História Poderes Elementais - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Amizade, Aventura, Bondade, Ficção, Flor, Flora, Magia, Perdão, Romance
Visualizações 19
Palavras 2.379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom pessoal, aqui esta mais um cap da fic! desculpe pela demora! eu estava fazendo o cap de outra historia minha! bom... chaga de enrolação e vamos para a fic!

Capítulo 3 - Perdida?!


Fanfic / Fanfiction Poderes Elementais - Capítulo 3 - Perdida?!

Eu saio do meu quarto, desço as escadas e vou até a cozinha.

-Flora! – chamou meu pai. – O que você fazendo aqui? Você não deveria estar na escola?

- É que eu não estou me sentido bem para ir pra escola! – eu digo a verdade. Eu não estou mesmo me sentido bem para ir pra escola! Só de pensar em ir eu já fico triste! Isso é não se sentir bem, né?

Ele suspira e continua mexendo no celular. Eu me sento e começo almoçar.

- Onde está a vovó e a mamãe? – eu pergunto com curiosidade.

- Não te interessa! – diz ele com um tom rude.

-...- eu fico em silêncio e continuo meu almoço.

Eu termino de comer, saio da mesa e vou até o quarto da minha vó. Quando eu ia bater na porta, eu ouço um grito da minha mãe vindo do quarto dela:

- EU NÃO ACREDITO QUE VOCÊ FEZ ISSO!

- Ela precisava saber! – falou uma voz calma. Vó?

Eu vou até o quarto e coloco meu ouvido na porta, para escutar a conversa.

-NÃO! Ela não precisava saber disto! – falou minha mãe com um tom de raiva.

- SIM! Ela precisava saber! – falou minha vó de volta. – Ela esta sofrendo aqui, Vanessa! A Flora não esta feliz com você e o Carlos batendo nela sem motivo!

E-Elas estão falando de mim?

-Você sabe muito bem por que eu e meu marido batemos nela! – Falou minha mãe. – E nós não vamos parar até termos o que queremos!

Eu ouço paços vindo até a porta. Oh não! Eu corro até meu quarto e fecho a porta. Por que elas estavam falando de mim? Como assim eles não vão parar de me maltratar até eles terem o que querem? Afinal de contas... O que eles querem?

Pensativa sobre o que eu acabei de ouvir eu vou até minha cama e me sento.

Toc toc

-Pode entrar! – eu falo me levantando da cama.

- Olá, querida! – falou minha vó com o tom calmo de sempre. – Já está pronta para sua procura á Rosa?

- Mais que pronta! – eu falo pegando minha mochila. – Mas... como eu vou sair sem meus pais verem?

- Não se preocupe! – disse ela pagando minha mão. – Só vem comigo!

Ela me puxou até a porta dos fundos, pegou um lanche e o pôs na minha mochila.

-Pode demorar o quanto quiser! – disse ela dando uma piscadinha. – Até depois, querida!

- Até depois, vovó! – eu dei um beijo em sua bochecha, sai de casa e fui correndo pegar um ônibus.

 

Eu entrei no ônibus, me sentei e fiquei o caminho todo pensando na minha busca. Cheguei!! Eu desci do ônibus e fui em direção a floresta. Ela é enorme! E melhor eu já começar a procurar! Comecei a andar, procurar a rosa e também apreciar todas as lindas flores e Árvores! Eu estava falando com todas as plantas que eu encontrava, elogiando e até contando piadas! Eu estava andando até eu achar um arbusto cheio de pequenas flores.

- Olá senhor! E oi damas! – eu falei para o arbusto e suas flores. – Só dizendo senhor arbusto! Suas flores são realmente muito lindas!

 - O jeito que esta garota adora plantas, flores e árvores, é totalmente impressionante! Adorar coisas tão simples... já da para ver o tanto de Humildade que há em seu coração!

 Eu terminei de conversar com o arbusto e continuei meu caminho. Eu estava andando tranquilamente até alguém pegar minha mochila e me empurrar para dentro de um lago... Peraí! Um lago?

Eu olho eu volta e vejo que estou em um lugar totalmente diferente do que eu estava antes! Eu me levanto do lago e tento sair, mas, eu não conseguia tirar meus pés do lugar.

-Por que eu não consigo sair daqui? – eu pergunto para mim mesma, enquanto eu olho para baixo. – Eu sinto algo me prendendo e.... Espera! O que é isso?

Eu vejo que meus pés estavam presos em um monte de coral. COMO ASSIM? Lagos não tem corais!

- O-Ok, Flora! – eu disse para mim mesma. – Você só precisa manter a calma e pensar em como sair daqui!

Eu fiquei observando o coral para, talvez, eu ter alguma ideia.  Já sei! Eu prendo minha respiração, me agacho e começo a mover os corais um de cada vez. Lagos não tem corais, mas eu, realmente, não quero estragar! Eu sempre ficava voltando com a cabeça para fora para pegar ar e depois continuava movendo os corais. Demorou um bom tempo! E, quando eu finalmente consegui sair do lago, já estava anoitecendo. Nossa! Isso demorou muito!

-O modo que essa menina conseguiu sair do lago, mostra que ela tem muita Paciência!

Eu estava toda molhada, morrendo de frio e parecendo uma idiota que se jogou no lago. J-Já esta n-na hora de e-eu ir para ca-casa! Eu só preciso encontrar a Trilha e... Eu olho em todos os lados e só vejo grama! Nada de trilha!

-O-onde esta a trilha?! – eu pergunto olhando para todo lado. Sem a trilha eu estou completamente... – Perdida!

Eu começo a andar sem rumo e, por muita sorte, eu acabo  vendo de longe, minha mochila jogada. Aí esta ela! Eu corro até ela e a pego.  Ainda bem que eu a encontrei! Eu a abro, coloco minha blusa de frio, fecho minha mochila e sigo meu caminho e, do nada, ouço gritos abafados, e estranhos, de dor. Esses não são gritos de humanos! São gritos de animal! Eu pego minha lanterna na mochila, corro em direção aos gritos e acabo chegando até uma caverna. Sem medo eu entro e encontro um urso com sua pata traseira machucada com um corte profundo. Com a luz de minha lanterna ele se assusta e me encara com um olhar intimidador. Eu me aproximo dele bem devagar e ele mostra cada vez mais seus dentes. Quando eu estou bem próxima dele eu me agacho, ponho minha mochila no chão e, bem de vagar, eu começo a procurar algo, que possa ajudar.

-C-Calma aí, grandão! – eu falo com um tom calmo, enquanto não paro de procurar algo que ajude. – Eu vou ajudar você!

Enquanto eu estou procurando eu vejo que minha vó, não só acrescentou um lanche, mas também ,uma garrafa de água e um kit de primeiro socorros. Muito obrigado vó! Eu pego o kit, tiro minha blusa de frio, que estava bem molhada, e me aproximo, cuidadosamente, até a pata machucada do urso.

-E-Eu vou te ajudar, ok? – eu falei com um tom doce. – eu não vou te machucar!

Impressionantemente o urso deixou eu fazer os curativos necessários! Eu usei minha blusa molhada para limpar seu machucado, passei remédio e coloquei um curativo.

-Pronto! – eu disse a ele. – bem... você não vai conseguir procurar comida desse jeito! Então... aqui!

Eu pego o lanche que minha vó pôs na minha mochila, tiro do plástico e coloco no chão, perto do urso.

-Pode ficar! – eu falo dando um grande sorriso. Eu me levanto, pego minha mochila e me viro para ele. – Tenho que ir! Tchauzinho!

Eu saio da caverno e volto a caminhar sem rumo.

-Ela mostrou coragem, bravura e bondade com aquele urso. Ela, com certeza, não para de nos impressionar!

 Eu continuo caminhando tranquilamente, até vim uma ventania muito forte que, além de me deixar com muito frio, também fica me jogando pro lado e pro outro. A-Ai! O que e-eu faço a-agora? A ventania não parava! Ela só ficava mais e mais forte e fria a cada segundo! E para piorar... começou uma chuva muito forte! Já era para eu ter caído no chão e ficado lá, morrendo de frio! Mas... eu não fiz isso! Eu continuei lutando contra todo aquele vendaval! Eu olhei para todos os lados perdendo a esperança de encontrar algo, mas aí.... eu encontrei uma árvore, muito grande, com um buraco enorme nela! Então eu corri e me joguei dentro daquele buraco. Deu certo! Toda molhada e morrendo de frio eu abracei meus joelhos e fiquei olhando toda aquela chuva.

-E-Eu a-acho q-que e-essa árvore é-é forte o su-suficiente para sobreviver e não cair com essa c-chuva! – eu falei tremendo de frio.

-  Ela mostrou integridade ao achar um esconderijo! E também mostrou perseverança ao continuar a lutar com todo o vendaval! Ela é mais forte do que esperávamos!

Para minha surpresa todo aquele vendaval tinha parado do nada! Mas eu ainda estava toda molhada e morrendo de frio!

-E-eu não posso desistir! E-eu não posso desistir! – eu sussurrava para mim mesma. Talvez a música, que a vovó sempre canta, de certo! Então eu fecho meus olhos, ponho minha cabeça nos joelhos e começo a cantar.

 

                                                   You're alone, you're on your own
                                                               So what, have you gone blind?
                                              Have you forgotten what you have and what is yours?
                                                              Glass half empty, glass half full
                                                       well, either way you won't be going thirsty
                                                           Count your blessings, not your flaws

                                               You've got it all, you lost your mind in the sound
                                             There's so much more, you can reclaim your crown
                                          You're in control, rid of the monsters inside your head
                                                            Put all your faults to bed
                                                              You can be king again

                                                   You don't get what all this is about
                                               you're too wrapped up in your self-doubt
                                                You've got that young light, set it free

                                     You've got it all, you lost your mind in the sound
                                    There's so much more, you can reclaim your crown
                               You're in control, rid of the monsters inside your head
                                                 Put all your faults to bed
                                                       You can be king

                                            There's method in my madness
                                           There's no logic in your sadness
                          You don't gain a single thing from misery, take it from me

                                 You've got it all, you lost your mind in the sound
                              There's so much more, you can reclaim your crown
                            You're in control, rid of the monsters inside your head
                                                 Put all your faults to bed
                                                 You can be king

                          You've got it all, you lost your mind in the sound
                           There's so much more, you can reclaim your crown
                            You're in control, rid of the monsters inside your head
                                        Put all your faults to bed
                                           You can be king again 

 

Estou mais calma, agora! Levanto minha cabeça e percebo que a floresta estava muito calma, então, eu saio do buraco da árvore e começo a olhar em volta. Tudo que aconteceu comigo foi.... muito estranho! Eu bocejo. É melhor eu dormir! Não consigo raciocinar com sono! Me sento, me escoro, naquela mesma árvore que eu me escondi e abraço meus joelhos. Por que isso tinha que acontecer comigo? Eu fecho meus olhos por alguns segundos e, quando os abro novamente, eu vejo uma pétala caindo em meus joelhos. O  que é que.... eu pego aquela pétala e, logo vejo que é uma pétala de Rosa. Eu encaro atentamente aquela pétala e percebo algo um tanto estranho. Não esta murcha, não tem um sequer arranhão ou alguma falha e... ela é de um vermelho muito forte! Ela é.... perfeita?

Eu continuava encarando ela, até o vento soprar e tirar a pétala da minha mão.

- Ei! – eu gritei me levantando.

Então aquela pétala começou ir e vim, ir e vim ,como se ela estivesse me.... chamando. Sem hesitar eu fui atrás dela, parecia que ela queria me levar para algum lugar! Eu estava andando em um caminho que eu nunca tinha visto antes. Onde ela vai me levar? Eu continuei a seguindo, até ela cair no chão. Ela parou? Eu a encarava no chão e, quando levantei a cabeça, eu vi que estava em um lugar... Lindo! As arvores eram enormes, a grama era decorada com vagalumes, haviam cogumelos azuis e eles brilhavam! Eu estava em um lugar anormal!

- Onde eu estou? – eu perguntei.

- Você esta na minha casa! – respondeu uma voz feminina e muito doce.

- AH?! – eu me assustei, Afinal eu não espera ser respondida.

   Eu começo a olhar em volta, mas eu não vejo ninguém. Estou começando a ficar com medo!

- Não tenha medo, Flora! – disse aquela voz. – eu não vou machucar você!

- Q-Quem é você e como sabe meu nome? – eu perguntei olhando para todos os lados, tentando achar de quem era aquela voz.

- Eu sei seu nome, porque eu pesquisei sobre você! – respondeu aquela voz. – Eu tenho certeza que você me conhece!

- conheço? – eu pergunto confusa.

- Venha! – disse a voz. Então aquela pétala que estava no chão começou a me guiar de novo, só que desta vez, devagar.

  Eu estava a seguindo e olhando todo o lugar por onde eu passava. Estava andando, ate eu chegar em um lugar com um grande lago brilhante e ouvir uma voz que, aparentava, ter vindo do lago.

- Você tem muita paciência, Flora! – disse uma voz masculina. – Não vou mentir! Você, realmente, me impressionou!

- O-Obrigado! – eu agradeci meio sem graça. Mesmo que eu não saiba quem falou isso eu fico lisonjeada por isso agradeço.

Continuei andando atrás da pétala e acabo chegando em um lugar cheio de animais e, mais uma vez, eu ouço uma voz só que desta vez é uma voz feminina que vinha de uma raposa.

- Você tem muita bondade, Flora! – disse a voz. – além de ter também: bravura e coragem. Você merece muito crédito, por isso!

-Muito Obrigada! – eu agradeço e continuo andando até chegar em  um lugar que ventava. Lá eu também ouvi uma voz, masculina, que vinha dos ventos.

- Você tem muita integridade! Sem contar sua perceverança! Você é muito forte, Flora!

- Muito obrigado! – eu agradeço de novo e continuo seguindo e pétala e... ela para em um lugar cheio de plantas.

- Flora! – chamou aquela voz de antes. – Venha! Siga o som da minha voz!

Sem hesitar eu começo ir em direção aquela voz.

- Flora! – disse a voz. E eu continuei a segui-la. – Muitas pessoas não tem o que você tem! Elas tentaram, mas... nunca conseguiram ser dignas do que eu tenho! Eu esperei anos, anos e mais anos, procurando a pessoa certa e... veja só! Eu achei! E essa pessoa... é você!

Não pode ser! Eu não acredito! Diante dos meus olhos estava ela! Ela que falava comigo todo aquele tempo! Estava no chão! Com sua beleza hipnotizadora e sobrenatural! Eu encontrei.... a Rosa!


Notas Finais


Aqui gente! https://www.youtube.com/watch?v=lk1vwYga02Q aqui esta o link da musica que a Flora cantou! espero que tenham gostado e até o próximo capitulo!


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