História Pokémon Brasil: Em busca do Pokémon Lendário - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Pokémon
Personagens Bulbassaur, Charmander, Eevee, Gyarados, Personagens Originais, Squirtle
Tags Pokémon
Visualizações 22
Palavras 618
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - Trilha Para Pokelandia


Saímos, quando pisamos na calçada na frente do aeroporto falei:

-Finalmente! Terra firme.

-Luiza, só vamos continuar... - estraga prazeres - Vamos comer ali. - ele apontou para uma pizzaria, caminhamos até lá e pedimos uma pizza de queijo.

-Tá! Qual o plano? - perguntei

-Vamos subir numa árvore e ver quem acha uma beedril primeiro! - eu olhei séria para ele - Tá, vamos ir a pé até chegarmos naquela cidade.

Ele olhou para o cartaz no nosso lado, que estava escrito: Pokelandia, a cidade pokémon! Visite a cidade mais pokefantastica do mundo! A cidade que eu queria ir (meus sonhos foram realizados, um pouco), mas eu não esperava que eles fossem tão... viciados...

-Aí meu Arceus! - eu fico imaginando a reunião desse povo pra fazer uma cidade: "vamos fazer uma cidade, mas qual nome colocar?", "já sei! Que tal Pokelandia".

-Vocês vão pra Pokelandia? - perguntou o garoto que me acordou no avião, Pedro - Então vão no mês certo, lá sempre tem competições em Abril, vai ser dia 6, faltam 3 dias. Eu sou Pedro! E você? - Ele olhou para Rafael.

-Rafael. Luiza, você o conhece?

-Sim. É Abril?! - Fiquei surpresa - Mas que tipo de competição será?

-São várias, como batalhar contra o pokémon vencedor da batalha do ano passado, corrida com seus pokémon, caça ao tesouro com seu pokémon... e muito mais! Eu vou pra lá!

-Rafael! Nós temos que ir pra lá!

-Claro, mas podemos não chegar a tempo, você sabe; nós vamos a pé.

-Eu tenho que ir tchau!  Foi bom te ver de novo!

-Tchau. Então vamos... - olhei para a pizza - comer, depois vamos indo.

-Luiza, quando é o casamento?

-Oi? - Eu acabei de entender o que ele queria dizer com isso, que raiva - Não primeiro que o seu! - Agora foi a vez dele ficar com cara de trouxa.

Depois daquela deliciosa pizza, fomos para uma trilha (que era um pouco longe de onde estávamos, tivemos que pedi informação a uma mulher que não soube explicar, então o raichu dela explicou melhor que ela que fala minha língua, pois estávamos perdidos) feita para quem quiser ir para as cidades vizinhas a pé, recebemos um mapa e seguimos por uma trilha para a direita. Agora sim tô sentindo que vamos chegar em algum lugar, posso treinar os pokémon, escolher que pokémon colocar na equipe e muito mais!

-Rafael, qual pokémon posso colocar na minha equipe? - ele olhava distraído para algum lugar e acho que ele não me ouviu.

-Sei lá, só sei que vou pegar um Lapras!

-O que?

Ele correu até um parte fora da trilha (ótimo, vamos nos perder de novo), quando vi, ele correu para um rio que cortava a floresta, nele tinha um lapras, que agora estava batalhando com Rafael. O trouxa não conseguiu, e eu comecei a rir.

-Eu ainda vou ter um. - ele foi em direção a trilha e andando mais um pouco encontrou uma máquina - muitos treinadores passam por aqui, e fizeram isso para tanto os pokémon dos treinadores e daqui se curarem, você se lembra daquela reportagem, né?!

Eu me lembro, foi uma invenção local que ficou muito famosa pelo país, e muitos outros estados colocaram nas suas cidades, isso fez com que a taxa de mortes de pokémon diminuíssem. Eu vi uma árvore atrás da gente virar em nossa direção.

-A árvore! - corremos mais pra frente e um primeape pulou em cima da árvore caída no meio da trilha

-De boas. - O primeape saiu até outra árvore - Melhor a gente se acostumar...

-Melhor a gente correr. - outra árvore começou a virar e corremos para uma distância segura. - O que ele tem na cabeça?

-Talvez está treinando ou algo assim.

Voltamos a caminhar, mas desta vez olhando para os lados para não morrermos


Notas Finais


Capítulo pequeno... Acho. Espero que tenham gostado mesmo assim!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...