História Podia ser nós dois. - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Luan Santana
Tags Família Santana, Musica, Sertanejo
Exibições 35
Palavras 726
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLHA EU AQUUUI 🎤 kkk, como estão???
Demorei muito??
Espero que não.
E espero que gostem!!! Vocês viram o mannequin challenge do Luan?? Se não, corram pro canal dele (tá ótimooo)
Bejooooo!!!!❤❤

Capítulo 13 - Mistura de gostoso com proibido!


Fanfic / Fanfiction Podia ser nós dois. - Capítulo 13 - Mistura de gostoso com proibido!

Pov Luan

Estou indo a caminho de salvador para participar do festival de verão, mas estou indo antecipadamente. Tô decidido a pedir mão da madu em namoro, não sei como as pessoas vão reagir por eu ser uma pessoa publica e estar namorando uma recepcionista, porque infelizmente, preconceito existe. O nervosismo já está tomando conta de mim, por não saber ao certo o que ela sente, e ainda tem aquele Diego. Já pedi pro testa comprar um buquê de flores e tava pensando em até fazer uma carta, mas aí já é romantismo demais, pra uma pessoa como eu que não está acostumado com essas coisas. Tô me sentindo um adolescente, na fase mais idiota da adolescência... Realmente não estou gostando nada da ideia de estar apaixonado, mesmo sendo por uma pessoa maravilhosa como ela.

—Comprou o que te pedi, Rober? -pergunto espressando nervosismo no tom de voz.

—Comprei, eles irão entregar a ela, conforme o nosso combinado -sentou-se na poltrona ao meu lado.

—Ótimo! Conseguiu o carro preto?

—Já está tudo pronto.

Pov Madu

Estou indo para o trabalho, mas com o pensamento em Luan, porque desde o dia em que falei pra ele que teria que desligar porque Diego havia chegado lá em casa, ele está todo estranho e ontem mesmo, Luiz pediu para que eu ligasse para ele e ele já me atendeu com frieza.

—Guto,tenho que te contar uma coisinha- assim que chego ao hotel já vou fofocar com Guto, que o nosso chefe não nos pegue, amém!

—Fala mulher, tô ansioso já -aproximando sua cadeira giratória para perto da minha.

—Então, eu acho que Luan está com ciúmes do Luiz com o Diego e isso é desde aquele dia que te contei que ele tinha ligado. Até entendendo ele, porque a proximidade e o tempo que o Diego pode ter com o Luiz, a agenda dele não o permite isso, e ele criou muito apego com o Luiz.

—Maria, não venha fazer a linha inocente para cima de mim, que não cola -fala incrédulo.

—Oxe, mas não estou fazendo a inocente - faço aspas no ar- estou falando o que eu realmente acho.

—Eu e você sabemos muito bem de quem que ele está sentindo ciúmes - piscou para mim- o que me espanta é você dando uma de louca e de míope.

—Augusto, se você está querendo dá a entender que ele está com ciúmes de mim... Esqueça, porque eu não vou cair na sua pilha - não vou confessar para ele que estava um pouco interessada em Luan, ele iria me encher pelo resto da vida- Já basta a rafa tendo essas idéias malucas também. Eu e ele vivemos em mundos opostos, e no meu mundo os opostos não se atraem.

—Eu não acredito que você está falando isso só por ser recepcionista - novamente me olhou incrédulo- Meu amor, quem terá preconceito com isso? Só se ele conviver com pessoas que não sabem que estamos vivendo no século 21 e que preconceito é burrice.

—Nós temos essa visão, mas nem todos pensam como a gente. E vamos parar com essa conversa, que ele não tá interessado em ninguém aqui.

—Só te falo uma coisa: isso ainda vai dar casamento -gargalhou e foi para o seu lugar.

—Vai mesmo! - respondo irônica e volto para os meus afazeres.

...

Já escureceu e eu estou indo para casa, tomar um banho e ir pra faculdade. Sou desviada dos meus pensamentos com um carro parando próximo à mim, derrepente descem quatro homens de preto, me colocam um capuz e me empurram pra dentro do carro.

—O que vocês querem comigo? Eu não tenho dinheiro não, eu sou recepcionista -começo a gritar.

—Senhora, pode ficar quieta por favor? -mostra uma arma do lado da calça.

—Tá -me calo nervosa, suando frio e com o choro preso na garganta.O que esses homens querem seqüestrando uma recepcionista? Sou mais uma vez desviada dos meus pensamentos quando o carro para e suponho eu,que seja onde eles querem me colocar, por causa do capuz não dá pra ver o lugar, mas pela brisa que senti, acho que é em uma praia.

—Vem - o homem pega em meu braço e me leva pra dentro da suposta casa - Está aqui chefe.

—Pode tirar o capuz dela.

— -me deparo com um lugar escuro e com um homem de costas em minha frente- O..o que o senhor quer comigo? - falo com medo.

—Não está me reconhecendo? -se vira de frente.

—Você? - fico incrédula.



Notas Finais


E esse sequestro, hein?
Isso ta me cheirando coisa de ... ❤


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