História Pokémon Adventures - Episode F - Capítulo 15


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Categorias Pokémon
Personagens Blue, Brock, Crystal (Misao), Daisy, Giovanni, Gold, Leaf (Green), Misty, Pearl, Personagens Originais, Red, Silver, Squirtle, Yellow
Tags Aventura, Batalha, Blue, Drama, Green, Pearl, Pokémon, Red, Romance
Exibições 10
Palavras 3.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Fantasia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shounen, Suspense
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse pequeno arco pode ser considerado o prólogo do arco de Rutile. Ele é meio parado porque tem muitos diálogos mas eu vou tentar enxugar o máximo possível.

Capítulo 15 - Memorias nas chamas (Força I)


Fanfic / Fanfiction Pokémon Adventures - Episode F - Capítulo 15 - Memorias nas chamas (Força I)

 

Eu lhes dei o ferro, eu lhes dei o fogo.

E com o ferro e com fogo vocês lutaram...

... Já não há mais alternativa, se com força vocês nos enfrentam.

Com força vocês serão esmagados...

 

A guerra dos 150 anos; capitulo 43, “Do disparo do canhão”.

 

Ato I - Force

“Sobre os lamentáveis incidentes os corridos em Saffron, estamos investigando a fundo se as causas foram terrorismo, ou um assalto que deu errado. Sabemos, contudo, que eles não estão de maneira alguma, relacionados aos eventos de Rutile ou com o incêndio na floresta nos arredores de Saffron. E também os rumores sobre o avistamento da nave da equipe rocket até o momento não passam disso, rumores. A autointitulada equipe rocket ainda esta por ai, e a policia de Kanto e Jotho estão se empenhado para capturar os membros desse grupo, mas é necessário a população entender que essa equipe rocket não tem nenhuma relação com o grupo criminoso que aterrissou o continente há dez anos... Esse grupo atual não passa de bando de bandidinhos que se aproveitaram do nome de uma organização morta para criar pânico, eles não tem os mesmos recursos... Uma nave de batalha? Isso é um absurdo!”

A câmera voltou ao estúdio e o ancora do jornal começou a falar.

“Essa foi a entrevista coletiva dado pelo chefe do departamento de segurança regional, o Doutor Kelvin Pinborn, vale lembrar que apesar de tudo não existe até o momento, indícios de que o ataque a cidade de Saffron tenha um mandante e nenhum grupo criminoso conhecido, se pronunciou sobre o ataque.

Continuaremos agora com a cobertura dos protestos em frente as sedes da federação e ginásios”

Akira olhou pela janela, a multidão continuava seu protesto. Não importava o que dissessem tudo isso era culpa dela, essa era a verdade. Se naquele dia tivesse segurado Nico... Se ao menos tivesse sido mais rápida... Se não tivesse congelado de medo...

 

~ Prólogo – A jornada solitária ~

 

 

Após a partida de Nico para Rutile, Erika e os outros começaram a se preparar para o torneio que seria realizado na cidade. O LiberCity de Cerulean só aceitaria os treinadores com menos que duas insígnias, sabendo disso Iago e Saito, adiaram seus desafios a Misty, para depois da competição que se começaria em dois dias.

Erika, Tay e Iago insistiram que Saito deveria se juntar a eles no treinamento, mas ele havia recusado dizendo que não teria sentido treinar revelando suas estratégias aos rivais. De certa forma os três ficaram aliviados por isso, sem Nico para aliviar o ambiente, seria complicado lidar com a personalidade rígida de Saito.

 

Erika retornou ao seu quarto depois de um dia de treinamento, iria tomar banho e se reunir com Tay e Iago para jantarem em um restaurante recomendado por Misty. Enquanto separava sua roupa, ela ficou pensativa.

Tinha chegado bem perto dessa vez. Em seu medo de demonstrar sua verdadeira condição, acabara gastando demais, seus fundos quase chegaram à zero. Mesmo que perdesse para Misty poderia enfrenta-la novamente, mas pagar pelo desafio uma segunda vez a deixaria zerada.

Por sorte a evolução de pagu em grovile havia lhe dado a vitória no ultimo instante e o espolio de batalha de Misty lhe permitiria continuar viagem por algumas semanas. Na verdade o espolio havia sido muito maior que o esperado, Erika ficara surpresa ao ver o estádio quase cheio, mas não podia nem imaginar que a premiação pela vitória seria uma porcentagem tão grande do lucro do ginásio.

Ainda sim, precisava ser mais cautelosa. Dessa vez havia escapado por pouco, mas a sorte não poderia lhe sorrir uma segunda vez. Deveria evita gastos abusivos.

O jantar de hoje seria caro com certeza, mas se daria esse presente dessa vez, e evitaria novos luxos até conquistar sua segunda insígnia. Diferente de Akira, ela não teria uma legião de fãs dispostos a pagar pelo desafio dela.

Ela se encaminhou para o banheiro. No caminho começou a retirar seus acessórios, os brincos e o colar. Então ergueu o pulso para retirar o Xtransfer e parou no meio do processo de soltar a correia.

Procurando um numero na agenda ela chamou por Nico.

 

A estrada acidentada seguia por dentro da floresta. Nico decidiu parar por um momento e deixar seus pokémon saírem para dar uma volta, não só por que achava que eles deviam estar entediados, como porque estava cansado de caminhar sozinho.

Ele se sentou em uma pedra na beira da estrada e libertou seus pokémon. Scratch, o squirtle, jerry, o raticate e pipa, a beedrill.

— Por que vocês não vão esticar os músculos enquanto eu preparo a ração de vocês? — Sugeriu ele.

Os três correram (voaram no caso de pipa) para dentro da mata.

— Não vão muito longe! — Alertou.

Ele se pôs a separar as diferentes misturas em diferentes potes, cada um deles adequado ao gosto e a nutrição de um de seus pokémon. Brock havia ajudado a montar uma dieta adequada para que seus pokémon se manterem saudáveis e bem nutridos.

Por outro lado para ele, a bolsa estava cheia de macarrão instantâneo e barras de cereais. Ele julgou que provavelmente, as chances de que ele acabasse tendo algum problema relacionado a má alimentação deviam ser bem maiores que as dos seus pokémon.

Seu Xtransfer começou a bipar.

— Erika!?

— Oi Nico como esta?

— Ahñ, bem é uma viagem tranquila até Rutile, chegarei lá amanha a tarde.

— Amanha à tarde? O torneio começara daqui a dois dias, você não estará aqui a tempo... — Disse a garota.

Nico respirou fundo.

— Bem, acho que eu posso chegar a tempo se voltar de ônibus ou taxi.

— Mesmo?

— Sim, é claro! Mas como estão as coisa ai? Saito tem dado muita bronca em vocês por serem preguiçosos?

A garota riu.

— Ele não quis se envolver com a gente, mas foi por que não quer ver nossas estratégias para o torneio.

— Quanta confiança...

— Ele é um cara legal... Lá no fundo... Ele só é muito serio.

— Acho que você tem razão.

— O que esta fazendo?

— Pausa para o lanche...

— Ah... Daqui a pouco eu e os garotos vamos jantar também, ficamos o dia inteiro treinando. Você sabia que o Iago é muito forte?!

— Puff... Aquele mané, se eu estivesse ai vocês veriam o que é força...

— É mesmo? — Disse ela descrente. — Você capturou algum pokémon novo durante a viagem?

— Quem precisa de pokémon novos? Eu já tenho o time prefeito!

— “Prefeito”?

— Ahññ, perfeito, eu quis dizer perfeito!

Erika pareceu prestes a disser alguma coisa, mas mudou de ideia.

— Então, eu vou tomar banho agora e deixar você comer... A proposito... O que você tem comido? Você sabe cozinhar?

Nico pensou no macarrão instantâneo.

— Mas é claro, como eu viajaria por ai sem saber cozinhar?

— Ah bom, pensei que estivesse vivendo de macarrão instantâneo e barras de cereal. Essas coisas fazem mal.

— Tem razão, com certeza eu não poderia ficar comendo apenas essas porcarias.

A garota concordou com a cabeça.

— Então, a gente se fala amanha, tome cuidado. — Então ela ficou séria. — E se você achar alguma coisa estranha e quiser descobrir o que é, fuja!

— Ok, ok. Eu entendi a mensagem.

Erika pareceu se tranquilizar um pouco.

— Ei, — Disse ela após algum tempo. — Você precisa mesmo ir atrás desse cara? O que houve entre vocês?

— Não é como se ele e eu tivéssemos uma historia, mas... Enquanto ele estiver atrás de mim, ele pode acabar fazendo alguém investigar minha inscrição no ECTMI.

— Mas nesse caso, o que muda você ir ou não atrás dele?

— Se eu derrota-lo posso fazê-lo acreditar que eu o superei na prova.

— Acha mesmo? O Saito disse que ele é forte... e você... bem — Ela pareceu desconfortável. — Você não tem nenhuma insígnia.

— Não fique se achando só porque derrotou a Misty.

— Não foi isso que eu quis disser... — Apressou-se a esclarecer ela, mas Nico riu.

— Eu sei, eu sei. Mas pode ficar tranquila, eu não sou tão fraco quanto você pensa.

Nesse momento uma algazarra seguida deu um grito agudo veio da mata onde os pokémon haviam se enviado. Nico olhou na direção do barulho preocupado.

— O que houve? — Perguntou Erika.

— Acho que os pokémon começaram uma confusão. Eu vou ver o que é, a gente se fala depois.

Ele desligou o Xtransfer e entrou na mata em direção ao barulho. Encontrou scratch massageando a cabeça.

— O que houve? — Perguntou o garoto a tartaruguinha.

Scratch apontou para a mata sem tirar os olhos do arbusto a sua frente.

— Tem alguma coisa lá?

— Tletlew!

— Ok. — Disse Nico pegando sua pokédex e focando o arbusto.

“Spearow, pokémon pásssarinho. Come insetos em áreas gramadas. Tem que bater suas asas curtas em alta velocidade para ficar no ar e não pode voar uma longa distância, no entanto, ele pode voar ao redor muito rápido para proteger o seu território. Spearow tem um grito muito alto que pode ser ouvido mais de meia milha de distância. Se o seu grito é ouvido ecoando por toda parte, é um sinal de que eles estão alertando uns aos outros de perigo.”

Spearow era um pokémon pássaro marrom pequeno e de plumagem áspera marrom em sua cabeça, com um curto, bico enganchado. Suas asas eram de um vermelho rosado com bordas mais leves com as costas na cor preta, e três penas na cauda marrom.

Um novo grito saiu da mata. Então veloz como uma fecha, o spearow rasgou o ar atingindo uma bicada na cabeça scratch e circulando uma arvore próxima.

— Ok...

Nico pegou uma pokébola vazia no bolso lateral de sua mochila e jogou no pequeno spearow.

Ao notar a pokébola spearow voou para mais longe e pousou em um dos galhos da arvore.

— Pipa, disparo de teia. — Ordenou Nico.

Pipa lançou sua seda em direção ao spearow, mas ele bateu as asinhas e pulou para outro galho. Ao pousar ele se virou para pipa e emitiu um grito, inclinando a cabeça e piscando os olhos.

— Humm... parece que você é bem convencido não é? Jerry, ataque rápido!

Jerry escalou a arvore a toda a velocidade e golpeou o spearow antes que ele tivesse a chance de voar para longe.

E o spearow caiu no chão inconsciente.

— Que fraco... — Disse Nico observando a maneira patética com que o spearow fora derrotado. — Acho que nem vale a pena desperdiçar uma pokébola com um pokémon assi... — Então ele se calou ao perceber que estava repetindo as palavras de Ifrit ao encontrarem pipa.

Ele olhou para a beedrill que por pouco não havia sido sacrificada. Gostava muito de sua beedrill, sempre voando feliz pelo ar depois de quase ficar aleijada.

 

O céu ia adquirindo um tom laranja a medida que o sol se ponha, a estrada seguia rumo a uma montanha ao longe, Rutile ficava naquela montanha, a cidade mais ao norte de Kanto. Se Nico estivesse voltando, poderia usar a trilha da montanha, mas para o inverso precisaria escalar a montanha para chegar a trilha. Por isso Nico seguiu pela estrada.

Ainda que tivesse tentado parecer confiante para Erika, Nico estava preocupado com o momento de seu confronto com Daniel. Daniel era neto do chefe de um dojo especializado em pokémon do tipo lutador. Desde pequeno Daniel se exibia com o machop que ganhara de seus pais, logo naquela época Nico descobriu o quando aquele garoto era violento.

Daniel usava seu pokémon para intimidar as outras crianças, certa vez o usara para vandalizar um carro. Nico e ele costumavam batalhar um com o outro quando mais jovens. Ele tinha uma certa obsessão em mostrar que era mais forte que os outros e a rixa de sua família com a guardiã de Nico o fazia enxergar Nico como um rival.

Alguém como ele com certeza não era apropriado para ser um treinador. Uma vez depois de ser derrotado por Nico, ele havia começado a agredir o próprio pokémon e a chama-lo de fraco e inútil. Nico ficou chocado com a cena e, depois disso, sempre que era desafiado por Daniel, tentava evitar o confronto e quando não tinha opção o deixa ganhar. Era de se esperar que assim que crescesse seu comportamento mudasse, mas ao invés disso, ele apenas havia piorado.

Pensar naqueles tempos, fez Nico se lembrar de seu velho parceiro que o aguardava em Saffron. Ele o havia deixado em casa, pois temia que ele levantasse suspeitas, e depois acabou decidindo que só o recuperaria assim que voltasse a Saffron.

                                                                                                                                            

O mais assustador de viajar sozinho, eram as noites. Nico aprendera isso na noite anterior, na estrada escurecia mias cedo que na cidade. E a escuridão era mais densa, Nico havia feito uma fogueira, mas não demorou muito para que ele começasse a desejar ter esperado o dia seguinte para seguir viagem. Por outro lado, a luz solar o fazia despertar algumas horas mais cedo que o habitual. Isso seria bom, se Nico não tivesse ficado horas acordado no escuro com medo de uma aproximação suspeita.

Saindo da estrada e procurando um espaço entre as arvores que a ladeavam, Nico fez uma fogueira e estendeu se saco de dormir próximo a ela.

Crow, como havia apelidado o spearow recém-capturado ficaria na pokébola, pois Nico ainda não havia tipo tempo de treina-lo. Scratch e jerry se acomodaram ao lado da fogueira e pipa voou até um arvore próxima.

Nico entrou em seu saco de dormir e se preparou para mais uma sessão de tortura noturna, mas seu cansaço pela caminhada somado ao pouco sono na noite anterior o guiou rapidamente para o sono enquanto observava as chamas da fogueira dançarem.

 

~*~

 

Fogo... fogo por toda a parte... de onde vinha?... da fogueira? Do assoalho de madeira? Do céu?...

Nico gritou por alguém... Quem ele chamava? Ele não ouvia a própria voz...

Um impacto chacoalhou a casa. Uma viga do teto caiu ao lado de Nico, ele se afastou para o lado e tropeçou na cadeira tombada.

Um vulto o ergueu do chão e puxou pela mão em direção a porta. Através da cortina de chamas Nico podia ver uma pessoa parada no portal. Nico não queria ir com ela, ela o assustava... Ele precisava voltar e ajuda-los...

“Deixe-me voltar!”

“Tem certeza que é para cá que quer voltar?”

Nico olhou para trás, resistindo a pessoa que o puxava.

O quarto estava destruído pelas chamas, um porta-retratos estava caído no chão ao pé da cômoda.

“Podemos ajudá-los se voltarmos!”

Não ouve resposta.

“Vamos salva-los!”

A pessoa que o puxava em direção a porta se virou para ele. Nico sabia que isso nunca havia acontecido, esse sonho que sempre voltava, acabaria com eles passando pela porta em silencio.

Não havia como mudar isso...

Eles passariam por aquela porta e Nico acordaria.

Nico abriu os olhos.

Não havia nada de anormal, únicas coisa que cortavam o silencio da noite eram o crepitar da fogueira, agora já quase apagada, e os pios de pássaros noturnos que se ocultavam na mata. O mundo continuava inteiro. Dormir olhando para a fogueira havia sido uma péssima ideia. Escapara de tortura de não conseguir dormir, para a tortura de lembrar, e o pior, depois de descasar um pouco dificilmente conseguiria voltar a dormir rapidamente.

Ele esticou o braço e pegou a mochila. Se não conseguiria dormir, então aproveitaria seu tempo de outra forma. Depois de acordar no hospital em Cerulean, Nico entrara varias vezes na internet e procurar de informações sobre a equipe rocket. Até o momento não haviam menções ao ocorrido no monte da lua e isso estava fazendo a mente de Nico surtar.

Logo que informaram a policia sobre o acampamento na Floresta de Veridian um dossiê surgiu na internet, logo após o encontro com o velho dos magikarps, uma serie de provas de seu envolvimento com equipe rocket havia surgido, mas sobre único evento que realmente rendeu um boletim de ocorrência não havia nada. Nem mesmo nos jornais havia saído.

O único elemento que havia em comum nos dois casos era Ifrit, e o próprio Nico. Concidentemente, Ifrit não estava presente no Monte da Lua. A ideia de Ifrit, estar lutando nas sombras contra a equipe rocket o deixava animado. Doía menos ser enganado duas vezes por uma das mocinhas. Ainda assim, Nico não achava que isso fosse verdade.

As atitudes de Ifrit não eram a de uma justiceira, talvez ela até soubesse de quem estava roubando, mas ela não era melhor do que eles. Nico agora tinha certeza de que Ifrit era uma criminosa das piores, suas pesquisas lhes renderam informação sobre roubos não só de pokémon, como também de joias e obras de artes, que ao que tudo indicava eram obra dela.

Da próxima vez que a visse a levaria a justiça sem falhar.

 

~*~

 

A estrada começou a subir a montanha. Scratch caminhava a frente de Nico, pipa circulava ao redor deles. Nico havia deixado os outros na pokébola, para evitar que ficassem agitados demais. Scratch corria pela estrada mexendo em tudo que achasse diferente pelo caminho, e pipa voava alegre ao redor deles afastando-se ocasionalmente para cheirar uma flor ou arvore.

Numa dessas fugidinhas de pipa Nico a seguiu e se sentou sobre a sombra de uma arvore solitária na beira da estrada. Pegando sua garrafa térmica na mochila e bebeu um grande gole de agua. Ficou tentado a jogar agua na cabeça, mas ao invés disso chamou seus pokémon para beberem.

Logo chegariam a Rutile e ele poderia se abastecer por isso ele deixou que bebessem toda a agua restante na garrafa. Pipa não ingeria muita agua, mas scratch precisava estar sempre bem hidratado.

Nico encostou as costas no tronco da arvores e se permitiu relaxar um pouco. Antes que se desse conta, acabou adormecendo.

BAM!

A pancada o acordou de seu cochilo.

Diretamente sobre sua cabeça, havia um braço enorme. De onde Nico estava sentado o dono do braço ficava contra o sol, tornando apenas sua silhueta visível.

Parado a sua frente, um garoto alto e forte de olhos verdes e cabelo loiro penteado num estilo moicano com um sorriso arrogante nos lábios o encarava.

— Que ótimo... — Disse Nico.

— Há quanto tempo Sevenway. Finalmente decidiu sair do quarto? — Disse Daniel.


Notas Finais


Bem, espero que tenham aproveitado a leitura.

Criticas, deixem ai nos comentários.

Até a próxima!!


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