História Poisonous Love - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Lílian L. Potter, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Tiago S. Potter
Tags Alvopotter, Escorpiomalfoy, Harrypotter, Scorbus
Exibições 181
Palavras 1.153
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


... Não posso falar nada...

Capítulo 4 - Beijo


Albus acordou de madrugada, o coração acelerado por causa de um sonho estranho que tivera. No seu sonho, continuava no corujal, ao lado de Scorpius, mas enquanto o olhava, percebia que tinha outra pessoa ali e soube quem era quando ele disse: "Viu?! Você já tem ele!". Sabia que era James ali, mas seus olhos continuavam nos do amigo, e assim como no momento, ele encarava a boca de Scorpius, sem entender como do nada ela parecia tão bonita. Ele se aproximava, mais e mais, até quase não ter mais espaço entre eles, e então Scorpius dizia: "Por que está fazendo isso? Vamos, se afaste." Albus se sentia magoado, parecia tão reais as palavras. "Não me quer perto?" Ele perguntou e Malfoy riu, mas ainda sem se afastar. "Desculpe, Albus, mas não." Ele sentia como se estivessem lhe cortando o coração, então acordou. Logo olhando para a cama ao lado da sua e verificando que fora tudo um sonho, que Scorpius estava dormindo e que aquilo nada mais era que sua imaginação e Ainda melhor, que Scorpius nunca havia o mandado se afastar. Com um suspiro ele chutou os lençóis da cama e se sentou, passou as mãos no rosto e riu. Agora seu sonho parecia ridículo, ele nunca tinha chegado perto daquela forma de Scorpius, nem quisera, não antes. Agora tinha dúvidas. Scorpius sempre foi seu amigo, nada mais. Por que do nada aquele sonho? E Albus não podia negar, quis chegar mais perto tanto no sonho como na realidade, queria segurar o rosto dele, sentir sua respiração perto da sua. Se xingou por está pensando nisso, claro que aquilo não fora nada e que era só o sonho o deixando confuso, nada demais. 
Olhou para a porta, devia dormir na sala comunal, talvez isso o fizesse bem. Se levantou e sem fazer barulho rumou para os sofás de couro que ficavam na frente da lareira. 
Lá ele se deitou e olhando para o fogo ia começando a dormir quando alguem o chamou, olhou para a porta dormitório e viu Scorpius parado lá, não evitou sorrir, estava Ainda meio bêbado de sono. 
-O que está fazendo aqui? -perguntou Malfoy com a voz rouca. 
-Perdi o sono, e você? 
-Sonhos. -aquilo acordou mais  Albus.
-O que sonhou? -Scorpius vinha meio cambaleante para o sofá, coçando os olhos no meio do caminho. 
-Nada demais. -sentou no sofá e bocejou. -Acho que tinha a ver com grifos, alguma coisa assim. 
-Ata. -Albus bocejou e involuntariamente encostou a cabeça no ombro de Scorpius. -Não me deixe dormir aqui, podem achar estranho quando acordarem. 
Malfoy riu e assentiu.
-Claro. 
Albus se aconchegou mais no ombro de amigo sem nem lembrar do sonho a alguns minutos.
-Se você não fizer isso, não vai dormir. -disse Scorpius tirando as mechas negras que caiam no rosto de Albus. -E tem que cortar os cabelos. 
-Não tive tempo ultimamente. -balbuciou Albus, que tinha o rosto quase no pescoço do amigo inconscientemente. -Você cheira bem. 
-Ok, é melhor você se sentar.
Irritado, Albus se sentou, mas viu ao se afastar que os braços de Scorpius que estavam semi cobertos, estavam arrepiados. E se sentiu  confuso de novo. 
-Eu também sonhei. -disse quase num sussurro. 
-Com? 
-Com... com corujas. -mentiu, cogitou em o contar a verdade, mas talvez fosse melhor não. Apesar de corujas também parecerem suspeitas. 
-O que acontecia? 
Albus ficou calado, sentiu que Scorpius ficou tenso, então respirou fundo e negou com a cabeça. 
-Nada, nada que fosse importante. Só piavam. -o outro continuava tenso, mas riu e passou as mãos no rosto. 
-Vou voltar para o dormitório. -ele se levantou. -Não demore muito. Não quero ficar sozinho amanhã. -se virou e seguiu para o quarto. 
Albus suspirou quando ouviu a porta se fechar de novo, ele se deitou no sofá e escondeu o rosto nas mãos sussurrando pra si mesmo.
-Tão perto, de novo tão perto... não. 

-X-
Na manhã seguinte, Scorpius não viu Albus na cama, devia ter dormido na sala mesmo. Ele se vestiu para a primeira aula e saiu do dormitório com as suas coisas, e lá estava Albus, já vestido e com uma mochila ao seu lado. 
Scorpius parou no meio do caminho, se arrependia um pouco de não ter o contado a verdade ontem e que na verdade seu sonho fora muito mais intenso do que um grifo. Seu coração batia rápido e ele perdia o ar sempre que lembrava, parecia tão real aquele beijo, mas não fora real. Scorpius não se sentia bem em sentir aquilo, talvez fosse só uma duvida normal que qualquer um tinha, mas... até sonhar com isso? Era demais. 
Tentando esquecer isso, ele se aproximou de Albus e perguntou: 
-Acordado cedo? Vai ocorrer um milagre hoje? 
-Não quis decepcionar. -Albus respondeu sorrindo e fazendo Scorpius querer sair correndo, não acreditava que estava mesmo sentindo borboletas na barriga por causa de um sorriso do seu melhor amigo. -Vamos? Qual a primeira aula? 
-Transfiguração. -Scorpius respondeu jogando a mochila num ombro.  
-Ah, que ótimo. -Albus revirou os olhos. -Vamos, a maioria já foi. 
-Por que não me acordou? -Scorpius perguntou já andando para a porta, o outro vindo a passos rápidos atrás. 
-Porque... eu tive pena. 
-Não é pra ter pena. -eles saíram correndo pelo corredor do subsolo. 
Já na escada para o primeiro andar, encontraram Rose descendo, ela sorriu pra eles e os fez parar por um momento. 
-Scorpius, hoje de cinco horas, pode ir na biblioteca? 
-Claro. -respondeu apressado para ir para a aula, mas então ela fez algo inesperado. Rose puxou Scorpius e o beijou. 
Malfoy não entendeu muito oque aconteceu, mas quando ela se afastou sorrindo dele e continuou a descer, Albus já não estava mais atrás dele. 

-X- 
Aquele beijo fora demais para Albus, ele passou pelos dois e praticamente correu para a aula de Transfiguração. Pediu desculpas a professora pela pressa em que entrou, mas logo tomou conta do lugar ao lado de Clary Longbottom, que  o olhou preocupada. Ele não queria sentar na mesma mesa com Scorpius depois daquela cena. Mesmo que fosse óbvio e que agora ele não pudesse negar que estava com ciúme, aquele beijo o doeu tanto quanto o sonho. 
-Tudo bem, Albus? -Clary perguntou num sussurro. 
-Eh... mais ou menos. 
-O que foi? -ele abaixou a cabeça para o livro aberto a sua frente, ouviu a porta abrir e soube que era ele. Sentiu seus olhos queimarem e se odiou por isso, Clary pareceu mais preocupada. -Quer conversar depois? -ele assentiu e ela voltou a assistir a aula. 

-X-
Quando chegou na sala, Scorpius viu que Albus estava junto à Clary, sentiu vontade de puxa-lo consigo para outra mesa, mas fazer isso na frente de todo mundo seria estranho.  Se sentou com um menino da Lufa-lufa que não sabia quem era. Não prestou atenção na aula direito, ficava monitorando sempre que Albus começava a conversar com Clary, isso era um inferno. 

 


Notas Finais


O que me dizem? Não me atirem coisas pelo amor de Deus!
Sinto que ainda vou sentir muitos sapatos sendo jogados mentalmente em mim...
ui, Spoiler? Nunca.


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