História Pokémon - The Last Cubone (PARADA POR PROVAS) - Capítulo 8


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Categorias Pokémon
Personagens Cubone
Tags Cubone, Depressão, Glaceon, Mãe, Noibat, Pichu, Poderes, Pokémon, Vingança
Visualizações 10
Palavras 1.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não sei porque mas estive muito inspirado nos últimos tempos
Bem de qualquer forma, Aproveitem

Capítulo 8 - A prisão de informações


*Luck chega na recepção da agencia*

- Bom dia- Eu digo

- Bom dia, senhor Luck, certo? O investigador chefe está te esperando.

- Ah, claro. Pergunta, você sabe por acaso o nome dele?

- Não, em realidade ele não diz o nome para ninguém.

- Ok... Bem tenho uma investigação para ajudar.

*Luck entra no escritório com o investigador sentado em sua mesa*

- Sente-se.

*Luck se senta*

- Então, podemos?

- Sim

Bem, depois daquele dia passamos varias semanas indo de cidade em cidade procurando por quais quere informações acerca de Luxy, a trilha de informações eram escassas pois ela foi treinada para ser a melhor de todas na categoria stealth e de não deixar nada para trás. Eu treinava Patrick nas nossas paradas na estrada, eu nunca peguei leve no treinamento, tanto que no primeiro treinamento eu mandei ele não comer o café da manhã e nem o almoço (o que o deixou bem bolado). Após isso preparei o jantar com bastante comida e prendi cada um de seus pés a duas pedras, após isso o deixei a um 1 km da mesa com a comida e falei para ele chegar lá sem cortar ou estourar as cordas.

- Isso é bem cruel.

- O meu treinamento envolvia matar pessoas que queriam também me matar. Então eu diria que o dele é bem menos cruel.

- Afinal de contas, ele chegou na mesa?

- Sim, demorou 1 hora e meia para isso, mas chegou suado e morrendo de fome. Lembro que eu já tinha comido minha parte e já estava dormindo.

- O-O

Bem, as trilhas estavam secando e estava ficando cada vez mais difícil de achar alguém que sabia algo, o mínimo que fosse. Até que apareceu uma luz no fim do túnel.

- O que aconteceu?

Bem, estávamos na cidade de Kongure comprando uns suprimentos e investigando quando eu vejo um Ampharos, mas não qualquer um e sim um dos chefes do programa que me deu o meu novo capacete.

- Puta merda.

- Eu sei, né?

Eu tentei não olhar para ele e chamei o Patrick para contar o que eu vi.

*iniciando conversa dentro da historia*

- Patrick, está vendo aquele Ampharos?

- Sim. Algum problema?

- Você por acaso criou algum tipo de rastreador?

- Sim...

*começa a falar como se estivesse em uma entrevista*

- Este é o Drone de procura e rastreamento portátil ou como eu de chamar: DPRP. Ele é tão pequeno que é capaz de passar por debaixo de uma porta e rápido o suficiente para seguir um helicóptero. E blá, blá, blá...

- Ok, Ok. Entendi, pode mandar ele monitorar o Ampharos?

- Claro.

Depois de iniciar o DPRP foi atrás dele e esperamos até saber aonde ele iria parar. E com sucesso ele descobriu que estava hospedado no Hotel Luna, quarto 212. Fomos até aquele quarto e gentilmente eu bati na porta, por alguma razão ele nem desconfiou e abriu a porta. Enquanto a porta estava sendo aberta, eu a chutei e o mandei para a parede do outro lado do quarto pequeno.

*iniciando conversa dentro da historia*

- Uau, Doutor Crilder, você por aqui. Eu não esperava te encontrar aqui doutor, como você está? Muito bom eu imagino, depois de você ter enfiado aquelas agulhas.

Procurando piedade ele diz:

- Luck... Me desculpa, eu sinto muito.

- Não, você não sente, mas eu vou fazer você sentir. Patrick, fecha a porta e ativa aquele treco.

- Não é um treco, é o Sound.

- Só bota por favor.

*pausa na conversa dentro da historia

- Sound?

- Um dos milhões de aparelhos úteis do Patrick, capaz de impedir som de sair da área determinada e se escolher, parar o som de entrar.

*voltando*

Depois de ele determinar a área e deixar qualquer som daquele quarto impossível de sair. Eu começo meu interrogatório prendendo Crilder na cama, usando Bone Rush para poder criar dois osso de energia e depois pedindo para Patrick colocar um detector de mentiras nele.

- Então comecemos fácil, Doutor, explique em uma palavra oq você sentiu quando estavam colocando as agulhas em mim?

- Nojo.

A maquina marca “verdade”.

- O que você está sentindo agora?

- Medo

A maquina marca “verdade” de novo.

- Agora vamos para as melhores, você se sentiu feliz quando começaram a injetar o liquido em mim?

- Sim.

- Bom...

Nem o olho para a maquina e quebro um dos ossos e enfio a parte quebrada na perna dele. Fazendo-o gritar de dor.

 - Doutor, fica comigo. Ainda temos uma noite inteira a frente.

Passo a noite torturando ele enquanto Patrick dormia no outro quarto. Até que finalmente me cansei de machucá-lo e falei:

- Bem doutor. Agora me diga, onde esta Luxy?

Ele respira com extrema dificuldade e fala:

- Em um lugar que um maníaco como você não pode entrar.

A maquina marca “verdade” e eu mexo em um dos osso que quebrei dele, fazendo-o gritar ainda mais.

- Olha, que tal assim. Você me conta onde ela está e eu te mato agora em vez de te deixar no meio do mato com todos os seus ossos expostos até você morrer por dor ou falta de sangue. Feito?

Ele não responde.

- Ótimo, agora me de o nome de onde ela está!

- ...Prisão de Luvios.

- Obrigado.

 Então, pego meu osso e bato tão forte em sua cabeça que ela explode.

- Valeu doutor. Prometo que seu sacrifício não será em vão.

*terminando a conversa dentro da historia*

- Então você o torturou para descobrir que ela estava na melhor prisão do mundo?

- Sim.

Após isso saimos da cidade e fomos direto para aquela prisão. No caminho pensamos em planos para entrarmos e pedi que ele tentasse terminar a arma dele o mais rápido possível, pois agora estávamos indo de encontro com o inferno. E não seria bom irmos despreparados.

- Ótimo, acho que isso vai nos ajudar por enquanto.

- Legal, eu te vejo amanhã?

- Sim, vou mandar alguns amigos para um local que talvez nos ajude.

- Ok, muito obrigado. Te vejo amanhã.


Notas Finais


Gostou? Bem, espero pelo menos :3
Ahh, to precisando de um nome e uma especie de pokemon para o proximo cápitulo. Caso tenha uma sugestão é só comentar :3


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