História Poderoso Amor - Capítulo 2


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Categorias Júlio Cocielo
Tags Coci, Cocielo, Julio, Julio Cocielo, Luna, Poderes, Super Poderes
Exibições 66
Palavras 936
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Festa, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Two


Fanfic / Fanfiction Poderoso Amor - Capítulo 2 - Two

-Eu tenho oque?

 

-Calma meu amor, seu pai falou da boca para fora. – minha mãe aparece no quarto e me abraça.

 

-Porque vocês nunca me contaram... ficaram escondendo isso de mim a minha vida toda, quando iriam me contar em? ME DIZ QUANDO. – nesse momento sai raios laser no meu olho, e eu os fecho rapidamente. – ra... raios laser?

 

-Coloca isso. – minha mae disse me entregando um óculos que aparenta ser de grau.

 

-Mais quais?

 

-Mais quais oque Luna?

 

-Mais quais poderes? – digo e vejo minha mae abaixar a cabeça. – FALA!

 

-Voce voa, tem telecinese, fica invisível, se teletransporta, e o resto não descobrimos ainda.

 

-Mas como descobriram todos esses?

 

-Seus sonhos, por enquanto que você não consegue usar direito, você so consegue usar com suas emoções, tipo quando você sonha com o Júlio, você fica feliz e invisível, assustada ou com medo é telecinésia, raiva são os raios laser e você pode voar quando chora... – minha mae fala e escutamos um barulho de buzina. – Bom, o caminhão das mudanças chegou, vamos? – pegamos todas as nossas coisas e colocamos dentro do caminhão, depois de algumas horas de viajem, chegamos em Osasco, ate que o bairro é bonito, na frente da nossa casa tem um parque, na casa ao lado tem um carro que eu olho e vejo que é meio familiar, mas não ligo muito pois sou nova e deve so ser uma coisa doida que deu aqui na minha cabeça.

 

**POV JÙLIO**

 

-Júlio cara, vem cá. – Igão, meu amigo, fala.

 

-Que foi cara. – falo levantando do sofá e dando pause no fifa 15.

 

-Temos vizinhos novos. – ele fala e faz uma cara feliz.

 

 -Pra que essa alegria toda? Todo ano aparece gente nova no bairro.

 

-É um casal e uma menina, aparenta ter uns 16 anos mas mesmo assim a menina é gostosinha tiu.

 

-Tá tá que seja, vem jogar logo, depois nos vamos lá.

 

**ALGUMAS HORAS DEPOIS**

 

-Vamos cara, já se passaram 2 horas, eles já devem ter terminado de arrumar a casa. – Igor.

 

-Ta bom que saco.

 

**POV LUNA**

 

Depois de um tempo arrumando a casa, eu deito na cama do meu novo quarto e tento dar uma cochilada, mas minha mãe me grita de lá de baixo.

 

-Luna, tem uns meninos aqui que eu acho que você vai gostar de ver. - Minha mãe.

 

-É Luna, vem logo. – Essa voz... eu conheço essa voz.

 

-Já vou. – falo abrindo a porta do meu quarto e desço as escadas . – Meu deus mãe pra que grit...  – 3, 2, 1 e... – I...Igor e... JU...JÚLIO AQUI EM CASA. – desço o resto da escada correndo para abraçar os dois. – ai meu coração. – falo abraçando o Júlio. Depois de alguns minutos eu abraço o Igor, mas...

 

-VÉI, O BRAÇO DELA TA SUMIN...- Igor tenta falar mais meu pai tampa a boca dele.

 

-ENTRA OS DOIS AGORA. – minha mãe praticamente grita fechando a porta atrás do Igor

 

-Mano... o braço da mina. – Júlio diz olhando para o meu braço, mas eu o puxo de volta e escorre uma lagrima pelo meu rosto, nessa hora o boné do Júlio começa a voar.

 

-Desculpa... eu não... eu não queria. – falo correndo em direção ao meu quarto, mas sem querer o boné dele vem junto.

 

**POV JÙLIO**

 

-Alguém pode me explicar oque ta acontecendo aqui? – eu falo depois da menina ir para o seu quarto e a mãe dela abaixa a cabeça.

 

-A Luna, minha filha, ela não é uma menina normal... – o pai da menina fala mas o Igor corta ele.

 

-Isso nos já percebemos!

 

-Posso continuar? – o pai da Luna pergunta e eu assinto com a cabeça. – então... eu e a mãe da Luna somos cientistas e criamos ela em um laboratório, até ai tudo bem, mas eu sem querer esbarrei em um elemento que nem eu sei qual é, e ela nasceu com super poderes, mas ela so descobriu hoje, e não sabe controla-los.

 

-A me...menina tem su...super pode..poderes? – eu pergunto já não acreditando.

 

-Tem, mas eu peço, pelo amor de deus, não contam isso para ninguém, ela gosta muito de vocês, como viram mais cedo, então por favor, não decepcionem ela, não sabemos ainda oque pode acontecer.

 

-Juramos não contar para ninguém, mas... eu posso falar com ela? – eu pergunto e a mae da Luna assente, subo as escadas e vejo uma porta com uma placa branca e azul toda decorada escrito “Luna’s Room”, deve ser aqui. – Luna? – a chamo batendo na porta, a mesma abre, me puxa para dentro do quarto, fecha a porta, vira seu rosto para mim e eu consigo ver o mesmo todo vermelho por estar chorando, sem pensar duas vezes eu abraço a mesma. – não precisa chorar boneca... posso te chamar assim né? – pergunto e ela assente levantando a cabeça para me olhar e vejo a mesma com um sorriso no rosto. – viu, ate agora eu consigo tirar um sorriso teu.

 

-Você não esta assustado?

 

-Se eu estou assustado? É claro boneca? Mas seus pais contaram tudo para mim e para o Igor. – nessa hora ela vira para tras e se distancia – que foi boneca?

 

**POV LUNA**

 

Cara, e agora? Meu ídolo descobriu que eu tenho poderes. E agora?? Sou tirada de meus pensamentos por Júlio.

 

-Que foi boneca? – nessa hora disfarço e pego seu boné.

 

-Aqui teu boné. – entrego o boné para ele mas o mesmo recusa.

 

-Fica com você... presente. – ele acaba de falar e eu logo abraço ele sussurrando um “obrigada”. Mas somos interrompidos por Igor abrindo a porta.

 

-Vejo que estou atrapalhando o casal aí. – ele disse se virando e saindo do quarto.

 

- Não ta atrapalhando nada...

 

Continua...



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