trabalho que ele tem que fazer hoje depois das aulas acabarem, na biblioteca da escola.

Mark tinha entendido o recado.

 

***

 

Esperou que todos os alunos fossem embora e prosseguiu até a biblioteca. A mochila pesada carregada de materiais para desenho pendia para o lado, dificultando seu caminhar silencioso. Não queria chamar a atenção de nenhum dos funcionários da faculdade, já que todas as aulas do dia já tinham acabado e a última coisa que Mark queria era ser pego entrando na biblioteca tão tarde.

Abriu a porta com cuidado, checando tudo dentro antes de adentrar o espaço sombrio. Não gostava da biblioteca, ela trazia uma sensação vazia para si. Era como quando um super herói apanhava de um vilão e não conseguia se levantar, a expressão de dor sempre no rosto do mocinho enquanto o malvado ria. Mark se sentia como o super herói.

Não que Jinyoung fosse o vilão, longe disso. Apenas estava enfatizando suas dores.

Procurou pelo mais novo em todos os cantos — até mesmo entre as estantes mais afastadas, cujas quais tinha medo —, entretanto não o encontrou. Frustrado e irritado, largou sua mochila em cima de uma das mesas e voltou a caminhar pelas estantes cheias de livros, procurando algo interessante o suficiente para ler até a chegada do outro.

Entrou na sessão de quadrinhos, vendo, com certa dificuldade por conta do escuro, todas aquelas capas coloridas e chamativas. Estavam ali para os estudantes de cinema e desenho, que precisavam de referências mais populares. Mark sempre gostou de quadrinhos, ainda mais os que lia junto com Jinyoung. O mais novo amava os super heróis.

Dedilhou os dedos pela estante, observando todos os nomes e desenhos. Seus olhos desceram para a prateleira de baixo, observando tudo cuidadosamente. Pegou um quadrinho do Batman, bem antigo, mas em bom estado. Folheou as páginas sentindo um cheiro de coisa velha, e quando voltou para o início começou a ler.

Estava na página dez quando ouviu um ruído, e temeroso voltou o quadrinho para seu lugar original. Olhou entre os espaços dos livros procurando o dono do som, não encontrando nada mais que o vazio. Talvez pudesse ser Jinyoung, mas não queria arriscar tendo a chance de ser pego por um funcionário da faculdade. Não correria o risco de levar bronca.

— Hyung...? — ouviu um sussurro baixo, quase inaudível, vindo da estante ao lado.

— Jinyoung? — respondeu no mesmo tom, olhando entre os livros.

— Eu estou aqui — a voz soou um pouco mais alta, e logo Mark pôde ver o garoto surgindo entre as estantes — Por que está aqui tão longe?

— Você ainda não estava aqui, então eu vim ler um pouco — deu de ombros, ainda mantendo a voz baixa.

— Entendi — assentiu — Bem, comece.

— O que você quer dizer com “comece”? — rolou os olhos.

— Comece a dizer por que você está tão estranho ultimamente, duh! — sorriu fraco.

— Ah, isso... — suspirou — É algo bobo, Jinyoung. Você tem que prometer não rir de mim quando eu te contar.

— É claro que não vou rir, hyung. Pode confiar em mim.

Mark ponderou se mentia ou não, soltando vários suspiros e enrolando o mais novo máximo que pôde. Porém Jinyoung não era burro. Sabia que Mark estava com vergonha de dizer a verdade, e pressiona-lo não levaria a nada, então apenas esperou o tempo que ele precisava para tomar coragem em silêncio.

— Eu gosto de você, Jinyoung. — sussurrou.

— Hyung, eu não te ouvi — suspirou — Poderia repetir?

— E-Eu gosto de você — murmurou — Realmente gosto.

Jinyoung piscou os olhinhos várias vezes, sorrindo fraco ao perceber que não era nada sério.

— Você não precisa ficar assim, não é pecado gostar de mim, sabia?

— Mas... Meus pais, eu não sei o que eles vão dizer de mim...  — choramingou — E você também...

— Eu o quê? — sorriu — Hyung, eu nunca disse que não gostava de você. E bem... Eu pensei que você já sabia, Jackson sempre disse que eu sempre gostei de você.

— Pensei que era mentira — corou — Você sempre foi tão diferente. Eu pensei que você apenas gostava de mim como seu herói ou algo assim.

— Mas você também é meu herói — aproximou-se — Quando pequeno você me dizia que conseguia saber quando eu estava triste porque gostava muito de mim, e eu sempre acreditei. Você sempre fez eu me sentir bem, e por isso eu te chamava de herói. Porém, quando eu completei meus 18 anos eu percebi que... eu sempre gostei de você, hyung. Eu pensei que você sabia disso, na realidade.

— Como eu iria saber? — resmungou envergonhado.

— Você não é um super herói? — brincou — Você sempre disse que sabia tudo que se passava em minha mente.

— Isso foi antes de meu amor por você começar a bagunçar tudo — sorriu.

— Hyung, você é meloso.

— Desculpe, esse é meu novo super poder.

— Que super poder?

— O poder de te amar, duh.


Notas Finais


Bem, essa é minha oneshot fluffly, nhonho markjin sabe? Espero que tenham gostado.
Escrevi ela para o projeto Starter, onde basicamente todo dia 14 eu estarei aqui postando uma one pra vocês. O grupo em questão vai ser sempre o GOT7, e se alguma de vocês quiser participar podem avisar a @rayahgase que é uma das organizadoras.
É isso, até o mês que vem~
Até a próxima?
Chu~


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...