História Pokémon - Emperador Version. - Capítulo 3


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Categorias Pokémon
Personagens Black, Blue, Crystal (Misao), Diamond, Emerald, Gold, Leaf (Green), Pearl, Personagens Originais, Professor Oak, Red, Ruby, Silver, White, Yellow
Exibições 15
Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shounen, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - E assim ela ganhou amigos. Eu acho. Sei lá, eu não ligo.


- Ok... Já peguei comida, e comida, e facas, e comida... De resto eu uso minhas mãos mesmo... – Kaiser falava consigo mesmo ao conferir tudo que havia pegado em sua casa.

Mary, sua mãe, ainda estava arrumando o laboratório onde iria começar a trabalhar como nova professora oficial daquela parte de Hoenn, e sua irmã ainda estava falando com seus novos amigos, então a casa estava praticamente sozinha agora.

- Preciso chegar lá de maneira nesse tal laboratório... Mas não faço a mais remota idéia de onde diabos esse lugar fica... Caramba cara! Essa cidade parecia minúscula quando a vi dentro do carro, então como diabos ela parece maior agora? – Ele se questiona, mesmo sabendo que não existe ninguém para respondê-lo.  – Bem... Vamos nessa... – dando ombros, suas pernas magicamente começam a se mover e seu caminho começa a ser trilhado.

Littleroot realmente era maior do que ele havia imaginado, contando mais de oito casas que pensava serem as únicas existentes naquele lugar.

- { Me pergunto se ele realmente está aqui... Nessa região... Porque se ele estiver, rapaz... A coisa aqui vai ficar feia.} – Ele pensava, enquanto sua cabeça rodava entorno de seu próprio eixo, na tentativa de achar algo grande e escandaloso o suficiente para ser um laboratório de pesquisas Pokémon.

Mesmo que não tenha ficado muito explicito, Kaiser não possuía o mínimo interesse por Pokemons desde então. Mesmo que soubesse bastante de cada deles, das três principais regiões do mundo, Kanto, Johto e Hoenn, o garoto nunca mostrou ter vontade de se torna um treinador Pokémon. Mas tudo isso mudou, ao ler o que o diário contava para ele.

Aquele diário era o livro mais precioso para Mary há alguns anos atrás, quando ela ainda estava com Wilhelm, pai de Kaiser e Konigin. Naquele manuscrito, foi revelado que esse homem ainda morava em Hoenn, e que ele dizia que nunca iria sair de sua terra natal. Por mais duvidoso que fosse, ainda mais lembrando que ele também prometeu nunca largar Mary, Kaiser acreditava que ele realmente ainda estava em alguma parte de Hoenn, e que ele precisava se tornar alguém legitimamente importante para que pudesse encontrar um homem que literalmente sumiu do mapa.

Agora, Kaiser via um motivo para virar um treinador Pokémon. Conseguir uma equipe forte o suficiente para achar seu pai e derrotá-lo em uma batalha Pokémon, e ao final , quando fosse vitorioso, esmagaria a cabeça desse homem como se fosse uma pedra prestes a sofrer um Esmagamento de Pedra ou coisa parecida.

- {Hum? Por que ter que usar Pokémons para isso? Bem, ele trocou o amor de uma pessoa para continuar com essas batalhas ridículas. Então nada mais justo do que detoná-lo com a mesma coisa} – O garoto responde o narrador com convicção em sua fala, deixando um sorriso malicioso fugir pelo o canto de sua boca.

Ao longe de sua visão, Kaiser foi capaz de possivelmente avistar o que se parecia com um laboratório, coisa que era o suficiente para obrigá-lo a correr um pouco mais rápido, indo diretamente para seu ponto de largada de uma jornada que começaria a ser concretizada aos poucos.

ENQUANTO ISSO

- Então você tem um irmão mais velho? Que legal! Como ele é? – Clarice, que estava andando de costas, pergunta para Koni ao mesmo tempo em que a olha fixamente.

- Bem... Ele se chama Kaiser, e tem quatorze anos... Deixe-me ver... – Ela coloca sua mão em seu queixo e olha para cima. – Ele é um pouco alto... Acho que uns 1,70 e pouco... Tem um cabelo preto e um pouco longo... Mas até que eu acho isso bonitinho... Tem olhos de peixe morto... Fala de maneira bem direta... Usa muito sarcasmo, sempre que eu preciso ele me ajuda, mesmo que deboche de minha cara antes disso, porém no final ele sempre me faz sorrir... – Antes que continuasse, Koni olhou para o rosto de Ri e viu a quão surpresa ela estava, e ao perceber as palavras que saiam de sua boca, a jovem dama colocou suas mãos em sua boca, tampando-a e corando em imediato.

- Ohhh... Seu irmão deve ser um máximo então! – Ela diz sorrindo. – Nos apresente ele algum dia desses, vai que ele vem tentar capturar algum Pokémon conosco.

- Ah, isso não vai rolar. Ele não gosta nem um pouco de Pokémon... Diz que são seres irritantes. – Todos os quatro caem duros no chão ao escutarem a forma de pensar de Kaiser.

- U-Uma pessoa que não g-gosta de Pokémons?! Isso é quase blasfêmia! – Gumi se indigna com esse fato.

- É... De fato... Talvez ele só não tenha tido muitas experiências positivas com os pokémons... – Rutra ajeita seus óculos que haviam quase caído no chão.

- Aposto que ele é apenas um cara fresco e anti-social. – Marcos coloca suas mãos em seu bolso e resmunga.

- N-Não seja por isso... Deve ser que nem o Rutra falou... Mas se tentarmos falar com ele, talvez ele anime. – Ri tentava ser otimista, infelizmente ou felizmente, dependendo do seu ponto de vista, ela não conhecia o Kaiser pessoalmente.

- Não sei se daria certo... Mas podem tentar isso, algum dia. – A jovem dama conclui suspirando.

- De qualquer maneira, chegamos! – A de cabelo azul mostrou como a existência dos diversos Wumples, Zigzagoons e Poochyenas faziam daquela trilha, um lugar agitado e animado.

- Oh! Eu nunca vi pessoalmente nem um desses! Apenas vi os de Kanto, e no máximo os de Johto! – Konigin se encantava todas aquelas formas orgânicas vivas diferenciadas do seu cotidiano.

- Bem... O único que possui um Pokémon aqui é o Rutra... O resto ainda está tentando capturar um. – Ri diz em um tom de voz melancólico.

- Tentando não! Eu só não achei um Pokémon bonito e forte o suficiente para que possa ser capturado por mim! – Gumi corrigi o posicionamento de sua amiga.

 

- Sério? Mas quem completa 12 anos não possui o direito de ganhar um dos três iniciais? – A jovem dama pergunta

- Bem... Sim, como o laboratório pokémon só foi ser reaberto hoje, nunca conseguimos pegar um, e agora queremos capturar um por conta própria! – Ri fecha uma de suas mãos, e ergue seu braço para simbolizar a sua determinação.

- Oh... Que legal! – Koni sorri em vê como sua suposta amiga era. – Então, vocês vão tentar capturar um agora?

- Sim, Sim! Tirando o Rutra. Esse vacilão diz que não deve usar seu Pokémon para nos ajudar, e que devemos capturar um do jeito mais difícil. – A de cabelos azuis responde.

- No final, ele só tem medo de ferir o coisinha dele. – Marcos fala de longe.

- Ei! Surskit é precioso demais para ser ferido! – Ajeitando seus óculos, Rutra não permite que sua imagem seja difamada.

- Bem, Então vamos nessa! – Todos gritam, iniciando a captura.

 

 

 



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