História Poisonous Love - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Lílian L. Potter, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Tiago S. Potter
Tags Alvopotter, Escorpiomalfoy, Harrypotter, Scorbus
Exibições 134
Palavras 1.486
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem, estou sem criatividade. Para notas hoje!
ENTÃO SÓ APROVEITEM!

Capítulo 5 - O travesseiro


Pela noite os alunos pareciam está muito animados, e Scorpius não compartilhava do mesmo clima. Saiu da mesa no Salão Principal mais cedo do que devia. Albus não estava falando com ele e a não ser o compromisso de ir a biblioteca falar com Rose oque já tinha feito mais cedo, não tinha nada para fazer. 
Albus devia está com raiva dele, o porque ele não tinha certeza, durante a segunda aula pela tarde que fora de Aritmancia, sua cabeça estava tão cheia com isso que chegou a uma conclusão que surpreendeu até a si mesmo. Talvez Albus nunca o tivesse apoiado com ninguém, no caso Rose, porque ele gostava dela. Isso o entristeceu, uma conclusão diferente poderia tê-lo deixado melhor, mas não via outra opção se não essa. Se sentou na cama e viu que estava sozinho no dormitório e então percebeu, ao se deitar, que lhe faltava um travesseiro, olhou para a cama de Albus e lá estava o seu travesseiro, riu lembrando de quando o amigo o roubou, mas logo voltou a se sentir mal. Com um suspiro ele se virou de costas para a cama de Albus e decidiu não ir buscar o travesseiro de volta. 

-X-
Como havia combinado com Clary, Albus a encontrou após o jantar no pátio, onde não haviam quadros para ouvir, em Hogwarts as paredes literalmente tinham ouvidos e bocas para sussurrar seus segredos. 
Não sabia mesmo oque ia contá-la, como se sentia ou só oque tinha acontecido e mentir. Enquanto passava pelos corredores, ouviu o barulho das escadas se movendo nos andares acima, lembrava de Rose puxando Scorpius pela capa, nunca ficara com tanta raiva da prima e nem quisera tanto desaparecer. 
Quando chegou no pátio aberto, Clary estava sentada num banquinho de cimento, com os cotovelos na mesinha redonda a sua frente, velas em candelabros estavam presas nos cinco pilares que circulavam aquele pátio, que fora criado logo após a guerra no intuito dos alunos terem um lugar sem magia para fugir, as vezes era muita pressão. Ele respirou fundo e sorriu indo se juntar a ela, sentou na cadeira oposta à dela e ela o olhou preocupada. 
-Finalmente podemos conversar. -Clary disse se inclinando mais na mesa. -Eu tive que convencer algumas pessoas que aqui estava enfestado de diabretes. -ela se afastou orgulhosa de si mesma. -Idiotas.
-Achei estranho que aqui estivesse vazio. -Eles ficaram calados, mas era escrito no rosto dela que estava curiosa. 
-Vamos lá, me conte porque chegou não chateado hoje. 
-Não... não estava chateado. -disse para suas mãos entrelaçadas na mesa. 
-Então... 
-E-Eu não sei bem como eu estava. -Albus percebeu que sua tentativa de contornar o assunto não estava funcionando. Clary levantou o rosto dele e sorriu o encorajando a falar. 
-Sabe que oque me contar vai continuar comigo. -ela segurou as mãos dele. -Eu juro. 
Albus assentiu e sentiu seus olhos lacrimejarem, normalmente isso estava acontecendo. Sentiu finalmente tirando a armadura que usava contra tudo e todos, atualmente até contra Scorpius. 
-Hoje de manhã eu estava indo para a aula com Scorpius e... e Rose -disse limpando a garganta e soltando uma mão da de Clary para tirar com raiva as lágrimas que se juntavam. - o beijou. Ela o beijou e eu não me senti bem com isso, literalmente eu quis me jogar daquela escada, mas o máximo que eu consegui foi correr pelas escadas até a sala e quase chorar no meio da aula. -ele riu sem graça. Clary apertou carinhosamente suas mãos. 
-Ficou com ciúme. -ela disse baixo, ele a olhou, Clary se assemelhava a uma irmã mais velha que ele nunca teve. -Albus, isso é normal. 
-É? -ele perguntou quase num sussurro. -E por que agora? Eu, eu nunca senti isso antes, por ninguém. 
Ela sorriu e o deixou confuso, ele estava se abrindo sobre uma coisa que lhe doía a dias, e ela ria?
-Bem, tem alguns nomes para isso, eu vou te perguntar e você responder sim ou não, certo? -ele assentiu. -Você fica nervoso? 
-Sim.
-Suas mãos suam? 
-Ás vezes. 
-Sua barriga gira como se estivesse andando numa vassoura pela primeira vez? -é, as comparações dos bruxos não são nada como a dos trouxas. 
-...sim. 
-Tem sonhos? -ela sorria mais Ainda. 
-Sim. 
-Você está apaixonado, Albus. 
Ele arregalou os olhos, pensou ter parado de respirar por um momento, porque do nada parecia ter corrido uma maratona. 
-Mas... ele é meu amigo. 
-Espera, estava com ciúmes do Scorpius? -ela levantou as sobrancelhas surpresa, até ali não tinha levado essa hipótese. 
-Estou apaixonado pelo meu melhor amigo? -ele perguntou baixo e se levantou. -Deve estar enganada. 
-Isso também é normal. -ela tentou amenizar. 
-Se eu disser que isso é ruim vai ser eufemismo, Clary. -disse se virando de costas e passando as mãos no rosto. 
-Por que acha que isso tão ruim? -ela perguntou se levantando e assumindo um posição quase defensiva. -Atualmente muitas pessoas são assim. 
-Sabe o quanto eu sofro nessa escola por ser simplesmente quem eu sou sem isso? Imagina como seria pior! -ele voltou a se sentar e a respirar fundo, nunca tinha se apaixonado por ninguém, então estava sendo difícil digerir isso quando era principalmente pelo seu melhor amigo. -Eu não estou apaixonado por ele, Clary.
Ela abaixou a guarda e o abraçou sentado-se ao lado dele no banco. Albus aceitou o abraço, suspirou, agora as coisas eram muito mais difíceis, pior que está apaixonado é não ser correspondido. Scorpius tinha Rose, e ele tinha apenas um segredo. 
-Não conte a ninguém, por favor. -sussurrou Albus. 
-Não vou. 

-X-
Em algum momento Scorpius decidiu ir atrás de Albus, já devastado com a demora do outro e esperando ainda conversar com ele, saiu da Masmorra da Sonserina e subiu para o Salão Principal, não havia ninguém, mas quando foi voltando avistou Lily subindo as escadas, ele a chamou e quando ela parou, Scorpius correu ao seu encontro na escada. 
-Você viu seu irmão? 
-Acho que o vi indo para o pátio. Não ficou muito tempo depois que você saiu. 
Ele assentiu e desceu de voltar, indo pelo corredor que dava lá fora no pátio, seu estômago começou a revirar como se o mandasse voltar, mas ele continuou.
O corredor continuava para frente, mas a parte que o ligava ao pátio era apenas uma mureta que se abria no meio para da passagem e lá estava Albus, só tinha um problema, ele não estava sozinho. Sem sentir ele prendeu a respiração e voltou rápido e silencioso pelo corredor. Claro que ele não estava sozinho, oque o fez pensar nisso? E não devia se importar, devia está feliz por Albus estar com alguém e não em outra briga por aí. 
Quando chegou no seu dormitório de novo ele se deitou e sentiu uma lágrima cair e se misturar ao lençol da cama. Ele a enxugou com raiva e dor, depois apagou. 

Na manhã seguinte quando acordou e se virou para a cama do amigo o viu dormindo tranquilamente ali, agarrado ao seu travesseiro sem sentir. Scorpius bufou e olhou para o relógio, ainda faltavam duas horas para que tivesse a primeira aula da manhã. Ele se sentou e fechou as cortinas da sua cama, pegou um dos livros de Adivinhação e tentou estudar, sussurrou um 'lumos' o mais baixo que pode e foi lendo. Cinco minutos depois percebeu que não tinha lido nada até ali. Queria jogar o livro na parede, rasgá-lo, bater em Albus com ele, qualquer coisa que aliviasse sua raiva. Então alguma coisa atingiu as cortinas, ele abriu a da direita para a cama de Albus e o viu com a testa franzida, o lábio ainda tinha o corte mas quase não aparecia. 
-Por que fechou as cortinas? -sussurrou se esticando para tentar pegar o travesseiro de Scorpius que tinha atirado. 
-Porque eu quis. -respondeu no automático. 
-Ok. -Albus se sentou e Scorpius prendeu a respiração, ele se levantou e se abaixou para pegar o travesseiro, depois sentou na beira da cama dele. -Desculpe por ontem. 
-Não precisa se desculpar. -Scorpius se afastou um pouco, desde o seu último sonho não queria ficar tão perto, ou queria. 
-Certeza? Parece com raiva de mim. 
-Ficou com raiva de mim o dia todo ontem, não tem como se salvar, Potter. -Albus riu e assentiu. -E quero meu travesseiro ainda. 
-Eu disse que era meu agora. 
-Bem, segundo você eu cheiro bem, é por isso? -por um minuto ele esqueceu que estava com raiva do amigo, mas Albus ficou vermelho como um tomate e ele não pôde evitar de rir. -Onde estava ontem à noite? 
-Eu estava conversando com a Clary. 
Pelo menos ele não mentiu, pensou Scorpius, mas com o coração voltando a doer. 
-Ata. 
-Por que? -Albus ergueu uma sobrancelha, de repente Scorpius havia perdido o humor de novo. 
-Nada. 
-Ciúmes Malfoy? -brincou, mas Scorpius quis responder se verdade. 
-Nunca, e eu ainda quero meu travesseiro.
-Vai ficar querendo. 


Notas Finais


Comentem meus unicórnios!


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