História Pokémon - Emperador Version. - Capítulo 5


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Categorias Pokémon
Personagens Black, Blue, Crystal (Misao), Diamond, Emerald, Gold, Leaf (Green), Pearl, Personagens Originais, Professor Oak, Red, Ruby, Silver, White, Yellow
Exibições 14
Palavras 1.801
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shounen, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Pokémons também mordem, então tomem cuidado.


- Kino, querer tentar capturar um? – Ri pergunta, esticando seu braço e oferecendo uma pokébola.

- A-Ah... Não, obrigada. Acho que vou assistir vocês primeiro. – A jovem dama responde, dando um sorriso bobo.

- Você que sabe. Bem, vamos lá! Primeiro precisamos achar um bem manso... – Olhando em volta, a de cabelos azuis procura algum Pokémon que se encaixe em sua condição.

- Aqui só tem Zigzagoons, Poochyenas e Wurmples. Então fica mais fácil para vocês. – diz Rutra.

- Fiquem ai conversando o tempo que precisarem, mas eu irei capturar um Poochyena agora mesmo! – Marcos exclama, pegando sua única pokébola e sai correndo para a área onde se encontrava os pokémons.

- Ei! Calma ai! Volte Marcos! – Gumi grita, com uma expressão de assustada.

- Ah? O que foi, baixinha? – Ele para de correr e se vira.

- Você sequer tem um Pokémon para te salvar caso algo acontece. É melhor todos ficarmos perto do Rutra... E eu não sou baixinha! – a loirinha tenta jogar uma pedra na cabeça de seu amigo.

- Verdade... – Pensa Clarice. – Melhor ficarmos juntos, ainda mais pela a Koni. Seria uma coisa horrível se ela se perdesse logo hoje.

E assim eles saíram para caçar algum Pokémon ai. Mesmo que não tivessem muitas chances, todos sorriam e cantavam junto, o que fazia com que Konigin ficasse cada vez mais confortável, no meio daquele grupo.

ENQUANTO ISSO...

- Shooby Dooby Doo... – Kaiser pronunciava uma sequência de palavras em um ritmo de Blues, enquanto andava em direção da rota 101. - ...Vamos ver... – Colocando a mão em seu bolso, ele tira uma pokébola e retira o seu parceiro dali de dentro.

- Tre.. – Enikis sai de seu pokébola, dando costas e de braços cruzados para seu dono.

- Ei, cara, é melhor você não me irritar. – O jovem diz ao seu Pokémon.

- Treecko. – Ele se vira e inclina sua cabeça, como se estivesse falando: “Digo o mesmo.”

- Hehe... – Kaiser solta uma risada de canto. – Parece que você não vai me dar trabalho, não é mesmo?

Enikis fica de cabeça torta, querendo entender o que ele queria dizer com aquilo.

- Veja. Eu apenas quero formar um time forte o suficiente para não perder para ninguém, e você não gostaria de se tornar um ser bem mais forte do que os outros? Não foi por isso que você retirou aquele Mudkip de minha direção? – Kaiser olha para cima e continua.

- Mudkip em sua ultima forma alcançam o grande Swampert. Um excelente Pokémon tipo aquático e solo. Tipagem dupla é algo maravilhoso. A Variabilidade de ataques e tipos em sua equipe aumenta 2X mais do que um tipo só, que é seu caso. – Ele se vira para Enikis e o fita fixamente. – Porém, você mostrou ter personalidade para ser meu soldado.

- Treecko! – O verdinho coça seu nariz, como se estivesse falando: “Hehe, orbigado.”

- Então, por enquanto você ainda é um fraco nível 5, contudo, em breve até uma simples Investida sua será capaz de derrotar uma Avê lendária.

- Treecko! – Enikis estica seu braço é faz um sinal de OK para seu dono.

- Bem, assim fica mais fácil falar contigo... Agora, vamos logo. Quanto mais rápido eu achar esse garoto, mais rápido eu saiu dessa cidade. – Kaiser se agacha e verifica se seus cadarços estão amarrados, e vendo que não estavam, ele decide deixá-los mais firmes. – “Ok, Boy”, vamos!

O jovem corre enquanto Enikis o acompanha na corrida, deixando uma pequena linha de poeira para trás. Depois de alguns minutos, os dois já estavam dentro da rota 101, mas sem sinal de vida de nem um garoto ou pessoa ali. Alguns outros pokémons passavam por perto dele, com Zigzagoons e etc, mas nada que fosse de seu interesse. Porém, enquanto andava, ele viu uma espécie de ninho de Wurmples, onde um pobre Zigzagoons tentou pegar uma Oran Berry que estava ali dentro, e quando se aproximou daquele lugar, vários Wurmples atacaram de uma única vez o Pokémon.

- Oh, eles são bem cooperativos. Se não me engane, eles suam suas caudas para se defenderem de seus predadores naturais. – Ele comenta para sua própria pessoa, mas logo em seguida desvia sua atenção para que não tropeçasse em nem um galho em sua frente.

DE VOLTA PRA KINO E SEUS AMIGOS...

- Droga! – Gumi gritou ao ver que o seu alvo saia de sua pokébola. – Eu não te achava bonito o suficiente mesmo!

- Gumi, você é muito honesta consigo, em... – Rutra falou, com uma gota em sua cabeça.

- É muito difícil capturar qualquer Pokémon sem enfraquecê-lo é quase uma missão impossível... – Konigin suspira, sentada em cima de uma rocha, assistindo tudo.

- Para você é fácil falar, né? Não está fazendo nada, além de observar! – Marcos grita.

- Ei! Não seja por isso. Eu posso capturar um, se eu quiser! – A jovem dama cruza os braços, infla as bochechas e olha para o lado.

- Ae? Então tenta ai. – Marcos pega uma pokébola de Rutra e joga na cabeça de Koni. – Vamos ver se você é capaz de capturar uma Poochyena.

- Marcos, pare com isso! – Clarice entra no meio. – Você sabe que as Poochyenas são as mais difíceis de perigosas de tentar capturar.

- É por isso que eu quero ver se ele é tão bom assim – Ele responde, não se intimidando.

 - Não vejo problema nisso, Ri. Vou mostrar para ele que eu posso fazer algo do tipo. – Levantando-se da rocha, Konigin tira um pouco da sujeira de seu vestido e anda em direção as árvores, onde possivelmente encontraria algum Poochyena.

Mesmo que estivesse agindo dessa maneira, Koni não estava nem um pouco confortável em ir atrás desse Pokémon. Ela só agiu dessa maneira para mostrar para seus amigos que não era uma completa inútil, com medo que parassem de falar com ela por não agir na hora das brincadeiras, coisa que já havia acontecido em Kanto.

Andando mais um pouco, ela foi capaz de ouvir um som estranho, de um choro. Isso arrepiou completamente seu corpo, deixando-a paralisada.

- Ei ei. Não precisa ir tão rápido... Ah? O que foi, Koni? – Clarice pergunta, se aproximando por trás, juntamente com o resto do grupo.

- U-U-Um... S-s-s-om de ch-ch-choro... – A jovem dama tremia muito.

- Ah? – Antes que pudesse perguntar de novo, Ri foi capaz de escutar o que sua amiga estava tentando falar. – Um choro?

- Parece estar por perto... Será que alguém se perdeu aqui? Não faz sentido... Não aparecem muitas pessoas por aqui, e os que moram em Littleroot dificilmente se perderiam aqui. – Rutra tenta achar uma resposta para explicar o que estava acontecendo.

- Gumi não está gostando do que ouve... – Ela se esconde atrás de marcos, puxando um pouco de seu colete.

- E o que estamos esperando? Não vamos saber o que é se não formos lá! Garota chata, depois você captura esse seu Poochyena. – O garoto de cabelo espetado sai correndo para onde vem o som, deixando com que Gumi caísse no chão.

- Ai... – A pequena se levanta e quase chora. – Não... Damas não choram...

- Marcos! Caramba... QUE GAROTO IDIOTA! – Clarice e o resto do grupo correm atrás do menino.

Andando poucos metros, todos chegam um campo aberto, como se fosse uma espécie de arena entre as árvores. Marcos estava parado, olhando um grupo de Poochyenas que circulavam um garotinho ruivo.

- Shiu... Não façam barulho. – Ele adverte. – Olhem aquilo!

- Meu deus... Aquele garoto está em apuros! – Ri sente um frio em sua barriga. – Devemos ajudá-lo.

- Isso seria arriscado... Ali existem 4 Poochyenas... Elas provavelmente estão extremamente irritadas. – Rutra vê uma pokébola quebrada no chão, perto de onde o garoto estava. – Provavelmente ele tentou capturar uma...

- Quê?! – Koni quase grita, porém sua mão foi rápida o suficiente para tampar sua boca. – Quê? Você queria que eu capturasse um Pokémon que fica irado se tentam capturar?!

- ... Não que eu quisesse que isso acontecesse com você... Eu não sabia que elas ficam tão agressivas assim... Eu nunca tive coragem de tentar capturar uma...

Antes pudessem falar mais alguma coisa, o garoto que estava no meio daquela confusão tenta se levantar, mostrando que seu rosto possuía um arranhão de aproximadamente 5 centímetros, o qual escorria sangue pelo seu rosto.

- N-Não... Eu quero provar que eu não preciso mais da ajuda de meus... Meus pais...  – Eel não pode falar mais nada, pois uma Poochyena o derrubou ao dar uma cabeçada em sua canela.

- Droga... Eu realmente não gosto de usá-lo em batalhas... Mas não vejo opções sem que sesja salvá-lo! Vai Surskit! – Rutra lança sua pokébola e libera seu Pokémon.

Surskit nível 5 avança em um dos Poochyenas.

- Surskit, use o Bolhas! – O rapaz ajeita seus óculos e ordena seu Pokémon a realizar o ataque, e assim é feito.

Mesmo que atacasse, mais Poochyenas surgiram das gramas, totalizando em 9. Todos avançavam aos poucos na direção do grupo. Rutra usava seu Pokémon para ganhar distancia, porém a cada segunda que se passava, essa vantagem começa a sumir. Todos estavam assustados, pois nunca haviam visto esse lado assustador que os Pokémons poderiam assumir.

O medo poderia quase assumir seu corpo, porém sua burrice foi superou a lógica. Marcos, com o desejo de proteger seus amigos, avançou contra o Poochyenas que vinham em direção do grupo, que obviamente deseja atacá-los. Infelizmente, não se tratava de apenas um atacante, e sim de dois. Um ia em direção de Marcos, enquanto o outro já havia passado pelo o mesmo, e ia em direção de Kino. Era eminente. O garoto levaria uma Investida em sua cabeça e provavelmente ficaria muito ferido, mas mesmo assim ele continuou a correr, e quando ele já estava frente a frente com a hiena, um vulto verde surgiu diante de seus olhos e fez com que o Pokémon atacante fosse jogado para a direita.

E na situação de Konigin, que sentiu seu coração gelar no momento que seus olhos se cruzaram com os do Pokémon que vinha em sua direção, a primeira coisa em que ela pensou foi em seu irmão. Um som forte soou, vindo de um grande impacto de algo contra a face do Poochyena que iria atacar a jovem dama. Escutando o som, ela abriu seus olhos e observou o Pokémon sendo lançado para trás, e um garoto familiar recuando sua perna após realizar um chute.

Os demais Poochyenas deram um passado para trás e rosnaram para aquele que surgia entre um de seus aliados e a garota.

- Ora, Parece que eu consegui matar dois coelhos em uma cajadada só. Eu realmente amo minha vida. – Disse Kaiser, inclinando sua cintura para um lado,  sua coluna para o outro e colocando sua mão na frente de sua boca. – Sinto cheiro de experiência gratuita vindo por ai.



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