História Pokémon Adventures - Episode F - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Pokémon
Personagens Blue, Brock, Crystal (Misao), Daisy, Giovanni, Gold, Leaf (Green), Misty, Pearl, Personagens Originais, Red, Silver, Squirtle, Yellow
Tags Aventura, Batalha, Blue, Drama, Green, Pearl, Pokémon, Red, Romance
Exibições 12
Palavras 3.133
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Fantasia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shounen, Suspense
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E ai galera, como tem passado?
Nico, Tay e Erika finalmente entram no Monte da Lua, o que será que os aguarda lá?
Boa leitura!

Capítulo 10 - Tudo o que aconteceu no Monte da Lua - Parte 1 (vs onix)


— Tudo certo. — Disse a mulher loira observando o furgão se afastar, ela vestia uma roupa negra justa com um R vermelho em diagonal na lateral. Havia uma braçadeira branca com um numero três sobre duas espadas cruzadas em seu braço. Ela então se virou para os três homens vestidos de negro que a observavam.  — Tenho que cuidar de alguns assuntos na cidade e aproveitarei para solicitar mais um carro. Cuidem de tudo até eu voltar.

Ela subiu em seu metagross e ele ergueu seus braços junto ao corpo, ficando suspenso no ar pela combinação de magnetismo com seus poderes psíquicos e começou a se distanciar subindo cada vez mais no ar.

 

~*~

 

Na entrada da caverna que atravessava a montanha o grupo encontrou um guarda.

— Bom dia, jovens. — Disse ele educadamente. — Vão atravessar a montanha?

— Bom dia, sim nós vamos. — Respondeu Erika enquanto Nico revirava os olhos para Tay. — O senhor tem alguma recomendação pra gente?

— Sim, na verdade é um pouco mais que uma recomendação. — Disse o guarda em tom de desculpas. — Recentemente tem havido desmoronamentos no túnel por isso devo lembra-lhes que não devem ficar batalhando ou tentando capturar pokémon lá dentro, é preferível que apenas sigam o túnel principal até a saída. E também que o clefairy é uma espécie protegida por lei, por isso vocês não devem perturbá-los caso tenham a sorte de ver algum.

— Certo, obrigada.

— Façam uma boa viagem. — Desejou-lhes, levando à mão a boina num cumprimento educado.

 

Próximo à entrada havia uma placa um mapa dos tuneis com uma seta indicando a posição atual deles, uma trilha marcada no mapa indicava o caminho que levava a estrada de Cerulean.

— Será que nós corremos o risco de nos perdermos? — Perguntou Erika, receosa examinando a placa.

— Basta ficarmos no caminho principal. —Disse Tay, e então ele olhou para Nico. — Nós VAMOS ficar no caminho principal, entendeu.

— Era exatamente o que eu ia sugerir. — Retrucou Nico com os braços cruzados atrás da cabeça. — Vamos logo, não podemos fazer nada legal aqui.

— Sua definição de legal é preocupante Nico. — Murmurou Erika.

O caminho no interior da montanha era marcado por lanternas nas paredes e vigas de sustentação, vários tuneis adjacentes seguiam pelas paredes da caverna. Eles seguiram pelo túnel por algum tempo até que Tay parou e disse.

— Ahh! Vejam! — Entrando em um dos tuneis laterais havia um pequeno pokémon amarelo.

— Aquilo é... — Disse Nico pegando sua pokédex.

 

“Sandshrew, pokémon rato. Sandshrew tem uma pele muito seca, que é extremamente dura. Ele escava tocas profundas para viver. O corpo de Sandshrew está configurado para absorver a água sem desperdício, o que lhe permite sobreviver em um deserto árido. Ele prefere lugares secos e áridos, porque usa a areia para se proteger quando ameaçado.”

 

A pele de sandshrew possuía o padrão de tijolos, mas o seu abdômen e focinho eram brancos, com olhos azuis. Sua cauda era grossa e cônica. O sandshrew da pokédex estava em pé, mas o que estava no túnel caminhava sobre as quatro patas.

Enquanto Nico observava o ratinho uma pokébola o acertou e o absorveu.

— Peguei! — Comemorou Tay recolhendo a pokébola.

— O guarda lá fora disse que não deveríamos fazer isso, Tay seu delinquente juvenil. — Disse Nico em tom de desaprovação.

— Nico para de chorar. Você tem o seu rato e eu tenho os meus.

— E ainda por cima agora ele ficou respondão, tsk, tsk, tsk.

— Olhem. — Disse Erika apontando para o túnel por onde o sandshrew estivera seguindo.

Vários pequenos pokémon estavam seguindo pelo túnel. Paras, sandshrews, oddishs e geodudes, seguiam para o fundo do túnel sem se preocupar com os três jovens.

— Pra onde será que eles vão? — Perguntou Tay.

Nico deu um sorriso.

— Vamos descobrir!

— O que?! Você enlouqueceu? — Disse Erika. — E se eles nos atacarem?

— Então capturamos todos eles. — Disse Nico entrando pelo túnel lateral.

— Ei Nico! Não vai! Nico!

— Vamos atrás dele. — Disse Tay. — Provavelmente não vai acontecer nada, mas o Nico tem uma sorte absurda.

 

Eles seguiram pela caverna acompanhando os pokémon, com o tempo o túnel foi se tornando mais estreito, os forçando a caminharam em fila para evitar pisar nos pokémon que continuavam a ignorá-los.

— Eles agem como se não estivéssemos aqui. — Observou Erika procurando um lugar livre para colocar o pé.

— Talvez não achem que somos uma ameaça. — Sugeriu Nico.

Caminhando com dificuldade, Nico notou que vários outros pokémon se juntavam ao cortejo, saindo de pequenas aberturas nas paredes. Uma criaturinha rosa pouco maior que a mão de Nico saiu de uma dessas aberturas.

— Vejam um clefairy!

— Não Nico, isso é uma cleffa, é como um bebe clefairy. —Explicou Tay.

— Quer dizer que é uma clefairy pequena?

— Não, quer disser que a cleffa evolui para clefairy.

— Ou seja, é uma clefairy pequena.

— Não, não é! Espere... — Ele ficou confuso por um momento. — Na verdade acho que é sim. — Disse depois de pensar um pouco.

 

Cleffa, pokémon em forma de estrela. Devido à sua incomum silhueta, as pessoas acreditam que ela veio em um meteoro. Nas noites com muitas estrelas cadentes, Cleffa pode ser visto dançando. Elas dançam durante a noite e param apenas no raiar do dia, quando matam sua sede com o orvalho da manhã. De acordo com rumores locais, Cleffa são muitas vezes vistos em lugares onde as estrelas cadentes caíram.

 

— Vou capturar! — Disse Nico pegando uma pokébola.

— NÃO! — Gritaram Tay e Erika ao mesmo tempo.

— Por quê?

— Clefairy são protegidas por lei. — Disse Erika. — Você pode acabar preso e perder sua licença de treinador se captura-la!

— Até agora pouco aquilo era uma cleffa... — Retrucou Nico cruzando os braços.

— Você só diz o que te convêm não é Nic...

Ela se calou quando um tremor começou a tomar conta do túnel.

— Desmoronamento! — Disse Tay alarmado.

Um fiapo de poeira desceu sobre o caminho pelo qual eles haviam vindo.

— Corram! —Disse Nico disparando túnel a frente.

— Os pokémon! — Gritou Erika.

— Você quer ser enterrada junto com eles!

Ela iria protestar, mas Tay agarrou o pulso dela e a puxou pelo túnel.

Eles correram até alcançarem uma bifurcação no túnel, notando que os pokémon seguiam pelo caminho da esquerda, Nico correu para direita e se virou para ver Tay e Erika. A poeira ainda chovia sobre o túnel, mas apesar dos tremores ele não estava desabando.

— Venham! — Gritou Nico.

BLAMM!

Eles estavam quase alcançando a bifurcação quando o teto do túnel explodiu. Nico se jogou para traz para escapar da chuva de pedras, terra e pó, cobrindo a cabeça com as mãos ao cair no chão.

Ele se levantou tossindo, e abanando a mão para afastar um pouco da poeira. O túnel estava bloqueado. O sangue de Nico gelou.

— ERIKA! TAY! — Gritou desesperado.

— AQUI! — Veio uma voz abafada do outro lado da parede.

O corpo de Nico relaxou como se tivesse acabado de correr uma maratona e finalmente se deitasse no chão.

— VOCÊS ESTÃO BEM?

— SIM, CONSEGUIMOS ENTRAR NO TUNEL ANTES QUE FOSSEMOS PEGOS, MAS AGORA ESTAMOS PRESOS AQUI.

— EU TAMB... — Ele captou um movimento com o canto do olho e se virou de súbito.

— O QUE ACONTECEU NICO? — Veio à pergunta de Erika.

— ACHO QUE ENCONTREI O RESPONSAVEL PELO DESABAMENTO. — Gritou ele por cima do ombro.

Uma enorme serpente cinzenta com o corpo formado por pedras redondas e uma estalagmite reta de quarenta centímetros em sua cabeça estava parada a sua frente.

— COMO ASSIM NICO, O QUE TEM AI?

— É UM ONIX. E ELE NÃO PARECE FELIZ POR NÃO TER DEIXADO FERIDOS.

— UM ONIX? NICO VOCÊ TEM QUE SAIR DAI!

Jura? Nico começou a se afastar lentamente da parede sempre encarando o onix e foi se colocando de costas para o túnel bloqueado.

O onix abriu a enorme boca sem dentes e emitiu um rugido ensurdecedor, pronto para atacar. Nico pegou a pokébola de scratch no cinto, e o onix investiu contra ele.

Nico saltou para o lado a tempo de evitar ser atingido, ele se jogou contra a parede lateral do túnel e o onix atingiu as pedras de bloqueavam o túnel com um impacto estrondoso.

— NICO O QUE ESTA ACONTECENDO AI?

Nico estava prestes a correr quando tropeçou em algo que se envolveu em sua perna. Ele foi erguido de cabeça para baixo, segurado pela cauda do onix.

— Scratch arma d’agua! — Ele arremessou a pokébola de scratch próximo a cabeça do onix.

Scratch saiu cuspindo um jato de agua entre os olhos da serpente de pedras. O onix recuou a cabeça e rugiu atingido por sua fraqueza, ele sacudiu o corpo e a cauda lançando Nico contra uma parede.

Nico quase desmaiou pelo impacto, mas sabia que se o fizesse estaria acabado, ele se levantou tentando ignorar as pontadas de dor enquanto o onix tornava a se enrolar, preparando um novo ataque.

— Scratch por aqui! — Disse Nico correndo para o fundo do túnel.

As chances de escapar do onix eram mínimas, Nico se lembrava bem do que Brock havia dito sobre a velocidade do onix. O que Nico buscava era espaço para lutar, um onix selvagem não seria muito difícil, porem esse...

— NICO O QUE ESTA ACONTECENDO!!!

A voz de Erika atravessou a parede e o onix se virou para a ela.

Nico se lembrou de mais uma coisa que Brock havia dito “...Desde o inicio, a audição do steelix não é muito boa...” Essa não!

— EI, CEREBRO DE PEDRA! — Gritou ele pegando uma padra no chão e jogando-a no onix. — AQUI SEU LERDO!

Mas o onix se virou para a entrada broqueada do túnel, e depois para Nico. Nico quase pode ver o raciocínio da criatura trabalhando. Serio?!

O onix começou a mergulhar na terra.

— EI NÃO, VOLTE! SCRATCH ARMA D’AGUA! ERIKA, TAY CORRAM!

 

Tay pegou Erika pelo pulso e puxou-a túnel adentro. Um tremor balançou o túnel e o onix emergiu do chão no lugar onde os dois estavam momentos antes. O onix rugiu e avançou atrás deles.

Erika olhou para traz e forçou–se a acompanhar o ritmo de Tay. Para um gordinho ele corre muito rápido. Pensou ela Há não, agora se eu morrer aqui, vou parar no inferno!

— Tay ele vai nos alcançar, temos que lutar!

— Não dá pra lutar aqui. Não tem espaço suficiente, ele vai esmagar a gente.

— Já sei! — Disse ela remexendo na bolsa com a mão livre. — Gyarados vai! Fúria do dragão!

O gyarados ganhado saiu da pokébola rugindo e bateu de frente com o onix, na sequencia lançou um raio azulado diretamente na cabeça de seu oponente, causando uma explosão no túnel.

O onix se debateu e acertou o teto do túnel com a cabeça. Uma chuva de pedras desceu sobre o túnel.

— Gyarados volte! — Erika recolheu a serpente antes dela se esmagada pelas pedras.

Eles pararam de correr.

— Ufa! — Disse Tay ofegante. — Não podemos continuar aqui, ele vai voltar.

— Sim, mas vamos devagar agora. — Disse Erika, Tay concordou com um aceno de cabeça. — Era por aqui que os pokémon estavam vindo não é?

— Sim, com o túnel bloqueado os que ficaram pra traz não viram por aqui agora. Pra onde será que eles iam?

— Acho que não temos escolha a não ser seguir em frente e descobrir...

 

— Jerry, pipa, precisamos tirar essas pedras daqui. — Disse Nico a seus pokémon.

Pipa se aproximou das pedras que bloqueavam o túnel e começou a golpeá-las com suas lanças.

— Acho que isso não vai dar certo pipa. — Disse Nico. A beedrill parou de golpear as pedras.

Nico examinou as rochas. Uma rocha maior estava tombada diagonalmente e as outras se empilhavam encima dela. Nico olhou a parte de baixo. As pedras debaixo eram fragmentos em sua maioria.

— Jerry, você consegue cavar aqui? — Disse ele apontando para vão entre a pedra grande e o solo.

Jerry se enfiou debaixo da pedra e começou a cavoucar, arremessando fragmento de pedras e terra para traz. Logo ele a havia desaparecido sob as pedras. Nico recolheu pipa e scratch em suas pokébolas e aguardou o retorno de jerry. Cinco minutos depois o raticate emergiu do buraco coberto de terra e grunhindo satisfeito.

— Conseguiu? — Perguntou Nico.

 Jerry bateu as presas e entrou no buraco. Nico tirou a mochila das costas e a empurrou pelo buraco entrando de gatinhas atrás de jerry.

Rastejando pelo buraco empurrando a mochila à frente Nico ficou com medo de acabar entalado ali, mas seguiu em frente. O medo de que tudo desabasse sobre sua cabeça o fez continuar apesar dos arranhões que estava ganhando e das dores da pancada anterior.

Depois de alguns minutos rastejando ele empurrou a mochila e uma onda de ar fresco entrou no buraco. Satisfeito ele se espremeu para fora e emergiu no túnel anterior.

Os pokémon selvagens de antes haviam desaparecido. Jerry estava na frente bloqueada do túnel em que Tay e Erika estavam presos. Nico refletiu sobre a situação por um momento. Então correu para a saída do túnel.

 

Seguindo pelo túnel, Tay e Erika voltaram a avistar pokémon selvagens enfileirados. Eles saiam de pequenas tocas e se juntavam ao grupo que seguia em frente.

— O que será que eles têm? — Perguntou-se Erika.

— Talvez isso seja normal. — Disse Tay sem muita confiança.

— Acha mesmo?

— Não, mas... Sei lá... Eu espero que seja.

Um rugido ecoou pelo túnel.

— O onix! — Disse Erika alarmada.

— Vamos correr!

Pulando por cima dos pokémon eles correram pelo túnel, os pokémon os ignoraram e também não pareceram se incomodar com barulho intenso de pedras deslizando atrás deles.

O túnel se abriu numa caverna ampla e pedregosa. Tay e Erika pararam por um momento tentando entender a cena a sua frente. Um enorme grupo de pequenos pokémon reunidos no centro de um caverna ao redor de uma plataforma elevada.

No topo da plataforma havia dois homens vestidos de preto ao lado de uma maquina circular estranha, com um painel digital numa lateral e um suporte segurado um orbe de vidro no topo. O orbe emitia uma luz amarelada.

 — Equipe rocket! — Disse Erika. — Estão usando aquela coisa para hipnotizar os pokémon.

Os criminosos não repararam neles, pareciam ocupados checando alguma coisa na estranha maquina.

— Temos que sair daqui. — Disse Tay checando o Xtransfer em seu pulso. — Aqui dentro da montanha não temos sinal. Não podemos pedir ajuda. Por hora vamos nos esconder. — Disse apontando para um pedregulho próximo. Os dois seguiram para lá.

Um novo rugido veio do túnel e dessa vez seu dono o acompanhou. O onix entrou na caverna e se levantou sobre seu corpo olhando ao redor a procura de seus alvos.

Erika e Tay se esgueiraram contornando a rocha para fugir do campo de visão do onix e Tay ficou no canto para ver o onix. Os dois homens no centro da caverna pararam o que estavam fazendo para fitar o onix.

— O QUE FOI ONIX, ALGUEM PASSOU? — Gritou um deles.

Erika e Tay se encolheram contra a rocha na esperança de não serem notados, mas para se esconderem do onix eles acabaram ficando de frente para os dois homens. Eles ainda não os haviam notado, mas se olhassem com atenção os veriam logo de cara.

 O onix começou a descer o desnível. Tay deu um leve puxão o braço de Erika guiando-a para o outro lado da rocha. Ele começou a pensar nas opções: Ficar escondidos e esperar que Nico de alguma forma conseguisse sair e voltar com ajuda, tentar voltar pelo túnel e tirar as rochas que o bloqueavam do caminho...

Ele pensou na quantidade de pokémon naquela caverna. Era impossível que todos tivessem vindo pelo mesmo lugar. Devia haver outro túnel que levava a saída da caverna em algum lugar. Se ele e Erika conseguissem seguir pela lateral da caverna até encontrá-lo... Ele correu os olhos pela parede da caverna à procura de uma entrada.

Estava tão concentrado pensando que não notou que o onix estava voltando para o túnel. Quando finalmente notou a serpente de pedra a sua frente ele se assustou e tentou se esconder atrás da pedra novamente e seu movimento súbito acabou chamando a atenção do onix que se virou e rapidamente e contornou a pedra, ficando cara a cara com Erika e Tay.

O onix rugiu e tentou esmaga-los com a cabeça, os dois correram e os rockets os viram.

— OLHA ALI, — Gritou um deles. — ONIX PEGA ELES!

Tay pegou a pokébola de seu totodile e Erika também pegou a de seu treecko. Agora não tinha escolha.

— Totodile arma d’agua!

— Pagu absorver!

Rugindo, onix golpeou com a cauda jogando pagu para o lado, totodile disparou um jato de agua que atingiu sua lateral. O onix recuou e tentou esmagar totodile com a cauda, o pequeno jacaré escapou por um triz e mordeu a cauda de pedras do onix.

— Não totodile, isso não vai adiantar o corpo dele é muito duro!

— Pagu absorver! — Tornou a comandar Erika.

Com o totodile ainda pendurado nela, onix ergueu a cauda até a altura de seus olhos. Pagu já recuperado do golpe anterior juntou suas mãozinhas colocando-as uma sobre a outra, uma pequena esfera enevoada verde surgiu no espaço entre suas mãos. Ele fez um movimento como se fosse jogar a pequena esfera em direção ao onix, mas o saiu foi um pequeno turbilhão de energia verde-clara semitransparente que se entendeu até o onix, o envolveu e depois regrediu, sendo absorvido pela esfera de luz nas mãos de pagu.

O onix grunhiu parecendo cansado e sacudiu a cauda para se livrar de totodile que saiu voando pela caverna incapaz de se segurar. Tay correu e saltou, conseguindo pegar seu pokémon no ar. Ele caiu de costas no chão pedregoso da caverna.

— Pagu, vamos correr! — Gritou Erika começando a correr em direção a Tay, mas o onix deslizou pelo chão e se colocou em seu caminho imediatamente ela se virou derrapando e correu em outra direção. — Pagu absorver outra vez!

Pagu que vinha logo atrás do onix lançou outro turbilhão verde-claro contra ele, ao notar o novo ataque onix investiu de cabeça contra pagu, sendo envolvido pelo turbilhão e atingindo pagu ao mesmo tempo em que a energia drenada retornava para ele, os dois foram arrastados pelo chão da caverna pelo peso do onix e erguendo uma nuvem de poeira.

— Pagu!

Pagu saiu da cortina de poeira com os ombros baixos e o corpo um pouco curvado, estava visivelmente machucado. Erika correu até ele e o pegou no colo.

— Bom trabalho menino! — Disse ela acariciando a cabeça de seu treecko.

A poeira baixou e o onix começou a levantar. Ele dobrou a cauda para golpear Erika e pagu. Surpreendida a garota se encolheu.

— Arma d’água!

Um jato de agua veio de suas costas e atingiu o onix e empurrou sua cabeça para trás, ele deixou escapar um fraco rugido tombou para o lado.

A garota se virou para seus salvadores, Tay segurando totodile em seu colo se aproximou sorrindo com uma mistura de felicidade e alivio. Erika não pode se segurar. Sorriu também.


Notas Finais


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