História Pokémon - The Last Cubone - Capítulo 6


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Categorias Pokémon
Personagens Cubone, Personagens Originais
Tags Cubone, Depressão, Glaceon, Mãe, Noibat, Pichu, Poderes, Pokémon, Vingança
Visualizações 18
Palavras 1.145
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estamos de volta com mais uma semana e mais 5 capitulos a caminho (4, tirando este).

Espero que gostem desse aqui :3

Capítulo 6 - O projeto de café 1 de 2


- Então podemos continuar sobre como ele conseguiu a sua confiança?

- Hmm, não importa muito para o agora. Só que eu sei que você tá morrendo de curiosidade OwO

- Isso é apenas para a investigação.

- Claro, claro.

Bem, eu claro não gostava de um moleque do meu lado o tempo todo fazendo perguntas do tipo:

Como você ficou tão forte?

Pq você tem tantas cicatrizes?

Seu capacete parece um pouco diferente do que os dos outros cubones que eu já vi, oq aconteceu?

Pq você parece estar tão bravo?

- Bem, Luck. Vc deve agora entender que ele era só é uma criança?

- Ele tinha 13 anos quando o conheci, mas ele não melhorou muito com o tempo. Ele ainda age como criança.

 Bem, estávamos andando quando chegamos ao nosso destino atual, a cidade de Syltron. Eu estava de boas, enquanto ele estava surtando de estarmos em uma cidade que ele nunca foi antes, porém não pudemos aproveitar a vista da cidade por muito tempo, pois estava começando a chover e por sorte chegamos num hotel antes da chuva ficar muito forte. O lado ruim era que isso ia contra os meus planos de passar apenas um dia na cidade para poder fazer perguntas sobre a morte de William Jones.

- William Jones?

- Como eu disse antes, estava indo atrás de antigas missões dos assassinos de elite. William Jones era proprietário de uma loja de café não muito famosa, só conhecido naquela cidade.

- Por que uma organização tão rica iria atrás de uma pessoa como ele?

- Esse foi o meu pensamento, por isso foi dar uma investigada.

Bem, tivemos que ficar em um hotel. Como Patrick ainda não era meu pupilo então o avisei que até que ele conseguisse minha confiança eu não iria pagar nada por ele.

- O senhor é uma pessoa muito ruim.

- PQ?!

- E se ele não tivesse dinheiro? Você o deixaria dormir na rua?

- Sim, pois isso significaria que ele estava dando o máximo para ser o meu pupilo. E não apenas falando aquilo da boca pra fora.

- Você não se considera uma pessoa rígida?

- Sim, quero ter sempre certeza das coisas. Por isso sou assim.

Continuando, ele por sorte tinha dinheiro o suficiente para pagar por um quarto. Mas como ele queria tanto minha confiança, me pediu por dicas de treinamento e sendo assim, lhe disse para primeiro escolher qual seria sua arma em combate.

- Arma de combate?

A maioria dos pokémons usam seus atributos físicos para poder lutar sendo assim muitos usam os punhos e seus movimentos para vencer lutas. Eu me especializei no caso para lutar usando o meu osso e no caso de Patrick ele decidiu que iria criar sua própria arma. Depois da chuva parar e ficar de noite, ele desceu e voltou da livraria com vários livros de programação, energia e uso de componentes elétricos.

- Para que tudo isso?

- Vc vai descobrir mais tarde OwO

- Porem sendo uma investigação, saber o que ele usa como arma pode nos ajudar.

- Mas como historia temos que ter continuidade, então espere.

* O investigador fica um pouco emburrado por saber que vai demorar para essa resposta vir *

- Bem, ele passou a noite toda lendo esses livros que para mim era um fato impressionante.

- Pq?

- Como não queriam que eu ganhasse esperança sobre minha situação lá embaixo, nunca me deram livros ou historias. Então, quando recebi acesso a livros me entediai muito rápido dando assim um desgosto a literatura por minha parte.

- Então como você sabe de palavras tão complicadas de serem usadas?

- Me ensinaram para poder me infiltrar em festas de pessoas ricas com uma maior facilidade já que fazia meu personagem parecer mais real.

Após a pequena noite para mim e longa para Patrick. Tomamos café da manhã e começamos nossa investigação, o que aprendemos rápido é que todo mundo tentava evitar falar sobre William. Mas a resposta veio de uma forma inesperada.

- Inesperada?

Estávamos perguntando em uma pequena loja de doces sobre qualquer informação a respeito de nossa busca, mas a dona da loja dizia não saber de nada quando uma Ninetails disse:

*conversa dentro da historia se iniciando*

- Para de mentir, Nieve. Você servia o William todos os dias quando ele estava voltando para casa.

Nieve tenta argumentar

-N-Não! Ele apenas vinha e comprava o pudim pequeno, mais nada.

Eu me meti na conversa

- Mas você me disse que nunca ouviu falar dele.

Nieve ficou um pouco desesperada, então decidiu falar a verdade.

- Olha, muitas outros também vieram procurando respostas para a morte dele. Todos eles foram encontrados mortos, então o prefeito decidiu que algo estava errado e proibiu que qualquer um falasse sobre ele.

Então eu perguntei:

-Qual é a punição?

- Se sentir culpado pela morte de uma pessoa- Respondeu a Ninetails.

Depois, passei um tempo falando com elas e tentando tirar o máximo de informações até que Ninetails comentou sobre um fato que me pegou de surpresa:

- Ele era o meu primo. Estava morando no segundo andar da minha marcenaria quando ele morreu. Todo mundo ficou arrasado quando ele morreu.

- Eu poderia dar uma olhada?- Perguntei

- Claro.

Ela nos levou para sua marcenaria que estava cheia de pokémons de tipos diferentes trabalhando em peças de madeira muito bonitas. E depois subimos umas escadas e fomos para um quarto pequeno e nos disse:

- Era aqui que ele ficava junto de todos os seus projetos...

Logo, Patrick tomou a dianteira e perguntou:

- Projetos? A não tem nenhum projeto aqui, você os levou?

- Não, o quarto tinha pegado fogo. Ele morreu em um acidente que ninguém conseguiu explicar já que nada no quarto poderia começar um fogo.

Então, eu perguntei:

- Não poderia ter sido assassinato, ou talvez roubo?

- Não, o fogo estava muito alto quando os projetos desapareceram. Se tivessem roubado eles, teriam que ser capazes de passar por fogo sem se queimar. E no quesito assassinato, ele nunca teve inimigos, então porque fariam isso.

*saindo da conversa dentro da historia*

- Bem, ela tinha razão. Esse caso realmente não tem sentido. - O investigador disse.

- Pena que eu tinha uma dica muito boa que foi um roubo.

- Qual?

- Os registros dessa missão diziam que “o” item foi extraído com sucesso e sem danos.

- Espera, mataram uma pessoa, queimaram um quarto dentro de uma marcenaria cheia de madeira e destruíram projetos que poderiam vender muito para roubar um projeto?

- Isso foi meu questionamento, mas os assassinos da minha mãe não tem coração. Então isso era totalmente plausível.

Continuand- *tosse*. *limpa a garganta* Desculpa, podemos continua- *tosse ainda mais*.

- Para, vai tomar uma água para você continuar com esse capitulo melhor.

- Valeu OwO


Notas Finais


Se não entenderam, essa parte da historia esta dividida em dois. Não esperava que fosse ficar tão grande assim :3

Ps.: Obrigado especial pelas pessoas que me seguiram e pelas que favoritaram a historia. Vocês são fodas OwO


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