História Podrick Petrov - Capítulo 19


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Categorias Mitologia Romena
Visualizações 13
Palavras 529
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Violência
Avisos: Estupro, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 19 - Glafira Matvei


Fanfic / Fanfiction Podrick Petrov - Capítulo 19 - Glafira Matvei

Glafira Marie Matvei, ou simplesmente Glafira Matvei, nasceu no dia 25 de julho de 1927, em Moscou, na Rússia. Ela era filha de um casal morador de rua. Seu pai se envolveu em uma briga de bar no ano de 1929, apanhando até a morte. Já sua mãe morreu após uma grave tuberculose no ano seguinte, em 1930. Com apenas 3 anos de idade e sozinha no mundo, Glafira foi encaminhada para viver em um orfanato da cidade, onde viveu toda sua infância. 

Quando tinha 11 anos, mostrou-se imensamente interessada por teatro, atividade essa que passou a praticar no próprio orfanato desde então. Como era habilidosa fazendo peças, Glafira era constantemente convidada para participar de eventos em outras cidades e até chegou a ganhar duas medalhas e um troféu em algumas de suas apresentações. 

Com seu trabalho teatral tornando-se conhecido, em outubro de 1941, quando tinha 15 anos de idade, Glafira foi convidada pela clínica psiquiátrica que hospedava o tão conhecido psicopata russo Podrick Petrov, a fingir uma relação de afeto por 4 meses com o mesmo como forma de tratamento psiquiátrico, em troca ela receberia um salário mensal. O motivo da estranha proposta era porque como Podrick havia demonstrado certos progressos afetivos com a chegada de seu primeiro filho e mostrado que era capaz de amar novamente quando teve uma curta relação com a falecida Anfisa Lúkin, o psiquiatra do psicopata propôs que se ele tivesse uma parceira afetiva a situação poderia melhorar. O orfanato acabou concedendo o pedido e enviando a menina para a clínica. Ela relatou anos mais tarde que já conhecia  a história de Podrick e que teve certo receio em aceitar por medo do mesmo, mas que acabou se convencendo de que não tinha nada de muito perigoso. 

Glafira chegou a clínica no final de 1941 e foi apresentada a Podrick como uma nova parceira de quarto, que supostamente teria síndrome do pânico em nível grave. Segundo enfermeiros presentes na época, demorou apenas 1 dia para os dois tornarem-se amigos. Além disso, passavam horas juntos, participavam de muitas atividades em conjunto e ela até o ajudava a cuidar de seu filho Viktor, sendo comprovado que a menina havia realmente criado sentimentos afetivos verdadeiros por Podrick, tanto é que mesmo depois do final de seu prazo de contrato com a clínica, eles continuaram se relacionando e ela não ganhava nada em troca, tendo oficialmente se mudado para morar perto do rapaz . Porém, 2 meses depois de se conhecerem, Glafira engravidou do psicopata, resultando no nascimento de seu filho Feliks, no dia 18 de agosto de 1942. A partir de então, assumiram-se como namorados, dividiam a cama e trocavam beijos à vista de todos. No ano seguinte, tiveram juntos uma filha, Natalia, nascida no dia 19 de setembro de 1943. 

No início de janeiro de 1944, Glafira adoeceu drasticamente, tendo dificuldades respiratórias e conseguindo sobreviver apenas com a ajuda de aparelhos. Infelizmente, ela faleceu no dia 24 de janeiro de 1944, com apenas 16 anos de idade, na clínica psiquiátrica. A causa de sua morte é até hoje desconhecida, já que ela nunca apresentou nenhum sintoma de doença em todos os seus anos de vida. 



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