História Poison - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Tags Nalu, Romance
Exibições 342
Palavras 1.059
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gentie lenda <3
Boa Leitura ae б(>ε<)∂

Capítulo 11 - Devo te abraçar ou te dar uma bebida?


Definitivamente, eu tenho mil razões para simplesmente ir em bora. Mas cara, existe uma boa razão que me prende aqui.

Depois de chorar quase meia hora de baixo do chuveiro – Que no caso eu nem mesmo havia deixado no morno, teve que ser gelado mesmo- Eu finalmente encontrei forças para sair e encarar Natsu, ou não já que me tranquei no quarto de hospedes para trocar de roupa.

 

Na manhã do dia seguinte – Pelo jeito ainda eram seis da manhã – Sai do quarto e desci, encontrei Natsu dormindo no sofá, sua expressão era serena, mas as olheiras de baixo de seus olhos revelavam que ele havia dormido a pouco tempo. Peguei um pedaço de papel dentro da minha bolsa e peguei uma caneta de cima da enorme estante.

 

“ Decidi que quero tomar um chá mais tarde, por que não se junta a mim?

- Lucy “

 

Deixei em cima da mesinha de centro e sai da casa dele, só coloquei meus sapatos quando finalmente sai de dentro da casa dele.

Depois de alguns minutos finalmente cheguei ao metro. Finalmente chegamos ao verão em Nova Iorque, acho que hoje vou chamar as meninas para irmos em alguma festa já que graças a deus, hoje estou de folga.

 

-Acnologia-

 

Finalmente eu havia capturado o desgraçado que atirou na minha irmã. Agora, ele está no meu amável porão, cercado pelas minhas facas e outras armas que uso para tortura. Meus homens nem mesmo se atrevem a me chamar enquanto estou aqui em baixo, já que sabem muito bem que no final, vai sobrar para eles.

O rosto do homem estava escorrido de lagrimas que se misturavam com o sangue, minhas pequenas laminas estão enfiadas em seus braços enquanto o prendem na cadeira que eu tenho especialmente para deixar aqui, a mesma já deixou sua cor original para estar num tom de ferrugem de tanto sangue já derramado sobre ela.

Tic. Toc. Tic. Toc.

O relógio mal pregado soa a cada segundo enquanto penso sobre o que mais posso fazer com este homem? Ele não quer falar, mas eu preciso que ele fale quem o mandou naquele restaurante, naquele dia.

- Estou ficando impaciente – Eu digo e vejo o homem estremecer, ele me olha, um de seus olhos inchado e roxo enquanto o outro fechado já que enfiei uma agulha no mesmo.

- Não... Vou... Falar... – Diz ele pausadamente por conta da dor extrema.

- Ótimo... – Abro uma caixa e pego um de meus pequenos ratos e o mostro para o homem – Sabe o que esse pequenino vai fazer? – O homem nega assustado – Ele vai entrar pela sua boca e descer pela sua garganta até chegar ao seu estomago, que em breve irei abrir para colocar os amigos dele, e então eles irão roer seus órgãos aos poucos, e adivinha? Eu não vou deixar você desmaiar... E vou colocar um espelho bem na sua frente, assim você vai ver e sentir tudo.

- Não ligo – Ele responde e cospe sangue no chão a minha frente.

Um maligno sorriso se forma em meu rosto, ele não faz ideia do quanto eu quis que ele recusasse falar. Me aproximo com passos lentos e pesados, os olhos do homem vão se arregalando cada vez mais e então sua boca finalmente se abre.

- Foi o Zeref – O homem finalmente fala – Por favor me mate, se você não o fizer Zeref vai.

- Seu desejo é uma ordem – Sorrio enquanto pego minha arma personalizada em preto, azul e branco e atiro bem no meio da cabeça dele.

Guardo o rato novamente e retiro meu avental de couro preto e o penduro em um prego na parede e subo as escadas de volta para dentro da casa, a inquietação de meus homens me chamou a atenção.

- O que está acontecendo? – Pergunto para um deles o mesmo abaixa a cabeça em forma de respeito.

- Senhor, sua irmã está na sala e ela está chorando – O homem diz – Estamos fazendo de tudo para que ela pare.

- De tudo o que? – Pergunto novamente.

- Tudo o que ela pede – O homem afirma.

- Ótimo, estou indo vê-la, avise aos outros para deixarem a sala principal – Aviso.

- Sim senhor – O jovem se afasta enquanto eu vou lavar minhas mãos sujas de sangue.

 

- Lucy -

 

A saída dos seguidores de Acnologia claramente me chamou a atenção. Quando perguntei, um deles apenas disse que eram ordens e que meu irmão já estava a caminho.

Limpei meu rosto com a minha blusa de manga longa de panda e peguei mais um pedaço de chocolate – Sim, chocolate!

- Lucy, o que faz aqui? – Acnologia pergunta ao entrar na sala – Meu deus você está horrível – Ouço-o dizer.

- Eu sei – Eu digo – Acabei de descobrir que o cara por quem estou apaixonada vai ter um filho com uma mulher com câncer terminal.

- Ah Lucy... – Ele senta ao meu lado – Devo te abraçar ou te dar uma bebida?

- Uma bebida – Digo rindo tristemente.

- Boa escolha – Ele chama um de seus homens e manda o mesmo pegar vodka, o homem sai em seguida – Quer que eu mande mata-la?

Eu o olho um pouco confusa.

- A mulher com câncer – Ele diz.

- Sim – Faço bico – Mas você não pode, se ela realmente estiver grávida.

- Você tem razão.... É uma regra – Ele diz pensativo – Mas e se ela morrer de uma bala perdida?

- Acno! – Eu o repreendo – Estamos planejando matar alguém, para.

- Lucy isso é o que eu faço e você sabe muito bem disso – Ele diz e bagunça meu cabelo.

Ajeito meu cabelo e o homem entra com uma garrafa de Vodka e dois copos, e coloca tudo sobre a mesinha de centro.

- Mais alguma coisa senhor? – Pergunta o homem com a cabeça baixa.

- Não, saia, se eu precisar eu chamo, e mais uma coisa, deixe todos em alerta se virem Zeref me avisem imediatamente – Meu irmão diz completamente autoritário.

- Sim senhor – O jovem diz e se retira fechando a porta atrás de si.

Acnologia abre a garrafa de Vodka e enche um copo para mim e outro para ele.

- Você vai ficar bêbada... Sei que precisa disso – Ele sorri de lado e bate de leve seu copo no meu e nos bebemos.

Meu irmão tem toda razão, preciso muito ficar bêbada agora.


Notas Finais


mereço comentário? Acho que sim! (*´-ω)o旦~┏┓
queriam tanto o Acno aí está ele haha <3


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