História Poeira em alto mar - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Forever: Uma Vida Eterna
Personagens Personagens Originais
Tags Forever, Jenry, Mortinez
Exibições 14
Palavras 1.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Se alguem ainda lê saibam que estou com um bloqueio criativo e que esta fod@ escrever.
Nao sou boa com titulos, acho que deu para perceber.
Boa leirura.

Capítulo 13 - No hospital


              Henry (Pov)
 
 Eu estava tentando desesperadamente subir para a superfície do rio mas, por mais que eu nadasse eu não conseguia e só me afundava mais. O ar já estava faltando, então eu abro a boca para respirar mas a única coisa que entra é água. 
 Dou um pulo e algo está em minha cara. Retiro rapidamente e entao percebo ser uma máscara de oxigênio. Olho ao redor confuso e avisto Abe dormindo em uma poltrona do meu lado direito. O encaro por alguns segundo então algo toca em meu braço esquerdo e me viro meio assustado.
 -Vá com calma... -Diz Jo com um meio sorriso.
 Não consigo evitar sorrir ao ve-la. -Onde exatamente eu estou? -Pergunto dando uma olhada melhor no local.
 -Você não se lembra de nada? 
 A olho meio sem entender e só então os acontecimentos começam a surgir em minha mente. Adam, o tiro, e o....beijo?! Esse último eu não sei se aconteceu mesmo ou foi apenas um delirio pela falta de sangue mas, mesmo assim, não consigo deixar de sorrir internamente.
 -Se lembrou de algo? -Pergunta Jo me encarando meio...envergonhada?.
 -Um pouco... -Digo passando a mão sobre onde o tiro havia perfurado.
 -Oh finalmente! -Ouço Abe se pronunciar e viro a cabeça em sua direção.
 -Por quanto tempo eu fiquei aqui? -Pergunto, só então percebendo a cara de sono dos dois.
 -Bem, Você veio para o hospital na sexta de manhã... -Começa Abe com a mão no queixo. -e hoje é domingo de manhã então...aproximadamente dois dias. Mas estou feliz que tenha acordado! -Termina me lançando um sorriso.
 -Dois dias?! E vocês ficaram esse tempo todo aqui? 
 -A gente meio que revisou. -Diz Jo dando de ombros.
 -A gente?! Voce ficou aqui todo esse tempo. -Diz Abe a acusando.
 -Você não precisava... -Digo a olhando.
 -Eu só queria ter certeza que você ficaria bem... -Diz Jo desviando o olhar.
 -Agora que você acordou acho que ja posso ir cuidar da loja... -Diz Abe se levantando e se inclinando em minha direção. -Acho que vocês tem algumas coisas para conversar. -Diz em uma falha tentativa de que apenas eu escutasse. -Bom...Vou indo então, e Jo, fique de olho nele. -Diz apontando para mim. -Não o deixe fugir sem que o médico o dê alta. 
 -Pode deixar. -Diz Jo dando uma leve risada.
 Abe acena para nós e sai fechando a porta.
 -Então você é um fugitivo? -Diz Jo se virando para mim com um ar brincalhão.
 -Digamos que não sou um fã de hospitais. -Dou de ombros.
 -Não se preocupe, acho que daqui a uns dois ou três dias você ja ganha alta.
 -Eu vou ter ficar aqui por mais todo esse tempo? -Digo a fazendo rir de minha indignação.
 -Afinal você levou um tiro e perdeu uma quantidade de sangue considerável... -Diz Jo assumindo uma expressão séria.
 -Me desculpe. -Digo encarando um ponto fixo a minha frente.
 -Mas não foi sua culpa ele ter atirado em você. -Diz Jo um pouco confusa.
 -Não por isso, mas por ter...mentido. -Digo sem graça.
 -Acredite...você terá MUITA coisa para nos explicar. -Diz séria. -Mas afinal...Quem você estava protegendo?
 -Você. -Digo a olhando por fim.
 -O que?...Como...? -Jo parece não conseguir formar uma frase.
 -Ele é pior do que você pensa...
 -Henry...Você não precisava ter feito isso! -Diz em tom preocupado. -Eu sei me cuidar,  afinal, eu não sou policial à toa.
 -Contra ele?! Não, não sabe. -Digo determinado.
 -Eu já conheci muitos criminosos assim. -Retruca Jo.
 -Não iguais a Adam! -Me altero. 
 -Então o verdadeiro nome dele é Adam?!
 Confirmo com a cabeça.
 
               Jo (Pov)

 -Acredite Jo...Quando eu digo que ele é pior do que você pensa, é porque ele realmente é! -Diz Henry tentando me convencer. -Ele sabe que eu não tenho senso de auto preservação, então ele teve que ameaçar algo que gosto. -Diz desviando o olhar e parecendo um pouco envergonhado.
 Não me lembro de já ter visto Henry se envergonhar desta forma e não consigo evitar de sorrir internamente com isto. Tento reassumir meu lado profissional novamente.
 -Então...Por que exatamente ele estava te ameaçando? O que ele queria?
 Henry volta a me olhar e por um instante vejo espanto em seu rosto porém, ele logo trata de mudar de expressão.
 -Eu realmente não faço idéia...Ele é louco.
 -Mas...Não está fazendo muito sentido para mim. -Semicerro os olhos o encarando desconfiada.
 -Eu explico melhor quando estivermos junto aos outros.
 -Okay. -Concordo pois, mesmo eu querendo uma resposta que me convencesse, eu sabia que tinha que dar um tempo a ele.
 -Então...Você sabe onde estão minhas roupas?
 -Ali na gaveta de cima. -Digo apontando para uma comoda ao lado do banheiro.
 -Obrigado. -Murmurra Henry se levantando da cama.
 -Espere ai. Onde pensa que vai? -Digo indignada.
 -Calma ai senhorita Jo. -Diz sorrindo. -Não acha mesmo que eu vou ficar todo esse tempo enfiado nessa cama não é?! 
 -Mas o médico disse que você não poderia levantar nem fazer muito esforço. -Digo tentando o convencer de voltar a se deitar.
 -E por um momento você achou mesmo que eu ficaria?! -Diz já pegando a roupa e se dirigindo ao banheiro.
 -Sinceramente? Não. Mas eu disse ao Abe que não o deixaria fugir! -Digo parada em frente a porta do banheiro.
 -E se eu prometesse apenas dar uma volta pelo hospital você se acalmaria? -Pergunta me lançando um sorriso.
 -Okay -Digo bufando.
 -Já volto. -Diz fechando a porta. 

           Henry (Pov)
 
 -Droga de machucado. -Eu sussurrei para mim mesmo enquanto tentava vestir a camiseta. Com os cortes e o ferimento do tiro, estava um pouco complicado se vestir normalmente.
 -Está tudo bem ai? -Ouvi Jo dizer do outro lado da porta. Talvez eu tivesse sussurrado alto demais.
 -Sim...é...só um problema com a camisa...
 -Quer ajuda? 
 -Não! -Eu solto rápido demais. -Eu consigo... -Digo mais lentamente para não parecer que estou sendo grosso. Afinal não podia deixar que ela visse os cortes.
 -Deixa de ser teimoso. -Ouço Jo dizer e logo a maçaneta da porta é girada.
 -Eu realmente estou... -Mas a porta ja havia sido aberta. Dou uma olhada para meus ferimentos e logo em seguida a olho sem graça. Eu realmente não sei o que dizer a ela, mas não preciso pensar por muito tempo pois ela logo se pronuncia.
 -Espera...Era por causa dos cortes que você não queria que eu entrasse?! -Diz chegando mais perto e me encarando.
 -O quê? -Digo confuso. -Como você...
 -Quando os paramedicos foram te socorrer na delegacia, eles tiveram de abrir sua camisa para analisar o ferimento. -Explica com algum tipo de mágoa na voz.
 -Ah... -Desvio o olhar.
 -Eu não estava brincando quando eu disse que você tinha MUITA coisa pra explicar. -Diz Ja me ajudando a me vestir.
 -Eu irei...-Digo mais como um sussurro.
 Jô terminava de fechar os ultimos botões de minha camisa.

            Jô(Pov)

 -Pronto. -Digo ao terminar. 
 -Obrigado. Solta Henry como se estivesse sem folego.
 -Está tudo bem?-Pergunto o olhando. So então percebo como estamos perto um do outro. 
 -Sim... -Diz engolindo em seco.
 Ficamos em silêncio por alguns segundos. Um analisava o outro. De repente me lembro de uma coisa.
 -Ah...Henry. -Falo baixo.
 -Sim? -Responde no mesmo tom.
 -Você...Qual é a última coisa que você lembra depois de ter sido baleado? -Pergunto apreensiva.
 -Não muita coisa... -Responde ele andando de volta para o quarto. -Eu só lembro de que logo após eu ter caido, eu pude ouvir um barulho na porta e então você estava agachada do meu lado.
 Ele ficou em silêncio por alguns segundos. Abro a boca para falar,  mas ele logo continua.
 -O resto acho que foi delirio de minha parte causado pela falta de sangue.-Diz apoiado na comoda.
 -Que resto? -Pergunto curiosa.
 -Nada de mais...-Diz meio constrangido.
 -Você está falando do beijo? -Pergunto sem rodeios. Ele me olha surpreso.
 -Vejo que o Doc. resolveu acordar. -Diz Hanson entrando no quarto


Notas Finais


Não sei quando irá sair o próximo e se terá um próximo.
Ate breve.


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