História Pokémon: Boundaries Crossed - Capítulo 15


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Categorias Pokémon
Personagens Blaine, Brock, Daisy, Erika, Gary Carvalho, Koga, Lt. Surge, Misty, Professor Carvalho, Sabrina (Natsume)
Tags Pokémon, Vulpix
Exibições 2
Palavras 1.616
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


PERSONAGENS
Jack
Megan
Lunick
Lamont
Pink
Gray
Solana
Paras

Capítulo 15 - Lições De Um Patrulheiro Pokémon (PT. 1)


Jack e Megan pretendiam deixar para trás o Monte Lua de uma vez por todas. Apenas pretendiam, pois isso acabou não se concretizando. Já haviam recolhido seus pertences e estavam prestes a começar uma caminhada quando começaram a ouvir uma voz masculina distante. Com a curiosidade falando mais forte, os dois decidiram seguir até encontrar finalmente um garoto pouco mais velho que eles atrás de alguns rochedos que ficavam na base da montanha.

Garoto– Iniciar captura!

Ele sacou um estranho equipamento de cor verde da qual emergiu uma espécie de antena de luz azulada. O garoto apontou o objeto para umParasque estava bem à sua frente e começou a girar seu equipamento. Um anel também azulado se formou em torno do pokémon e foi diminuindo até entrar em contato com a criatura, causando uma explosão de luz.

Garoto– Captura realizada com sucesso!

Megan(para Jack) – Captura, ele disse?
Porém a garota pareceu ter feito seu comentário num tom alto demais, pois atraiu a atenção do outro garoto, que olhou para eles espantado.

Garoto– Quem está aí? Quem são vocês?

Como não havia mais como se esconder, Jack e Megan decidiram se revelar.

Megan– Sou Megan e esse é meu amigo Jack.

Jack– Peço desculpa se o incomodamos.

Garoto– Está tudo bem. Meu nome é Lunick. O que fazem por aqui?

Jack– Somos treinadores de pokémon e estou viajando para me tornar o melhor Mestre Pokémon do Mundo.

Megan– E eu serei Top-Coordenadora.

Jack– Não pudemos deixar de notar a sua maneira... er... exótica... de capturar pokémons.

Lunick– Eu não estou de fato capturando esse pokémon, como vocês treinadores fazem. Eu só estou fazendo isso temporariamente.

Megan– E que vantagem você tem de pegar um pokemon temporariamente?

Lunick– Muita vantagem se você, como eu, for um Patrulheiro Pokémon.

Jack e Megan– Patrulheiro?

Lunick– Bem... ainda não sou oficialmente um Patrulheiro mais estudo muito para isso.

Olhando para os rostos confusos da dupla, Lunick percebeu que sua explicação precisaria ser meio pratica.

Lunick– Se quiserem saber mais sobre os Patrulheiros, vejam comigo.

Jack e Megan assentiram um para o outro e seguiram Lunick através de uma escada de pedra talhada na própria montanha. Demorou cerca de dez minutos para subir boa parte do Monte Lua, mas foi surpreendente quando se depararam com uma cidade que se desenvolvera sobre a montanha. Não era grande, com arranha-céus e ginásios. As casas eram pequenas e afastadas, a maioria pequena e afastadas umas da outras; o chão era de terra e as pessoas bastante alegres.

Lunick– É aqui que eu moro: cidade Sable.

Megan– É bonita!

Jack– Por que mesmo você nos trouxe aqui?

Lunick– Explico quando chegarmos à escola.

O patrulheiro os conduziu até a maior e mais antiga construção da cidade. No pátio do local encontravam outros adolescentes que assim como Lunick, utilizavam aquele estranho equipamento que projetava um anel de luz e capturava pokémons.

Megan– Eles são patrulheiros assim como você?

Lunick– Assim como eu, todos eles almejam se tornar patrulheiros. Para tanto, é preciso estudar nessa escola onde se aprende tudo que é preciso saber sobre esse incrível profissão. Até onde eu sei, esta é a única escola de Kanto.

Jack– Mas o que exatamente faz um patrulheiro?

Lunick– É nosso dever manter o meio ambiente seguro tanto para as pessoas como para os pokémons selvagens, além se assegurar que os viajantes não se machuquem ou se percam ao caminhar pela floresta ou qualquer outro ambiente selvagem. Enfim, ser Patrulheiro exige contato constante com a natureza e os pokemons.

Megan– E essa ferramenta que todos vocês usam?

Lunick– Os patrulheiros não podem pegar pokemons como vocês treinadores fazem, com pokebolas. Nós temos que atuar na natureza mas sem interferir nela! Não podemos tirar nem colocar algo nela. Mas há determinadas tarefas que exigem mais do que a força humana e é aí que entram as nossas ferramentas. Os chamados Capturadores nos possibilitam “capturar’ um pokemon temporariamente, tempo suficiente para que possamos utilizar de suas habilidades e devolve-lo à natureza logo em seguida. Aquele que vocês me viram usar é conhecido por Capturador Escolar, emprestado pela escola à seus alunos. Conforme você vai se graduando e subindo de patente, pode obter um Capturador mais avançado. No topo da hierarquia estão os Top-Patrulheiros que possuem o Capturado Fino que pode ser acoplado ao pulso. É uma honra ser nomeado como um Top-Patrulheiro e é para isso que eu trabalho minha vida inteira.

Enquanto a conversa se desenrolava e tanto Jack como Megan absorviam cada palavra de Lunick, nenhum deles percebeu duas figuras se arrastando pelo teto da escola, bem acima deles, e ouvindo a conversa com a mesma atenção.

Pink– Você ouviu isso?

Gray– Claro que sim. Qual o plano maquiaverico dessa vez?

Pink– Esses capturados podem deixar qualquer pokemon sob o nosso comando sem nem precisarmos batalhar. É o meio mais fácil possível de se obter pokemon. Seremos os membros da equipe que mais contribuíram e o chefe vai ficar super satisfeito.

Gray– Então o que estamos esperando? Vamos roubar alguns!

Pink– Será que você não aprende? Toda vez que tentamos roubar alguma coisa, nossos planos são frustrados por essas crianças enxeridas. Porém existe uma maneira mais fácil de obter esse equipamento.

Gray– Que seria...

Pink– Nos tornando Patrulheiros Pokémon. Receberíamos um desses completamente de graça.

Gray– Mas para nos tornarmos patrulheiros de verdade é preciso anos de estudo.

Pink– Você ainda não entendeu? Não precisamos nos graduar de verdade. Vamos entrar na escola como alunos e assim que recebermos nosso Capturador Escolar, fugiremos com o artefato e estaremos prontos para fazer muitas capturas.

Gray– Você é realmente um gênio! Não sei o que seria do nosso time sem você!

Enquanto Pink agradecia os elogios, a conversa ainda rolava solta bem abaixo dos bandidos.

Jack– Não somos tão diferentes assim, não é, Lunick? Eu, você e Megan estamos juntos em busca de um sonho.

Lunick– Sabe... eu até que gostaria de ser mais como vocês, livres para rodar o mundo. Mal vejo a hora de ser um patrulheiro oficialmente.

Os olhos do garoto ficaram fixos enquanto ele sonhava com essa possibilidade, mas logo seu devaneio o deixou tão rápido quanto havia surgido, quebrado por uma voz grave e intimidadora.

Homem– Posso saber o que está acontecendo por aqui, Sr. Lunick?

Lunick(assustado) – Diretor Lamont?!

Lamont– Você sabe que é extritamente proibido trazer forasteiros para a escola. Além, é claro, de ser proibido de deixar a escola sem ter terminado sua graduação.

Lunick– Eu sei disso, Diretor Lamont, me desculpe.

Megan– Acho que nós é que devemos desculpas. Não tínhamos a intenção de prejudicar Lunick.

Lamont– Sei que não tiveram.

Lunick– Eu só queria experimentar um pouco da sensação de poder agir como uma patrulheiro do lado de fora dessa escola!

Lamont– Que audácia! Você conhece bem as regras...

Uma moça, percebendo o que estava acontecendo, deixou o pátio da escola onde estava com um grupo de estudantes e se diriJack até o diretor.

Garota– Por favor, diretor Lamont, Meu irmão Lunick não tem culpa. Ele é muito inexperiente. Eu mesma assumo as conseqüências pelo erro dele.

Lunick não parecia feliz por ser chamado de “inexperiente”, mas preferiu ficar em silencio.

Lamont– Você é quem sabe, Solana. Mas espero que isso não se repita.

Lunick e Solana– Sim diretor Lamont.

O homem desapareceu pelos corredores. Solana lançou um olhar de reprovação para Lunick, que retribuiu com um olhar furiosos.

Lunick– Odeio quando você faz isso!

Solana– Odeio quando você age como uma criançinha. Eu estou sempre tendo que arcar com seus erros.

Lunick– Ninguém pediu para fazer isso sua intrometida.

Solana– Como é que é? É assim que você trata sua irmã depois de eu acobertar todas as suas burradas?

Jack(desconcertado) – Por favor, parem com isso vocês dois!

Lunick(ignorando Jack) – Eu só queria ser um Top-Patrulheiro, assim como você, irmã!

Solana– Sei disso. Mas é preciso estudar e viajar muito para chegar onde eu cheguei.

Houve um estranho silencio onde os irmãos ficaram de cabeça baixa. Porem, todos gritaram de susto quando Sr. Lamont apareceu novamente surgindo do corredor numa velocidade sobre humana.

Lamont– Tudo bem, Lunick! Percebo que está infeliz com a vida aqui na escola e precisa de um pouco de aventura. Eu mesmo preciso espairecer a cabeça de vez em quando. Te darei a chance de se tornar um patrulheiro.

Lunick(radiante) – Mesmo!? E o que eu preciso fazer.

Lamont– Derrotar sua irmã em um round de batalha.

Lunick, Solana, Jack e Megan– O QUÊ???

Lamont– É isso aí. Dou o prazo de um dia para que vocês dois encontrem um pokemon na natureza e o tragam aqui utilizando a influencia de seus Capturadores. Amanha, reuniremos todos os alunos para assistir à batalha entre os pokemons que vocês conseguiram. Já estou até vendo. Vai ser o evento do ano!

Solana– Mas senhor... isso é injusto! Sou muito mais experiente que o meu irmão e isso pode me dar uma certa vantagem...

Lunick– Você se acha mesmo melhor do que eu em tudo não é? Mas acontece que você é tão inexperiente em batalhas pokemon quanto eu!

Solana– Bem... de certa forma, batalhas pokémon não fazem parte da rotinha de um patrulheiro.

Lamont– E que tal quebrar esse rotina pelo menos uma vez?

A moça refletiu por alguns segundos e tomou sua decisão após contemplar os olhos sonhadores do irmão.

Solana– Eu aceito.

Lunick– E eu também!

Lamont– Ótimo. Sintam-se a vontade para deixar a escola e encontrarem o melhor pokemon que conseguirem pelos arredores de Sable. A batalha será amanhã à tarde. Até lá!

O homem novamente desapareceu pelos corredores, deixando o fogo de um desafio aquecer os corações de Lunick e Solana. Como será o desfecho desse embate familiar?


Notas Finais


NO PRÓXIMO CAPÍTULO - LIÇÕES DE UM PATRULHEIRO [PT. 2]
Entrando no espirito de um desafio, Lunick e Solana pegam seus pokemons. Uma batalha está prestes a começar. Tem também Greta e Mike percebendo que o plano deles pode ser mais difícil do que parecia inicialmente...


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