História Pokémon - Emperador Version. - Capítulo 4


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Categorias Pokémon
Personagens Black, Blue, Crystal (Misao), Diamond, Emerald, Gold, Leaf (Green), Pearl, Personagens Originais, Professor Oak, Red, Ruby, Silver, White, Yellow
Exibições 9
Palavras 1.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shounen, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Oh, eu tenho que ir ver se um pirralho está vivo? Ok.


Kaiser continuou andando, até na direção do que supostamente era um laboratório Pokémon, e no final das contas, realmente era um laboratório Pokémon. Rapaz, como aquele garoto ficou feliz, tão feliz que ele cagou e andou para sua felicidade e bateu na porta do estabelecimento.

- ... – O menino retirava alguns fios de cabelo que estavam tentando entrar em seus olhos, enquanto esperava a porta ser aberta.

- Olá? Posso ajudá-lo com alguma coisa? Ah, você deve ser filho da Mary. – Um homem de aproximadamente 30 anos abriu a porta, mostrando um rosto sem nem um fio de barba, e um topete roxo de 20 centímetros de comprimento.

- Sim... – Kaiser não conseguia se lembrar do motivo de estar ali, uma vez que toda sua atenção havia sido roubada pelo o corte de cabelo do professor. – Digo... Sim. Sou Kaiser, filho da nova professora daqui. Vim aqui falar com ela sobre um certo assunto.

- Sobre seu Pokémon? Ela me contou. Bem, pode entrar, pequeno garoto, vou aos fundos pegar algumas pastas, sua mãe está te esperando na sala do meio.

- Tsc... {Pequeno garoto de c@ é rola! Deseje que eu nunca te veja sozinho na rua.} – O garoto passa pela a porta, e vai na direção que lhe foi orientado.

Chegando à sala destinada, Kaiser viu sua mãe arrumando alguns papeis e eletrônicos que existem no chão do lugar, colocando-os em certas prateleiras e etc.

- Mãe.

- Ah? Ah! Filho! – A professora se levanta muito rápido ao escutar a voz de seu filho, porém ela não lembrava que estava embaixo de uma mesa, e como conseqüência, sua cabeça bateu na quina da superfície de metal. – Ai...

- Tsc... Como pode? Está explicado o porquê de a Konigin ser tão desastrada... É genético... – Kaiser dá uma pequena corrida para se aproximar de sua mãe, dando uma examinada na parte atingida para ver se algo grave ocorreu, e felizmente a resposta era não. – Tsc.. – Ele suspira. – A senhora deveria tomar mais cuidado.

- Hehe... Essa não é a fala que geralmente as mães falam? – Mary sorri para seu filho.

- É, deveria ser, mas aparentemente não aqui. - Dando ombros, o rapaz continua. – Enfim, acho que chegou a hora de conversas sobre aquilo.

- Sim... Veja, eu entendo o motivo de querer começar uma jornada, já que isso é o sonho de qualquer um que vive nesse mundo. Passar cada dia com seus pokémons e observar a evolução de cada juntamente com a sua própria evolução é excitante, eu sei. Admirar as mais belas vistas que existem em cada lugar que passamos, e conhecer novas pessoas é de fato algo muito legal... Eu pessoalmente não tenho nada contra você querer fazer isso, e pelo o contrario, eu ficaria super feliz... Só que... Você nunca se interessou por isso antes. Eu pergunto e espero ouvir uma resposta honesta de você, filho. O que te motivou a querer isso?

Kaiser fica calado por alguns segundos. Ele coloca suas mãos eu seu queixo, olha para cima, para baixo, para um lado e para o outro, e no final, dando um sorriso de canto e inclina sua cabeça para cima.

- O que mais? Eu quero experimentar tudo isso mesmo. Hehe, e quem sabe, talvez, criar um exército para dominar o mundo.

- Exército... Dominar o mundo...? – Mary se joga no chão de tanto rir, lagrimejando.

- Olha, não é bonito uma mãe rir na cara do seu filho quando ele conta o motivo de seus sonhos. – Ele comenta.

- Por favor... N... Não conte mais piadas... – Colocando sua mão no ombro do garoto, ela o encara diretamente em seus olhos, ainda com um bobo sorriso em seu rosto. – Eu pedi uma resposta honesta... Pô... Bem, eu só peço que mantenha contato com sua mãe querida.

- Hum... – Ele lança outro sorriso de leve, deixo de arrogância e orgulho. – Não se preocupe, eu ligarei.

- Ei, desculpem-me interromper o momento família... Mas eu quero te pedir um favor, pequeno garoto. – O do topetão chega à sala.

- { PARE DE ME CHAMAR DE PEQUENO GAROTO, FILHO DA P#!@}

- Professor Palmo, o que quer? Você não vê que está sendo inconveniente? Você acha que meu filho irá sorrir para mim desse jeito quando? Poxa cara, não interrompe raridades assim. – A professora brinca com a cara de seu filho, que a ignora, não por causa da frase, sim por ainda está muito ocupado xingando mentalmente o homem do topete.

- Mil perdões. – Ele ri e coça a nuca. – Bem, eu só vim aqui abusar um pouco da gentileza de sue filho.

- Boa sorte em tentar um pouco disso ai. – Mary complementa.

- Caramba. Essa é a maldita imagem que você tem sobre mim? Excelente. – Kaiser cruza os braços e encara Palmo. – Mas fala ai, o que você quer comigo? Fique sabendo que possuo apenas 14 anos, então qualquer coisa será crime.

- Que língua você tem, em? Bem, como você quer seu Pokémon e tal, eu acho que tenho uma ótima missão inicial. Existe um garotinho dessa cidade chamado Wendy. O pobrezinho perdeu os pais em um acidente de carro e desde então viveu sozinho em sua casa. Rumores horríveis começaram a existir sobre sua pessoa, o que fez ele se isolar cada vez mais. – Em uma pausa, o professor se senta em uma cadeira. – Eu sempre tentei conversar com ele, mas ele respondia com coisas do tipo: “ Provarei que não preciso de ajuda”, “ Eu  não sou um fraco! Vá embora”, “ Me deixe sozinho”.

- Nossa, parece que se trata de um legitimo viadinho... – Kaiser coloca apóia seu cotovelo em seu braço, formando um ele com os membros superiores, posicionando sua mão em sua face e por fim, suspirando.

- Ele saiu correndo de sua casa hoje, quando viu um grupo de crianças daqui indo para a rota 101. Provavelmente ele estava querendo capturar algum Pokémon lá. – Palmo continua. – Eu estava muito ocupado com algumas coisas desse laboratório, então não pude ir lá Pará-lo.

- Espera. Você nem ofereceu algum inicial para ele? – O garoto pergunta.

- Não havia como. Esse laboratório estava inativo até a chegada de sua mãe. Só agora que chegou uma encomenda de iniciais aqui. E mesmo assim, se eu tentasse oferecer um para ele, provavelmente Wendy recusaria.

- Entendo. Mas a pergunta é: “O que diabos eu tenho haver com a vida desse bostinha?”

- Seu filho é grosso assim mesmo?

- Não sei se foi falta de surra... Mas ele é um bom menino. – Mary ri.

- Bem... Ainda estou um pouco preocupado a respeito disso. Gostaria que fosse lá ver se ele está bem. Ele é um garoto baixinho, uns 8 anos de idade. Cabelos ruivos e curtos, óculos e boné.

- Vou ver se acho alguém assim. – Kaiser dá ombros. – Antes, quero pegar meu Pokémon.

- Ah, verdade. – A professora corre até a sala ao lado e volta do mesmo jeito, com o adicional de uma mala marrom. – Aqui filho, pode escolher um desses. – Ela joga as pokébolas para cima e os 3 inicias se libertam: Treecko, Torchic, Mudkip.

Examinado rigorosamente cada um, Kaiser praticamente penetrava a pele de cada um com um olhar assustador. Observando o comportamento de todos, o Torchic parecia ser forte, e levando que sua ultima evolução era poderosa, era uma boa escolha, porém o rapaz viu que ele parecia muito imperativo, então o descartou. O Mudkip andou na direção do pé de Kaiser, a fim de fazer uma saudação amistosa, contudo antes que chegasse perto, o Treecko avançou em sua direção e disparou um chute em seu rosto, o levando para longe, e no final, tirou um pedaço de grama, colocou em sua boca e olhou diretamente para Kaiser.

- Que seja, você é o menos estúpido aqui. – Ele aponta para o tipo grama.

- Oh... – Mary fazia carinho no pobre Mudkip, enquanto recolhia o Torchic. – Bem... Se for esse seu Pokémon, acho bom que cuide bem desse treec..

- Enikis. – Kaiser corta sua mãe no meio de sua frase.

- Quê? – Ela pergunta.

- Não o chame de Treecko. Não quero me lembrar que ele é um Pokémon toda a vez que eu precisar chamá-lo, então seu nome será Enikis. – o rapaz explica.

- C-certo... Bem, aqui estão algumas pokébolas e sua pokedex de hoenn. – Ela entrega os itens para o jovem, que logo guarda o que lhe foi entregue.

- Tsc... Certo. Provavelmente eu volto aqui para me despedir, quando eu achar esse pirralho, então... Até daqui a pouco mãe.

Kaiser sai correndo, atravessando a porta e continuando sua jornada, agora com a companhia de um parceiro. 



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